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Tag: Geopark Araripe


14:12 · 20.04.2018 / atualizado às 14:12 · 20.04.2018 por
A Floresta Nacional do Araripe é uma das mais antigas Unidades de Conservação do País. (Foto: Cid Barbosa)

Crato. No Dia Mundial da Terra, comemorado neste domingo (22), o GeoPark Araripe promoverá a 1ª Gincana de Coleta de Material Reciclável e Reutilizável na Floresta Nacional do Araripe (Flona). O evento é uma iniciativa da Unesco, através do Programa de Geoparques e conta com o apoio e a parceria da Flona, ICMBio, Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Territorial do Crato, Pró-Reitoria de Extensão da URCA e Voluntariado ICMBio.

Aberto ao público, a Gincana consiste na coleta de materiais recicláveis e reutilizáveis ao longo da estrada vicinal da Casa da guarda do Belmonte até o Caririzinho, na Flona, pelas equipes participantes. Os três grupos que coletarem mais materiais serão premiados.

A professora do curso de Educação Física da URCA, Geysa Cachate Araújo juntamente com estudantes do curso vão orientar os participantes sobre a postura ideal para o recolhimento manual dos materiais. O momento terá início às 8h, na FLONA, com concentração e saída da sede do GA às 7h.

Confira a programação:

7h – Concentração e saída do GeoPark Araripe;

7h30m – Exposição oral sobre os objetivos da atividade em alusão ao dia Mundial da Terra na casa da guarda da FLONA ARARIPE no Belmonte;

8h – Orientação para os participantes da 1ª Gincana sobre a postura ideal para recolhimento manual de plásticos e outros resíduos encontrados ao longo da Estrada vicinal, Casa da guarda do Belmonte até o Caririzinho, seguido de lanche;

8h20min – Distribuição das equipes nos trechos pré-determinados ao longo de 10km;

11h – Recolhimento das equipes e dos materiais para pesagem;

11h30min – Encerramento da atividade com a Premiação dos membros das

equipes vencedoras.

13:34 · 29.03.2018 / atualizado às 13:43 · 29.03.2018 por
O sítio fundão preserva a mata nativa da caatinga. (Foto Antonio Rodrigues)

Crato. Em comemoração do Dia Latinoamericano e Caribenho de Geoturismo, o Parque Estadual Sítio Fundão e o GeoPark Araripe, realizam neste sábado (31), a partir das 6h30, uma expedição pela Unidade de Conservação. A ação faz parte do calendário de comemorações dos 10 anos de criação do Parque. Esta é a quinta atividade entre 10 grandes ações a serem realizadas no local, em 2018.

Leia Mais: Sítio Fundão, no Crato, amplia o acesso de visitantes

A concentração terá início na sede do GeoPark Araripe, próximo ao estacionamento da URCA, de onde todos os participantes seguirão para o Pares Sítio Fundão. Na Unidade de Conservação, haverá trilhas para observação da fauna, flora e geologia do Parque, visita ao rio Batateiras.  Os participantes também poderão conhecer o Centro de Visitantes Jeferson da Franca Alencar, onde haverá uma palestra sobre biodiversidade.

O objetivo do evento é incentivar o turismo ecológico e a visitação ao Parque Estadual Sítio Fundão, além de reforçar a conscientização da preservação ecológica e importância da educação ambiental.

Programação

6h30min – Concentração dos participantes na sede do Geopark

7h – Saída da sede administrativa do GeoPark Araripe;

7h30min – Preleção para participantes no portão de entrada do Parque Estadual Sitio Fundão e divisão de grupos para guiamento por profissionais habilitados;

8h – Inicio da caminhada pelas trilhas do Parque observando e fotografando a diversidade de Fauna e Flora, Topografia, Geologia e realizando práticas de respiração, com intervalo entre os grupos;

9h – Relato histórico sobre o Centro de Visitantes Jeferson da Franca Alencar seguido de visita às suas instalações;

9h30min – Concentração dos grupos na Casa de Taipa/Centro de Visitantes/ lanche com frutas, sucos naturais.

10h – Caminhada e concentração dos grupos nas margens do rio Batateiras e fala do professor Rafael Celestino (demonstração do perfil geológico da formação Batateiras em paredão formado por processos erosivos);

10h30min – Fala do facilitador, Weber Girão, da Aquasis, sobre a biodiversidade do Parque;

12h – Continuação da caminhada com retorno para o Centro de Visitantes e encerramento das Atividades.

11:19 · 27.03.2018 / atualizado às 11:19 · 27.03.2018 por
Seminário recebeu grupos de tradição, estudiosos, xilógrafos e representantes de órgãos parceiros. (Foto: Antonio Rodrigues)

Juazeiro do Norte. Na última quinta-feira (22), aconteceu o “Seminário Lira Nordestina: Diagnósticos e Atualizações”, realizado em favor de mudanças significativas voltadas a um dos maiores patrimônios do Cariri. O encontro reuniu estudiosos para debater alternativas de preservação e manutenção da Gráfica Lira Nordestina. O evento integrou a programação da 36ª Semana Padre Cícero.

O seminário realizado por meio da parceria da Universidade Regional do Cariri (URCA), Secretaria de Cultura de Juazeiro do Norte e Fundação Memorial Padre Cícero, contou com a participação da Associação dos Xilógrafos do Cariri (Axarca). Seu objetivo foi pactuar entre a universidade e Gestão Municipal, ações para o desenvolvimento da Lira Nordestina que, atualmente, funciona no prédio do Centro Multifuncional do Cariri “Vapt Vupt” e está sob a gestão municipal.

A Lira é um equipamento cultural vinculado a Pró-reitoria de Extensão da URCA e é uma referência nacional do cordel e da xilogravura. A Gráfica possibilitou a circulação e popularização dos folhetos de literatura principalmente no Nordeste e no Brasil.

Carta de Pactuação

Uma “carta de pactuação em prol da Lira Nordestina” foi elaborada durante o evento. No documento, as entidades participantes se comprometem a definir um plano de ações que dará novas perspectivas ao trabalho desenvolvido no equipamento. De acordo com a Presidente da Fundação Memorial Padre Cícero, instituição anfitriã e organizadora do evento, Cristina Holanda, uma série de encontros serão realizados entre as partes envolvidas para se definir esse plano. A perspectiva que esse trabalho esteja pronto ainda no primeiro semestre de 2018.

O Reitor da URCA, Patrício Melo, afirmou que o Seminário entrará para o calendário oficial das ações acadêmicas da URCA em parceria com as Secretarias de Cultura de Juazeiro do Norte e do Estado do Ceará. Para ele, essa primeira edição foi uma oportunidade de discutir o nível de importância da Lira Nordestina e as possibilidades de geração de negócios que ela tem com os artistas que fazem parte do equipamento, na produção de cordéis e reedição de exemplares clássicos, da xilogravura e do artesanato.

Expansão

Um trabalho de expansão de todas as capacidades da Lira Nordestina é defendido pelo Reitor, inclusive o de pesquisa feito pela URCA e outras instituições de ensino superior da Região do Cariri e de outras partes do país. “A nova pactuação deixará clara a responsabilidade que cada entidade envolvida tem com a Lira Nordestina, inclusive o investimento financeiro que cada uma deve fazer”, ressalta.

GeoPark

De acordo com Patrício Melo, o Georpark Araripe se agrega nesse pacto institucional para fortalecer a Lira Nordestina, apoiando financeiramente. A atuação dele dá a possibilidade de ampliar o raio de atuação da gráfica, de modo que ela seja visualizada numa rede internacional que hoje envolve 130 territórios em 37 países dos cincos continentes. “É uma ambição que já é real por já termos um território que é o Araripe Geopark Mundial da Unesco”, ressaltou o Reitor Patrício Melo.

15:53 · 26.02.2018 / atualizado às 15:53 · 26.02.2018 por
Com gravuras rupestres, Santa Fé foi local de culto dos índios Kariris. (Foto: Helio Filho)

Crato. A diretoria do GeoPark Araripe e seu setor de Geoconservação se reuniu, na última sexta-feira (23), com representantes da Fundação Casa Grande para discutir o gerenciamento da proposta de geossítio Santa Fé, no Distrito de Santa Fé. O encontro marcou o início dos estudos para que o local integre a área de atuação do Geopark.

Foram discutidas as propostas de estudos arqueológicos e o mapeamento geológico do local. Os estudos arqueológicos ficarão a cargo da Casa Grande, por meio de uma parceria, tendo a frente os arqueólogos, Agnelo Fernandes Queiroz e Heloísa Bitu Ferraz.

De acordo com o diretor da Fundação Casa Grande, Alemberg Quindins, deverá ser construído um centro de estudos com alojamento para pesquisadores. Já o mapeamento geológico ficará por conta da equipe de Geoconservação do GA, composta pelos geólogos Idalécio Freitas e Roncy Oliveira e pelo geógrafo Rafael Celestino.

Para o diretor executivo do GeoPark Araripe, Nivaldo Soares, a reunião foi um importante momento para o GeoPark Araripe.  O geossítio Santa Fé possui como principal atrativo as inscrições rupestres deixadas pelos índios kariri, antigos habitantes que viveram na Região do Cariri cearense, ao sul do estado do Ceará. A área do local é de 8,3 hectares.

Cerca de 20 km da sede Crato e a 800 metros de altitude, o sítio arqueológico de Santa Fé se encontra carente de preservação e será o primeiro geossítio de grande importância para a Arqueologia. Por sua posição e pelas gravuras nas rochas, acredita-se que o local tratava-se de um santuário para rituais dos índios kariri.

Geosssítios

Hoje, nove geossítios compõe o território do GeoPark Araripe: Colina do Horto, em Juazeiro do Norte; Cachoeira de Missão Velha e Floresta Petrificada, em Missão Velha; Batateira, em Crato; Riacho do Meio, em Barbalha; Ponte de Pedra, em Nova Olinda; Pedra Cariri, Parque dos Pterossauros e Pontal de Santa Cruz, em Santana do Cariri.

11:55 · 22.02.2018 / atualizado às 13:09 · 22.02.2018 por
Cerca de 3km da sede do Município, a cachoeira tem quedas d´água de, aproximadamente, 12 metros. (Foto: Antonio Rodrigues)

Missão Velha. Apesar de ter chovido pouco, apenas 2,2 milímetros, entre 7h de quarta-feira e às 7h desta quinta-feira (22), neste Município do Cariri cearense, as chuvas da última semana tem formado um grande volume de água na Cachoeira de Missão Velha. A maior precipitação na terra de São José aconteceu na última segunda-feira (19), com 47 milímetros.

No entanto, as chuvas na cidade vizinha de Juazeiro do Norte, também, tem contribuído para o volume de queda d’água. Por outro lado, a água do Rio Salgado tem sido barrenta, formando uma forte correnteza, algo comum nos dias de grandes precipitações.

O banho na Cachoeira, nessa época do ano, é muito perigoso. No último dia 11 de fevereiro, um adolescente de 15 anos morreu afogado, às 16h, após escorregar de uma pedra. Seu corpo foi levado pela correnteza e localizado no fim da tarde pelo Corpo de Bombeiros. Na época, o volume de água era bem menor que o atual.

O Rio Salgado tem 308 km de extensão, sendo um dos afluentes do Rio Jaguaribe, que desagua no Açude Castanhão, que abastece a Região Metropolitana de Fortaleza. O rio que banha o Cariri nasce na Chapada do Araripe, em Crato, e deságua em Icó, na região Centro-Sul.

A cachoeira

Localizado no Sítio Cachoeira, a 3km da sede do Município de Missão Velha, o lugar é um dos geossítios que compõe o Geopark Araripe. Suas quedas d’água tem, aproximadamente, 12 metros de altura, formadas pelo Rio Salgado. Ele está inserido no Parque Natural Municipal da Cachoeira de Missão Velha/Bioparque e é tombado como Monumento Natural Cachoeira do Rio Salgado.

A história da Cachoeira de Missão Velha é relacionada a escassez no Sertão, pois lá era um dos poucos lugares que poderia encontrar água durante todo ano. O local também é motivo de várias lendas e histórias de encantamentos. Lá, existem vestígios de populações indígenas que remontam os tempos pré-históricos. A queda d’água deve ter servido de cerimônias e é citado como ponto de encontro dos cangaceiros no início do século XX.

17:02 · 07.02.2018 / atualizado às 17:02 · 07.02.2018 por
O professor Allysson Pinheiro representou a URCA na Antártida. (Fotos: Divulgação/URCA)

Crato. O professor Allysson Pinheiro, da Universidade Regional do Cariri (URCA), participou do projeto Paleoantar, vinculado ao Programa Antártico Brasileiro, que se propõe a estudar fósseis do ‘Continente Gelado’, principalmente, vertebrados. A expedição aconteceu de dezembro do ano passado até fevereiro deste ano, sob a coordenação do Professor Dr. Alexander Kellner, do Museu Nacional “Paleoantar”.

Essa foi a 36a edição do Projeto, que contou com a ampliação de pesquisadores de diversas instituições, como pesquisadores da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Universidade Federal do ABC (UFABC). O professor Allysson Pinheiro destaca que a Antártica como o último ambiente verdadeiramente natural do planeta e por isso necessita de atenção especial.

Dentre o material coletado nesta campanha estão ossos de vertebrados, conchas de moluscos e lagostas que habitaram a Antártica há aproximadamente 70 milhões de anos. O material, que estima-se pesar cerca de 400 kg, será levado para o Brasil para que então se iniciem as pesquisas de laboratório. Esta é a quarta participação de paleontólogos brasileiros do projeto Paleoantar em terras Antárticas, desde o início de suas atividades em 2007.

As pesquisas têm sido voltadas principalmente para os estudos de vertebrados. Os pesquisadores foram levados pelo Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel, da Marinha do Brasil, para a ilha de James Ross na Península Antártica, onde permaneceram acampados de 07 de dezembro de 2017 a 25 de janeiro de 2018.

A paleontóloga da UFPE, Juliana Sayão, participou de três expedições à Antártica. Ela coordenou a equipe em campo. Conforme a pesquisadora, a Antártica é uma das últimas fronteiras do conhecimento a ser explorada, o que faz com que todas as informações e materiais coletados constituam importantes descobertas científicas. Segundo a pesquisadora, entre os materiais encontrados, está um crânio de um grupo de vertebrados nunca antes encontrado na Antártica. Ela acredita que esta será a maior descoberta feita pelo projeto desde seu início.

10:40 · 31.01.2018 / atualizado às 23:09 · 01.02.2018 por
O reitor da URCA José Patrício Melo, representou o Geopark Araripe no México. (Foto: Divulgação/URCA)

Crato. Entre os dias 21 e 25 de janeiro, aconteceu o 1º Encontro da Rede de Geoparques da América Latina e do Caribe, em El Chico, Comarca de Minera, México. A Universidade Regional do Cariri (URCA) esteve presente, representando o Geopark Araripe, o primeiro das Américas, com o seu reitor, José Patrício Melo. Ele apresentou vídeos institucionais da área, mostrando o reconhecimento do território. No ano que vem, em março, será a vez do Cariri receber o evento.

A apresentação do Reitor esteve pautada nas estratégias educação ambiental e visibilidade, material, cartografia cultural e todo o trabalho político em torno da diversificação, para que os participantes do evento tivessem ideia do que está sendo desenvolvido. “Eles ficaram impressionados com todo o trabalho e a ampla gama de parceiros e as divulgações nas redes” afirmou Patrício. Além disso, ressaltou o alcance do vídeo sobre o GA divulgado em emissora local, com um grande número de acessos.

Em 10 de setembro deste ano, na Itália, o Geopark terá representação durante a Conferência Global de Geoparques. Na ocasião, acontecerá reunião com integrantes das redes. Também esteve participando da viagem, o diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens – URCA, Sérgio Vilaça. Na oportunidade, ele participou, junto com o Reitor, de importantes encontros relacionados a museus, voltados para a preservação de patrimônio científico.

Geoparques

A América Latina conta atualmente com quatro geoparques, dois deles no México (Comarca Minera e Mixteca Alta), um no Uruguai (Grutas Del Palacio) e outro no Brasil, pioneiro com a criação do Geopark Araripe. Durante a reunião, foi realizada a eleição e posse da primeira diretoria, com a elaboração do estatuto da Rede Latino-americana de Geoparks.

Segundo o Reitor, atualmente existem seis candidaturas a geoparques na América Latina, para a Rede Global da Unesco, podendo chegar a 10. A previsão é que haja apenas inscrições do Brasil somente este ano. “Esse foi o objetivo do nosso encontro e a minha fala era sobre o Geopark Araripe”, disse Patrício Melo, que faz parte do Conselho da Unesco.

Muitos projetos relacionados à educação não foram apresentados, mas ele destaca a diversidade de atuação que já vem sendo empreendida. O Reitor esteve participando como membro fundador da rede e palestrante. Foi eleito coordenador o Geoparque da Comarca Minera, no México, Carlos Cane, geofísico, como vice-coordenador, Patrício Melo, do GA. O secretário adjunto e tesoureiro, de Grutas do Palácio, além do vocal, do Mixteca Alta.

No final do encontro, foi realizada reunião para a apresentação dos primeiros resultados durante o encontro e de todos os aspirantes. Aqueles que ainda não apresentaram candidatura à Unesco estão apenas como projetos. O presidente da GGN e representante da Unesco também marcaram presença no encontro.

O Reitor destaca a importância da realização de uma conferência da rede latino americana no Cariri. Para ele, esse encontro foi importante para avanços em várias frentes, com a continuidade das ações, para a organização da rede. O Professor Patrício Melo esteve realizando visitas aos museus, com o diretor do Museu de Paleontologia da URCA, Sérgio Vilaça, e à Universidade Autônoma do México (UNAM), para trocar experiências de trabalho. Foi visitado também o Instituto de Geografia e Geofísica, onde estão sediados os projetos de Geoparque.

Rede

A Rede de Geoparques Mundiais da Unesco para a América Latina e Caribe foi fundada em maio de 2017, pelos quatro Geoparques Mundiais da Unesco. Ela, assim como algumas criadas em contentes como a Ásia e Europa, com construções de redes em sentido regional, se regem por seus estatutos, em consonância e sem prejuízos aos estatutos da Rede Global de Geoparques (GGN).

10:13 · 29.08.2017 / atualizado às 10:51 · 29.08.2017 por

Juazeiro do Norte. Na última segunda-feira, 28, A Guarda Civil Municipal (GCM) entregou o material, composta de duas peças, ao escritório regional do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Recuperados no da 4 de agosto, os fósseis foram abandonadas no largo da Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores.

Na ocasião, o Inspetor Pereira, o subinspetor Vitorino e o guarda Marco, encontraram os fósseis abandonados. O material foi levado para o quartel da GCM para ser entregue ao órgão competente. Uma comitiva formada pelo Comandante da Guarda, José Cláudio Belino, o subcomandante, Michelanio Cardoso, e os guardas João Ribeiro e Danilo Assis foram até a sede da Agência Nacional de Mineração (ANM) e DNPM, que fica na cidade do Crato e é o órgão responsável pela fiscalização e proteção dos fósseis.

O geólogo e responsável pela entidade na região do Cariri, Artur Andrade, parabenizou a atitude da guarda e explicou como se dá todo o processo com o material que é recuperado. Ainda ressaltou a predisposição para parcerias entre a Guarda juazeirense e a ANM, para palestras, oficinas e cursos sobre a temática, paleontologia e a importância da preservação ambiental.

09:31 · 30.05.2017 / atualizado às 09:31 · 30.05.2017 por

Entre os dias 23 e 26 de maio, aconteceu na cidade de Arequipa, Peru, o IV Simpósio Sulamericano y el Caribe de Geoparks.O evento contou com as participações dos já nomeados Geoparks Mundiais da Unesco: Araripe (Brasil, o primeiro das américas), Grutas del Palácio (Uruguai), Mixteca Alta e Comarca Mineira (ambos do México).

Diversos integrantes da rede mundial da Unesco contribuíram com falas importantes que serviram como workshop para afinar as propostas de vários projetos proponentes à Geoparks, como o Rio Coco (Nicarágua), San Martin de Los Andes (Argentina), Toro Toro (Bolívia), Volcánico Del Ruiz (Colômbia), Imbabura, Volcán Tungurahua e Napo Sumaco (Equador), Litoral del BioBio (Chile), Huallay, Pasco e Colca y Volcanes de Andagua (Peru) e também um Geoparque em Cuba.

O Geopark Araripe esteve representado pelo Reitor da Universidade Regional do Cariri, professor José Patrício Pereira Melo, que contou um pouco sobre as conquistas já consolidadas, projetos para o futuro, bem como a importância da comunidade e de parcerias governamentais e privadas na gestão de um Geopark como garantia de sucesso.

Também estiveram presentes o Coordenador de Geoconservação, professor Rafael Celestino Soares e o Coordenador de Comunicação, professor Michel Macedo Marques, responsáveis pelo stand de exposição do GeoPark Araripe que funcionou durante o evento. Novos contatos profissionais e técnicos foram definidos e houve troca de experiências e estratégias implantadas. Também esteve presente Moara Giasson, representando o Ministério do Meio Ambiente do Brasil.

O Simpósio definiu metas e prazos para o estabelecimento da Rede Latino Americana e Caribenha de Geoparks UNESCO, um avanço considerável para a evolução dos Geoparks no Hemisfério Sul.

16:50 · 09.01.2017 / atualizado às 16:50 · 09.01.2017 por

Crianças do Cariri com idades entre 05 e 14 anos têm uma opção a mais nestas férias: a Colônia de Férias do Geopark Araripe, que será realizada nos próximos dias 25 a 27 de janeiro. Como nas edições anteriores, acontecerá no Centro de Interpretação e Educação Ambiental (CIEA), localizado no Parque de Exposições Pedro Felício Cavalcanti, em Crato.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 25/12 na sede do Geopark Araripe e custam R$20,00 (vinte reais) para alunos de escolas particulares e R$15,00 (quinze reais) para alunos de escolas públicas.

Com programação voltada para o aprendizado lúdico, a 16ª edição da Colônia de Férias do Geopark Araripe envolve atividades com temas do universo do Cariri cearense e do Geopark Araripe. As atividades terão início às 8h e seguem até às 11h30 e à tarde das 13h30 às 17h. Para mais informações, ligar para um dos telefones: (88)3102.1237 ou 3102.3053.