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Tag: saúde


09:10 · 23.05.2017 / atualizado às 09:10 · 23.05.2017 por

A Campanha Nacional de vacinação contra a Influenza termina na próxima sexta-feira, 26, em todo o país, depois de mais de 30 dias de mobilização para imunizar a população que faz parte do grupo prioritário (idosos, gestantes, puérperas, crianças de seis meses a cinco anos, trabalhadores da saúde e professores da rede pública e privada). Em Juazeiro do Norte, a expectativa é vacinar 65 mil pessoas.

Porém, a população ainda não aderiu completamente à campanha. Mesmo com a realização do Dia D de vacinação, que aconteceu no último dia 13 de maio, no Município juazeirense apenas 55,8% do grupo prioritário compareceu às unidades para garantir a vacina. Faltando menos de uma semana para o término da campanha, o quantitativo de doses distribuídas preocupa a Secretaria de Saúde de Juazeiro do Norte.

A vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde do Município, e também nas salas de vacina do Hospital Maria Amélia e Policlínica Tasso Jereissati. Durante a campanha, a coordenação de imunização também realizou vacinação em alguns pontos estratégicos, como o Centro de Referência do Idoso – CRI, e o Cariri Garden Shopping.

Segundo a Coordenadora de Imunização, Márcia Rejane, é importante que as pessoas não deixem para vacinar de última hora, para evitar grandes filas. Outro ponto importante ressaltado por ela é o fato de que a vacina não estará disponível após o término da campanha. “Ela só é enviada para o Município durante esse período, uma vez por ano”, afirmou.

A vacina contra a Influenza protege contra três subtipos do vírus (H1N1, H3N2 e Influenza B) e segundo o Ministério da Saúde, é considerada uma das medidas mais eficazes na prevenção de complicações e casos graves de gripe, podendo reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 395 a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

17:23 · 16.05.2017 / atualizado às 17:23 · 16.05.2017 por

Juazeiro do Norte. Realizado no último sábado (13), o dia D de Vacinação contra a Influenza ficou distante de atingir a meta estipulada pelo Município, que era imunizar cerca de 60 mil pessoas. Apenas 16% do público que faz parte do grupo prioritário (pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a cinco anos, puérperas, gestantes, professores da rede pública e privada, e pessoas com doenças crônicas) se vacinaram no sábado.

Somado aos 25% que já tinham tomado a vacina entre os dias 19 abril a 12 maio, o total de juazeirenses imunizados dentro do grupo prioritário chegou a apenas 41%, o que representa pouco mais de 26 mil pessoas. De acordo com a Coordenadora de Imunização da Secretaria de Saúde de Juazeiro do Norte, Márcia Rejane, é importante que a comunidade tenha consciência da importância da vacina contra a Influenza, que imuniza contra três vírus diferentes (H1N1, H3N2 e Influenza).

“Esse vírus é de fácil transmissão, sobretudo entre as pessoas do grupo prioritário. Por isso a importância de se vacinar. Há, por parte de algumas pessoas, o receio de que ao tomar a vacina eles vão gripar. Isso não é regra, mas caso aconteça, é uma gripe de menor intensidade e a vacina impede justamente que futuras gripes se desenvolvam para uma pneumonia. Portanto, é importante destacar que a campanha é segura e já ocorre há 19 anos”, explica a coordenadora.

Ainda conforme Rejane, todas as Unidades Básicas de Saúde, e as salas de vacina do Hospital Infantil Maria Amélia, Policlínica Tasso Jereissati e Centro de Dermatologia, dispõem de vacinas. “Somente com a população buscando os Postos de Atendimento, será possível ter mais pessoas protegidas contra a doença, o que garante mais saúde e qualidade de vida”, acrescenta. A Campanha continua até o dia 26 de maio, após essa data, a população não disporá mais da vacina. “Só recebemos uma vez por ano, por isso faço o apelo para que as pessoas busquem as unidades de saúde o quanto antes”, finaliza.

16:29 · 10.04.2017 / atualizado às 16:29 · 10.04.2017 por
Fotos André Costa

Juazeiro do Norte. “As dificuldades encontradas em nosso município servem de estimulo. Não quero que a cidade seja vista ou tratada com uma coitadinha. Para os nossos problemas, vamos buscar soluções e não lamentos”. Foi com essa análise que o prefeito deste município, Arnon Bezerra, fez um balanço dos cem dias da sua gestão.

Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira, dia 10, no auditório do Centro de Referência de Saúde do Trabalhador (Cerest), o gestor municipal apresentou as ações já realizadas nos primeiros três meses de governo e anunciou as diretrizes para o futuro de Juazeiro.

Durante o evento, que contou com a presença de vereadores, secretários e comunidade civil, foi apresentado a nova logomarca e slogan da gestão: “Juazeiro do Norte, cidade de Fé e Trabalho”, com tracejados de figuras que lembram, por exemplo, o desenvolvimento vertical da construção civil e a religiosidade na figura do Padre Cícero.

 

No início de sua explanação, Arnon Bezerra destacou o “trabalho exaustivo de todas as secretarias para se adequar ao novo modelo de gestão” e pontuou algumas ações consideradas mais urgentes, como a recuperação da malha viária da cidade, limpeza,  revitalização e paisagismo de logradouros públicos, e o aumento nos atendimentos de saúde. “Em três meses mais de 32 mil consultas médicas foram realizadas”, pontuou.

Arnon citou os bairros Novo Juazeiro e Lagoa Seca como principais pontos a receberem, em breve, um robusto investimento para o sistema de drenagem dessas regiões. “Quando chove, várias ruas ficam alagadas. Já estamos fazendo um estudo para iniciar as obras. O valor é alto, cerca de R$ 35 milhões ao todo, então, vamos começar por partes. O importante é iniciar”, disse.

Arnon garantiu também empenho para instalação do aterro sanitário em conformidade com a lei da política nacional de resíduos sólidos. Mostrou-se inclinado a dialogar com os professores afim de resolver o problema do pagamentos dos precatórios do FUNDEF e afirmou que o turismo religioso de Juazeiro do Norte terá atenção especial. “Nossa intenção é fazer com que o Centro de Apoio aos Romeiros funcione de fato, de modo que possa atender os fieis”, pontuou.

No setor econômico, o gestor destacou que a principal luta será a criação de postos de empregos, para impulsionar os demais setores da cidade e dando, assim, incremento no capital do município. Como alternativa, Arnon citou parceiras com os setores públicos e privados de outros centros e até outros países. Na educação, o prefeito mostrou-se preocupado com as péssimas avaliações do SPAECE, mas, em contrapartida, disse ter “certeza da melhoria no setor”.

“Juazeiro dispões de ótimos professores, os salários não são ruins, os alunos são assíduos e, ainda assim, a cidade foi a última colocada no Estado. Então, é preciso uma análise mais profunda para identificar o problema. Recentemente, fechamos uma parceria com a Fundação Lemann e, dentre outras ações, temos certeza que o município sairá dessa incomoda posição”. Na avaliação do prefeito da cidade que conta com 29 mil analfabetos, a educação deve receber atenção especial, pois é o propulsor de desenvolvimento de qualquer região.

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14:16 · 05.04.2017 / atualizado às 14:17 · 05.04.2017 por

Barbalha. Enfrentando graves problemas financeiros há meses, os maiores hospitais deste município, referência para mais de 60 cidades do Ceará e Estados vizinhos, vão receber, juntos, R$ 11 milhões para ampliar e qualificar os serviços de média e alta complexidade oferecidos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Maternidade São Vicente de Paulo e no Hospital do Cariri.

De acordo com o Mistério da Saúde, as duas unidades de saúde, poderão utilizar os recursos nos atendimentos de pacientes que necessitam de tratamentos oncológicos e/ou cardiológicos, especialidades das respectivas unidades. “Essa medida certamente vai fazer com que as unidades atendam com sua capacidade máxima, com a qualidade de referência que possuem e com um fôlego financeiro maior”, ponderou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. A portaria que libera os recursos está disponível no Diário Oficial da União (D.O.U).

Aporte
Nos últimos seis anos, conforme informou o Ministério, houve crescimento superior a 46% nos repasses federais para o município de Barbalha, passando de R$ 44,2 milhões para R$ 64,7 milhões. Este ano, entre janeiro e março, já foram enviados R$ 18,9 milhões. Nos primeiros 300 dias da gestão do ministro Ricardo Barros foram adotadas medidas para otimizar os gastos públicos, que levaram a uma eficiência econômica de R$ 2,9 bilhões, plenamente revertida para o atendimento da população com habilitação ou qualificação de novos serviços e unidades para a saúde pública do país.

Fique por dentro
Em dezembro de 2016, o município de Barbalha recebeu R$ 4,23 milhões/ano para reforçar os atendimentos na rede de Urgência e Emergência do Hospital Maternidade São Vicente de Paulo e R$ 893,8 mil para o Hospital do Coração de Cariri, com foco nos serviços e procedimentos de terapia nutricional enteral e parenteral e Unidade de Terapia Intensiva Coronariana oferecidos pela instituição. Outros R$ 4,7 milhões/ano foram incorporados ao teto MAC do município com habilitações específicas.

O aporte financeiro será liberado imediatamente e incorporado ao Limite Financeiro de Média e Alta Complexidade (Teto Mac) do município, que terá os R$ 11 milhões incorporados, incrementando o orçamento mensal de Barbalha. O dinheiro será administrado e enviado conforme as necessidades dos hospitais pela gestão local.

Crise e Redução
De acordo com o secretário-executivo do Hospital Maternidade São Vicente de Paulo (HMSVP), Antônio Ernani de Freitas, desde agosto passado o hospital não recebe a verba de R$ 250 mil do SUS. O não repasse do valor por parte do Ministério da Saúde gerou uma dívida de R$ 1,5 milhão que afetou diretamente diversos setores do Hospital, conforme relata.

“Estamos operando há meses acima do nosso teto. Isso é, atendemos mais pacientes do que recebemos verba para tal. Ao longo dos meses, isso acarretou grandes prejuízos. Estamos em atraso com fornecedores de medicamentos e alimentos, os médicos estão sem receber desde dezembro e a situação só piora”, descreve.

O efeito da crise financeira foi a redução nos atendimentos do pronto socorro e em outros setores, como na radioterapia, onde há uma fila de pacientes para serem atendidos. Essas pessoas estão esperando para morrer. É uma situação grave”, pontuou Ernani. No final de março, a unidade encerrou o Centro Oncológico Infantil. A decisão, segundo a direção, foi pautada exclusivamente pela crise financeira. “Encerrado como medida de contenção de gastos, necessário à nossa recuperação financeira e manutenção dos serviços”, dizia a notificação que fora entregue à Prefeitura, ao Ministério Público Federal, à Coordenadoria Regional de Saúde do Ceará e à Central de Regulação do Estado.

Com a medida, o Centro deixa de receber novos pacientes e, os que já são atendidos, serão encaminhados de forma gradativa aos hospitais da capital cearense. Após o anúncio da injeção de dinheiro, o hospital ainda não se manisfestou se a verba será suficiente para normalizar todos os atendimentos limitados ou encerrados.

Déficit
No Hospital do Coração, a situação é igualmente preocupante. O teto de atendimento está fixado em R$ 272 mil, valor inferior à ampla demanda da unidade. Segundo o diretor de projetos, Egberto Santos, o hospital tem operado com déficit mensal de R$ 90 mil. “Esse valor seria ainda maior caso não tivéssemos freado um pouco os atendimentos. Portanto, o acumulo é grande. Mais de R$ 2 milhões sem receber. O ideal seria recebermos o dobro desse teto. Vale frisar que esses três hospitais são referência de atendimento”.

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14:54 · 31.03.2017 / atualizado às 14:56 · 31.03.2017 por
Eunício Oliveira anunciou a liberação de R$ 10,9 milhões para as três unidades de saúde (Foto Henrique Macedo)

Barbalha. Os três maiores hospitais deste município, referência para mais de 60 cidades do Ceará e Estados vizinhos, que enfrentam uma grave crise financeira há meses, devem receber, juntos, aporte superior a R$ 10 milhões, conforme anunciou na manhã desta sexta-feira (31), o senador Eunício Oliveira (PMDB). A informação foi repassada pelo presidente do Congresso Nacional durante uma manifestação realizada por populares, funcionários e diretores das três unidades de saúde, que percorreu as principais ruas da cidade.

De acordo com Eunício, o Hospital do Coração do Cariri, Hospital São Vicente de Paulo e Hospital Santo Antônio, receberão R$ 10,9 milhões, destinados em R$ 10,472 milhões para serviços de oncologia e R$ 519 mil para cardiologia. Segundo explicou, esses recursos federais são valores liberados de forma extraordinária, devido às dificuldades enfrentadas pelos hospitais.

“Fui procurado em Brasília pelo prefeito Argemiro, pela irmã Rosa e pelos diretores das unidades, que informaram das dificuldades e da possibilidade inclusive de fechamento. Fui ao presidente Michel Temer, que determinou ao Ministério da Saúde o pronto atendimento da demanda. Agora, vidas serão salvas com esses recursos, que não são muitos, mas que serão providenciais para o atendimento da população de toda a região”, declarou Eunício.

Crise
De acordo com o secretário-executivo do Hospital Maternidade São Vicente de Paulo (HMSVP), Antônio Ernani de Freitas, desde agosto passado o hospital não recebe a verba de R$ 250 mil do SUS. O não repasse do valor por parte do Ministério da Saúde gerou uma dívida de R$ 1,5 milhão que afetou diretamente diversos setores do Hospital, conforme relata. “Estamos operando há meses acima do nosso teto. Isso é, atendemos mais pacientes do que recebemos verba para tal. Ao longo dos meses, isso acarretou grandes prejuízos. Estamos em atraso com fornecedores de medicamentos e alimentos, os médicos estão sem receber desde dezembro e a situação só piora”, descreve.

O efeito da crise financeira foi a redução nos atendimentos do pronto socorro e em outros setores, como na radioterapia, onde há uma fila de pacientes para serem atendidos. Essas pessoas estão esperando para morrer. É uma situação grave”, pontuou Ernani. No Hospital do Coração, a situação é igualmente preocupante. O teto de atendimento está fixado em R$ 272 mil, valor inferior à ampla demanda da unidade. Segundo o diretor de projetos, Egberto Santos, o hospital tem operado com déficit mensal de R$ 90 mil. “Esse valor seria ainda maior caso não tivéssemos freado um pouco os atendimentos. Portanto, o acumulo é grande. Mais de R$ 2 milhões sem receber. O ideal seria recebermos o dobro desse teto. Vale frisar que esses três hospitais são referência de atendimento”.

Dentre as três unidades, o Hospital Santo Antônio é o que apresenta um quadro menos crítico, apesar de também ter baixa destinação de recursos. De acordo com os diretores dos hospitais, que juntos atendem 1.500 pessoas por dia, “há dez anos não há reajuste na tabela de repasse dos SUS”.

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