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Categoria: agricultura


19:38 · 15.01.2018 / atualizado às 19:40 · 15.01.2018 por

 

Plantio ficou destruído na localidade de Maurícia em Cariús. Fotos de Honório Barbosa

Cariús. Uma ventania destruiu cerca de 60 hectares de banana da variedade pacovan na localidade de Maurícia, zona rural deste município, na região Centro-Sul do Ceará na noite deste domingo, 14. Os produtores rurais ainda não totalizaram o prejuízo, mas o clina entre os fruticultores é de desolação. Nas roças, as bananeiras estão caídas e é preciso pelo menos dez meses para a produção ser retomada.

Este é o quinto ano seguido que se registra destruição de bananal por causa de ventos fortes na região. As áreas atingidas ficam localizadas no entorno do Rio Jaguaribe e formam um dos maiores corredores de produção de banana do Ceará. O problema recorrente ocasionou no período queda seguida de safra, desestímulo entre os fruticultores e redução das áreas cultivadas.

Geralmente, a ventania vinha ocorrendo no final do mês de dezembro e atingia áreas variadas nas localidades de Cardoso, Quixoá, Barro Alto em Iguatu, e Maurícia e outros sítios em Cariús. “É um vento forte, vem ligeiro e a gente só escuta o barulho da quebradeira das plantas”, contou o produtor, José Alves Nogueira. “Se demorasse um pouco mais arrancava as telhas das casas”.

Juntamente com o filho, Josimar Nogueira, José Alves, mais conhecido por Josa, perdeu cerca de 90% de uma área de sete hectares de banana na localidade de Maurícia. “Em dezembro de 2016, o vento destruiu o meio do plantio e aproveitamos muitas coisas, mas neste ano perdemos quase tudo”, disse Josimar Nogueira, que ontem passou o dia cortando pés caídos para limpar a área e esperar o rebroto da bananeira.
Em média, pai e filho obtinham uma renda de R$ 600,00 por semana com a venda de três milheiros. “Agora vamos ter de investir novamente e esperar dez meses para começar uma nova produção e enfrentar o risco de uma nova ventania”, disse José Alves.

O fruticultor José Elenilson Bezerra da Silva, mais conhecido por Dedé há cinco anos seguidos enfrenta prejuízos com a queda de parte do bananal de uma área de quatro hectares por causa de fortes ventos. “Estava colhendo oito milheiros por semana, mas agora posso dizer sem exagero que perdi tudo”, lamentou. “Vou ver se ainda colho uns dez milheiros e só daqui um ano terei nova produção, se a ventania não derrubar novamente”.
Pelo menos cinco produtores foram atingidos pelo vendaval somente na localidade de Maurícia, mas no fim da tarde de ontem havia informações de queda de bananeiras, embora em menor escala, em outros sítios. “Aqui o que se tem de fazer é zelar, adubar, irrigar, investir e esperar quase um ano para produzir novamente”, disse o fruticultor, José Ferreira.

Para iniciar o plantio em uma área de um hectare há um custo médio de R$ 25 mil. A variedade mais atingida é a pacovan, cujo pé têm o caule fino e atinge uma altura de cinco metros. Esse porte frágil facilita a ação do vento. Já a variedade nanica (casca verde) tem tronco mais grosso e é de altura reduzida, não é atingida pelo ventania, mas é um fruto mais destinado às fábricas de doces.

Os consumidores preferem a pavocan que tem um fruto amarelo, quando maduro, e de maior dimensão e melhor sabor, destinando-se à mesa. De acordo com o agrônomo, José Teixeira, a alternativa seria o cultivo da variedade prata que é destinada à mesa, é saborosa e tem caules grossos e altura reduzida, mas os fruticultores locais resistem em investir na mudança. “Temos de fazer esse trabalho de conscientização e mudança de variedade a ser cultivada”, frisou Teixeira.

17:14 · 13.01.2018 / atualizado às 17:14 · 13.01.2018 por

Quase 50 mil raquetes de Palma Forrageira foram entregues a 30 produtores do município de Cedro. A ação da Prefeitura municipal, por meio da Secretaria de Agricultura, em parceria com a Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Ceará (SDA) e Ematerce, acontece em duas etapas. Ao todo, serão 72 mil raquetes direcionadas a Cedro.

De acordo com o prefeito de Cedro, Dr. Nilson Diniz, o objetivo principal é oferecer aos produtores suporte para plantio e cultivo da palma forrageira. “É mais um auxílio para nossos produtores neste período em que a seca ainda assola nosso nordeste, especialmente nossas comunidades rurais”.

O chefe do Escritório da Ematerce em Cedro, José André, disse que os distritos de Santo Antônio e Várzea da Conceição serão as primeiras localidades a serem beneficiadas com 46.980 raquetes. “As Palmas serão destinadas aos criadores de bovinos de leite, ovinos e caprinos, os produtores devem procurar o escritório da Ematerce ou ponto de entrega”. O escritório da Ematerce informou também que nos próximos dias uma nova remessa chegará ao município e os demais produtores cadastrados serão informados para retirada do benefício.

O secretário de Agricultura de Cedro, Manoel Bezerra, informa que para agilizar a entrega e aproveitar as chuvas na região, a Secretaria de Agricultura está realizando entrega nas comunidades. “Adotamos esta ideia para que os produtores recebam na sua própria comunidade, evitando assim gastos com aluguel de transporte”.

Palma forrageira

A palma forrageira é uma cactácea altamente adaptada ao semiárido, capaz de resistir à estiagem e produzir neste período. Um hectare de palma alimenta 20 cabeças de bovinos e cerca de 200 cabeças de ovinos e caprinos durante um ano.

16:54 · 11.01.2018 / atualizado às 16:54 · 11.01.2018 por

 

Pesca artesanal em açude do Ceará. Foto de Honório Barbosa

A nova portaria interministerial de número 78, de 29 de dezembro de 2017, decretada pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, estabelece as normas, critérios, padrões e medidas de ordenamento pesqueiro em águas continentais na região hidrográfica do Atlântico Nordeste Oriental.

Os pescadores do Ceará discordam da portaria porque acreditam que o decreto tem a finalidade de acabar com o seu principal benefício, o seguro defeso. Com isso, os pescadores do Ceará estiveram reunidos nesta quinta-feira (11), às 8h, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em assembleia para debater e discutir com autoridades e pescadores a defesa e luta por seus direitos.

Com conteúdo burocrático, confuso e que distorce da realidade vivida pelos pescadores, a portaria visa também reduzir os gastos do governo e retirar os direitos dos trabalhadores.

O texto confunde e não esclarece a proibição ou liberação da pesca de algumas espécies. Com a portaria muitas espécies estão ameaçadas de extinção, entre elas o piau e curimatã, pescado da água doce. 

Os pescadores estão exigindo a imediata revisão do texto e revogação da portaria.

10:38 · 10.01.2018 / atualizado às 10:38 · 10.01.2018 por

 

A entrega das sementes do Programa Hora de Plantar para safra 2018 deverá começar na última semana deste mês e continuar no início de fevereiro, na região Centro-Sul do Ceará.

A informação é do gerente regional da Ematerce, em Iguatu, Joaquim Virgulino Neto. Ele afirmou que a semente já está no armazém regional. O polo de Iguatu atende a Acopiara, Baixio, Cariús, Catarina, Cedro, Icó, Ipaumirim, Jucás, Lavras da Mangabeira, Orós, Quixelô, Saboeiro, Umari. 

Quantitativo

Neste ano, para a região, serão distribuídas 29.950 quilos de feijão caupi, 345.720 quilos de milho híbrido, 15.300 kg de milho variedade, e 35.760 kg de sorgo forrageiro, totalizando 426 toneladas de sementes.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Iguatu, Evanilson Saraiva, defende a distribuição da semente o quanto antes. “O inverno pode ser tardio, mas a semente estando nas mãos dos agricultores, eles saberão o tempo certo de plantar”, argumentou.

11:00 · 30.11.2017 / atualizado às 11:00 · 30.11.2017 por

Com o objetivo de conhecer as tecnologias da produção de caprinos leiteiros no ambiente do campo experimental, produtores rurais de Cedro e de Lavras da Mangabeira visitaram a unidade da Embrapa em Sobral. O esforço é para capacitar os criadores, realizando a troca de experiências e a distribuição de conhecimento.

A Prefeitura de Cedro apoiou a iniciativa, realizada em parceria com o Sebrae e a Embrapa. A visita de 25 produtores rurais de Cedro ao setor leiteiro do Centro Nacional de Pesquisa em Caprinos e Ovinos da Embrapa, localizado no município de Sobral foi considerada muito proveitosa.

A comitiva foi acompanhada por técnicos do Programa Sertão Empreendedor no Ceará. O Objetivo do encontro foi apresentar as tecnologias da produção de caprinos leiteiros no ambiente do campo experimental da Embrapa.

Para o prefeito de Cedro, Dr. Nilson Diniz, a parceria com o Sebrae e a Embrapa dá suporte para que os produtores de Cedro possam conhecer novas tecnologias, fator importante para o desenvolvimento rural. “É um momento propicio para que os produtores possam conhecer as tecnologias e colocarem em prática nas suas comunidades”.

Os produtores rurais puderam conhecer o manejo geral de rebanho como ordenha, sanidade e reprodução, além de raças leiteiras e capragene. Na ocasião, também tiveram acesso a publicações da Embrapa sobre os mais variados temas.

Além da comitiva local, participaram da visita o analista técnico do Sebrae, Tales Teixeira e os facilitadores Alexandre Weick e Thiago Almeida. “É uma ação que demonstra a preocupação do gestor municipal em garantir o desenvolvimento do município através de parcerias e com foco no homem do campo”, ressalta Tales Teixeira.

10:50 · 30.11.2017 / atualizado às 10:50 · 30.11.2017 por

 

Experiências incentivam produtores a voltar a plantar algodão. Foto de Júlio César

A secretaria de Desenvolvimento Agrário do município de Várzea Alegre desenvolve um programa de incentivo ao plantio de algodão. Nesta semana foi realizado no auditório do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Várzea Alegre, o I Seminário de Resgate do Plantio de Algodão, com a participação do curso de Agronomia da Universidade Federal do Cariri (UFCA) por meio do projeto Ouro Branco.

O projeto Ouro Branco é uma iniciativa do professor Sebastião Cavalcante de Sousa e faz parte do Programa de Desenvolvimento Rural Sustentável do Cariri.

Segundo o professor, a ideia do projeto, surgiu a partir da iniciativa da Embrapa Algodão, que já atua na revitalização da cotonicultura entre os agricultores. Representou a Embrapa o técnico Gildo Araújo.

O secretário Desenvolvimento Agrário de Várzea Alegre, Cícero Izidório, o município faz experiência com o plantio de algodão herbáceo com dois campos na comunidade de Canindezinho, nas propriedades dos agricultores familiares Arimatéia de Oliveira e Fernando Gil, que estiveram no evento.

O prefeito Zé Helder participou do seminário ao lado dos secretários Cícero Izidório (Agricultura), e J. Marcílio (Meio Ambiente), do chefe de Gabinete, Batista Jr, e dos técnicos agrícolas Estêvão Silva e João Alves, do gerente da Ematerce Evilásio José, do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Lausaro Bezerra e do presidente do Sindicato da Agricultura Familiar – SINTRAF, Luiz do Conselho.

Zé Helder incentivou os agricultores a investir na plantação de algodão. “Nesse seminário, nós estamos capacitando nossos agricultores e secretários de Várzea Alegre e da região para entenderem a melhor forma de manejo para a implantação do plantio de algodão nos municípios da região”, disse.

O prefeito disse que com os campos experimentais de Várzea Alegre haverá o fornecimento de sementes de algodão para os agricultores do município e de municípios da região.

Para o prefeito, essa nova alternativa de cultivo do algodão, fortalecerá a agricultura familiar local e regional.

Por ocasião do evento, o prefeito anunciou com o secretário Cícero Izidório o cadastro dos agricultores interessados em cultivar algodão e que o município fará aquisição das sementes e doação aos produtores. “O objetivo maior é fortalecer a agricultura e a economia para dar condição e qualidade de vida mais digna ao nosso povo, principalmente, o povo do campo”, disse.

10:39 · 28.11.2017 / atualizado às 10:39 · 28.11.2017 por

Nesta terça-feira, 28, pela manhã, acontece no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) em Fortaleza, a reunião quinzenal do Pacto de Cooperação da Agropecuária Cearense – AGROPACTO, promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceara (Faec) com o apoio da FIEC que mobilizou os representantes da indústria para o evento.

Serão discutidos dois temas. O primeiro sobre a “Evolução da cadeia do algodão no Brasil e perspectivas para o semiárido”, ministrado pelo presidente da Associação Brasileira de Produtores de Algodão, Arlindo de Azevedo Moura. Já o segundo tema destaca o “Programa de modernização da cultura do algodão no Ceará” que terá como palestrante o gestor da ATeG, Assistência Técnica e Gerencial no Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Eduardo Queiroz de Miranda.

19:29 · 13.11.2017 / atualizado às 19:29 · 13.11.2017 por
Barramento no riacho do Macho foram destruídos para escoamento da água. Foto de Fábio Oliveira

Neste domingo, 12, a secretaria de Infraestrutura, do Governo de Várzea Alegre, atendendo reivindicação de moradores do bairro Grossos, desmanchou pontos de barramentos do Riacho do Machado, que afetavam aquela área da cidade.

Os barramentos, segundo os moradores, represavam as águas que correm no riacho, inclusive das lagoas de estabilização do sistema de saneamento básico.

O impedimento de escoamento da água facilitava a proliferação de insetos e também espalhava mau cheiro na região do bairro, segundo os moradores. Não foram identificados os responsáveis pelos barramentos. O secretário de Infraestrutura, Elonmarcos Correia, informou que esse tipo de barragem nos riachos só pode ser feito com autorização da SEMACE.

17:20 · 09.11.2017 / atualizado às 17:27 · 09.11.2017 por

 

Seminário discutiu uso de novas tecnologias para o aumento da produção de mel de abelha. Foto: divulgação Sebrae

Mais de 100 apicultores da região Centro-Sul do Ceará participaram na cidade de Iguatu, nesta quinta-feira, 9, do 3º Seminário de Apicultura promovido pelo escritório regional do Sebrae. O evento faz parte do projeto Apicultores dos Sertões de Crateús e do Centro-Sul.

“O nosso foco é para a gestão dos negócios para que os apicultores produzam melhor, com menor custo e tenham mais resultados”, frisou a coordenadora de Apicultura do Sebrae, na região Centro-Sul, Tuany Holanda. “O evento foi bem participativo e trouxe muitas informações importantes para os apicultores”.

Apesar das dificuldades com seis anos seguidos de chuva abaixo da média, o setor conseguiu produzir mais neste ano em relação ao período anterior. Na região Centro-Sul, a produção estimada em 2016 foi de 250 toneladas de mel de abelha. Neste ano, foi de 350 toneladas.

A comercialização do quilo do mel neste ano no período de aquisição para exportação chegou a R$ 12,20 e agora está em torno de R$ 9,50. É um valor considerado satisfatório. “O preço esteve muito bom e o mercado é promissor”, observou o agrônomo e empresário do setor, Odério Lima, um dos palestrantes do evento. 

Odério Lima mostrou novas tecnologias e a possibilidade de irrigação de pés da jurema preta para assegurar ampla produção de mel. “Bastam apenas 750 litros de água em cada pé, considerando duas plantas por apiário”, demonstrou. “A Caatinga precisa ser preservada”.

O presidente da Confederação Brasileira de Apicultores, José Soares de Aragão Brito, demonstrou as vantagens da atividade que dá renda complementar em um primeiro momento e posteriormente poderá ser a principal receita do agricultor familiar. “Temos uma elevada demanda mundial por mel de abelha, o preço é muito bom, e se houver investimento na qualidade há grandes possibilidades de aumento da receita com a atividade”.

Aragão defendeu o uso de tecnologias e disse que é possível dobrar a produção sem aumentar uma colmeia.

O Brasil produz 46 mil toneladas de mel de abelha por ano e a produção tem sido crescente nos últimos anos. Desse total, 52% estão voltados para a exportação.  

Presidente da Confederação Brasileira de Apicultores, José Soares Aragão; coordenadora do evento, Tuany Holanda, e professor Odério Lima. Foto de Honório Barbosa
10:52 · 09.11.2017 / atualizado às 10:52 · 09.11.2017 por
Unidade de produção serve de modelo para outros agricultores familiares

No sítio Bom Jesus, distrito de Canindezinho, zona rural de Várzea Alegre, o agricultor José Alves, mais conhecido por Zé Bibil, consegue produzir, em plena seca, milho, feijão, tomate e jerimum. O segredo é simples: uso de tecnologia de irrigação localizada, apoio técnico e vontade de trabalhar.

A área passou a servir de modelo para outros produtores rurais. O secretário de Desenvolvimento Agrário de Várzea Alegre, Cícero Izidório, os técnicos agrícolas, João Alves e Marcondes Saldanha, visitaram nesta terça-feira, 8, o plantio dos grãos, hortaliças e legumes.

“A vontade de produzir é um contraste à seca que ataca a região há seis anos. O verde, a fartura e qualidade da produção mostram um sertão de possibilidades. As plantações de Ze Bibil são exemplos”, destacou o secretário Cícero Izidório. “Aqui há claramente o contraste do cinza da vegetação seca, da Caatinga, com o verde irrigado e produtivo”.

A área de cultivo é de um pouco mais de um hectare. O produtor investiu numa tecnologia simples, barata, acessível que é a irrigação localizada por gotejamento.

A máxima que afirma que quem planta colhe se confirma com o agricultor Zé Bibil, que espera uma colheita de quatro mil quilos de jerimum, cerca de dez sacas de 60 quilos de feijão por tarefa e ainda muito milho e tomate.

Além da dificuldade da água, o produtor enfrentava problemas com pragas e manejo, mas com o acompanhamento dos técnicos da secretaria de Desenvolvimento Agrário, a produção será maior do que o esperado inicialmente. Segundo Cícero Izidório, o que se vê na propriedade é um típico modelo de agricultura familiar do sertão cearense.

O prefeito de Várzea Alegre, Zé Helder, tem se preocupado, mesmo em meio à crise, em incentivar e fortalecer a agricultura familiar no município. “O trabalho do homem do campo é fantástico. Mesmo diante de pouca terra, pouca água, porém, muita coragem de trabalhar e aberto a receber orientações técnicas, consegue ser exemplo e produzir em pleno sertão. Essas experiências de sucesso serão levadas para outros agricultores”, destaca.