Categoria: Saúde


09:39 · 27.03.2019 / atualizado às 19:55 · 27.03.2019 por
Clínica-escola fica no campos sede, no bairro Lagoa Seca. (Foto: Divulgação/CRC)

O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), em Juazeiro do Norte, está disponibilizando atendimento gratuito de Fisioterapia às crianças com Síndrome de Down. O atendimento é feito na sua clínica-escola e podem ser realizados pelo menos três vezes por semana, chegando até ser diariamente, dependendo do caso.

A clínica-escola da Unileão também conta com o projeto “Pediatria Itinerante”, que trabalha em parceria com algumas unidades básicas de saúde. Nele, os estagiários dos cursos da Instituição buscam identificar as crianças com deficiência, levar informação às famílias e, quando necessário, realizar o encaminhamento para a clínica-escola do Centro Universitário.

Segundo a professora Gardênia Martins, coordenadora do curso de Fisioterapia, as alterações no desenvolvimento psicomotor que as crianças com Síndrome de Down apresentam são o principal motivo que levam os pais a procurarem atendimento na clínica-escola. Entre as alterações, estão: tônus diminuído (hipotonia), frouxidão ligamentar, força muscular diminuída, alteração na apresentação dos reflexos, além de alterações visuais, auditivas e as cardiopatias congênitas.

“Todas essas alterações levam ao atraso motor e a Fisioterapia irá contribuir dentro do processo de estimulação precoce, que minimiza essas complicações por meio de técnicas específicas da neuropediatria. O objetivo principal é promover o aprimoramento do desenvolvimento motor próximo ao normal”, explica Gardênia Martins.

A professora acredita que as famílias estão mais informadas, uma vez que foi quebrado o paradigma de que a pessoa com a síndrome não pudesse ser produtiva, participar do mercado de trabalho e nem ter uma vida independente. “Durante muito tempo, esses mitos rondaram as crianças com Síndrome de Down e sentenciaram algumas famílias. Com a informação mais acessível, as mães puderam compreender muito mais sobre as potencialidades das crianças”, conta.

A síndrome

A Síndrome de Down ou trissomia do cromossomo 21 é a cromossomopatia mais comum deste século. Não se trata, portanto, de doença, mas sim de uma mutação do material genético humano. Os motivos para a ocorrência ainda são desconhecidos, mas o que se sabe é que começa na gestação, quando as células do embrião são formadas com 47 cromossomos, sendo que o comum seriam 46 cromossomos.

09:25 · 26.03.2019 / atualizado às 12:01 · 26.03.2019 por
(Foto: Divulgação)

Referência em tratamento cardíaco para mais de 2 milhões de habitantes, em cerca de 45 municípios no Sul do Ceará, além dos estados vizinhos Paraíba, Pernambuco e Piauí, o Hospital do Coração do Cariri (HCC), em Barbalha, foi aprovado na chamada pública da Enel Distribuição Ceará, e recebeu 13 aparelhos de ar-condicionado novos e 250 lâmpadas de LED em dezembro de 2018. De lá pra cá, neste primeiro trimestre, estima-se que foram economizados cerca de 20% na conta de energia elétrica.

O equipamento foi instalado nos consultórios, corredores e alas da Unidade de Tratamento Coronariana (UCO), do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o o diretor-executivo, Guilherme Saraíva, a economia na conta já representa mais saúde financeira para o hospital. “Com isso, já estamos ampliando até a estrutura física do HCC e outros serviços”, explica.

Só em 2018, a Enel investiu mais de 2 milhões de reais nesse setor. “Muitos questionam porque investir em algo que se as pessoas gastarem mais, a Enel ganhará mais? Energia elétrica é cara. É importante consumir apenas o necessário, tanto no ambiente de trabalho, como na nossa casa”, resumiu o engenheiro eletricista da Enel Fortaleza, Marcony Melo.

Inspirada no exemplo do HCC, a recepcionista do hospital, Cristina da Silva, também entrou na onda da “eficiência energética e do consumo consciente”. “Não só na minha casa, mas na dos outros parentes, estamos trocando as lâmpadas antigas por lâmpadas de LED. Vale a pena”, disse. .

16:37 · 16.03.2019 / atualizado às 16:37 · 16.03.2019 por
(Foto: Divulgação)

De 12 a 15 de março, o Ministério Público do Ceará (MPCE) fiscalizou estabelecimentos que comercializam produtos de origem animal em cinco cidades do Cariri. A ação resultou nas apreensões de 468kg de carne e 45kg de queijos, em Barbalha e Crato, por estarem sendo comercializados sem a indicação de origem. Todos os produtos apreendidos serão inutilizados.

Além de Barbalha e Crato, os fiscais do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon) e da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) visitaram Caririaçu, Jati e Salitre.

Os técnicos verificaram se as empresas seguiam a legislação correspondente à atividade legal e, em especial, aspectos como a procedência, validade, conservação e armazenamento dos produtos e a existência do Selo de Inspeção Municipal (SIM).

Como funciona

Quando é encontrada irregularidade em uma microempresa, empresa de pequeno porte ou Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), é lavrado um Auto de Constatação (AC) e o empreendimento tem o prazo de 10 dias para apresentar a sua regularização. Caso ela não seja apresentada, o Decon fará uma nova fiscalização e, havendo a permanência da irregularidade, é lavrado um Auto de Infração (AI).

A partir daí a empresa tem mais 10 dias para apresentar defesa, sob pena da incidência das sanções administrativas previstas no art. 56 do CDC. Se a loja for um empreendimento de médio e grande porte, e sejam encontradas irregularidades, ela recebe imediatamente um auto de infração. Quando não é encontrada nenhuma irregularidade é lavrado apenas um Relatório de Visita (RV).

Onde denunciar

Confira aqui as cidades que possuem atendimento do Decon. Caso uma cidade não possua órgão de defesa do consumidor, o cidadão pode denunciar qualquer irregularidade na Promotoria de Justiça da Comarca. Os endereços e telefones de todas as unidades do MP no Ceará estão disponíveis no link.

17:00 · 26.02.2019 / atualizado às 17:03 · 26.02.2019 por
(Foto: Isaac Macedo)

“Saúde não se vende, se defende”, “Erro médico e mau atendimento também é crime”, “Estamos de luto. Queremos justiça”, diziam alguns dos cartazes trazidos por familiares e amigos de Sthefany Alves Duarte, de 15 anos, que morreu no último dia 19. O grupo de aproximadamente 30 pessoas protestou, na tarde desta terça-feira (26), contra a morte da adolescente que, para eles, foi vítima de negligência pelo Hospital Maternidade São Lucas de Juazeiro do Norte.

A caminhada iniciou em frente ao 2º Batalhão da Polícia Militar e seguiu pela Rua São Pedro – principal via comercial da cidade – em direção à Câmara Municipal de Juazeiro do Norte, onde aconteceu sessão ordinária. Porém, os manifestantes não puderam usar o microfone. Além dos familiares de Sthefany, haviam outra mães que se diziam vítimas de negligência da unidade.

A dona de casa Damiana Alves, mãe da adolescente, disse que está muito triste com morte da filha. “Tudo que quero é justiça”, garante. Desde a semana passada, a mulher não se alimenta direito. “A vontade é de morrer também para estar perto de minha filha”, desabafa.

O caso

Sthefany Alves Duarte foi internada no dia 2 de fevereiro no Hospital Maternidade São Lucas, em Juazeiro do Norte, para dar à luz ao filho cinco dias depois. Após o parto, a garota começou a sentir dores, sangrar muito e sofrer febre. Mesmo assim, ela recebeu alta e voltou para casa. Dias depois, a jovem retornou, pois, os sintomas não passaram e, segundo Damiana, os médicos disseram que se tratava de gases intestinais.

(Foto: Reprodução)

Insatisfeitos com isso, os parentes levaram a adolescente ao Hospital São Vicente de Paulo, em Barbalha. Lá, foi feita uma ultrassonografia, que detectou uma infeção no útero de Sthefany. A jovem teve que passar por uma cirurgia de alto risco para a retirada do órgão.

Apesar de sofrer duas paradas cardíacas, conseguiu sobreviver à intervenção. Contudo, a infecção já tinha se espalhado pelo corpo da adolescente, que faleceu na Unidade de terapia intensiva (UTI) no último dia 19. No dia seguinte, em seu cortejo de sepultamento, dezenas de pessoas depredaram o São Lucas quando o corpo de Sthefany passava em frente à unidade médica, antes de chegar ao cemitério.

Em nota, o Instituto Médico de Gestão Integrada (IMEGI), que gerencia o Hospital Maternidade São Lucas, disse que irá abrir uma sindicância médica para apurar o ocorrido no caso da adolescente.

17:57 · 21.02.2019 / atualizado às 17:57 · 21.02.2019 por
(Foto: Divulgação/Prefeitura)

A Secretaria da Saúde de Juazeiro do Norte está instalando ponto eletrônico nas 49 Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Município. A partir de março, o dispositivo também será instalado nos demais equipamentos municipais da Saúde. Nesta quarta-feira (20), foi iniciado treinamento dos seus profissionais para que aprendam a utilizar o ponto e saibam como devem proceder em casos de dificuldades.

O horário de funcionamento padronizado das UBS é de 7h30 às 11h30 e de 13h30 às 17h30. Em algumas unidades, localizadas em áreas consideradas de risco, o horário será modificado, sendo de 8h às 12h e de 13h às 17h. Já na zona rural o funcionamento dos postos é de 8h às 14h. Ao final de cada mês será emitido relatório informando os horários cumpridos por todos os profissionais.

A secretária da saúde, Francimones Albuquerque, acredita que esta medida, implantada diante da existência de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), auxiliará a gestão a acompanhar melhor o cumprimento da carga horária, que deve ser de acordo com o que é estabelecido na Política Nacional da Atenção Básica, o que poderá reduzir filas de espera na UPA e hospitais.

14:36 · 20.02.2019 / atualizado às 15:23 · 20.02.2019 por
Hospital Maternidade São Lucas, onde adolescente esteve internada. (Foto: Antonio Rodrigues)

A morte da adolescente Sthefany Alves Duarte, de 15 anos, ocorrida ontem, revoltou familiares e amigos que protestaram na frente do Hospital Maternidade São Lucas, em Juazeiro do Norte, na manhã desta quarta-feira (20). A garota foi internada no dia 2 de fevereiro naquela unidade para dar à luz ao filho cinco dias depois. Porém, começou a sentir complicações após o parto e faleceu após sofrer uma infeção no útero. A família acredita que os médicos foram negligentes.

De acordo com uma parente da adolescente, após ter o parto normal, no dia 7 de fevereiro, Sthefany continuou internada e começou a sangrar muito, sentir febre e uma dor na barriga muito forte. “Avisei a enfermeira e ela disse que era normal”, conta a familiar que não quis se identificar.

(Foto: Reprodução)

Após receber alta, a garota voltou a reclamar de dores e sua família a trouxe de volta ao Hospital São Lucas. Lá, os médicos disseram que a dor abdominal era causada por gases intestinais. Insatisfeitos com isso, os parentes levaram a adolescente ao Hospital São Vicente de Paulo, em Barbalha. Lá, foi feita uma ultrassonografia, que detectou uma infeção no útero de Sthefany.

A jovem teve que passar por uma cirurgia de alto risco para a retirada do órgão. Apesar de sofrer duas paradas cardíacas, conseguiu sobreviver à intervenção. Contudo, a infecção já tinha se espalhado pelo corpo da adolescente, que faleceu na Unidade de terapia intensiva (UTI) na manhã de ontem. “Isso aconteceu por irresponsabilidade do São Lucas”, protestou uma amiga em uma rede social.

Dezenas de amigos e parentes de Sthefany lamentaram e denunciaram o Hospital morte nas redes sociais e também fizeram protesto em frente à unidade de saúde.

O sentimento de revolta também tomou conta do seu sepultamento, hoje de manhã (20), quando o corpo da jovem passou em frente à unidade de saúde onde teve seu filho. Muitas pessoas desceram do ônibus, que seguia em cortejo até o cemitério, e depredaram as portas e paredes do São Lucas.

Em nota, o Instituto Médico de Gestão Integrada (IMEGI), que gerencia o Hospital Maternidade São Lucas, disse que irá abrir uma sindicância médica para apurar o ocorrido no caso da adolescente.

09:37 · 07.02.2019 / atualizado às 15:48 · 07.02.2019 por
(Foto: Hélio Filho)

Em levantamento do último Índice Rápido Amostral (LIRA) do Governo do Estado do Ceará, Juazeiro do Norte foi verificado como município de baixo risco para arboviroses. O Núcleo de Controle de Endemias, da Secretaria da Saúde, vem desenvolvendo trabalho efetivo no controle vetorial e, consequentemente, na prevenção de dengue, zika e chikungunya, transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

O LIRA é realizado quatro vezes ao ano, conforme preconiza o Ministério da Saúde. São coletadas amostras em locais e imóveis determinados pelo Estado, e de acordo com a quantidade de larvas encontradas é indicado o risco existente no município. Nos últimos anos o risco de Juazeiro oscilava entre médio e alto. Atualmente a situação está controlada e a terra do Padre Cícero apresenta baixo risco, apesar de ser uma cidade turística e com elevado contingente populacional.

A coordenadora do Núcleo de Controle de Endemias, Mascleide Feitosa, destaca as estratégias colocadas em prática pelo setor para alcançar esse resultado, como a intensificação da visita domiciliar pelos agentes de endemias nas áreas de maior risco. “O intervalo da visita dos agentes de endemias é de 45 a 60 dias. Nos pontos críticos eles vão a cada 15 dias”, explica.

Durante as visitas os agentes realizam o tratamento e eliminação de focos, com o telamento de caixas d’água descobertas, por exemplo. Além disso, realizam trabalho educativo e de orientação da população, para que a mesma saiba como evitar a proliferação de focos para reprodução do Aedes.

Outra importante estratégia é o trabalho de fiscalização de terrenos baldios realizado em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos (SEMASP), que possibilitou reduzir o número de pontos críticos de focos para o mosquito.

Com a redução dos focos, reduziu-se o número de casos de arboviroses. Em 2018 foram confirmados no Município sete casos de dengue e sete de chikungunya. Até o momento, não foi registrado nenhum caso em 2019. “É o controle vetorial sendo feito de forma correta, trabalhando a prevenção das doenças para que não acometam a população, promovendo saúde. Temos total apoio e suporte da gestão municipal e da Secretaria da Saúde para aprimorar cada vez mais este trabalho”, ressalta Mascleide.

08:28 · 06.02.2019 / atualizado às 12:44 · 06.02.2019 por
Unidade recebeu novos equipamentos. (Foto: Divulgação)

A Unidade Básica de Saúde (UBS) Vicência Garrido, no bairro Muriti, em Crato, será reaberta nesta quarta-feira (06), após passar por reforma. O prédio recebeu nova pintura, novos móveis e equipamentos. O teto e a parede também foram recuperados.

O secretario de Saúde de Crato, André Barreto, comemorou a finalização da reforma. “Os serviços da UBS não foram paralisados e os atendimentos estavam sendo realizados próximo a UBS no Muriti. Com a unidade recuperada, temos certeza que a população será melhor atendida”, disse.

Nova unidade

No último dia 14 de janeiro, o prefeito Zé Ailton Brasil assinou a ordem de serviço para a construção uma nova UBS no bairro Muriti. Os investimentos somam um montante de cerca de R$ 650 mil, sendo R$ 150 mil a contrapartida do Governo Municipal, e o restante do Governo do Estado e emenda parlamentar. O novo prédio terá 318 metros quadrados e ampliará a oferta de saúde naquela região.

O novo posto abrigará recepção, sala de espera, dois consultórios médicos, um consultório odontológico, uma farmácia, uma sala de inalação, uma sala de vacina, uma sala de atividades coletivas, uma sala de curativos e uma sala de procedimento.

‘Crato cuidando de você’

Serviço prático e rápido na marcação de atendimentos eletivos na rede municipal de saúde, como consultas médicas e odontológicas, exames, vacinas, dentre outros serviços, o cadastramento do cartão do programa “Crato cuidando de você” segue acontecendo nas UBS’s da zona urbana. Até agora, já foram contabilizados 30 mil inscritos. Até o mês de março, será a vez as unidades da zona rural receberem a equipe.

08:41 · 28.01.2019 / atualizado às 17:27 · 28.01.2019 por
População prestigiou a nova unidade, que estava em condições precárias antes da reforma. (Fotos: Divulgação)

A Unidade Básica de Saúde (UBS) Ivo Francisco de Sousa, no bairro Vila Nova, foi reinaugurada, na noite do último sábado (26). Lá, atuam as equipes de ESF 62 e 63. Esta foi a quarta UBS totalmente reestruturada pela gestão municipal, por meio da Secretaria da Saúde (SESAU), a ser entregue à população.

Com a revitalização desta UBS foram sanados sérios problemas estruturais, como infiltrações e pouca iluminação, paredes mofadas, salas sem climatização, inundação em dias de chuvas, entre outros. Foi realizado todo o retelhamento, restauração elétrica e hidráulica, revestimentos em cerâmica e colocado piso antiderrapante.

Agora a UBS conta também com monitoramento de segurança, acessibilidade, estacionamento, salas e consultórios climatizados, horta para plantação de espécies medicinais, atendendo ainda aos demais critérios preconizados pelo Ministério da Saúde, beneficiando as cerca de 8.120 pessoas que são atendidas no local.

O prefeito Arnon Bezerra agradeceu pelo trabalho de cada servidor que se dedica a cuidar da saúde da população juazeirense, reforçando o compromisso da gestão de trabalhar para realizar cada vez mais melhorias. “A Prefeitura Municipal de Juazeiro do Norte dota este equipamento com toda a estrutura para dar conforto a quem trabalha, para desenvolver o melhor serviço para as pessoas que precisam do fim da sua dor, de diagnóstico para sua doença e de perspectiva para viver melhor”, afirmou.

Leitos

A secretária Francimones Albuquerque destacou ainda que nesta UBS foram implantadas três salas de observação, com seis leitos masculinos, femininos e pediátricos. Desta forma, os pacientes que necessitarem de repouso para receber alguma medicação ou tomar soro, por exemplo, poderão fazer isso na própria Unidade, não precisando se deslocar até a Unidade de Pronto Atendimento. A secretária informou ainda que será implantada uma segunda equipe de saúde bucal nesta UBS.

A moradora da Vila Nova e usuária da Unidade, Margarida da Silva, prestigiou a reinauguração junto com a sua mãe, que mensalmente faz o acompanhamento da hipertensão e recebe medicamentos na UBS. Para elas, o local está mais bonito, organizado e confortável, e que esperam que isso reflita na qualidade do atendimento que lá recebem.

Outras readequações estão em andamento no sítio Gavião (ESF 04) e no bairro Timbaúbas (ESF 67). Na próxima segunda-feira, será iniciada a reestruturação da UBS do bairro Santo Antonio (ESF 37). Todas as 49 UBS’s do Município serão reestruturadas e receberão novos equipamentos.

08:37 · 18.01.2019 / atualizado às 08:37 · 18.01.2019 por
Maria de Fátima viajou de Iguatu para visitar paciente. (Foto: Divulgação)

No Hospital Regional do Cariri (HRC), em Juazeiro do Norte, pacientes e familiares contam com um diferente serviço de acolhimento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Todas as quartas-feiras, às 9 horas, a equipe multiprofissional da UTI 3 recebe um novo integrante: o familiar. A pessoa que visita o paciente, além de ser atualizada passo a passo sobre o quadro clínico, passa a entender todo o processo de cuidado intensivo.

“Quando um paciente adoece, adoece também a família, e só existe um remédio para minimizar os danos: amor. Nós não podemos nos contentar em fazer o que é possível, sempre podemos fazer um pouco mais. Afinal de contas, estamos cuidando do filho de alguém, do pai de alguém, do amor da vida de alguém”, enfatiza o médico diarista e intensivista Henrique Guimera.

De acordo com o médico, responsável pela implantação desse projeto na UTI, é possível perceber a diferença nas visitas. O familiar passou a ser mais participante, entender melhor os procedimentos e contribuir com sugestões para que o hospital continue a crescer. “Nada melhor do que ter esse familiar ao nosso lado para que ele possa entender tudo que estamos fazendo para o processo de cura daquele paciente”, diz Henrique.

Emocionada, Cristina de Freitas Santana não escondia a angustia ao visitar a mãe internada na UTI, devido a um AVC Isquêmico grave. “Moro em São Paulo. E quando recebi a notícia sobre minha mãe, peguei o primeiro voo. Não é fácil vê-la assim, mas receber essa acolhida faz muita diferença pra gente, que chega cheio de aflição. Saio daqui certa de que ela está sendo bem cuidada”, declara.

A equipe multiprofissional é formada por médicos assistente, diarista e residente; nutricionista, farmacêutico, fonoaudiólogo, técnico de enfermagem, enfermeiro, fisioterapeuta e assistente social. O HRC é referência no trauma e AVC Agudo. Dos 324 leitos, 50 são de UTI e atende 45 municípios da macrorregião do Cariri.

De Iguatu, Maria de Fátima da Silva Pereira visita o marido, que teve AVC hemorrágico e está internado no HRC desde o dia 1º de janeiro. Para ela, o acolhimento da equipe multiprofissional tem proporcionado tranquilidade, especialmente pelo fato de morar longe e não poder estar perto todos os dias.

“Devido à distância, não dá para estar com ele todos os dias. Essa é a minha segunda visita com a equipe multi. É bom se sentir parte, mesmo não podendo estar aqui dentro. Esse contato com os profissionais renova minhas esperanças. Saber que tem tantas pessoas por ele, acalma o meu coração que sofre por não poder estar presente todos os dias. Porém, eu tenho certeza que não faria melhor”, afirma.

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