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Tag: Geopark Araripe


17:02 · 07.02.2018 / atualizado às 17:02 · 07.02.2018 por
O professor Allysson Pinheiro representou a URCA na Antártida. (Fotos: Divulgação/URCA)

Crato. O professor Allysson Pinheiro, da Universidade Regional do Cariri (URCA), participou do projeto Paleoantar, vinculado ao Programa Antártico Brasileiro, que se propõe a estudar fósseis do ‘Continente Gelado’, principalmente, vertebrados. A expedição aconteceu de dezembro do ano passado até fevereiro deste ano, sob a coordenação do Professor Dr. Alexander Kellner, do Museu Nacional “Paleoantar”.

Essa foi a 36a edição do Projeto, que contou com a ampliação de pesquisadores de diversas instituições, como pesquisadores da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Universidade Federal do ABC (UFABC). O professor Allysson Pinheiro destaca que a Antártica como o último ambiente verdadeiramente natural do planeta e por isso necessita de atenção especial.

Dentre o material coletado nesta campanha estão ossos de vertebrados, conchas de moluscos e lagostas que habitaram a Antártica há aproximadamente 70 milhões de anos. O material, que estima-se pesar cerca de 400 kg, será levado para o Brasil para que então se iniciem as pesquisas de laboratório. Esta é a quarta participação de paleontólogos brasileiros do projeto Paleoantar em terras Antárticas, desde o início de suas atividades em 2007.

As pesquisas têm sido voltadas principalmente para os estudos de vertebrados. Os pesquisadores foram levados pelo Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel, da Marinha do Brasil, para a ilha de James Ross na Península Antártica, onde permaneceram acampados de 07 de dezembro de 2017 a 25 de janeiro de 2018.

A paleontóloga da UFPE, Juliana Sayão, participou de três expedições à Antártica. Ela coordenou a equipe em campo. Conforme a pesquisadora, a Antártica é uma das últimas fronteiras do conhecimento a ser explorada, o que faz com que todas as informações e materiais coletados constituam importantes descobertas científicas. Segundo a pesquisadora, entre os materiais encontrados, está um crânio de um grupo de vertebrados nunca antes encontrado na Antártica. Ela acredita que esta será a maior descoberta feita pelo projeto desde seu início.

10:40 · 31.01.2018 / atualizado às 23:09 · 01.02.2018 por
O reitor da URCA José Patrício Melo, representou o Geopark Araripe no México. (Foto: Divulgação/URCA)

Crato. Entre os dias 21 e 25 de janeiro, aconteceu o 1º Encontro da Rede de Geoparques da América Latina e do Caribe, em El Chico, Comarca de Minera, México. A Universidade Regional do Cariri (URCA) esteve presente, representando o Geopark Araripe, o primeiro das Américas, com o seu reitor, José Patrício Melo. Ele apresentou vídeos institucionais da área, mostrando o reconhecimento do território. No ano que vem, em março, será a vez do Cariri receber o evento.

A apresentação do Reitor esteve pautada nas estratégias educação ambiental e visibilidade, material, cartografia cultural e todo o trabalho político em torno da diversificação, para que os participantes do evento tivessem ideia do que está sendo desenvolvido. “Eles ficaram impressionados com todo o trabalho e a ampla gama de parceiros e as divulgações nas redes” afirmou Patrício. Além disso, ressaltou o alcance do vídeo sobre o GA divulgado em emissora local, com um grande número de acessos.

Em 10 de setembro deste ano, na Itália, o Geopark terá representação durante a Conferência Global de Geoparques. Na ocasião, acontecerá reunião com integrantes das redes. Também esteve participando da viagem, o diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens – URCA, Sérgio Vilaça. Na oportunidade, ele participou, junto com o Reitor, de importantes encontros relacionados a museus, voltados para a preservação de patrimônio científico.

Geoparques

A América Latina conta atualmente com quatro geoparques, dois deles no México (Comarca Minera e Mixteca Alta), um no Uruguai (Grutas Del Palacio) e outro no Brasil, pioneiro com a criação do Geopark Araripe. Durante a reunião, foi realizada a eleição e posse da primeira diretoria, com a elaboração do estatuto da Rede Latino-americana de Geoparks.

Segundo o Reitor, atualmente existem seis candidaturas a geoparques na América Latina, para a Rede Global da Unesco, podendo chegar a 10. A previsão é que haja apenas inscrições do Brasil somente este ano. “Esse foi o objetivo do nosso encontro e a minha fala era sobre o Geopark Araripe”, disse Patrício Melo, que faz parte do Conselho da Unesco.

Muitos projetos relacionados à educação não foram apresentados, mas ele destaca a diversidade de atuação que já vem sendo empreendida. O Reitor esteve participando como membro fundador da rede e palestrante. Foi eleito coordenador o Geoparque da Comarca Minera, no México, Carlos Cane, geofísico, como vice-coordenador, Patrício Melo, do GA. O secretário adjunto e tesoureiro, de Grutas do Palácio, além do vocal, do Mixteca Alta.

No final do encontro, foi realizada reunião para a apresentação dos primeiros resultados durante o encontro e de todos os aspirantes. Aqueles que ainda não apresentaram candidatura à Unesco estão apenas como projetos. O presidente da GGN e representante da Unesco também marcaram presença no encontro.

O Reitor destaca a importância da realização de uma conferência da rede latino americana no Cariri. Para ele, esse encontro foi importante para avanços em várias frentes, com a continuidade das ações, para a organização da rede. O Professor Patrício Melo esteve realizando visitas aos museus, com o diretor do Museu de Paleontologia da URCA, Sérgio Vilaça, e à Universidade Autônoma do México (UNAM), para trocar experiências de trabalho. Foi visitado também o Instituto de Geografia e Geofísica, onde estão sediados os projetos de Geoparque.

Rede

A Rede de Geoparques Mundiais da Unesco para a América Latina e Caribe foi fundada em maio de 2017, pelos quatro Geoparques Mundiais da Unesco. Ela, assim como algumas criadas em contentes como a Ásia e Europa, com construções de redes em sentido regional, se regem por seus estatutos, em consonância e sem prejuízos aos estatutos da Rede Global de Geoparques (GGN).

10:13 · 29.08.2017 / atualizado às 10:51 · 29.08.2017 por

Juazeiro do Norte. Na última segunda-feira, 28, A Guarda Civil Municipal (GCM) entregou o material, composta de duas peças, ao escritório regional do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Recuperados no da 4 de agosto, os fósseis foram abandonadas no largo da Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores.

Na ocasião, o Inspetor Pereira, o subinspetor Vitorino e o guarda Marco, encontraram os fósseis abandonados. O material foi levado para o quartel da GCM para ser entregue ao órgão competente. Uma comitiva formada pelo Comandante da Guarda, José Cláudio Belino, o subcomandante, Michelanio Cardoso, e os guardas João Ribeiro e Danilo Assis foram até a sede da Agência Nacional de Mineração (ANM) e DNPM, que fica na cidade do Crato e é o órgão responsável pela fiscalização e proteção dos fósseis.

O geólogo e responsável pela entidade na região do Cariri, Artur Andrade, parabenizou a atitude da guarda e explicou como se dá todo o processo com o material que é recuperado. Ainda ressaltou a predisposição para parcerias entre a Guarda juazeirense e a ANM, para palestras, oficinas e cursos sobre a temática, paleontologia e a importância da preservação ambiental.

09:31 · 30.05.2017 / atualizado às 09:31 · 30.05.2017 por

Entre os dias 23 e 26 de maio, aconteceu na cidade de Arequipa, Peru, o IV Simpósio Sulamericano y el Caribe de Geoparks.O evento contou com as participações dos já nomeados Geoparks Mundiais da Unesco: Araripe (Brasil, o primeiro das américas), Grutas del Palácio (Uruguai), Mixteca Alta e Comarca Mineira (ambos do México).

Diversos integrantes da rede mundial da Unesco contribuíram com falas importantes que serviram como workshop para afinar as propostas de vários projetos proponentes à Geoparks, como o Rio Coco (Nicarágua), San Martin de Los Andes (Argentina), Toro Toro (Bolívia), Volcánico Del Ruiz (Colômbia), Imbabura, Volcán Tungurahua e Napo Sumaco (Equador), Litoral del BioBio (Chile), Huallay, Pasco e Colca y Volcanes de Andagua (Peru) e também um Geoparque em Cuba.

O Geopark Araripe esteve representado pelo Reitor da Universidade Regional do Cariri, professor José Patrício Pereira Melo, que contou um pouco sobre as conquistas já consolidadas, projetos para o futuro, bem como a importância da comunidade e de parcerias governamentais e privadas na gestão de um Geopark como garantia de sucesso.

Também estiveram presentes o Coordenador de Geoconservação, professor Rafael Celestino Soares e o Coordenador de Comunicação, professor Michel Macedo Marques, responsáveis pelo stand de exposição do GeoPark Araripe que funcionou durante o evento. Novos contatos profissionais e técnicos foram definidos e houve troca de experiências e estratégias implantadas. Também esteve presente Moara Giasson, representando o Ministério do Meio Ambiente do Brasil.

O Simpósio definiu metas e prazos para o estabelecimento da Rede Latino Americana e Caribenha de Geoparks UNESCO, um avanço considerável para a evolução dos Geoparks no Hemisfério Sul.

16:50 · 09.01.2017 / atualizado às 16:50 · 09.01.2017 por

Crianças do Cariri com idades entre 05 e 14 anos têm uma opção a mais nestas férias: a Colônia de Férias do Geopark Araripe, que será realizada nos próximos dias 25 a 27 de janeiro. Como nas edições anteriores, acontecerá no Centro de Interpretação e Educação Ambiental (CIEA), localizado no Parque de Exposições Pedro Felício Cavalcanti, em Crato.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 25/12 na sede do Geopark Araripe e custam R$20,00 (vinte reais) para alunos de escolas particulares e R$15,00 (quinze reais) para alunos de escolas públicas.

Com programação voltada para o aprendizado lúdico, a 16ª edição da Colônia de Férias do Geopark Araripe envolve atividades com temas do universo do Cariri cearense e do Geopark Araripe. As atividades terão início às 8h e seguem até às 11h30 e à tarde das 13h30 às 17h. Para mais informações, ligar para um dos telefones: (88)3102.1237 ou 3102.3053.

09:56 · 19.09.2016 / atualizado às 09:56 · 19.09.2016 por
Será iniciada na próxima segunda-feira, dia 19, a programação de aniversário de 10 anos de criação do Geopark Araripe. Na ocasião, será aberta Conferência para tratar da temática do primeiro projeto do gênero nas américas, hoje referência internacional para a criação de outros geoparks. Uma exposição sobre o ‘Território do Geopark’ será aberta a partir das 8 horas, no Sesc do Crato, com visitações até o dia 24.
O evento será aberto às 19 horas, no auditório da sede do Geopark Araripe, com palestra do Reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA), Professor Patrício Pereira Melo, consultor da Rede Global de Geoparks. Em seguida, acontece apresentação cultural. Pela segunda vez, foi anunciada a conquista do Selo Verde para o Geopark, que será entregue no próximo dia 22, na Riviera Inglesa, durante Congresso Internacional de Geoparks. O evento será uma forma de comemorar as conquistas e abordar temáticas importantes, referentes às multidisciplinaridades inseridas no contexto do Geopark Araripe.
A semana de comemorações também terá a presença do Geopark nas comunidades, iniciando, na terça-feira, com ações no Vale do Amanhecer, em Juazeiro do Norte, das 8 horas às 16 horas. Na terça-feira, 20, começa a rodada de palestras, no auditório do Geopark Araripe, com o tema ‘O Importante papel das unidades de conservação: conhecer e participar’. Estarão fazendo parte desta mesa, a representante do sítio Fundão, Rose Mary Feitosa; do ICMbio, Verônica Lima, e, do Geopark Araripe/URCA, Yedda Lobo. Às 10 horas, será aberta a mesa sobre Patrimônio natural: memória e construção, com os professores da URCA, Álamo Saraiva, Idalécio Freitas e Marcelo Moura Fé, diretor executivo do Geopark Araripe. À tarde, serão realizados mini-cursos e oficinas.
Durante sessão especial, dia 20, às 18 horas, será apresentado o Selo Comemorativo do Geopark Araripe, pelos integrantes do projeto de Design da Universidade Federal do Cariri (UFCA), Clairton Montenegro, Vanilson Carvalho e professora Fernanda Loss. Em seguida acontecem aIMG_20150622_172546230_HDRs mesas de debates com as temáticas sobre: ‘Você tem fome de quê? Economia Criativa e Solidária na região do Cariri’, com representantes da UFCA, Rede de Feiras Agroecológicas e Solidárias e do Geopark Araripe.
Na quarta-feira, dia 21, acontece, durante o dia, as mesas de palestras, abrindo às 8 horas com o tema’ Água, pra quê te quero? Gestão e uso das águas no Cariri?’, ‘Qual o turismo que queremos no Cariri? Perspectivas’, mini-curso e oficinas na parte da tarde, e palestra com o tema: ‘Cultura e patrimônio para todas as gerações’, às 19 horas, contando com a presença do cineasta Rosemberg Cariry, e Ana Isabel Cortez e Rubia Micheline, da URCA.
 ‘Viver de turismo no Cariri dá?’, será o tema da palestra inicia no dia 22, além de ‘O talento nato da arte popular’, fechando à noite, às 19 horas, com a temática ‘Nosso time vai ter os 11: Caldeirão da Santa Cruz e Santa Fé, com a arqueóloga Rosiane Limaverde, da Fundação Casa Grande e Instituto de Arqueologia do Cariri – URCA/IAC/FCG, Alemberg Quindins, da Casa Grande, além da Marcelo Martins, do Geopark Araripe.  À tarde haverá entrega de alimentos e brinquedos no IACC, em Barbalha, e AMA, em Missão Velha, além do dia ‘D’ de doação de sangue, no Hemoce, em Crato.
A semana dedicada aos 10 anos do Geopark Araripe, ainda contará com a programação ‘Geopark no mêi do mundo’, dia 23 e 24, com rotas sendo realizadas por todos geossítios, incluindo na parte leste, pela Colina do Horto e Cachoeira de Missão Velha, com almoço em Barbalha, e visita ao Riacho do Meio, a partir das 14 horas. No dia seguinte, a visitação acontece na parte oeste, no geossítio Ponte Preta, em Nova Olinda, e Pedra Cariri, em Santana do Cariri, passando pelo Museu de Paleontologia, Instituto de Arqueologia e Fundação Casa Grande.
14:47 · 04.07.2016 / atualizado às 14:45 · 06.07.2016 por

Antropologia_ Sítio Mitológico do Castelo Encantado_Nova OlindaA Secretaria das Cidades está concluindo os investimentos no Geopark Araripe, localizado na região do Cariri. As ações, coordenadas pela Unidade de
Gerenciamento de Projetos – Cariri Central, somam um total aproximado de R$ 10 milhões de reais por meio do Banco Mundial (Bird), e consistem em obras de infraestrutura e melhoria, capacitação técnica, diagnósticos, publicações, além da elaboração de um Plano de Negócios para o local.

Os nove geossítios do Gepark Araripe receberam um investimento de R$2.843.190,49 destinados às obras de infraestrutura e melhorias. As intervenções tiveram como objetivo tornar os espaços mais atrativos aos visitantes e oferecer bem estar e segurança para a contemplação da natureza dentro do Geopark.

Após a conclusão das obras, os geossítios passaram a contar com salas Multiuso, café, estacionamento, banheiros, abrigos, lixeiras, bancos e bicicletários, escadas, pavimentação e guarda-corpos. Em 2012, ainda através da Secretaria das Cidades, os locais receberam nova sinalização para melhorar a identificação da localização, contendo informações aos turistas sobre os acessos urbanos e trilhas existentes. O investimento foi de R$792.201,12.

Segundo Marília Gouveia, coordenadora do projeto, as intervenções tiveram o objetivo de dotar o Geopark de uma infraestrutura capaz de atrair visitantes e possibilitar o contato com a natureza e a história da região. “Os Geossítios são locais que apresentam elevado interesse geológico e possuem um valor singular no aspecto científico, pedagógico, econômico, histórico, cultural e estético para região. Ao receber essas obras, o Geopark ganha mais visibilidade e pode atrair cada vez mais visitantes em busca desse tipo de turismo”, afirma.

Os geossítios do Geopark Araripe são: Geossítio Riacho do Meio, em Barbalha; Geossítio Pontal de Santa Cruz, em Santana do Cariri; Geossítio Parque dos
Pterossauros, em Santana do Cariri; Geossítio Colina do Horto, em Juazeiro do Norte; Geossítio de Cachoeira de Missão Velha, em Missão Velha; Geossítio Pedra Cariri, em Nova Olinda; Geossítio Batateiras Sítio Fundão, no Crato; Geossítio Floresta Petrificada, em Missão Velha; Geossítio Ponte de Pedra, em Nova Olinda.

Plano de Negócios
Dentro das ações direcionadas ao Geopark Araripe, a Secretaria das Cidades também elaborou um Plano de Negócios para a identificação de atividades que visam promover o local como destino turístico nos mercados regional, nacional e internacional.

O Plano mapeou os principais vetores estratégicos, identificando atividades realizadas na região com maior potencial turístico como artesanato, turismo de aventura,
geodiversidade local, cultura e gastronomia. A partir do mapeamento foram estabelecidos possíveis rotas turísticas.

“Localizado numa área rica em belezas naturais e atrativos culturais, o Geopark Araripe tem potencial para se destacar no sul do Ceará como uma área atraente aos
turistas que buscam conhecimento, aventura e ecoturismo, além de mergulhar na cultura local”, destaca Marília.

Geopark Araripe
O Geopark Araripe foi o primeiro geopark das Américas e do Hemisfério Sul reconhecido pela GGN (Global Geoparks Network) ou Rede Global de Geoparques. A
GGN é uma organização internacional, não-governamental, sem fins lucrativos que fornece uma plataforma de cooperação entre os geoparques, reunindo órgãos
governamentais, ONGs e cientistas, em uma parceria única no mundo, operando de acordo com os regulamentos da Organização das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura (Unesco).

Único geoparque do Brasil, ele é composto por nove geossítios que estão distribuídos em seis municípios da Região do Cariri, na Chapada do Araripe, em uma área
de 3.441km². Este território esta inserido em uma região caracterizada pelo importante registro geológico, pois é reconhecido pela Unesco, como a maior reserva de
registros fósseis do planeta do Período Cretáceo Inferior, com destaque para seu conteúdo paleontológico, com registros entre 150 e 90 milhões de anos, que apresenta
um excepcional estado de preservação e revela uma enorme diversidade paleobiológica.

O parque preserva distintas áreas que abrangem estudos geológicos como, por exemplo, as rochas na Chapada que datam de 600 milhões de anos e paleontológicos com seus fósseis de dinossauros e pterossauros, em excelente estado de conservação, estando entre os mais estudados do mundo.

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23:32 · 09.03.2016 / atualizado às 23:32 · 09.03.2016 por

Será realizado de 26 e 28 de abril, o mini curso Economia para Jornalistas, no auditório do Geopark Araripe. O curso será realizado por meio do Departamento de Economia, da Universidade Regional do Cariri (URCA), no horário das 13 horas às 17 horas. Já com a segunda turma, o curso será realizado por meio da Pró-Reitoria de Extensão – PROEX URCA, ministrado pelo Professor do curso de Economia, Pedro José Rebouças Filho.

O curso de extensão universitária “Economia para Jornalistas” destina-se a Jornalistas e profissionais da área de Comunicação Social e estudantes, sensíveis à relevância do conhecimento econômico, no seu desenvolvimento profissional. O objetivo é introduzir e atualizar o público sobre temas econômicos, além de desenvolver senso crítico sobre as políticas econômicas adotadas no Brasil.

A concepção didática enfatiza métodos ativos de ensino e aspectos práticos, visando um aprendizado dinâmico e participativo. O método adotado apresenta a economia como uma ciência do cotidiano. Será fornecida uma apostila e nenhum conhecimento prévio será exigido.

Com duração de oito horas, o curso terá como conteúdo os conceitos básicos de economia; taxa de juros; política econômica; balanço de pagamentos e dívida pública, além de tratar outros temas como mercado financeiro, inflação e fontes de informação econômica. Será destinado a jornalistas, profissionais da área de comunicação e estudantes de jornalismo e comunicação. O curso será gratuito e com certificado da PROEX/URCA.

 

Inscrições:  José Rayres

Telefone : (88) 99782-7266

rayresxd@gmail.com

Pró reitoria de extensão da URCA

Telefone da Proex: 3102.1200

E-mail da proex:  proex@urca.br

 

 

16:34 · 11.12.2015 / atualizado às 16:43 · 11.12.2015 por

20151211043254Crato. Representantes das Secretarias de Desenvolvimento Agrário e Econômico de cidades do Cariri, participaram nesta quinta-feira (11) no auditório do GEOPARK ARARIPE, do 7º Encontro Territorial do Conselho dos Secretários Municipais de Agricultura e Meio Ambiente do Estado do Ceará (Comdetec).

O objetivo do evento foi discutir a proposta de municipalização da agricultura, o Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, o Programa Garantia Safra e os artigos 8° e 9° da Lei 12.844, que autoriza a concessão de rebate para os agricultores, na liquidação até 31 de dezembro de 2015 de dívidas contraídas até 31 de dezembro de 2006.

Estiveram presentes no encontro o presidente do Comdetec, José Edmundo Araújo, o gerente do BNB agência de Crato, Antônio Sérgio Linhares, a coordenadora do PAA, Mônica Macêdo, o coordenador estadual do GS, Sidiny Ramos, além de técnicos da EMATERCE e os Secretários de Desenvolvimento Agrário dos municípios do cariri cearense.

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12:05 · 27.07.2015 / atualizado às 12:05 · 27.07.2015 por

unnamed (1)Concluída ontem no Cariri a missão dos avaliadores da Rede Global de Geoparks. O geólogo e paleontólogo grego, Ilias Valiakos, e a geóloga iugoslava, Kirstin Lemon, percorreram por dois dias na região algumas áreas onde estão localizados os geossítios. De quatro em quatro anos, esse trabalho é realizado no intuito de sempre garantir o aperfeiçoamento das atividades nas áreas denominadas de Geopark, no mundo inteiro. No Caso do Cariri, onde estão inseridos seis municípios e nove geossítios, foi criado o primeiro Geopark das Américas que passa pela terceira avaliação do órgão internacional.

As perspectivas para que seja renovada a chancela internacional, com o Selo Verde, são inteiramente favoráveis, conforme o reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA), Professor Patrício Melo. Ele destaca melhorias nos mais diversos aspectos, inclusive na infraestrutura, ampliação considerável de parceiros, além dos projetos na área da educação, com investimentos nas comunidades.

Para o avaliador grego, Ilias, é impressionante a área do Geopark Araripe, que ele não vê semelhança a nenhum um outro que conhece.

Em dois dias pôde verificar a maior parte dos geossítios, onde ficou admirado com a riqueza presente nessas áreas. Já a geóloga Kiestin Lemon, destacou a diversidade cultural e a riqueza paleontológica presenta.

Ela ressaltou a qualidade dos fósseis encontrados na Bacia Sedimentar do Araripe.

Ilias disse que preencheu o relatório padrão enviado pela Unesco, com os dados que pôde coletar no Cariri. Agora, a avaliação ficará por conta dos técnicos da Rede Global, que em evento dos geoparks, em setembro deste ano, no Japão, estará divulgando o resultado. O coordenador Executivo do Geopark Araripe, Idalécio Freitas, afirma que praticamente todas as observações feitas há quatro anos, na área, foram trabalhadas, principalmente no contexto de melhorias da infraestrutura.

Ainda segundo o paleontólogo, tudo que pôde constatar na região foi muito positivo, até superior ao que aguardava. Também destacou o trabalho realizado com entusiasmo pela equipe do Geopark, o que vem somar no processo de avaliação. “Mas sempre devemos perceber que a ideia é poder melhorar sempre essas áreas”, afirma.

Atualmente são 111 Geoparks criados em todo o planeta, principalmente na Europa. No Brasil, o  primeiro das américas foi o Geopark Araripe, que tem sido referência na criação de novos espaços do gênero, onde questões relacionadas ao geoturismo, geoeducação e a geoconservação são abordas e trabalhadas ao longo das ações ao desenvolvimento sustentável.