Categoria: agricultura


12:41 · 21.01.2019 / atualizado às 12:41 · 21.01.2019 por
Grupo participante do evento em Pernambuco

O secretário de Meio Ambiente de Várzea Alegre, J. Marcílio, o gerente da Ematerce, Evilásio José, e os produtores rurais, Francisco Danísio e sua esposa, Valquíria Fenelon – doutora em Ciências na área de Engenharia de Automação e Controle Mecânico, e José Ivo de Sousa – da cidade Lavras da Mangabeira, participaram do XVIII Encontro de Produtores Orgânicos do Nordeste, na cidade de Lagoa de Itaenga, em Pernambuco. O evento teve como tema central ‘Agroecologia como Inclusão Social na Produção e Comercialização’.
Segundo J. Marcílio, o encontro proporcionou momento de capacitação, observação de experiências exitosas de desenvolvimento sustentável. O objetivo é buscar benefícios para a cidade e para o campo, fortalecimento e engrandecimento da produção e comercialização dos produtos agroecológicos e agroflorestais. “O evento vem fortalecer o município de Várzea Alegre, na questão de conhecimento no âmbito da tecnologia inovadora, como também no plantio agroecológico para serem capacitados os agricultores orgânicos locais”, disse Marcílio.
Para o prefeito de Várzea Alegre, Zé Helder, o encontro foi uma oportunidade para os agricultores buscarem conhecimentos e experiências agroecológicas. “Apoiamos a secretaria de Agricultura e a produção de base familiar e agroecológica”, pontuou o gestor.

11:22 · 18.01.2019 / atualizado às 11:22 · 18.01.2019 por

 

Agricultor recebe semente do programa Hora de Plantar

O escritório da Ematerce em Iguatu começou a distribuir sementes selecionadas do programa Hora de Plantar. Serão cinco dias de entrega para cerca de 1600 agricultores de base familiar, cadastrados no programa.

Os produtores rurais reclamam da falta de sementes de feijão. “O feijão já acabou e só vou levar milho”, disse o agricultor, Luís Moreira, da localidade de Santa Rosa, zona rural de Iguatu.

A agricultora, Maria Neide Amorim, também, moradora da localidade de Santa Rosa, está esperançosa de que teremos boas chuvas neste ano. “Estou confiante, e se Deus quiser teremos boas chuvas e fartura no campo”.

Em relação ao ano passado, as sementes de feijão vieram em menor quantidade. Em 2018 foram entregues 4 mil quilos, mas neste ano serão apenas 1400 quilos. Já o milho e sorgo registraram aumento. Serão entregues 48 mil quilos de sementes de milho (13% acima do que foi entregue no ano passado) e sorgo, 8900 quilos (71% acima da cota de 2018).

O chefe do escritório local da Ematerce, Erivaldo Barbosa, explicou que houve dificuldades do governo em encontrar fornecedores para a compra de sementes selecionadas de feijão. “Tivemos que dividir os 1400 quilos de semente de feijão pelos cinco dias de entrega e para cada dia ficou uma cota de 56 sacas”, esclareceu. “Infelizmente não vai dar para atender a todos”.

 

 

 

 

09:43 · 12.01.2019 / atualizado às 09:46 · 12.01.2019 por
Moradores receberam mudas para plantio em quintais

 

Secretaria de Agricultura na base Bugi fez entrega de mudas de plantas nativas da Caatinga aos moradores de Iguatu.

A secretaria de Agricultura de Iguatu promoveu a distribuição de quatro mil mudas nativas – frutíferas e de outras espécies – para moradores da cidade. Em poucas horas, acabou o estoque que foi cultivado e selecionado no horto da pasta, no bairro Bugi, às margens do Rio Jaguaribe.

Houve também a entrega de 100 mil raquetes de palma forrageira para produtores rurais do município, cadastrados. A palma forrageira pode substituir outras culturas como milho, na alimentação do rebanho, exige menor quantidade de água e promove redução de custo nas unidade agropecuárias.

O secretário de Agricultura do município, Hildernando Barreto, mostrou-se satisfeito com a procura pelas mudas nativas por parte dos moradores. “Essa é a segunda vez que fazemos a distribuição e rapidinho acabou, as pessoas vieram de uma vez”, comemorou. “O nosso objetivo é deixar a nossa cidade mais arborizada, contribuindo para a redução da temperatura”.

Hildernando Barreto também frisou o esforço da pasta na substituição do Nim, que está presente em todas as ruas. “Nas vias públicas, praças e avenidas já substituímos o Nim por plantas nativas”, pontuou.

O secretario de Agricultura de Iguatu observou que em 2017 foram distribuídas 30 mil raquetes de palma forrageira, já em 2018 foram 50 mil e agora dobrou para 100 mil.

Distribuição de palma forrageira

11:49 · 11.01.2019 / atualizado às 12:55 · 11.01.2019 por
Palma forrageira é distribuída entre agricultores para segurança alimentar dos animais. Foto de HB

A Secretaria de Agricultura de Cedro, em parceria com a Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Ceará (SDA) e Ematerce, realizou a entrega de palma forrageira a 30 produtores rurais do município.

A palma é uma cactácea forrageira altamente adaptada ao Semiárido, capaz de resistir a estiagem e apresenta custo reduzido de produção e valor energético para alimentar o animal em melhor condição do que o milho. Um hectare de palma alimenta 20 cabeças de bovinos e cerca de 200 cabeças de ovinos e caprinos durante um ano.

O governo do Estado e as secretarias municipais de Agricultura incentivam nos últimos anos os criadores a plantarem palma forrageira, que exige menor quantidade de água em comparação com outras culturas como o milho e sorgo forrageiro.

12:09 · 19.12.2018 / atualizado às 12:09 · 19.12.2018 por

A cidade de Granjeiro já prepara os agricultores para o plantio de grãos na modalidade de sequeiro (lavoura que depende exclusivamente de água das chuvas). A Prefeitura informou que foram entregues 4.500 quilos de sementes do Programa Hora de Plantar, do governo do Estado, beneficiando 574 agricultores.

O prefeito João do Povo acompanhou a entrega das sementes juntamente com o secretário de Agricultura, Damião Marques, na sede da Secretaria de Agricultura do município.

Para João do Povo, a agricultura é uma das prioridades administrativas e que busca projetos no governo do Estado voltados para melhoria da vida do homem do campo e dos agricultores de base familiar.

12:18 · 08.12.2018 / atualizado às 12:19 · 08.12.2018 por
Contratos foram assinados para execução do Programa Terra Trabalhada

O secretário de Desenvolvimento Agrário e Econômico de Várzea Alegre, Cícero Izidório, e o presidente da Federação das Associações Comunitárias e de Moradores (Famuva), João Alves, realizaram reunião nesse dia 7 de dezembro, no auditório do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Várzea Alegre, com os presidentes de associações comunitárias, com os tratoristas dessas associações e com proprietários de tratores particulares.

O objetivo da reunião foi socializar as instruções para execução do programa municipal Terra Trabalhada, que beneficiará os agricultores de Várzea Alegre com 700 horas de preparo de solo para o plantio de suas lavouras.

 João Alves salientou a importância deles para a execução do programa e pediu compromisso no respeito às exigências do Terra Trabalhada para que ocorra com máxima transparência.

Cícero Izidório ressaltou o protagonismo dos tratoristas e dos presidentes de associações na execução do programa. Também cobrou compromisso de todos e reafirmou a importância do programa para os agricultores e associações, inclusive, no fortalecimento econômico das associações e comunidades.

Ele explicou que os recursos financeiros são exclusivos do governo municipal.

Cícero também destacou que, mesmo diante da crise financeira, o Governo Municipal vem economizando para cumprir com este compromisso que o prefeito Zé Helder tem com os agricultores.

Preparo de terra para plantio com uso de trator. Programa vai beneficiar agricultores em Várzea Alegre. Foto: HB

 

16:14 · 07.12.2018 / atualizado às 16:14 · 07.12.2018 por

 

Apicultores foram capacitados em Acopiara

Apicultores das comunidades de São Paulinho, Cachoeira dos Alexandres, Lagoa do Cravo, Cajazeiras dos Pedros, Maior, Boqueirão, Sítio Novo e Currais participaram da ação, que teve como objetivo o aperfeiçoamento de novas técnicas de manejo dos enxames, garantindo uma melhor produção de mel para o ano de 2019.

Conforme Francisco Dondi, engenheiro agrônomo e facilitador do dia de campo, a região de Acopiara é bastante favorável para a produção de mel, por conta da extensão do município e da oferta de floradas. “Os apicultores são agraciados pela região com boas floradas. São apicultores capacitados para ter uma boa safra de mel no ano de 2019”, frisou Dondi.

Um dos apicultores é o José Antônio Oliveira, morador da comunidade de Cajazeiras dos Pedros. Ele relata que 60% de sua renda é proveniente da apicultura. “Eu participei do curso e das capacitações que aconteceram aqui em Acopiara e acabei descobrindo que a abelha é mais uma fonte de renda. Hoje, a venda do mel, me ajuda bastante na renda lá de casa”, lembra José.

João Ricardo, técnico agrícola do Instituto Elo Amigo e responsável pelo acompanhamento técnico dos apicultores, explicou que Acopiara é um dos municípios onde mais se produz mel de abelha na região Centro-Sul cearense. Tudo isso, fruto de uma boa assessoria técnica. “Neste ano de 2018, o município produziu cerca de 40 toneladas de mel e isso foi possível em virtude do potencial apícola local e do acompanhamento técnico prestado aos apicultores”, explica João.

Inovador

O articulador institucional do Elo Amigo, Christian Arruda, explica que o AGROAPI é um projeto inovador, pois visa contribuir com o desenvolvimento produtivo rural de Acopiara, por meio de ações integradas de capacitação, assessoria técnica e a inserção mercadológica, tendo por base a agroecologia familiar, fortalecendo os elos da teia produtiva da apicultura. “Trabalhamos não somente a produção e mercado, mas também a agregação de valor, pois colocará em Acopiara, a disposição dos 100 apicultores beneficiários, uma máquina de sachet e seis kits de extração de mel”, finalizou Arruda.

AGROAPI

O projeto é financiado pela Fundação Banco do Brasil na modalidade PIS – Projetos de Inclusão Social e busca garantir a melhoria organizacional e técnica das famílias beneficiárias, possibilitando que as unidades produtivas se tornem cada vez mais sustentáveis, além do incremento da renda junto às famílias e às comunidades. Ao todo, 100 apicultores são assessorados tecnicamente no projeto.

21:50 · 26.11.2018 / atualizado às 21:51 · 26.11.2018 por
Apicultores recebem treinamento para melhoria da produção e qualidade do mel

O dia de campo foi realizado através do Instituto Elo Amigo, no sítio Aroeira, zona rural de Icó, e tem como objetivo disponibilizar conhecimentos, técnicas e manejo de abelhas (ápice) para produção de mel. Um grupo de 18 apicultores das comunidades de Aroeira, Coelho dos Bicas, Baixio da Roncadeira, Jenipapeiro, Sítio Exu e Tatajuba, participou do treinamento.

O agrônomo e especialista em apicultura, Francisco Dondi, conduziu e repassou dicas para os apicultores da região. “Primeiramente as abelhas precisam de conforto, alimentação, além de equilíbrio de enxames, do combate às pragas e da necessidade ficar alerta quanto a questão de doenças”, lembrou Dondi. “O conjunto de ações faz com que a produção possa melhorar”.

Um dos apicultores é o Joaquim Pereira, da comunidade Coelho dos Bicas, e relata que o Projeto São José III incentiva e ajuda a construir uma nova história. “Quem diria que em meio a tanto mato seco, poderíamos tirar o nosso sustento através de apiários, e muitos agricultores não sabiam das técnicas e manejos corretos, e hoje se tornaram apicultores. Isso é um grande salto”, relatou.

Daniel Mota é apicultor do Sítio Aroeira e explica que as dicas de um especialista são essenciais para uma boa produção de mel. “Os enxames estão bons, mas preciso fazer uma sombra no meu apiário e me atentar sobre a alimentação das abelhas, pra quando chegar janeiro, a produção melhorar”, explica Daniel.

Para o coordenador adjunto de Projetos do Instituto Elo Amigo, Carlos Braz, o melhoramento e o fortalecimento de conhecimentos para produção de mel, ajuda a comunidade a seguir e ter sua própria independência. “Hoje eles conseguem manter os enxames dentro das colmeias e se Deus quiser próximo ano será de muita produção”, finaliza Braz.

Além da assessoria técnica realizada pelo Instituto Elo Amigo, foi construído, através do Projeto São José III, a Casa de Mel, equipada com centrífuga, mesas, decantadores, indumentárias, equipamentos de análise de mel, entre outros, na comunidade de Coelho dos Bicos, para que os apicultores possam extrair o mel de uma maneira higiênica e sem percas.

O Projeto São José III é uma parceria do Governo do Estado com o Banco Mundial, que objetiva fortalecer processos de desenvolvimento produtivo rural e de beneficiamento, com associações no meio rural cearense. O Elo Amigo ganhou processos licitatórios de ATER – Assessoria Técnica e Extensão Rural, em 16 associações que fazem parte dos municípios do Centro-Sul, Cariri e Sertão Central, que são: Mombaça, Cariús, Icó, Mauriti, Missão Velha, Crato, Altaneira, Várzea Alegre e Barro. As associações são responsáveis por todo o processo de licitação, elaboração de contratos e pagamentos, de obras, veículos e equipamentos.

15:25 · 07.11.2018 / atualizado às 15:26 · 07.11.2018 por

 

Programa do BNb tem por objetivo incentivar a cadeia do mel de abelha na região Centro-Sul. Fotos de Honório Barbosa

Foi lançado na manhã desta quarta-feira, 7, no auditório do Instituto Federal de Educação do Ceará (IFCE), no bairro Cajazeiras, em Iguatu, o Plano de Ação Territorial da Apicultura do Território Centro-Sul Cearense, que faz parte do Programa de Desenvolvimento Territorial (Prodeter), do Banco do Nordeste.

O projeto inicialmente vai atender 185 apicultores em seis municípios da região: Iguatu, Quixelô, Cedro, Jucás, Cariús e Orós. Durante o evento houve a assinatura de financiamento para construção de seis casas comunitárias de mel. No total serão liberados R$ 550 mil.

“Temos linhas de financiamento por meio do FNE Rural, Pronaf e Agroamigo”, explicou a gerente executiva de Desenvolvimento Rural do BNB, Jeânia Rogério Gomes. “Os juros são favoráveis de meio por cento a cinco por cento ao ano e de até vinte mil reais, sem aval”.

Jeânia Gomes ressaltou que o programa tem financiamento integrado. “Assistência técnica para o produtor rural, capacitação, organização do negócio, possibilitando lucro, crescimento, geração de emprego para que possa fazer novo empréstimo e expandir a atividade”, pontuou. “Temos um total de 106 ações e queremos a produção com qualidade e uma atividade sustentável”.

O BNB já trabalha há pelo menos três anos com planos de ação por meio do Prodeter em outras regiões do Ceará: Sobral, Vale do Jaguaribe, Sertão Central com bovinocultura de leite; Litoral Leste (cajucultura), Serra da Ibiapaba (Flores). “É um programa que vem dando certo e tem uma avaliação positiva e que tende a se expandir”, observou Jeânia Gomes.

Sebrae 

A analista técnica do escritório regional do Sebrae em Iguatu, Tuany Holanda, disse que a instituição tem um programa de apoio e acompanhamento da apicultura na região, envolvendo 14 municípios. “É uma atividade que dá lucro e proporciona a defesa do meio ambiente, a manutenção da mata nativa”, disse. “Quem aplica as técnicas corretas tem bom resultado”.

Neste ano, a produção estimada de mel na região foi de cerca de 300 toneladas, quantidade semelhante a 2017. Houve, porém, queda no preço do produto, cujo quilo caiu de R$ 12,00 para R$ 6,80 na época de comercialização. O Sebrae promove rodadas de negócios e articula a comercialização em conjunto entre empresas exportadoras e produtores, eliminando o atravessador.

Participantes

Além de apicultores, secretários de Agricultura de municípios da região, representantes do Sebrae, da Ematerce, do Senar, Federação Estadual da Apicultura e de outras instituições participaram do evento.

Lançamento do Plano de ação Territorial da Apicultura

 

 

 

 

14:46 · 31.10.2018 / atualizado às 14:46 · 31.10.2018 por

 

Agricultores recebem sementes no escritório da Ematerce. Foto de arquivo: Honório Barbosa

Os agricultores que receberam as sementes  no início deste ano do programa Hora de Plantar estão isentos do pagamento ao governo do Estado.

Na região Centro-Sul do Ceará o benefício será para os municípios de Iguatu, Quixelô, Acopiara e Catarina, porque tiveram perdas na safra superiores a 50 por cento.

O secretário de Agricultura de Iguatu, Hildernando Barreto, disse que a medida era necessária, pois a maioria dos produtores rurais plantou e não colheu por causa da irregularidade das chuvas. “Tivemos um inverno atrapalhado, a maioria dos que agricultores perderam a safra”, pontuou.

Em anos anteriores, devido às chuvas abaixo da média, houve também dispensa de pagamento das sementes. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Iguatu, Evanilson Saraiva, também avaliou de forma positiva a dispensa de pagamento por parte dos agricultores. “Praticamente não tivemos safra, o milho e o feijão se perderam na roça”, disse.

Espiga de milho não se desenvolveu por falta de chuva: Foto de Honório Barbosa

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