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Categoria: agricultura


16:43 · 11.07.2018 / atualizado às 16:43 · 11.07.2018 por

Jaguaribe. Esta cidade no vale Jaguaribano promove até o próximo sábado, 10, a 6ª Exposição Agropecuária de Jaguaribe (Expojaguar), no Parque de Exposições de Jaguaribe. O evento tem como objetivo principal o fortalecimento da agropecuária local e regional. A programação inclui concurso leiteiro, julgamento de animais de raça, oficinas, palestras, shows de humor, forró e vaquejada.

A abertura oficial foi realizada na noite desta terça-feira, 10, no Parque de Exposição pelo prefeito, José Abner Pinheiro, que destacou a importância da atividade agropecuária que gera trabalho e renda no município. “Temos uma importante bacia leiteira, produzimos queijo de qualidade que é exportado e temos produtores dedicados que apesar das dificuldades mantêm as fazendas produtivas”, pontuou.

No próximo sábado (14) pela manhã, às 10 horas, ocorrerá a premiação da Expojaguar e a comemoração ao Dia Municipal do Queijo, com homenagens aos mestres do queijo (queijeiros raiz). Serão escolhidos cinco produtores rurais que vão levar os seus produtos para degustação e demonstração.

A programação inclui desfile de cães, show de humor com Luana do Crato, forró pé de serra, desfile para escolha da Rainha da Expojaguar olimpíada rural, concurso leiteiro e de animais de raça (bovinos, ovinos e caprinos), além da tradicional vaquejada a partir da próxima sexta-feira, 13, até domingo, 15. O evento é promovido pela Prefeitura de Jaguaribe com apoio do governo do Estado, Sebrae e Sesc.

Queijo

Este município é conhecido no Ceará por larga produção de queijo de coalho. O produto é exportado para a Região Metropolitana de Fortaleza e para outras regiões, além de município de Estados vizinhos. Na última década, com apoio do escritório do Sebrae de Limoeiro do Norte e de outras instituições houve investimentos – treinamento, capacitação – para a melhoria do processo de fabricação.

11:15 · 06.07.2018 / atualizado às 11:15 · 06.07.2018 por
Caravana de produtores rurais de Cedro. Foto de Marcos Rodrigues

 

O XXII Seminário Nordestino de Pecuária (Pecnordeste), entre os dias 05 e 07 de julho, realizado em Fortaleza, no Centro de Eventos em Fortaleza, contará com a presença de 60 produtores rurais. A caravana é liderada pelo prefeito de Cedro Dr. Nilson Diniz e pelo secretário de Agricultura, Manoel Bezerra, e do representante do Sindicato Rural, José Ferreira.

Produtores de diversas comunidades rurais do município participarão de seminários setoriais, envolvendo segmentos como apicultura, aquicultura e pesca, artesanato, avicultura, bovinocultura, caprinovinocultura, equinocultura e suinocultura. E também dos Seminários Cearense de Palma Forrageira, de Turismo Rural, além de oficinas de capacitação, eventos paralelos, exposição de animais, feira de produtos e de serviços agropecuários.

O prefeito de Cedro ressalta a importância da caravana no evento. “É o momento oportuno de os nossos produtores conhecerem as inovações, participarem de oficinas e cada vez mais aperfeiçoarem as atividades no campo”. Dr. Nilson também destaca a parceria com o Sebrae. “Todo ano contamos com o apoio de uma entidade que acredita em nossos produtores, para que mudem a realidade do nosso sertão por meio de consultorias e cursos ofertados”.

Além da programação técnica, o evento conta com uma área de 5 mil m2 para exposição, onde serão realizados a XXII Feira de Produtos e de Serviços Agropecuários, estimulando a geração de negócios nas áreas de máquinas e equipamentos, animais, insumos, produtos agropecuários, agroindustriais e artesanais, apoiando o setor produtivo na realização de investimentos, na comercialização de produtos, na apresentação de serviços e incentivando às atividades não agrícolas no meio rural, principalmente, o artesanato e o turismo no espaço rural e natural.

Pela primeira vez no Pecnordeste, o vice-presidente do movimento jovem da Cachoeira dos Araújo, Wellington Silva conta da alegria de participar do evento. “Fiquei feliz pelo convite da gestão municipal de aqui representar os jovens que residem na zona rural, para que tenham a oportunidade de conhecer novas tecnologias, participar de oficinas e colocar todo aprendizado em prática”, ressalta. De acordo com o Secretário de Agricultura, Manoel Bezerra, o seminário se consolida, a cada dia, como o maior evento de capacitação do produtor rural no Nordeste. “São seis anos de participação da nossa comitiva, assegurando aos produtores da zona rural melhorar conhecimentos e desempenho”, reforça.

O Seminário Nordestino de Pecuária é um importante evento do agronegócio promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará – FAEC, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Ceará – SENAR/CE, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Ceará – SEBRAE e Sindicatos dos Produtores Rurais.

VI ExpoCedro

No próximo mês de outubro acontece a VI Exposição de Caprinos e Ovinos (ExpoCedro 2018). O visitante poderá conferir exposições de animais, concurso leiteiro, ciclo de palestras, venda de produtos da Agricultura Familiar, shows culturais e diversas inovações no segmento tecnológico e gastronômico.

11:03 · 06.07.2018 / atualizado às 11:08 · 06.07.2018 por
Sítio preserva história e tradição do lugar. Foto de Wandenberg Belém

O lugar que parece não ter mudado ao longo dos anos. O sítio São Romão, na zona rural de Orós, ainda preserva casarões e tradições antigas. A pacata comunidade, preserva ainda o antigo engenho de cana-de-açúcar, a casa grande da fazenda, essa com mais de 40 cômodos. Além da forte religiosidade dos moradores, o gosto pelas atividades rurais e a união das famílias.

O acesso para São Romão é pela CE- 470, Rodovia Estadual recém construída, por onde passava a antiga estrada de ferro. Moradores não sabem ao certo quantos anos tem a comunidade, mas ressaltam que a chegada dos primeiros habitantes, foi por volta de 1850. A história do lugar é marcado pela exploração agrícola, criação de gado e a produção de cana-de-açúcar. No sítio ainda é possível encontrar vestígios da presença dos primeiros moradores, principalmente na casa grande. O local ainda preserva as mesmas características desde quando foi construída. O grande terreiro, o alpendre. Um lugar que já foi cheio de vida e bastante movimentado. “Lembro que aqui nunca faltava gente. A noite aqui debaixo do alpendre, no terreiro tinha gente brincando, conversando. Assim o ano todo”, relembra do agricultor José Porfírio, filho do casal, Maria Josino e João Porfírio, fundadores da fazenda.

As lembraças do casal que criou 13 filho está marcada não só pelas lembranças dos familiares, mas nas fotos na parede da sala principal. Em cada canto da casa, dos mais de 40 cômodos ainda preservam mobílias antigas: camas, armários com livros, potes de barro, o velho fogão a lenha. O sótão onde era guardado a safra de milho colhida, além dos vários quartos e salas quase incontáveis. “Essa casa não era desse tamanho, foi crescendo de acordo com os nascimento dos filhos e das safras. Porque além dos quartos, ele tem muitos armazéns”, explica José Carlos, relembrando um momento histórico para a família, que tem uma grande mesa de madeira maciça com mais quase 3 metros comprimento. Segundo José Carlos, a mesa tem mais de 200 anos, serviu até de palco para o poeta Patativa do Assaré, fazer uma cantoria em cima dela. “Eu devia te uns 12 anos, era menino ainda, mas lembro bem desse momento. Patativa fez essa cantoria ao lado de outro violeiro em cima dessa mesa, no terreiro. Ou coisa que não esqueço também era a fartura de carne de carneiro que a gente comia em volta dela”, relembrou sorrindo José Carlos.

Mas o passeio pela casa não para na sala, são vários armazéns anexos a casa, onde ficavam guardados a produção colhida no campo, os sacos com arroz, os tonéis de zinco que conservam o feijão e o milho. Já em outro lado da casa, três grandes caixas de madeiras, guardavam as rapaduras produzidas no engenho da fazenda. “Era uma época de fartura, quando se tinha muita cana e gente disposta para trabalhar. Hoje o engenho tá desativado por falta de produção. A última vez que fizemos moagem foi há dois anos. Mas também por conta da seca. Sem água não tem produção de nada”, comentou o agricultor Aristóteles Porfírio, neto de Josina e João Porfírio.

A história da família foi construída de muito trabalho e união dos 13 filhos do casal. Todos nasceram e se criaram na roça, com o passar do tempo, alguns foram embora, mas os que ainda moram em São Romão trabalham juntos, nas mesmas áreas e na lida ensina pelo pai.

Mesmo com dificuldades os proprietários lutam para preservar, a história do lugar, os costumes e manter de pé a casa grande. A casa dois anos, há um mutirão para pintar e recuperar alguns comodos da casa que necessitem de reparos. “Não temos dinheiro para fazer tudo de uma só vez. Vamos fazendo o que dá pra gente fazer. Se fosse para passar por uma reforma seria muito dinheiro e não temos como fazer de uma vez”, disse José Carlos.

Um memorial da família está sendo organizado, no local estão guardados equipamentos, objetos e utensílios que viveram na fazenda, no auge de sua atividade econômica e social. A riqueza que esse patrimônio imaterial teve no passado.

Para quem mora ou visita São Romão até parece que a comunidade esta ainda parada no tempo. Os moradores costumam sentar na sombra dos alpendres depois da lida no campo e dos afazeres domésticos e colocar as conversas em dia e preservam costumes antigos, Dona Plautília Porfírio, diariamente ascende uma fogueirinha no terreiro da casa dela, deixa uma garrafa de café quentinha e outra de água, para as visitas que costuma receber todas as noites. “Mesmo com a chegada da energia eletrica, continuo fazendo isso. Isso aprendi como meu pai, que fazia na casa dele. Toda noite as seis horas ascendia uma fogueira, vinha gente de todo lado lá pra casa, beber café e conversar. Meu pai morreu e continuamos aqui fazendo todo santo dia essa fogueira”, comentou dona a aposentada.

George de Lima, mora em Recife, Pernambuco, pelo menos uma vez ao ano volta a São Romão, para ele é como se fizesse uma volta ao passado. “A gente relembra das festas, as celebrações religiosas, da festa do Padroeiro São Luiz de Gonzaga, gosto de está com esses arquivos vivos, que relembra e contam histórias pra gente de tudo que vivemos aqui. Tempo bons que tento recordar. Passei um tempo sem visitar aqui, mas nos últimos quatro anos venho com mais frequência”, disse.

Em Orós, o patrimônio cultural rural integra vários sítios, vilas e fazendas, um conjunto de registros materiais e imateriais, que se tornaram praticamente invisíveis. Para o ativista cultural, Zé Vicente, cantor e compositor é urgente criar estímulos à preservação dessas culturas. Somente a partir de um mapeamento, será possível criar políticas de preservação para explorar o potencial dessas comunidades rurais. Ferramenta que possibilita compreender ainda mais os aspectos culturais, patrimoniais e religiosos. De acordo com Zé Vicente, fundador da Organização sócio-cultural Sertão Vivo, “o patrimônio cultural rural cearense é muito rico, em histórias, com espaços privilegiados para pesquisa históricas e turismo. Cada local com seu patrimônio cultural com características específicas, diferentes do patrimônio cultural urbano e seus filhos que ainda guardam na memoria histórias e acontecimentos desses locais”, aponta Zé Vicente.

A religiosidade é outro traço marcante da história desse locais e em São Romão, não é diferente. A devoção a São Luiz de Gonzaga, padroeiro do lugar, começou bem antes mesmo da construção da capela, que é nova, tem pouco mais de vinte anos. São Luiz de Gonzaga já era celebrado pelos moradores isso há 81 anos, no sítio Betânia. “Com a morte do Padre Chagas, a imagem do Santos e os costume das novenas, da festa de São Luiz de Gonzaga que celebrado entre o dia 12 a 22 de junho, foram ficando esquecidos em Betânia, moradores que constumavam ira para o novenários lá, trouxeram a imagem e depois construíram através do trabalho deles a capela para o santo, fortalecendo ainda mais a fé e religiosidade entre os moradores do lugar.

11:50 · 20.06.2018 / atualizado às 11:50 · 20.06.2018 por
Agricultor trabalha na coleta da fibra. Fotos de

O plantio de algodão em uma área de dois hectares, no sítio Iputi, distrito de Ibicatu, zona rural de Várzea Alegre, serve de modelo e experiência, além de incentivar outros produtores rurais. O cultivo é uma iniciativa dos agricultores Zé Preto e Francisco Diassis Duarte.

O prefeito Zé Helder e o secretário de Desenvolvimento Agrário e Econômico de Várzea Alegre, Cícero Izidório, acompanhados dos técnicos da secretaria, Estevão Silva e Hugo Fiúza, e de Evilásio José, gerente local da Ematerce, visitaram a área de cultivo do chamado ‘ouro branco’.

Segundo Zé Helder, nas visitas ficou comprovado que a revitalização da cultura do algodão é realidade para Várzea Alegre. “Na oportunidade podemos testemunhar a concretização do Projeto Ouro Branco, que tem por finalidade revitalizar a cultura do algodão em Várzea Alegre e na região do Cariri em parceria da Universidade Federal do Cariri – UFCA e com a Embrapa Algodão. De fato, agora não é mais um sonho, já virou realidade”, disse.

Em Várzea Alegre, o prefeito Zé Helder autorizou o município a comprar as sementes de algodão e distribuir com os agricultores como incentivo para o aumento da área plantada.

Para Cícero Izidório, o algodão irá proporcionar a melhoria de renda do homem do campo. “Estamos felizes porque além do planejamento e do desejo da gestão, os agricultores também acreditaram no projeto e lançaram as sementes que deram frutos”, disse.

Cícero Izidório pontuou que a Prefeitura de Várzea Alegre tem garantido assistência técnica aos agricultores que estão ou que tenham interesse plantar algodão.

Iniciativa e expansão

A área plantada de algodão se expande no município. Essa é uma ideia que nasceu no início de 2017, com o Ouro Branco, projeto do curso de Agronomia da Universidade Federal do Cariri (UFCA), em parceria com a Embrapa e com a Prefeitura Municipal. O Ouro Branco é uma iniciativa do professor Sebastião Cavalcante de Sousa e faz parte do Programa de Desenvolvimento Rural Sustentável do Cariri que trabalha a revitalização da cotonicultura.

O Ouro Branco em Várzea Alegre teve início com dois campos experimentais de algodão, sendo um na propriedade do agricultor Fernando Gil, no distrito de Canindezinho e outro nas terras do agricultor Arimatéia de Oliveira, no sítio Mourão, na Sede Rural.

A experiência com a retomada do plantio do algodão tem sido satisfatória para quem já plantou, casos dos agricultores Cícero Alves de Araújo, no sítio Jatobá, José Alves de Oliveira no sítio Exu – Canindezinho, Valdivan Bezerra de Oliveira e Chico de Senhor no sítio Vacaria e José da Silva Leal, no sítio Pau D’arco – Ibicatu.

Já foram distribuídas sementes para mais de 40 agricultores com o objetivo de plantar até 120 hectares de campos de algodão no município.

Venda do produto

Segundo o secretário de Desenvolvimento Agrário e Econômico de Várzea Alegre, Cícero Izidório, o Governo de Várzea Alegre faz a intermediação para a venda do algodão. Os negócios são fechados com a Algodoeira e Agropecuária Rufino LTDA (Usina Rufino), do município de Acopiara.

A usina comprará ao preço de R$ 28,00 a arroba (15 quilos) de algodão e ainda fornecerá aos agricultores os sacos de estopa para embalagem e transporte do produto.

Prefeito Zé Hélder animado com o projeto Ouro Branco
07:16 · 22.05.2018 / atualizado às 20:24 · 21.05.2018 por
Dia de campo incentiva a produção de sorgo para reserva alimentar.a Foto de HB

Com o objetivo de dar mais competitividade à produção de leite do Nordeste, a empresa Betânia Lácteos promove, no dia 24 de maio, um Dia de Campo sobre a colheita do sorgo forrageiro e produção de silagem para produtores, em Iguatu (CE), autoridades do setor rural, além de técnicos e estudantes da região. O evento acontece na Fazenda Cruiri, às 9h.

O Dia de Campo Betânia é um projeto que objetiva difundir tecnologias agropecuárias para produtores e técnicos. Entre fevereiro e março de 2018, a Betânia, juntamente com os parceiros, realizou três dias de campo nas cidades de Morada Nova, Iguatu e Quixeramobim, sobre plantio de sorgo forrageiro, quando foram implantadas unidades demonstrativas de 1 ha de sorgo.

Agora haverá a segunda fase do Dia de Campo Betânia, quando serão realizadas a colheita do sorgo e a produção de silagem para pecuária de leite, em Iguatu e municípios da região, Acopiara, Baixio, Cariús, Catarina, Cedro, Icó, Ipaumirim, Lavras da Mangabeira e Mombaça.

Representantes dos principais produtores dessa região participarão do Dia de Campo cuja programação inicia com um café da manhã com produtos Betânia, líder no mercado de leite longa vida no Nordeste, seguido da colheita do sorgo forrageiro, de orientações técnicas sobre silagem e de sorteio de brindes. O evento conta com a parceria da Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Ceará, da Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Agrário Municipal, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), da fazenda Cruiri e das empresas Terra Fértil, TV Jaguar, Cargill, Seagri e Fortress.

Sobre o Programa Dia de Campo

O Programa Tecnologia no Campo – TEC CAMPO foi criado pela Betânia visando transferir conhecimento aos produtores e técnicos da cadeia produtiva de leite. O Dia de Campo Betânia é uma das práticas mais apropriadas para difundir essas tecnologias com o objetivo de melhorar a competitividade leiteira no Nordeste brasileiro. Em 2017, a Betânia, com seus parceiros, promoveu quatro Dias de Campo sobre produção de silagem de pastagem nativa em Limoeiro do Norte, Ibicuitinga, Iguatu e Quixeramobim, com a presença de 700 participantes entre técnicos, produtores, estudantes e autoridades.

Em 2018, haverá seis dias de campo sobre o plantio e manejo correto de sorgo forrageiro em sistema de sequeiro para produção de silagem, sendo dois na região de Quixeramobim, dois na região de Morada Nova e dois na região de Iguatu. Os Dias de Campo em 2018 terão duas etapas, sendo a primeira (Dia de Campo) para treinamento de técnicos e operadores de máquinas no cultivo do sorgo e instalação de uma Unidade Demonstrativa de 1 ha de sorgo com todas as tecnologias disponíveis. E o segundo Dia de Campo ocorrerá no mesmo local do primeiro, 80-90 dias depois, no momento da colheita da produção dessa Unidade Demonstrativa, quando serão convidados técnicos e, principalmente, produtores de leite para conhecer os resultados e discutir o uso adequado da silagem de sorgo.

Sobre a Betânia

Há 47 anos no mercado, e com forte presença no Nordeste, a Betânia Lácteos diferencia-se por estar presente em todos os elos da cadeia produtiva do leite: da ordenha da vaca até o processo de industrialização e distribuição. Nas mesas de milhões de famílias nordestinas, o leite longa vida Betânia é mais vendido do Nordeste, com 30% de share de mercado na região.

Com cinco unidades industriais nos estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Sergipe, a empresa tem contribuído para o processo de desenvolvimento dessas regiões, mobilizando 3,5 mil famílias produtoras de leite em cerca de 130 municípios nordestinos, produzindo mais de 700 mil litros de leite por dia, além de contar com 1.800 funcionários diretos e mais de 50 mil pontos de venda.

07:14 · 22.05.2018 / atualizado às 20:16 · 21.05.2018 por

O Governo do Ceará através do Instituto do Desenvolvimento do Ceará (Idace) em parceria com a Prefeitura Municipal de Iguatu entregam nos próximos dias 400 títulos de terra para agricultores familiares do município.

Segundo o prefeito Ednaldo Lavor, será um passo importante para a conquista da cidadania do homem do campo e da mulher, além de um instrumento efetivo de combate à extrema pobreza. “O documento significa a posse da terra e a garantia de novos recursos e ações para o meio rural”, aponta o prefeito.

Para o secretário da Agricultura de Iguatu, Hildernando Barreto, a entrega de títulos incentiva o desenvolvimento agrário do município e amplia as condições de vida no campo. “Estivemos na sede do Idace com a deputada estadual Mirian Sobreira e essa conquista teve a participação dela”, disse o secretário.

A solenidade de entrega deve contar com participação do secretário-chefe da Casa Civil, Nelson Martins, do secretário do Desenvolvimento Agrário, Dedé Teixeira, e do superintendente do Instituto do Desenvolvimento do Ceará (Idace), Cirilo Pimenta.

Parceria

O Programa de Regularização Fundiária é uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) e Idace, com o Governo Federal, através do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, da Casa Civil da Presidência da República.

06:36 · 22.05.2018 / atualizado às 20:42 · 21.05.2018 por
Agricultores são capacitados pelo Elo Amigo

O Instituto Elo Amigo ganhou processo licitatório para assessorar tecnicamente 16 associações de produtores rurais beneficiários do Projeto São José III, no Centro-Sul, Vale do Salgado e Cariri.

O Elo Amigo, entidade parceira da Federação dos Trabalhadores Rurais do Ceará (Fetraece) tem o intuito de apoiar a dinamização econômica destes agricultore familiares no meio rural através da assessoria técnica qualificada.

Os grupos assessorados compreendem sistemas produtivos tais como apicultura, bovinocultura leiteira, ovinocaprinocultura, fruticultura e extrativismo. Os municípios beneficiados são: Altaneira; Barbalha; Barro; Cariús; Crato; Icó; Mauriti; Missão Velha; e Várzea Alegre.

O Projeto São José III é uma iniciativa do Governo Estadual do Ceará que através da SDA Secretaria de Desenvolvimento Agrário, em parceria com Banco Mundial vem apoiando projetos produtivos em todo o Estado.

Segundo o Articulador Institucional do Instituto Elo Amigo, Chrístian Arruda, o projeto São José III, configura-se em uma estratégia de Desenvolvimento Produtivo Rural focado na Agricultura Familiar, sem precedentes no Estado do Ceará.

“O Projeto São José III tem importância significativa para o processo de dinamização econômica de agricultores e poderá configurar-se em uma estratégia de grande impacto positivo na melhoria de qualidade de vida”, reitera Arruda.

As primeiras ações já estão iniciando com a mobilização, caracterização e elaboração de planos de trabalho em cada grupo. Em breve serão realizadas ações de assessoria e capacitação.

16:49 · 21.05.2018 / atualizado às 17:01 · 21.05.2018 por
Agricultores estão animados com plantio de algodão. Fotos de divulgação

O secretário de Desenvolvimento Agrário e Econômico de Várzea Alegre, Cícero Izidório, os técnicos da secretaria Estevão Silva e Marcondes Saldanha, acompanhados de Evilário José – Gerente local da Ematerce, de Gildo Araújo e de Fábio Aquino – Técnicos da EMBRAPA Algodão, realizaram visitas técnicas em áreas de plantios de algodão no município.

A visita faz parte do Projeto Ouro Branco, que tem por finalidade revitalizar a cultura do algodão na região do Cariri. É uma parceria da Universidade Federal do Cariri – UFCA com o professor Sebastião Cavalcante de Sousa, EMBRAPA Algodão e municípios da região.

Em Várzea Alegre, o prefeito Zé Helder autorizou o município a comprar as sementes de algodão e distribuir com os agricultores como incentivo para o aumento da área plantada.

De acordo com Cícero Izidório, estar em campo visitando o plantio é a certeza de que o projeto está no caminho certo. Ele disse que com a Secretaria fazendo sua parte e os agricultores fazendo a parte deles o projeto alcançará seu objetivo.

Para Estevão Silva, que acompanha os agricultores, é notório o desejo do agricultor voltar a plantar o ouro branco. “Eles acreditam e assim fica mais fácil realizar o trabalho”, disse.

Segundo Estevão, em Várzea Alegre foram distribuídas sementes para quarenta agricultores com a perspectiva de plantio de 120 tarefas.

Evilário José afirmou que o algodão é uma alternativa de gerar renda para os agricultores familiares e garantir a permanecia deles no campo.

Os técnicos da EMBRAPA Algodão, Gildo Araújo e Fabio Aquino, fizeram uma análise de todos os plantios visitados, abordando o desenvolvimento das plantas, ataques de possíveis pragas, como também esclareceram várias dúvidas dos agricultores.

Para Gildo Araújo o desenvolvimento dos plantios é satisfatório e há boa perspectiva de produção. Como boa notícia, disse ele, não foi encontrado nenhum bicudo nas áreas visitadas.

Durante todo o dia foram visitados os plantios dos agricultores: Cícero Alves de Araújo, no sítio Jatobá, José Alves de Oliveira no sítio Exu, no distrito de Canindezinho, Valdivan Bezerra de Oliveira e Chico de Senhor no sítio Vacaria e José da Silva Leal, no sítio Pau D’arco, em Ibicatu.

17:40 · 25.04.2018 / atualizado às 17:40 · 25.04.2018 por

  O reúso de Águas Cinzas é a tecnologia social de convivência com o Semiárido que está presente na região Centro-Sul do Ceará, desde outubro de 2016. Através do Instituto Elo Amigo (IEA), a Fundação Banco do Brasil (FBB) e do Governo do Estado pela Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA), a tecnologia gera renda a agricultores de base familiar pelo aproveitamento das águas de pias, banho e da cozinha, para irrigar plantas no quintal produtivo em torno da residência.

O projeto está beneficiando 75 famílias, com pouco menos de 2 anos, da área rural dos municípios de Iguatu (25 famílias), Orós (30 famílias), Acopiara (10 famílias), e por último, a cidade de Jucás (10 famílias), nas comunidades de Canafístula, Cachoeira Preta, Currais, Cumbucas, Jenipapeiro e Tabuleiro dos Batistas.

A indicação das comunidades para receber a tecnologia acontece através da “Comissão Municipal Pela Vida no Semiárido”. Depois, as famílias são escolhidas através do Instituto Elo Amigo, que realiza visitas técnicas para averiguar os critérios, como: ser agricultor (a) e possuir as cisternas de beber (16 mil litros) e de tecnologia de segunda água para produção de alimentos.

Segundo o coordenador do Projeto Reúso no Elo Amigo, Claudenê Lima, a ação é uma forma de diminuir os impactos ambientas à medida que ajuda o homem do campo a produzir seus próprios alimentos. “O projeto de reuso vem resolver um problema de poluição gerado pelas águas cinzas que viram esgotos a céu aberto gerando doenças, e promove a segurança alimentar através da produção de alimentos”, frisa Claudenê Lima.

11:06 · 23.04.2018 / atualizado às 10:46 · 04.05.2018 por
Apicultores terão acompanhamento em Acopiara. Foto: Mikael Teixeira/Ascom

 

Foi lançado no Centro Tecnológico e Profissionalizante (Cetec) de Acopiara o projeto de Agroecologia e Desenvolvimento Produtivo Rural (Agroapi), que visa capacitar, acompanhar tecnicamente e apoiar a atividade de apicultura. A iniciativa é financiada pela Fundação Banco do Brasil (FBB) e realizado no município pelo Instituto Elo Amigo (IEA).

O momento contou com a participação do presidente do Elo Amigo, Marcos da Silva, do gerente da agência do Banco do Brasil (BB), Rogério Martins, do chefe de Gabinete do município, Gleirton Dias, do secretário de agricultura, Ademilton Almeida, do presidente do Conselho de Desenvolvimento Comunitário (Condecom), Luiz Lucas, de representantes do Sebrae, Banco Paju, agricultores e apicultores do município formando um público de aproximadamente 120 pessoas.

O presidente do Elo Amigo, Marcos da Silva, ressaltou a parceria entre FBB e IEA, a qual já vem gerando resultados positivos e importantes na região e que o novo financiamento vai beneficiar os agricultores de Acopiara. “Sabemos do nosso desafio de fazer o diferente e que gere consequência direta na melhoria de vida das famílias e comunidades envolvidas”, disse Silva.

Para o gerente do Banco do Brasil, Rogério Martins, que representava a FBB, o município de Acopiara só tem a ganhar com trabalhos como este. Lembrou que o projeto foi o único do Ceará que a FBB financiou.

Rogério disse ainda que a agência do BB de Acopiara está sempre buscando estimular atividades de desenvolvimento social. “Vocês agricultores que mesmo nas dificuldades acreditam na agricultura e continuam levando o alimento para nossas mesas. Pessoalmente eu acredito no potencial de todos e sei que essa parceria da Fundação e Elo Amigo vai render coisas boas para toda a população”, pontuou Martins.

O chefe de Gabinete do município, Gleirton Dias, destacou que o projeto está sendo executado em uma parceria envolvendo vários atores, entre eles a Prefeitura Municipal e o Condecom e que essas ações transformam as realidades para melhor. “O pessoal do Elo Amigo faz isso porque eu sei que eles querem mudar a vida das pessoas para melhor, digo isso porque eu mesmo fui jovem de um dos projetos do Elo Amigo e sei da competência deles”, afirmou Dias.

 

Apresentação do Projeto

       O projeto foi apresentado na Associação de Apicultores, no sítio Escuro, e houve uma pactuação com beneficiários para serem multiplicadores da ideia. Mais de 50 líderes comunitários  apresentação do evento que destacou a parceria entre as instituições e os produtores.

“Temos que acertar o passo e fazer multiplicadores para que o aprendizado que vocês vão ter, seja passado para outras pessoas e gerações”, ressaltou Christian Arruda, presidente da Associação dos Apicultores de Acopiara.