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Categoria: agricultura


11:13 · 19.07.2017 / atualizado às 11:14 · 19.07.2017 por

 

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Algodão em parceria com a Ematerce promoveu um dia de campo para demonstrar aos produtores rurais a viabilidade de cultivo de algodão convencional, variedade BRS Aroeira, e transgênico, na localidade de Gameleira, zona rural de Iguatu.

A área de demonstração atraiu vários produtores rurais. Os técnicos informaram que o uso de tecnologia (semente selecionada, aplicação correta de herbicidas, destruição e queima dos restos culturais, adequado preparo de solo) viabiliza o cultivo da cultura. Os dados demonstraram que a área de cultivo convencional permitiu uma renda de R$ 800,00 e a área de transgênico de R$ 1.000,00.

Um dos entraves é a falta de semente no mercado. O combate ao bicudo e o preço do produto são outros desafios a serem vencidos. O quilo do algodão está sendo vendido por R$ 2,00.

O município de Iguatu já foi um dos maiores produtores de algodão do Ceará, chegando a ter uma área de 20 mil hectares cultivados em meados da década de 1980. Hoje, praticamente, a cultura desapareceu.

17:02 · 07.07.2017 / atualizado às 17:02 · 07.07.2017 por

Uma caravana de produtores rurais do município de Cedro participa do XXI Seminário Nordestino de Pecuária (PEC Nordeste), realizado entre os dias 06 e 08 de julho, no Centro de Eventos em Fortaleza.

A comitiva contará com mais de 40 produtores locais, além do secretário de Agricultura, Manoel Bezerra e do representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). “Este é o momento de acompanharmos os nossos produtores auxiliando na capacitação e conhecimento de novas tecnologias, compromisso que assumimos desde 2013”, afirmou o prefeito Dr. Nilson Diniz.

O secretário Municipal de Agricultura, Manoel Bezerra, explica que a comitiva deste ano conhecerá novas tecnologias que poderão auxiliar em ações nos diversos distritos do município. “O evento cria novas oportunidades para que nossos produtores possam se qualificar e colocar em prática o aprendizado recebido durante a PEC Nordeste”.

 PECNORDESTE 
O Seminário Nordestino de Pecuária – Pecnordeste é um importante evento do agronegócio promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará – FAEC; Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Ceará – SENAR/CE; Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA; Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Ceará – SEBRAE e pelos Sindicatos dos Produtores Rurais.
O evento apresenta alternativas de produção, debate sobre temas relevantes para o agronegócio nordestino, buscando, sempre, a melhoria das condições de trabalho e o acesso ao conhecimento pelos produtores rurais e micro e pequenos empresários do meio rural.

11:06 · 04.07.2017 / atualizado às 11:06 · 04.07.2017 por


As secretarias de Desenvolvimento Agrário e Econômico e de Meio Ambiente do município de Várzea Alegre estão articulando a realização de um seminário sobre a viabilidade da cultura do algodão, com a participação de técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Algodão e da Universidade Federal do Cariri (UFCA).

A ideia de realização do seminário surgiu após técnicos das duas secretarias municipais participarem de visitas em área de plantio experimental nos municípios de Iguatu e de Acopiara, na região Centro-Sul do Ceará.

O coordenador da Unidade de Pecuária de Várzea Alegre, José Marcondes Saldanha, e o secretário J. Marcílio acompanharam programação técnica ‘Dia de campo’ realizada nas cidades de Iguatu e Acopiara, com o objetivo de revitalizar a cultura do algodão na região Centro-Sul.

A iniciativa faz parte do Projeto Ouro Branco, coordenado Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Algodão e a Universidade Federal do Cariri (UFCA).

Foi observado que com manejo correto, a praga do bicudo, que dizimou a cultura do algodão do Ceará na década de 1980, não atacou as plantações.

Com o sucesso dos projetos, a Embrapa e a UFCA buscam parcerias junto às prefeituras, para tentar revitalizar a cotonicultura e criar oportunidade de geração de renda para o agricultor cearense.

Há, no município de Acopiara, uma usina beneficiadora de algodão que opera com 5% de sua capacidade, e que se propõe a comprar toda a produção da região. Atualmente, uma arroba de algodão, que pesa 15kg, é negociada na usina ao preço de R$ 28,00.

15:58 · 10.06.2017 / atualizado às 15:58 · 10.06.2017 por
Agricultores são chamados a negociar dívida de crédito rural. Foto de Honório Barbosa

As condições criadas pela Lei 13.340, regulamentada pelo Governo Federal no final do ano passado, permitiram que mais de 8,2 mil agricultores do Ceará recuperassem o crédito para melhorar sua condição financeira.

A medida possibilita a liquidação ou renegociação de dívidas de financiamento com recursos dos fundos constitucionais do Norte e do Nordeste (FNO e FNE). É válida para operações contratadas até dezembro de 2011 e concede descontos que podem chegar a até 95% sobre o saldo devedor. Mais de 46 mil agricultores já regularizaram sua situação, sendo 42,5 mil do Nordeste.

O Ceará apresenta o segundo maior volume de operações, ficando atrás apenas da Bahia, que já alcança 9,05 mil acordos. Os valores totais quitados e refinanciados até o momento somam mais de R$ 2 bilhões.

O benefício está assegurado a produtores rurais das regiões Norte e Nordeste do país, norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Mais de um milhão de operações de crédito podem ser repactuadas – são 860 mil no Nordeste e 215 mil na região Norte.

Os interessados têm até 29 de dezembro deste ano para manifestar o interesse de quitar ou renegociar seus débitos. Para isso, devem procurar a agência bancária onde o empréstimo foi contratado.

No Nordeste, a opção por liquidar a dívida representa mais de 78% do total de operações até o momento. Foram 31.078 quitadas e 8.458 renegociadas. Isso porque a lei aumentou de 85% para 95% o percentual de desconto máximo para produtores que desejam pagar de uma só vez todo o débito, justamente para os financiamentos de menor valor. O montante liquidado já garantiu a recuperação de R$ 738 milhões para novos investimentos na região.

Novo esforço 

Os produtores rurais com apoio de deputados federais ligados ao setor estão mobilizados para obter renegociação de dívidas rurais contraídas a partir de 2012, quando começa o atual ciclo de seca, que afeta a região. Houve frustração de safra e dificuldades durante o período. Há também um esforço para incluir a atividade das pequenas agroindústrias nos benefícios da renegociação.

10:49 · 09.06.2017 / atualizado às 10:49 · 09.06.2017 por

O desembargador federal Élio Siqueira Filho, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, deferiu, em caráter liminar, o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para suspender o mandado de reintegração de posse, expedido pelo Juízo da 15ª Vara Federal do Ceará, no perímetro irrigado Jaguaribe-Apodi, em Limoeiro do Norte (CE). O mandado estava agendado para esta quinta-feira, 8.

 Cerca de 100 famílias de agricultores ocupam o local, pertencente ao Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), desde 2014.

De acordo com a DPU, o Dnocs apresenta “conduta contraditória”, uma vez que, mesmo após a sentença da primeira instância, tentou viabilizar uma composição entre as partes. “O próprio DNOCS, – após a prolação de sentença de procedência do pedido de reintegração em primeiro grau – criou, por meio da Portaria Interministerial nº 01 do Ministério da Integração Nacional e Ministério do Desenvolvimento Agrário, de 24 de março de 2015, um Grupo de Trabalho Interministerial para viabilizar um projeto de assentamento dessas famílias em agricultura familiar na área, sendo um canal de diálogo com as famílias ocupantes para auferir possibilidade de destinação de terras da área”.

A DPU assegura nos autos que, em reunião uma ocorrida entre a Defensoria e o DNOCS, no dia 5 de maio passado, já teria havido o cadastramento das famílias acampadas no perímetro, para fins de destinação dos lotes irrigados pelo Incra, consoante o art. 2º, do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com as famílias.

“A ambiguidade da posição do ente público se torna mais clara quando se constata que o mesmo Dnocs, que vem reiteradamente cobrando o despejo forçado nesta ação, peticionou, em processo judicial, a realização de uma audiência de conciliação em data próxima com a finalidade de dar cumprimento às obrigações tratadas no Termo em menção. O próprio Ministério Público Federal já se manifestou favorável à ocorrência desta audiência de conciliação”, disse Siqueira Filho.

Para Siqueira Filho, diante desse contexto, “a reintegração imediata da posse da área – ocupada por cerca de 100 famílias de agricultores – revela-se, por ora, temerária, uma vez que as negociações administrativas ocorreram após a sentença transitada em julgado”.

12:46 · 02.06.2017 / atualizado às 12:46 · 02.06.2017 por

O escritório regional da Ematerce, em Iguatu, organizou um Dia Especial de Campo da Cultura do Amendoim. O evento foi realizado na comunidade Gadelha, zona rural do município de Cariús, nesta semana.

Em uma área irrigada de 0,3 hectare, uma vez por semana, em 90 dias, produtor rural de base familiar, Abel Alves de Oliveira, obteve uma renda de R$ 3 mil e um custo de produção de apenas R$ 500,00. A oleaginosa é vendida na região, com facilidade. “A gente vende rapidinho, pois existe um mercado favorável e a produção é reduzida”, disse o agricultor. “No próximo ano, vou plantar novamente”.

Na fazenda do produtor Abel Oliveira o cultivo é de sequeiro, mas favorecido com irrigação complementar. “O recado que deixo é que outros agricultores podem plantar, que dá certo e tem um lucro favorável”, frisou.

O agrônomo da Ematerce, Erlan Weine, e o assessor estadual de culturas de oleaginosas, Valdir Silva, participaram do evento e destacaram a importância do amendoim para geram ocupação e renda em agricultura de base familiar.

De acordo com técnicos da Ematerce, a cultura do amendoim tem grande importância econômica, principalmente na indústria alimentar. Algumas variedades chegam a produzir até 50% de lipídios e são utilizadas na fabricação de óleo de cozinha. No Brasil, é muito apreciado na culinária e como aperitivo.

Os estudos mostram os benefícios para a saúde: fonte de energia, ajuda a perder peso, prevenção câncer de mama, melhora a memória, reduz risco de doenças cardiovasculares, rico em vitaminas e minerais e ajuda a diminuir o estresse.

Assessor estadual, Valdir Silva, e agricultor, Abel Oliveira
12:28 · 01.06.2017 / atualizado às 12:45 · 01.06.2017 por

 

Morte de tilápias em gaiolas traz prejuízo aos piscicultores. Foto: Honório Barbosa

Cerca de 90 mil tilápias criadas em gaiolas no Açude Rosário, zona rural de Lavras da Mangabeira, morreram em decorrência da falta de oxigenação na água do reservatório. A mortandade ocorreu na última terça-feira. O pescado morto já começou a ser retirado dos tanques-rede e enterrados próximo à margem do reservatório.

 De acordo com o gerente regional do escritório da Ematerce, em Lavras da Mangabeira, o prejuízo estimado é de 30 toneladas de pescado e cerca de R$ 200 mil. A mortandade atingiu 17 famílias de pisicultores, que formam uma associação comunitária. A mortandade atingiu 35 gaiolas em quatro lotes. 

“Só não morreram os alevinos de até 15 dias”, frisou Correia.

O clima na comunidade é de tristeza e preocupação entre os piscicultores mediante o prejuízo e a perda de receita mensal com a atividade. O açude acumulava 11%, mas obteve recarga e está com 40%.

“Pode ter ocorrido uma inversão térmica, que é comum nessa época do ano, associada à queda de oxigenação da água por causa do acúmulo de matérias orgânicas”, disse Correia.

Não desistir

O piscicultor Cícero José Machado disse que a associação comunitária foi criada em 2005, iniciando a atividade de piscicultura. “Essa foi a primeira vez que morreram peixe aqui no Rosário em grande quantidade”, contou. “Enterramos todo o pescado nesta quarta-feira e agora vamos atrás de unir forças, apoio do governo para recomeçar porque não podemos ficar parados”.

Machado disse que a água sem oxigenação que estava no fundo do açude subiu por causa da inversão térmica, provocando a morte do pescado e acredita que a recarga do açude que encobriu vegetação também contribuiu para o fenômeno. “Veio tudo de uma vez só”, disse.

Cada família de piscicultor tem uma renda mensal média de R$ 2 mil.  

Tecnologia 

Esse é mais um caso de mortandade que atinge criatórios de tilápia nos açudes do Ceará. Outros ocorreram no Orós, Castanhão e em outros reservatórios, mostrando que há necessidade de se implantar tecnologias de aeração das gaiolas, medição do nível de oxigenação da água.

Projeto São José 

A Associação dos Piscicultores do Rosário foi beneficiada com um projeto São José III que deve liberar cerca de R$ 800 mil para aquisição de kit tecnológico com medidor de temperatura e oxigenação da água e aquisição de aeradores e de novas gaiolas, maiores, para dar mais espaço para o pescado. As gaiolas atuais são pequenas 2 metros por dois metros, com 1,20 m de profundidade.

06:40 · 24.05.2017 / atualizado às 19:48 · 23.05.2017 por

A Secretaria de Desenvolvimento Agrário e Econômico de Várzea Alegre realizou em parceria com a Associação dos Produtores de Leite (Aprovale), curso de inseminação artificial para bovinos, no sítio Boa Vista.

Para Estevão Silva, técnico em agropecuária da Secretaria e um dos facilitadores do curso, esta ação teve como objetivo capacitar os criadores de gado para que possam realizar o procedimento de inseminação artificial de forma segura, melhorando a qualidade genética do rebanho.

Segundo José Marcondes Saldanha, técnico em agropecuária, durante os dois dias foram trabalhadas as seguintes técnicas: conceitos e vantagens da inseminação artificial; anatomia e fisiologia do aparelho genital da vaca; implantação da inseminação artificial; materiais necessários para a prática da inseminação; reconhecimento da vaca no cio; horário da inseminação; manejo do botijão e uso correto do sêmen; sequência da inseminação; e controle zootécnico e anotações das inseminações.

Para o secretário Cícero Izidório, a ação faz parte do plano de governo do prefeito Zé Helder (PMDB), para fortalecer as associações através de parceria, promovendo assistência técnica aos agricultores e criadores de Várzea Alegre.

O  curso foi realizado na comunidade do sítio Boa Vista e articulado pelo líder comunitário Antônio Gonçalves da Costa Neto.

19:39 · 23.05.2017 / atualizado às 19:39 · 23.05.2017 por

 

Criação de caprinos é fonte de renda no Vale do Jaguaribe. Fotos de Marcos Studart

 Assim como o sertão, Eliane Morais, de 24 anos, é persistência. Para a agricultora, que vive no assentamento Mundo Novo, no interior de Jaguaretama, a 246 km de Fortaleza, a pressa por uma vida debulhada em alegrias não tem um, mas cinco motivos: dois filhos pequenos, o marido, também agricultor, e dois bebês acolhidos numa barriga de sete meses. A extensão da família, entretanto, fez Eliane avistar uma nova oportunidade de renda para a casa: a caprinocultura. “A gente tira o leite das cabras, armazena e faz queijos e doces com o que sobra”, explica.

O litro do leite ordenhado é vendido a R$1,65 para o Programa de Aquisição de Alimentos – Leite (PAA – Leite), do Governo do Ceará. Segundo Eliane, “numa época boa”, chegam a ser apurados dez litros de leite caprino por dia. A venda do laticínio, junto à fabricação e distribuição dos derivados, como doce de leite e cocada, dão segurança financeira à mãe. “Dá pra tirar uns 50% a mais. E eu aplico (o dinheiro) na comida; priorizo a alimentação. Muita gente fala que, na gestação, a gente tem que parar. Mas, enquanto eu conseguir trabalhar pra sustentar a família…”, orgulha-se.

Além de Eliane, outras mulheres, de cerca de 30 famílias da comunidade, são amparadas pelo programa estadual. Por meio da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), o projeto conferiu dez matrizes leiteiras e um reprodutor caprino às famílias, para otimizar a produção de leite, além de tanques para conservação do alimento. Dilaney Neres, 41, e Jurineide Silva, 45, são algumas das beneficiadas. As mulheres fazem parte da Associação dos Caprinovicultores de Jaguaretama (Associação Capritama).

Mãe de três filhos, Dilaney desdobra-se em muitas. Professora da rede municipal de Jaguaretama pela manhã, à tarde ela dedica-se à ordenha e ao preparo, majoritariamente, de queijo coalho – produzido com o excedente do leite mungido. As vendas do produto somam cerca de R$600 na renda do fim do mês. “No interior, as coisas são mais difíceis, né? A gente tem que tentar suprir as necessidades, principalmente quando a gente tem criança. Num dá pra ver um filho da gente querer uma coisa, de alimentação mesmo, sabe? Aí, tem que correr atrás, batalhar, entrar na luta pra ter uma vida melhor”, emociona-se.

Já para Jurineide, também mãe de três filhos, o acréscimo à renda chega a ser de “100%”. “Meu marido criava cabra, mas a gente nunca tinha tirado o leite. Agora, com esse programa, com os cursos que recebemos, a gente tá tirando leite e fazendo outras coisas. É mais um dinheirinho que entra dentro de casa, né?”, sorriu.

Apesar dos anos consecutivos de seca no Ceará, Jurineide disse não ter desistido: da vida no sertão, dos bichos, dos recomeços, do negócio. “A gente economiza, né? Tem que ter água pra gente, mas para os bichos também. Sem água, sem leite”, ensina.

A receita para a resistência, Juraneide, Eliane e Dilaney não hesitam e são unânimes: a fé em Deus, no campo, a família e seus afetos. Já a fórmula para os queijos e doces, Juraneide, que já teve um queijo premiado como o melhor do Ceará, se apressa: “são feitos com muito amor”.

Saiba mais

As agricultoras familiares também são atendidas pelo Projeto de Fortalecimento da Caprinocultura Leiteira, um convênio entre a SDA e a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), além de parceria em assistência técnica do Instituto para o Desenvolvimento da Economia Familiar (Idef).

Além disso, por meio do programa estadual Hora de Plantar, o Governo do Ceará fornece raquetes de palma forrageira e sorgo, utilizados na alimentação dos caprinos.

As famílias recebem, ainda, tanques de resfriamento, kits de higienização de ordenha, acompanhamento técnico sobre reserva alimentar, manejo e qualidade do leite.

(Texto de Caio Faheina, repórter)

10:39 · 11.05.2017 / atualizado às 10:39 · 11.05.2017 por

Será realizado no próximo dia 31, na cidade de Cedro, o Encontro de Criadores de Caprinos e Ovinos da Região Centro Sul Cearense. O evento será no auditório do Centro de Educação Profissional Ivens Dias Branco (Senac). O objetivo é difundir tecnologias e conhecimentos produzidos nas áreas da caprinocultura e da ovinocultura.

O encontro é uma realização da Associação dos Criadores de Caprinos, Ovinos e Bovinos de Várzea da Conceição. O evento conta com o patrocínio do Banco do Nordeste e do governo Federal, com o apoio da prefeitura de Cedro, Secretaria de Agricultura do Estado, Sebrae, Embrapa e Senac.

Nos dias 29 e 30 de maio será realizado também Curso de Queijos Artesanais de Leite de Cabra; as vagas para esta atividade são limitadas. Consta ainda da programação uma exposição dos produtos derivados de leite caprino, fabricados durante o curso, e diversas palestras.

A PARCERIA SECDRO/SEBRAE

O representante do Sebrae, José Rutemberg, irá ministrar palestra sobre os resultados da parceria entre o município de Cedro e o Sebrae relativamente às atividades da caprinovinocultura em 2015 e 2016. “Cedro tem se tornado referência por meio desta parceria para contribuir com o desenvolvimento local e ampliação de renda dos produtores”.

Inscrições

Para participar do evento e conhecer a programação completa, com valores de inscrições e palestrantes, basta consultar o site www.doity.com.br/encapri.

As inscrições acontecem até o dia 29 de maio.