Categoria: Meio Ambiente


11:16 · 14.02.2019 / atualizado às 11:21 · 14.02.2019 por
Cedro registrou a maior chuva da macrorregião do Cariri. (Foto: Marciel Bezerra)

Após cinco dias, a macrorregião do Cariri voltou a receber chuvas, segundo  a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Entre as 7h de ontem e às 7h desta quinta-feira (14), houve precipitações em 21 municípios. A maior delas aconteceu em Cedro, que registrou 56 milímetros. A segunda maior caiu em Aurora: 43,2 milímetros.

Também choveu com destaque em Milagres (41 mm), Lavras da Mangabeira (33 mm), Altaneira (30 mm), Barro (29 mm) e Jati (29 mm).

Importante ressaltar que a macrorregião do Cariri, monitorada pela Funceme, também inclui municípios que compõem a região Centro-Sul na divisão política, como Lavras da Mangabeira, Várzea Alegre, Cedro, Ipaumirim, Umari e Jucás. Isso acontece porque eles estão na Sub-Bacia do Salgado.

Assaré, por exemplo, que faz parte do chamado “Cariri Oeste”, registrou 36 milímetros de ontem para hoje, mas na divisão do órgão estadual compõe a macrorregião “Sertão Central e Inhamuns”. Campos Sales, naquela mesma região, registrou 25,4 milímetros. Salitre, Potengi e Araripe completam a lista de municípios que também tiveram precipitações. Estas localidades estão inseridas na Sub-Bacia do Alto Jaguaribe.

Apesar da água voltar a cair do céu, nenhum município do Cariri esteve entre as principais precipitações registradas nas últimas 24 horas no Ceará. Granja, na região Norte, registrou a maior chuva do ano no Estado com 176 milímetros. As ruas e avenidas ficaram alagas em diferentes pontos da cidade. 

Previsão

A previsão das Funceme para hoje e para os próximos dois dias é de céu nublado com chuvas em todas as regiões do Ceará. Há nuvens em todo Estado por causa da proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e do Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) que está presente sobre parte do oeste do Nordeste brasileiro.

09:06 · 12.02.2019 / atualizado às 09:06 · 12.02.2019 por
(Foto: Reprodução)

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) ajuizou Ação Civil Pública (ACP) em face da Companhia de Gestão de Recursos Hídricos do Estado do Ceará (COGERH) por desperdício dos recursos hídricos provenientes do Açude Canoas, localizado em Assaré. O órgão estadual é foi responsável por abrir uma válvula do reservatório para suposta irrigação de terras. Hoje, ele tem apenas 7,46 % de sua capacidade.

Em 21 de junho de 2012, o Município de Assaré foi surpreendido por um procedimento operacional da COGERH alegando que, atendendo um pleito relacionado a consumo animal e irrigação de produtores rurais, determinou a abertura da comporta do Açude Canoas na proporção de 300 litros por segundo.

Naquela mesma data, a Câmara Municipal solicitou providências do MPCE para cessar o desperdício de água, considerando a convivência com a seca que assola a localidade e, sobretudo, a falta de diálogo e de entendimento com a agência reguladora, pois as comportas eram abertas com vasão bem acima da utilizada pela própria população.

Conforme apurado pela Promotoria de Justiça de Assaré, a COGERH estaria abrindo a válvula do açude com o intuito de abastecer a irrigação local, fato este nunca comprovado, uma vez que não há informações de existirem produtores cadastrados em programas agrícolas com tal intuito ou mesmo recebendo benefícios e nem há grandes ou médios criadores de animais na região que justificasse a medida.

Em resposta, a Companhia informou ao MPCE que o Açude Canoas se encontrava com um trecho perenizado de 92 km para chegar até a Barragem Jordão, no Município de Cariús, estando à época com 98,30% de capacidade, sendo a comporta aberta com uma vazão de até 300 litros por segundo. Em novembro de 2013, o Ministério Público alertou a Companhia quanto a possível colapso no abastecimento de água da cidade de Assaré se a vazão continuasse da forma até então praticada e questionou sobre a possibilidade de um colapso e/ou perda na qualidade da água.

Com base nos dados da COGERH, a Promotoria constatou também que, em 2012, o açude estava com quase 70% de capacidade, com a abertura da válvula na vazão acima do normal. Em 2013, a capacidade reduziu para quase 45%. Já em 2014 foi para 25% e, em fevereiro de 2015, para 16%. Assim, foi verificado que, entre os anos de 2012 e 2014, a válvula do açude Canoas liberou o que a população de Assaré consumiria em aproximadamente 11 anos.

Dessa forma, foi concluído pelo órgão ministerial que, para que fique garantido um aporte de abastecimento de água para a cidade de Assaré por, pelo menos 10 anos, o açude Canoas não deveria mais liberar água até que atinja 35,93% de sua capacidade.

Por isso, o MPCE requereu que a Justiça determine que a COGERH se abstenha de tornar a abrir a comporta do Açude Canoas enquanto este estiver com o status crítico, ou seja, com menos de 35,93% de capacidade, sob pena de pagamento de multa diária no valor de R$ 10 mil. A ACP pede ainda que a Companhia seja condenada ao pagamento de danos morais coletivos no valor de R$ 200 mil além de multa diária em caso de descumprimento da determinação judicial

14:55 · 07.02.2019 / atualizado às 14:58 · 07.02.2019 por
Céu nublado, mas poucas chuvas no primeiro mês do ano. (Foto: Antonio Rodrigues)

A chamada “quadra invernosa” – meses que registram o maior volume de precipitações no Ceará – acontece de fevereiro a maio. Já no Sul do Estado é diferente: entre janeiro e abril se concentram as principais chuvas. Porém, no primeiro mês do ano, a macrorregião do Cariri registrou 109,9 milímetros de chuvas, ou seja, 25,6% abaixo da média para este período: 147,7 milímetros. Os dados são da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme)

Os únicos municípios que registraram chuvas acima de suas médias históricas no mês de janeiro, no Cariri, são Abaiara e Crato. No primeiro, foi observado 178 milímetros, ou seja, houve um desvio positivo de 18% (150 mm). Já o segundo, choveu 199.3 milímetros, que representa 4,7% acima de sua média histórica (190,4 mm).

Do outro lado da balança, Granjeiro teve o maior desvio negativo no primeiro mês do ano. Lá, foram observados 64,5 milímetros em janeiro, que representa 59,9% abaixo de sua média histórica (160,8 milímetros). Barbalha também registrou um volume 54,6% menor que sua média (197,3 mm), tendo acumulado 89,5 milímetros de chuvas.

Preocupação

O açude do Junco, que abastece a cidade de Granjeiro – menor município da região do Cariri, com população estimada de 4.459 pessoas – apresenta 9,63% de sua capacidade, segundo a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh). Ano passado, o reservatório secou e foram necessárias as perfurações de três poços no seu interior. Atualmente, o sistema de abastecimento de Granjeiro está sendo realizado por meio de poços tubulares.

Castanhão 

As chuvas na região do Cariri são importantes para a recarga hídrica do Açude Castanhão, que abastece a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Isso porque o Rio Salgado é um dos afluentes do Rio Jaguaribe, que deságua no maior reservatório do Estado. Hoje, a estrutura tem apenas 3,58% de sua capacidade.

11:50 · 06.02.2019 / atualizado às 11:50 · 06.02.2019 por
(Foto: Divulgação)

A Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos de Juazeiro do Norte (Semasp) tem atuado de forma intensiva no serviço de limpeza pública após a Romaria de Nossa Senhora das Candeias. Com o grande número de romeiros que visitaram a cidade neste período, a estratégia utilizada contempla o revezamento de equipes em três turnos.

Os pontos mais visitados da cidade foram priorizados nestes primeiros dias pós romaria. As ruas do Centro, praças e monumentos religiosos receberam limpeza completa das equipes que estão atuando em escalas de trabalhos divididas em três períodos (7h às 14h, das 15h às 22h e das 00h às 5h).

As Ruas São Pedro, São Paulo, Monsenhor Esmeraldo, Padre Cícero, Dr. Floro, São Francisco, Cruzeiro, Conceição, Santa Luzia e Alencar Peixoto são algumas das primeiras vias a receberam limpeza completa, já que recebem grande fluxo de romeiros no período das festividades religiosas. Os caminhões compactadores auxiliaram as ações.

Estima-se que entre os dias 29 de janeiro e 2 de fevereiro, 200 mil pessoas visitaram a terra do Padre Cícero. Apenas na procissão das velas, cerca de 50 mil pessoas foram às ruas de Juazeiro do Norte.

05:16 · 29.01.2019 / atualizado às 13:47 · 01.02.2019 por
(Foto: Antonio Rodrigues)

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da 9ª Promotoria de Justiça da Comarca de Juazeiro do Norte, firmou na última sexta-feira (25) um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a empresa “Império Indústria de Laminados”. O objetivo do acordo é adequá-la às normas de prevenção e proteção a incêndio e pânico, bem como às exigências legais ambientais vigentes, adotando medidas específicas para sua regularização ambiental.

A empresa comprometeu-se a limitar, imediatamente, o funcionamento das máquinas emissoras de ruídos sonoros em seu empreendimento ao horário das 6h às 18h; a readequar o Projeto de Combate a Incêndio e Pânico até o dia 15 de fevereiro, e executá-lo em até 120 dias. Após a execução, a fábrica deverá solicitar vistoria da Coordenadoria de Atividades Técnicas (CAT) do Corpo de Bombeiros.

O empreendimento deve, ainda, obter o certificado de conformidade estabelecido pelo Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP) do Estado do Ceará, para obter a licença ambiental de operação junto à Autarquia Municipal de Meio Ambiente de Juazeiro do Norte (Amaju). Caso o TAC seja descumprido, a empresa poderá sofrer multa diária que varia de mil a dez reais.

A Secretaria Municipal de Finanças também assinou o TAC comprometendo-se a somente expedir “Alvará de Localização e Funcionamento” para novos empreendimentos, após a devida comprovação do cumprimento de todas as exigências legais. A assinatura do documento aconteceu às 15h30, na sede das Promotorias de Justiça da Comarca de Juazeiro do Norte e foi subscrito pelo promotor de Justiça Flávio Côrte.

16:05 · 28.01.2019 / atualizado às 16:08 · 28.01.2019 por
Cartão-postal da cidade, a margem do açude é um dos locais mais bonitos do Município. (Foto: Jandro Gouveia)

O açude do Junco, que abastece a cidade de Granjeiro – menor município da região do Cariri, com população estimada de 4.459 pessoas – apresenta 9,93% de sua capacidade, segundo a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh). Ano passado, o reservatório secou e foram necessárias as perfurações de três poços no seu interior.

Atualmente, o sistema de abastecimento de Granjeiro está sendo realizado por meio de poços tubulares. A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) informou que distribuição de água da cidade funciona em regime de contingência, ou seja, com abastecimento alternado entre os bairros. Estas medidas foram adotadas para preservar os recursos disponíveis.

Construído há 61 anos, o Junco – cartão-postal da cidade – tem capacidade para 2,03 milhões de metros cúbicos, mas não tem recebido boas recargas nos últimos anos. Em novembro de 2016, por exemplo, três toneladas de peixes mortos foram retirados do reservatório.

Para recuperá-lo e garantir o abastecimento da cidade, no último mês de dezembro, o Município assinou um convênio com a União, através do Ministério da Integração Nacional, no valor de R$ 3,6 milhões para a construção de um canal que desviará as águas do Riacho do Meio para o açude. O trajeto terá extensão aproximada de 2 quilômetros.

Ao redor do reservatório há bares e restaurantes que tem na paisagem do açude uma forma de atrair visitantes. (Foto: Jandro Gouveia)

Neste mês de janeiro, Granjeiro registrou 81,4 milímetros de chuvas, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). O número observado é bem abaixo do volume médio deste período 162.1 milímetros, ou seja, até agora, houve um desvio negativo de 49,8%.

A última vez que choveu no Município foi no dia 19 de janeiro, quando foram registrados 14 milímetros. No dia anterior, uma precipitação mais intensa, de 33 milímetros, banhou Granjeiro. No entanto, a maior delas aconteceu no dia 10 de janeiro, quando atingiu o volume de 34,4 milímetros.

Porém, nos próximos dois dias poderá voltar a chover, já que a Funceme prevê nebulosidade variável com eventos de chuva em todas as regiões do Ceará.

Diferente do restante do Estado, onde a quadra invernosa acontece no período de fevereiro a maio; no Cariri, o período com maior intensidade de chuvas acontece de janeiro a abril.

18:37 · 05.01.2019 / atualizado às 18:43 · 05.01.2019 por
Moradores registraram chuva em Aurora. (Foto: VC Repórter)

Os moradores de Mauriti e Aurora, na região do Cariri, no Sul do Estado, foram surpreendidos com uma chuva de granizo na tarte deste sábado (05). O fenômeno, considerado raro no Ceará, não é monitorado pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

O primeiro registro aconteceu por volta das 13h30 no distrito de Palestina, em Mauriti, que fica a 497 quilômetros de Fortaleza. “A chuva foi forte, com muita ventania”, conta o escrivão Nicodemus Lacerda. Segundo os moradores de lá, o pluviômetro registrou 100 milímetros.

Já em Aurora, que fica a pouco mais de 80 quilômetros de Mauriti, a precipitação aconteceu na localidade do Sítio Jatobá de São Miguel. Apesar do susto, não houve estragos. O fenômeno aconteceu por volta das 16h e durou cerca de 20 minutos.

No Sul do Estado, a quadra invernosa, ao contrário das outras regiões do Ceará, iniciou mais cedo, a partir deste mês de janeiro. Segundo a Funceme, a presença de chuvas acontece graças ao Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), sistema de baixa pressão atmosférica, circulando a aproximadamente 12 km de altura, formando nuvens na região do Cariri.

Previsão

A previsão para este sábado é de céu parcialmente nublado nos litorais de Fortaleza e do Pecém. Nas demais regiões, nebulosidade variável com chuva. Já amanhã (06), deverá ter nebulosidade variável com chuva no Litoral, no Maciço de Baturité e na região Jaguaribana. Nas demais regiões, há possibilidade de chuva.

12:49 · 03.01.2019 / atualizado às 16:42 · 04.01.2019 por
Chuvas do mês de dezembro mudaram cenário no Rio Salgado. (Foto Franzé D’Aurora)

Apesar de não registrar chuvas nos últimos nove dias, o Rio Salgado, em Aurora, já apresenta um bom volume com as precipitações do período de pré-estação chuvosa. A água escorre pelo leito ainda é bem pequena, mas, uma nova paisagem já atrai olhares e a atenção de todas as pessoas que trafegam pelo Município. Um dos afluentes do Rio Jaguaribe, as águas que caem na Região do Cariri também abastecem o Açude Castanhão.

Há poucos meses, condutores e transeuntes que passavam sobre a ponte da CE-288 se deparavam com um cenário diferente: o rio seco, agonizando devido à falta de chuvas. Hoje, no local, há uma grande concentração de plantas aquáticas, resultado de um processo de eutrofização. A principal causa para o surgimento dessa vegetação é o excesso de nutrientes, nitrogênio e fósforo.

No mês de novembro, Rio Salgado agonizava sem água. (Foto: Henrique Macêdo)

A última vez que choveu em Aurora foi no último dia 24 de dezembro. O Município registrou 35,8 milímetros, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). No entanto, as chuvas nos municípios próximos, como Missão Velha, Milagres, Juazeiro do Norte e Crato, também contribuem para o aumento do volume do Rio Salgado.

O Rio Salgado tem um percurso de aproximadamente 308 km. Ele nasce na Chapada do Araripe, em Crato, com o nome de Rio da Batateira. Sua bacia hidrográfica está espalhada pelas cidades de Icó, Cedro, Umari, Baixio, Ipaumirim, Várzea Alegre, Lavras da Mangabeira, Granjeiro, Aurora, Caririaçu, Barro, Juazeiro do Norte, Crato, Missão Velha, Barbalha, Jardim, Penaforte, Milagres, Abaiara, Mauriti, Brejo Santo, Porteiras e Jati.

Em Aurora, o Rio Salgado tem um percurso de aproximadamente 42 km, sendo abastecido, na margem direita, pelos riachos dos Cavalos, das Antas, os rios Cuncás, Pendência, Areia e Titi. Na Serra da Várzea Grande, os riachos do Pau Brando e Bordão de Velho descem até ele. Já pela margem esquerda, recebe águas do Rio Carás, Rio Jenipapeiro I e dos riachos do Meio, do Juiz, São João, dos Mocós, da Caiçara e Jenipapeiro II.

(Colaborou Henrique Macêdo)

12:07 · 11.12.2018 / atualizado às 12:07 · 11.12.2018 por
Aurora registrou 7 milímetros. (Foto: Cicero Herivelto)

Choveu em 13 municípios da macrorregião do Cariri, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), entre as 7h de ontem e às 7h desta terça-feira (11). A maior delas aconteceu em Crato, que registrou 28 milímetros no posto pluviométrico do bairro Lameiro. A segunda maior precipitação aconteceu em Abaiara, com 27 milímetros.

Também choveu em Lavras da Mangabeira (20 mm), Várzea Alegre (18 mm), Milagres (14 mm), Brejo Santo (7,4 mm), Barbalha (7 mm), Aurora (7 mm), Cedro (4,8 mm), Ipaumirim (4,2mm), Umari (3 mm), Jucás (2 mm) e Jati (0,6 mm).

Importante ressaltar que a macrorregião do Cariri, monitorada pela Funceme, também inclui municípios que compõem a região Centro-Sul na divisão política, como Lavras da Mangabeira, Várzea Alegre, Cedro, Ipaumirim, Umari e Jucás. Já Assaré, por exemplo, que registrou 9 milímetros de chuvas, e faz parte do chamado “Cariri Oeste”, está na macrorregião “Sertão Central e Inhamuns”, na divisão do órgão estadual.

As chuvas no Sul do Estado acontecem no chamado período pré-estação chuvosa. Diferente do restante do Ceará, onde a quadra invernosa acontece no período de fevereiro a maio; no Cariri, o período com maior intensidade de chuvas acontece de janeiro a abril. “Na medida que vai aproximando o fim do ano, as chuvas tendem a cair mais”, explicou o supervisor da Unidade de Tempo e Clima da Funceme, Raul Fritz.

A previsão para esta terça-feira (11) no Cariri é de céu parcialmente nublado. Há possibilidade de chuva na região Jaguaribana e no Serão Central. Amanhã (12), a Funceme acredita que o céu permanecerá parcialmente nublado, com precipitações no Litoral, na Ibiapaba e no Maciço de Baturité.

09:42 · 10.12.2018 / atualizado às 09:42 · 10.12.2018 por
Foto: Reprodução

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da 1ª Promotoria de Justiça do Juizado Especial Cível e Criminal de Juazeiro do Norte, vai promover uma audiência pública, nesta terça-feira (12), às 9h, sobre supostas irregularidades de ordem ambiental e consumerista praticadas pelos postos de lavagem de veículos automotores (lava-jatos) localizados em Juazeiro do Norte.

Todos os proprietários desses empreendimentos foram convocados para participar do evento, que acontecerá no Núcleo de Prática Jurídica do Centro Universitário Dr. Leão Sampaio. Durante a audiência presidida pela promotora de Justiça Efigênia Coelho, serão ouvidos especialistas, gestores públicos, secretários municipais e a sociedade civil com a finalidade de discutir e propor soluções.

Mais informações

Audiência pública sobre supostas irregularidades praticadas por lava-jatos
Data: 11 de dezembro (terça-feira), às 9h
Local: Auditório do Núcleo de Prática Jurídica do Centro Universitário Dr. Leão Sampaio. Av. Maria Letícia Pereira, s/n, bairro Lagoa Seca, Juazeiro do Norte/CE.

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