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Enquanto mundo tenta ver aproximação de Marte, Nasa revela luz misteriosa no planeta

Publicado em 09/04/2014 - 19:05 por | 1 Comentário

Misterioso ponto de luz no horizonte marciano é considerado apenas um reflexo da luz do Sol nas rochas pelos cientistas da Nasa, embora a circulação da foto tenha alimentado boatos e teorias de ufólogos Foto: Nasa / Divulgação

Misterioso ponto de luz no horizonte marciano é considerado apenas um reflexo da luz do Sol nas rochas pelos cientistas da Nasa, embora a circulação da foto tenha alimentado boatos e teorias de ufólogos Foto: Nasa / Divulgação

Justo no dia em Marte atingiu a maior aproximação com a Terra, nos últimos dois anos (cerca de 93 milhões de quilômetros), a Agência Espacial Norte-Americana, a Nasa, divulgou fotos da Curiosity que revelam uma imagem no mínimo curiosa.

Trata-se de uma luz inexplicável que tem intrigado até mesmo aos cientistas. Entusiastas da ufologia (considerada uma pseudociência) acreditam que esse é um sinal de que existe vida no planeta vermelho. Mas pesquisadores da Nasa  descartam a hipótese. A imagem foi tirada pela câmera do lado direito do Curiosity. Porém, a luz não aparece nas fotos feitas pela câmera que fica no lado esquerdo do jipe-robô.

Quando chegou ao planeta Terra, a imagem feita por Curiosity deixou muita gente intrigada, o que inclui os pesquisadores da Nasa. O blogueiro e ufólogo Scott Waring, por exemplo, acredita que a fotografia sugere que há criaturas inteligentes vivendo no planeta. Mas Doug Ellison, um dos cientistas da agência, disse que a luz captada tem explicação e certamente não representa nenhuma prova de vida extraterrestre.

Ellison disse à NBC que a luz pode ter sido resultado de uma reação aos raios cósmicos de alta intensidade energética, no momento em que atingiram a superfície de Marte. O espaço é preenchido com radiação e a fina atmosfera de Marte não bloqueia partículas de alta energia (raios cósmicos) com tanta eficácia como a grossa atmosfera terrestre. Por isso, alguns raios cósmicos atingem a superfície de Marte.

Com informações: Portal Exame

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Tartaruga de Santa Helena pode ser animal mais velho do mundo

Publicado em 14/03/2014 - 17:16 por | Comentar

Tartaruga batizada de Jonathan teria a idade de 182 anos Foto: BBC Brasil

Tartaruga-das-seychelles, batizada de Jonathan, teria a idade de 182 anos Foto: BBC Brasil

Plantation House, na ilha de Santa Helena, é a residência oficial do governador dos territórios britânicos ultramarinos no Sul do Atlântico. Lá vivem Jonathan, Myrtle e Fredrika – três tartarugas das cinco de uma espécie rara que habitam a ilha.

A mais velha delas é Jonathan, cuja idade registrada é de 182 anos. Ele é possivelmente o animal mais velho do mundo. “Ele é praticamente cego, por causa da catarata, e não tem mais olfato – mas sua audição é boa”, diz Joe Hollis, um dos guias turísticos da ilha.

O animal é um espécime raro de tartaruga-das-seychelles, oriunda da ilha do mesmo nome, que fica no Oceano Índico. As companheiras de Jonathan são de uma espécie levemente diferente – o jabuti-gigante-de-aldabra, do atol que leva o mesmo nome.

Hoje há poucos jabutis-gigantes-de-aldabra no mundo – apenas 100 mil, mas só algumas dúzias conseguirão se reproduzir.

Ilha deteve Napoleão

A ilha de Santa Helena é famosa por ser isolada no meio do Atlântico Sul (no mapa, é um pequeno ponto entre a Bahia e Angola).

Muitas vítimas do tráfico de escravos que adoeciam e não conseguiam completar a viagem da África às Américas ficavam na ilha, onde morriam após poucos dias. Além disso, Santa Helena abrigou Napoleão.

Nenhum dos moradores sabe explicar como Jonathan veio parar aqui. No século 17, os navios costumavam transportar centenas de tartarugas, muitas delas que serviam de refeição aos marinheiros. Nas ilhas Galápagos, 200 mil tartarugas teriam sido abatidas para servir como refeição.

A pergunta que intriga todos é: como Jonathan escapou deste destino? Uma hipótese é que o governador da ilha na época, Hudson Janisch, tenha adotado a tartaruga como animal de estimação. Desde Janisch, 33 governadores já passaram por aqui, e ninguém quer ter a má-sorte de ver Jonathan morrer durante o seu mandato.

O atual mandatário, Mark Capes, diz que é importante que Jonathan seja “tratado com respeito, atenção e carinho, que ele merece”. Uma foto de 1882 já mostra Jonathan em tamanho adulto. Esta espécie leva 50 anos para crescer ao seu tamanho pleno.

Caso ele realmente tenha 182 anos, Jonathan teria perdido por uma década a chance de “conhecer” Napoleão, que morreu em 1821 – pouco mais de dez anos antes do nascimento de Jonathan, que, segundo a estimativa, teria sido em 1832.

Tartarugas desta espécie podem viver até 250 anos. Os moradores da cidade já têm um plano especial de “funeral” para o caso de sua morte. O casco de Jonathan será exposto permanentemente em Santa Helena.

Com informações: BBC Brasil

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Nave que levará turistas ao espaço conclui terceiro teste com sucesso

Publicado em 14/01/2014 - 17:10 por | Comentar

Nave SpaceShip Two atingiu maior altitude em seu terceiro voo-teste: 21,6 km. Objetivo é alcançar 100 km até o fim do ano e iniciar operações comerciais na sequência. Turistas devem pagar  quase R$ 600 mil por viagem Foto: Mark Grenberger

Nave SpaceShip Two atingiu maior altitude em seu terceiro voo-teste: 21,6 km. Objetivo é alcançar 100 km até o fim do ano e iniciar operações comerciais na sequência. Turistas devem pagar quase R$ 600 mil por viagem Foto: Mark Grenberger

A espaçonave comercial SpaceShipTwo, produzida pela empresa Virgin Galactic, concluiu com êxito seu terceiro voo teste. A máquina subiu para 21,6 km de altitude (na estratosfera) pela primeira vez.

A nave, que conta com espaço para para seis passageiros e dois pilotos, pretende fazer até o final deste ano, o primeiro voo comercial suborbital do mundo, a um custo de cerca de R$ 590 mil cada passagem. Celebridades como Katy Perry e Justin Bieber já teriam, inclusive, reservado seus lugares.

O voo, que partiu do Mojave Air and Space Porto no deserto californiano (EUA),  foi pilotado pelo comandante Dave Mackay. Nesta empreitada foram testados o sistema de controle de reação espacial e o sistema de reentrada na atmosfera, bem como um revestimento de proteção térmica instalado recentemente.

Para alcançar a altitude, o SpaceShipTwo foi levado pelo WhiteKnightTwo ao nível de 14km de altitude, antes da liberação do foguete. No entanto, para a conclusão do objetivo do projeto ainda falta um longo caminho a ser percorrido: a linha de Kármán, que geralmente representa o limite entre a atmosfera terrestre e o espaço exterior, está localizada a aproximadamente 100 km de altitude. Esse foi o terceiro voo teste de motor da SpaceShipTwo.

Com informações: O Globo

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Polícia alemã reconhece sobrevoo de ovni em Bremen

Publicado em 08/01/2014 - 17:53 por | Comentar

Objeto voador não identificado avistado em Bremen teria sido a razão para cancelamento de voos naquela cidade da Alemanha Foto: Deutsche Presser Agentur

Objeto voador não identificado avistado em Bremen teria sido a razão para cancelamento de voos naquela cidade da Alemanha Foto: Deutsche Presser Agentur

Não é sempre que uma notícia como essa merece menção em um site científico, mas quando autoridades locais admitem que há um mistério não custa investigar.

Um objeto voador não identificado (ovni) sobrevoou o Weserstadion, estádio do Werder Bremen, no norte da Alemanha. A própria polícia local confirmou o episódio, que ocorreu por volta das 18h30 (horário local) de terça-feira (7) e teve duração de cerca de três horas. Alguns supostos vídeos já circulam pela internet.

De acordo com o porta-voz da polícia de Bremen, o ovni podia ser visto a 300 m de altura, e aparecia e sumia dos radares do aeroporto constantemente. Por conta disso, o tráfego aéreo teve até que ser interrompido na região. “Não sei exatamente o que estava ali, mas alguma coisa tinha”, confirmou. Já um porta-voz do tráfego aéreo diz que o ovni “tinha luzes normais, vermelhas e verdes, e luz de aproximação de ambos os lados”.

O morador Dominique Höber diz que o objeto voador passou pelo menos quatro vezes por sua casa, voando entre 100 e 200 metros. “Ele parecia com um avião. Tinha luzes, mas era muito mais barulhento”, diz. O ovni apareceu diversas vezes entre 16h30 e 21h30 (locais) e causou pelo menos um cancelamento de voo. Outro avião teve que ter a rota desviada.

Ciência ou pseudociência?

A maioria dos casos relatados de objetos voadores não identificados são explicáveis como fenômenos meteorológicos, astronômicos ou mesmo testes militares. Mesmo ufólogos rejeitam muitos desses casos.

Vale lembrar que a comunidade científica internacional classifica a ufologia como pseudociência, em oposição à astrobiologia, que busca cientificamente evidências de vida extraterrestre, quer seja estudando a composição físico-química de outros planetas, quer seja buscando comunicação por rádio com eventuais civilizações alienígenas.

No entanto, há casos tratados pela ufologia realmente intrigantes, como a chamada “noite oficial dos ovnis”. Nela objetos como esse foram detectados por radares em Brasília, em 19 de maio de 1986, versão confirmada pelo então Ministro da Aeronáutica, Octávio Júlio Moreira Lima. Até hoje não há uma explicação oficial sobre a origem dos avistamentos, que também foram observados em Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

A Força Aérea Brasileira (FAB), aliás, é uma das poucas instituições militares no mundo a disponibilizar arquivos sobre investigações de objetos voadores não identificados e a dispor de regulamentação para tratar com tais fenômenos.

Com informações: Portal Terra, Bild, Huffington Post, Wikipedia

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Chineses modificam porcos geneticamente para que eles brilhem no escuro

Publicado em 30/12/2013 - 16:47 por | Comentar

Porcos adquiriram capacidade bioluminescente a partir de genes de espécie de água-viva, introduzidos em seu DNA Foto: BuzzFeed

Porcos adquiriram capacidade bioluminescente a partir de genes de espécie de água-viva, introduzidos em seu DNA Foto: BuzzFeed

Cientistas da Universidade de Agricultura do Sul da China modificaram geneticamente 10 leitões para que os animais brilhem no escuro.

Os pesquisadores injetaram DNA de uma espécie de água-viva bioluminescente nos porcos. Stefan Moisyadi, biocientista da Universidade do Havaí, diz que a proteína que faz com que os animais brilhem no escuro não causa nenhuma dor e os suínos devem viver o mesmo tempo que porcos não transgênicos.

O objetivo do experimento é mostrar que é possível incorporar material genético de um animal em outro de espécie inteiramente diferente. Isso, afirmam os cientistas, pode levar a medicamentos melhores e mais baratos para a medicina.

Com informações: Portal Terra

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Suposto “Yeti” pode ser na verdade ancestral do urso polar

Publicado em 18/10/2013 - 13:19 por | Comentar

Montanhas do Butão são lar de uma das amostras atribuídas ao Yeti e que se mostraram comatíveis com um ancestral do urso polar que pode ter habitado a região há milhares de anos, quando as glaciações podem ter expandido o ambiente da Sibéria até o Himalaia Foto: Douglas J. McLaughlin

Montanhas do Butão são lar de uma das amostras atribuídas ao Yeti e que se mostraram compatíveis com um ancestral do urso polar que pode ter habitado a região há milhares de anos, quando as glaciações podem ter expandido o ambiente da Sibéria até o Himalaia Foto: Douglas J. McLaughlin

Uma das lendas mais conhecidas no mundo e símbolo da chamada criptozoologia (busca por animais misteriosos), o “Yeti”, “Pé Grande” ou “Abominável Homem das Neves”, pode ter sido na verdade um ancestral do urso polar.

Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, cruzaram o DNA de restos de animais (principalmente de pelos) não identificados encontrados na cordilheira do Himalaia, em países como Butão, Nepal, Índia e Paquistão, com espécies atuais conhecidas. O resultado é que as amostras estudadas são compatíveis com as de um ancestral do urso polar que viveu entre 120 e 40 mil anos, na Noruega. Outra possibilidade indicada pela pesquisa é que se trata de um híbrido entre ele e seu parente mais próximo, o urso pardo.

“O objetivo principal do projeto não foi encontrar o Yeti, embora possa ser interpretado dessa forma, e geralmente é, mas realmente fazer um estudo sistemático sobre o material que é tido como proveniente de um Yeti, porque isso nunca foi feito. Estou tão curioso quanto qualquer um para saber o que essas criaturas podem ser e eu vi uma oportunidade de fazer um estudo científico adequado por causa dos avanços na análise de amostras de cabelo” contou Bryan Sykes, professor de genética da Universidade de Oxford.

Os cientistas utilizaram amostras de dois animais, um encontrado na região conhecida com Ladakh (fronteira entre Índia, Nepal e Paquistão), e outro no Butão. Ao cruzar os danos genéticos com o DNA mitocondrial de outros animais disponíveis no banco de dados GenBank, o repositório internacional de sequências de genes, Sykes descobriu que ele tinha uma combinação de 100% com uma amostra de um antigo urso polar encontrado em Svalbard, um arquipélago norueguês no Oceano Ártico, de pelo menos 40 mil anos, uma época em que o urso polar e o urso pardo estavam se separando como espécies diferentes.

“Este é um resultado interessante e completamente inesperado que nos deu uma surpresa. Há mais trabalho a ser feito sobre como interpretar os resultados. Eu não acho que exista um ancestral do urso polar vagando em torno do Himalaia. Mas podemos especular sobre uma possível explicação para esse resultado. Isso pode significar que há uma subespécie de urso pardo no alto Himalaia descendente do ancestral do urso polar. Ou poderia ser um cruzamento posterior do urso pardo com o ancestral do urso polar”, afirmou Sykes.

Os resultados da pesquisa de Skyes confirmam o estudo do alpinista italiano Reinhold Messner, primeiro homem a escalar o Everest sem oxigênio. Ele pesquisou os Yetis após ter relatado um encontro com uma misteriosa criatura no Tibete, em 1986. Messner descobriu a imagem de um “Yeti”, em um manuscrito tibetano de 300 anos com a seguinte legenda: “o Yeti é uma variedade do urso que vive em áreas montanhosas inóspitas”.

“Estudiosos de Yetis e outros entusiastas sempre se sentiram rejeitados pela ciência. A ciência não aceita ou rejeita qualquer coisa, tudo que faz é examinar as evidências, e é isso que estou fazendo”, concluiu Sykes.

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Bizarro: cirurgiões chineses criam nariz artificial em testa de paciente

Publicado em 25/09/2013 - 9:58 por | 3 Comentários

Após sofrer acidente em agosto do ano passado e ter a cartilagem do nariz corroída, Xiaolian vai receber o implante de um novo órgão que foi desenvolvido na própria testa Foto: Reuters

Após sofrer acidente em agosto do ano passado e ter a cartilagem do nariz corroída, Xiaolian vai receber o implante de um novo órgão que foi desenvolvido na própria testa Foto: Reuters

Essa parece notícia saída de filme de terror, embora a causa tenha sido nobre. Uma equipe de cirurgiões de Fuzhou, na China, desenvolveu uma técnica bizarra para reconstruir o nariz de um paciente que sofreu um acidente de carro e teve a cartilagem do órgão corroída por uma infecção. Eles fizeram um novo nariz crescer na testa de Xiaolian, de 22 anos.

Inicialmente, eles fizeram um implante de expansor de tecido da pele na testa do paciente, no formato de um nariz. Depois reconstruíram a cartilagem retirando tecido da costela de Xiaolian. Agora, os cirurgiões afirmam que o novo órgão já está em boas condições e com o formato adequado para o implante. A experiência remete a outra bizarrice científica, que foi a criação de uma orelha humana nas costas de um rato, em experimento realizado nos Estados Unidos, no ano de 1997.

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Parasita faz ratos perderem medo de gatos, aponta pesquisa nos EUA

Publicado em 24/09/2013 - 14:16 por | 1 Comentário

Toxoplasma gondii induz roedores e outras presas de felinos a perderem o medo de seus predadores Foto: PLoS ONE

Toxoplasma gondii induz roedores e outras presas de felinos a perderem o medo de seus predadores Foto: PLoS ONE

A infecção pelo protista Toxoplasma gondii pode ter um duplo efeito negativo sobre os ratos. Além de fazer o animal adoecer, o parasita pode atuar sobre o sistema nervoso dos roedores e fazê-los perder o medo do cheiro e da urina dos gatos.

Os efeitos colaterais bizarros permanecem por muito tempo depois que os parasitas desaparecerem, aponta o estudo da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA). A justificativa bioquímica para tal mecanismo é que o protista só se reproduz no intestino de felinos e induzir os ratos a se aproximarem de gatos (hospedeiros definitivos) e serem devorados pelos mesmos é a estratégia evolutiva por trás.

Contudo, apenas as variedades menos agressivas do Toxoplasma gondii duram o tempo suficiente para conseguir o efeito desejado de levar ratos a esse comportamento quase suicida. As versões mais violentas do micro-organismo acabam matando seus hospedeiros intermediários e morrendo, por tabela.

O estudo foi publicado na revista PLoS ONE e liderado por Michael Eisen. Ele sugeriu que uma infecção transitória com o parasita altera permanentemente a forma como o cérebro dos roedores percebe as ameaças de predadores. Além de ratos e gatos, cerca de 200 espécies, incluindo a humana, podem ser contaminadas pelo agente infeccioso.

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Descoberto maior vulcão submarino da Terra a 1600 km do Japão

Publicado em 06/09/2013 - 12:36 por | Comentar

Repesentação grafica do vulcão Tamu Massif, com área duas vezes maior que a do Ceará Foto: Texas A&M University / Divulgação

Repesentação grafica do vulcão Tamu Massif, com área duas vezes maior que a do Ceará Foto: Texas A&M University

Já imaginou um vulcão que tivesse uma área maior que a do Rio Grande do Sul e fosse quase do tamanho do Maranhão? Pois essa gigantesca estrutura passou milênios escondida de olhos humanos.

O colossal vulcão submarino, batizado de Tamu Massif por uma equipe da Texas A&M University (EUA), mede impressionantes 308 mil km², mais que o dobro do tamanho do Ceará. Localizado a cerca de 1600 km do litoral do Japão, no Oceano Pacífico, e submerso a aproximadamente 1980 metros de profundidade, o pico do vulcão tem cerca de 4400 metros de altura, não sendo o mais alto, mas o mais extenso da Terra e o segundo em área no Sistema Solar.

O “monstro geológico” tem 75% do volume do líder nesse ranking, o vulcão marciano Olympus Mons, que no entanto é muito mais alto e mede 19,3 km de altura. No entanto, ambos estão extintos. Estima-se que o Tamu (sigla da universidade que o descobriu) Massif não entra em erupção há 114 milhões de anos (período Cretáceo). Ou seja, os dinossauros podem ter visto (e sofrido) a fúria do gigante, que teria se formado há 145 milhões de anos, quase na mesma época do surgimento das aves.

A equipe estadunidense envolvida na descoberta já suspeitava da presença de uma sistema  de vulcões naquela região, mas com as medições descobriu se tratar de um só.

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Pesquisadores australianos desenvolvem cerveja que minimiza desidratação e ressaca

Publicado em 18/08/2013 - 15:05 por | 2 Comentários

Cerveja rica em eletrólitos e com baixo teor alcoólico foi eficaz na redução dos níveis de desidratação e da chamada ressaca Foto: Helosa Araújo

Cerveja rica em eletrólitos e com baixo teor alcoólico foi eficaz na redução dos níveis de desidratação e da chamada ressaca Foto: Helosa Araújo

Há até quem diga gostar dos efeitos da ressaca após uma noite de intenso consumo de cerveja, mas existe uma esperança para a maioria que gostaria de não sentir nada no dia seguinte a uma bebedeira.

É que uma equipe de pesquisadores australianos, mais precisamente do Instituto de Saúde da Universidade de Griffith, desenvolveu uma cerveja rica em eletrólitos e com baixo teor alcóolico, que evita a desidratação.

Eletrólitos são componentes presentes também em bebidas esportivas, consumidas exatamente com o objetivo de repor sais minerais perdidos durante intensa atividade física. A nova fórmula, segundo o professor Ben Desbrow,  não altera o sabor da cerveja, mas para quem gosta dos efeitos do álcool, a má notícia é que para a adição desses sais surtir os resultados de minimização da ressaca, o teor da substância tem de ser reduzido.

Nos testes realizados, cientistas acrescentaram o ingrediente em quatro cervejas com teores alcoólicos diferentes. Os resultados mostraram que  a cerveja mais leve, com a adição de eletrólitos, é 30% mais eficaz em evitar a desidratação que as demais. Vale lembrar que a ressaca é causada por diversos fatores, mas desidratação é principal deles, já que durante o processo o corpo perde eletrólitos. Isso explica por que nos sentimos mal quando bebemos na noite anterior.

 

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