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Categoria: agricultura


19:29 · 13.11.2017 / atualizado às 19:29 · 13.11.2017 por
Barramento no riacho do Macho foram destruídos para escoamento da água. Foto de Fábio Oliveira

Neste domingo, 12, a secretaria de Infraestrutura, do Governo de Várzea Alegre, atendendo reivindicação de moradores do bairro Grossos, desmanchou pontos de barramentos do Riacho do Machado, que afetavam aquela área da cidade.

Os barramentos, segundo os moradores, represavam as águas que correm no riacho, inclusive das lagoas de estabilização do sistema de saneamento básico.

O impedimento de escoamento da água facilitava a proliferação de insetos e também espalhava mau cheiro na região do bairro, segundo os moradores. Não foram identificados os responsáveis pelos barramentos. O secretário de Infraestrutura, Elonmarcos Correia, informou que esse tipo de barragem nos riachos só pode ser feito com autorização da SEMACE.

17:20 · 09.11.2017 / atualizado às 17:27 · 09.11.2017 por

 

Seminário discutiu uso de novas tecnologias para o aumento da produção de mel de abelha. Foto: divulgação Sebrae

Mais de 100 apicultores da região Centro-Sul do Ceará participaram na cidade de Iguatu, nesta quinta-feira, 9, do 3º Seminário de Apicultura promovido pelo escritório regional do Sebrae. O evento faz parte do projeto Apicultores dos Sertões de Crateús e do Centro-Sul.

“O nosso foco é para a gestão dos negócios para que os apicultores produzam melhor, com menor custo e tenham mais resultados”, frisou a coordenadora de Apicultura do Sebrae, na região Centro-Sul, Tuany Holanda. “O evento foi bem participativo e trouxe muitas informações importantes para os apicultores”.

Apesar das dificuldades com seis anos seguidos de chuva abaixo da média, o setor conseguiu produzir mais neste ano em relação ao período anterior. Na região Centro-Sul, a produção estimada em 2016 foi de 250 toneladas de mel de abelha. Neste ano, foi de 350 toneladas.

A comercialização do quilo do mel neste ano no período de aquisição para exportação chegou a R$ 12,20 e agora está em torno de R$ 9,50. É um valor considerado satisfatório. “O preço esteve muito bom e o mercado é promissor”, observou o agrônomo e empresário do setor, Odério Lima, um dos palestrantes do evento. 

Odério Lima mostrou novas tecnologias e a possibilidade de irrigação de pés da jurema preta para assegurar ampla produção de mel. “Bastam apenas 750 litros de água em cada pé, considerando duas plantas por apiário”, demonstrou. “A Caatinga precisa ser preservada”.

O presidente da Confederação Brasileira de Apicultores, José Soares de Aragão Brito, demonstrou as vantagens da atividade que dá renda complementar em um primeiro momento e posteriormente poderá ser a principal receita do agricultor familiar. “Temos uma elevada demanda mundial por mel de abelha, o preço é muito bom, e se houver investimento na qualidade há grandes possibilidades de aumento da receita com a atividade”.

Aragão defendeu o uso de tecnologias e disse que é possível dobrar a produção sem aumentar uma colmeia.

O Brasil produz 46 mil toneladas de mel de abelha por ano e a produção tem sido crescente nos últimos anos. Desse total, 52% estão voltados para a exportação.  

Presidente da Confederação Brasileira de Apicultores, José Soares Aragão; coordenadora do evento, Tuany Holanda, e professor Odério Lima. Foto de Honório Barbosa
10:52 · 09.11.2017 / atualizado às 10:52 · 09.11.2017 por
Unidade de produção serve de modelo para outros agricultores familiares

No sítio Bom Jesus, distrito de Canindezinho, zona rural de Várzea Alegre, o agricultor José Alves, mais conhecido por Zé Bibil, consegue produzir, em plena seca, milho, feijão, tomate e jerimum. O segredo é simples: uso de tecnologia de irrigação localizada, apoio técnico e vontade de trabalhar.

A área passou a servir de modelo para outros produtores rurais. O secretário de Desenvolvimento Agrário de Várzea Alegre, Cícero Izidório, os técnicos agrícolas, João Alves e Marcondes Saldanha, visitaram nesta terça-feira, 8, o plantio dos grãos, hortaliças e legumes.

“A vontade de produzir é um contraste à seca que ataca a região há seis anos. O verde, a fartura e qualidade da produção mostram um sertão de possibilidades. As plantações de Ze Bibil são exemplos”, destacou o secretário Cícero Izidório. “Aqui há claramente o contraste do cinza da vegetação seca, da Caatinga, com o verde irrigado e produtivo”.

A área de cultivo é de um pouco mais de um hectare. O produtor investiu numa tecnologia simples, barata, acessível que é a irrigação localizada por gotejamento.

A máxima que afirma que quem planta colhe se confirma com o agricultor Zé Bibil, que espera uma colheita de quatro mil quilos de jerimum, cerca de dez sacas de 60 quilos de feijão por tarefa e ainda muito milho e tomate.

Além da dificuldade da água, o produtor enfrentava problemas com pragas e manejo, mas com o acompanhamento dos técnicos da secretaria de Desenvolvimento Agrário, a produção será maior do que o esperado inicialmente. Segundo Cícero Izidório, o que se vê na propriedade é um típico modelo de agricultura familiar do sertão cearense.

O prefeito de Várzea Alegre, Zé Helder, tem se preocupado, mesmo em meio à crise, em incentivar e fortalecer a agricultura familiar no município. “O trabalho do homem do campo é fantástico. Mesmo diante de pouca terra, pouca água, porém, muita coragem de trabalhar e aberto a receber orientações técnicas, consegue ser exemplo e produzir em pleno sertão. Essas experiências de sucesso serão levadas para outros agricultores”, destaca.

13:46 · 25.10.2017 / atualizado às 13:46 · 25.10.2017 por

Nesta quinta-feira, 26, será realizado na cidade de Orós, no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Rurais o  Seminário de Desenvolvimento Produtivo Rural Sustentável, a partir das 8 horas.

O evento segue a tendência do ocorrido em Jucás, realizado recentemente, momento em que os agricultores familiares beneficiários das políticas de convivência do semiárido vão debater perspectivas que possam garantir a sobrevivência das produções familiares e quintais produtivos.

O seminário é uma iniciativa em parceria entre a Secretaria de Agricultura do Município, Instituto Elo Amigo, Banco do Brasil, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Igreja Católica e Ematerce.

A organização do evento espera a participação de 130 famílias das comunidades beneficiadas com o projeto Um milhão de cisternas e Uma terra e duas águas, implantados pelo Instituto Elo Amigo.

Cisterna com água limpa para o consumo da família. Foto de Honório Barbosa
09:13 · 24.09.2017 / atualizado às 09:13 · 24.09.2017 por
Alevinos são colocados em açudes públicos do Ceará. Foto: divulgação

A Secretaria da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seapa) desenvolve o programa de peixamento de açudes públicos no Interior do Ceará. A tema é distribuir dois milhões de alevinos nos reservatórios do Estado.

Na região dos Inhamuns, o deputado estadual Audic Mota, primeiro secretário da Assembleia Legislativa, articulou junto ao governo do Estado, a distribuição de 165 mil alevinos para para peixamento de açudes em Tauá, Parambu, Arneiroz, Aiuaba, Quiterianópolis.

Através do Programa Peixamento, do governo do Estado, somente neste ano, estão sendo distribuídos dois milhões de alevinos em açudes públicos de todo o Ceará.

Em atendimento a pleitos do deputado Audic Mota, já foram destinados para Saboeiro 35 mil alevinos e Catarina 15 mil. Já foram alcançados os reservatórios públicos de 26 municípios cearenses.

17:35 · 14.09.2017 / atualizado às 17:35 · 14.09.2017 por
Plantio de algodão herbáceo. Foto de Honório Barbosa

A Prefeitura de Várzea Alegre firma parceria com a Embrapa e a UFCA com o objetivo de incentivar a produção de algodão no município por meio do projeto Ouro branco. O prefeito de Várzea Alegre, Zé Helder (PMDB), o secretario Desenvolvimento Agrário, Cícero Izidório e o técnico em agropecuária, Estevão Silva, visitaram nesta quarta-feira, 13, o plantio de um campo experimental de algodão, neste município, que servirá como unidade piloto para produção de sementes.

O esforço das instituições e revitalizar a cultura algodoeira em Várzea Alegre e municípios da região. O plantio faz parte do Projeto Ouro Branco, encabeçado pela empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Universidade Federal do Cariri (UFCA) em parceria com o município.

a Embrapa e a UFCA buscam parcerias junto às prefeituras para tentar revitalizar a cotonicultura e criar oportunidade de geração de renda para o agricultor cearense. O prefeito Zé Helder destacou que o município é parceiro neste projeto por compreender que a cultura do algodão pode voltar como forte alternativa econômica. “Abraçamos essa iniciativa que é importante, pois os nossos agricultores precisam diversificar as culturas de plantio para que assim possam buscar alternativas de geração de renda no campo. O agricultor não pode depender apenas de uma cultura para o sustento de sua família”, disse.

O Secretario Desenvolvimento Agrário, Cícero Izidório, disse que já está articulando com a universidade um seminário sobre algodão para que os agricultores de Várzea Alegre se apropriem das novas técnicas de plantio e possam, de fato, retornar à produção no município.

O secretário Izidório adiantou que o programa Terra Trabalhada, de preparo do solo para o plantio na próxima quadra chuvosa, vai beneficiar os agricultores que trabalham com culturas irrigadas.

O agricultor familiar Arimatéia Souza que fez o plantio experimental do algodão mostrou-se animado com o desenvolvimento da cultura. “É um tipo de produto que podemos colher com poucas chuvas. Se no passado já produzíamos muito, por que agora não vamos conseguir, se hoje tem mais apoio?”, questionou.

19:10 · 11.08.2017 / atualizado às 19:10 · 11.08.2017 por
Máquina vai facilitar vida de agricultor familiar. Foto de Fernando Sinimbu

Uma máquina que quintuplica a produtividade da debulha de feijões ainda verdes deverá auxiliar milhares de agricultores familiares que trabalham com essa cultura no Nordeste brasileiro. O processo manual de separação do grão da casca, conhecido como debulha, quando executado por uma pessoa adulta, rende de quatro a seis quilos por hora. Com a máquina, o pequeno produtor consegue debulhar até 25 quilos de grãos de feijão verde por hora.

Desenvolvido com apoio do Banco do Nordeste pelos pesquisadores César Nogueira, da Embrapa Meio-Norte (PI), e Francisco Freire Filho, Embrapa Amazônia Oriental (PA), o equipamento mede 45 centímetros de comprimento por 43 de altura, pesa 12 quilos e funciona com um motor elétrico de 250 Watts.

“Esse avanço acelera o rendimento da mão de obra e incrementa a renda”, destaca César Nogueira, lembrando que a debulha de 25 quilos de feijão verde por hora é suficiente para atender à demanda de grupos familiares que vendem a produção a restaurantes, supermercados e em feiras.

A produção de feijão verde, majoritariamente da espécie caupi (Vigna unguiculata), no Nordeste brasileiro é manual do plantio ao beneficiamento. Nogueira explica que o processo de debulha é relativamente fácil quando se trata de quantidade para o consumo diário de uma família. “No entanto, quando a atividade visa à comercialização, se torna um trabalho cansativo e com baixo rendimento”, frisa o cientista.

 “É importante que os agricultores saibam que a máquina pode ser usada também para debulhar o feijão seco ou maduro, com umidade do grão inferior a 15%”, detalha o pesquisador. Na debulha de feijões ainda verdes, a umidade do grão deve estar entre 35% e 60%. “Mas se a umidade estiver no intervalo de 16% a 35%, há uma tendência de amassar os grãos pelo fato de as vagens e os grãos estarem em estágio plástico”, alerta.

Máquina de debulhar feijão verde. Foto de Fernando Sinimbu

Ponto certo da colheita

Outra orientação dos pesquisadores que deve ser seguida à risca pelos produtores é sobre o momento da colheita. O agricultor que produz feijão verde sabe qual é o ponto ideal. Ele ocorre quando as vagens atingem o volume máximo de desenvolvimento e começam a mudar da cor verde para a roxa ou amarela, dependendo da cultivar.

Nesse momento, os grãos atingem o peso máximo. Ou seja: é o ponto em que os grãos param de crescer, dando início ao processo de desidratação natural. Isso é importante sob o aspecto econômico, porque o grão rende mais e pode ser mais bem trabalhado. Segundo Nogueira, nesse intervalo a umidade pode variar entre 40% e 60%.

Simplicidade

Criada para ser usada em feiras livres, a máquina é simples, de fácil construção e de baixo custo. Se produzida por unidade, em Teresina (PI), seu custo fica em cerca de R$ 800,00, ou mais. Se a produção for em série de pelo menos dez, o preço diminui para R$ 500,00 ou até menos do que isso, de acordo com César Nogueira.

Os pesquisadores levaram dois anos para desenvolver a debulhadora e contaram com investimentos de R$ 15 mil. Para chegar ao projeto definitivo da máquina, os cientistas foram buscar detalhes em um equipamento que debulha ervilha desenvolvido nos Estados Unidos.

Revolução na agricultura familiar

A primeira comunidade agrícola beneficiada com a debulhadora foi a Cooperativa dos Produtores Agropecuários do Portal do Parnaíba (Cooperagro), na zona rural norte de Teresina. Vinte famílias já testam a máquina há cerca de um ano e com ela conseguiram mudar de vida. “Essa debulhadora está sendo uma revolução na agricultura familiar”, exalta Marcos Venicíos Andrade de Araújo, 48 anos, presidente da cooperativa.

Segundo ele, com o uso da máquina, a Cooperagro deu um salto de eficiência no beneficiamento de feijão verde. “O que antes parecia impossível, hoje se tornou uma realidade. Antes, debulhávamos uma média de 30 quilos de feijão por dia. Hoje, com apenas um operador, conseguimos alcançar cerca de 200 quilos por dia”, comemora Araújo.

Além da velocidade no beneficiamento de feijões verdes, que têm vida curta de prateleira, a debulhadora está permitindo que os agricultores façam o plantio de forma escalonada, com irrigação, podendo colher o produto no tempo certo. “Estamos atendendo o mercado consumidor com maior rapidez e precisão”, comemora Araújo.

Cooperado-padrão
Domingos Ferreira Silva, de 50 anos, o Dominguinho, agente de saúde da Prefeitura de Teresina e nas horas vagas agricultor, obteve destaque da produção de feijão verde na Cooperagro. Trabalhando sempre com a cultivar de feijão-caupi BRS Guaribas, desenvolvida pela Embrapa, ele foi o cooperado que mais teve ganho real em 2016 e é o agricultor que mais vem se beneficiando da debulhadora na cooperativa.

Além de faturar mil reais todo mês, Dominguinho obteve seis mil reais de ganho real, no fim do ano passado. Também foi eleito cooperado-padrão pelo desempenho na produção, beneficiamento e comercialização de feijão verde. Sozinho, ele produziu 1,2 tonelada em pouco mais de um hectare. “Foi um esforço grande que fizemos, em horários fora do meu expediente de trabalho na prefeitura, para conseguir essa produção”, explica.

“A debulhadora desenvolvida pela Embrapa é um grande avanço na melhoria de vida da comunidade agrícola do Portal do Parnaíba, ” considera Dominguinho. O cooperado conta que as famílias estão entusiasmadas com a perspectiva de aumentar ainda mais a produção de feijão verde ao longo do ano. “Isso porque aquele trabalho duro de debulhar à mão acabou. É uma evolução”, sentencia.

A Cooperagro, mesmo ainda em construção, conseguiu produzir, beneficiar e comercializar cerca de três toneladas de feijão verde no ano passado, ao preço de doze reais o quilo, faturando quase R$ 40 mil. A cooperativa produz, beneficia e vende também macaxeira, outro produto nordestino de forte apelo culinário em todo o País.

Feijão verde tem elevada demanda em feiras livres. Foto de Honório Barbosa

Estratégico e fonte de proteínas

O pesquisador Francisco Freire Filho lembra que o feijão-caupi, feijão-de-corda ou feijão macassar (Vigna unguiculata), como é conhecido principalmente pelos nordestinos, continua sendo uma das mais importantes fontes de proteínas nas regiões tropicais e subtropicais no mundo. No Nordeste brasileiro, ele é estratégico na segurança alimentar e vem gerando emprego e renda.

A cultura também tem ganhado força e destaque na produção agrícola das regiões Norte e Centro-Oeste do País. O Mato Grosso é o estado que vem liderando nos últimos anos a produção de feijão-caupi. Em 2015, por exemplo, segundo o Levantamento Sistemático de Produção Agrícola do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram produzidas 230.897 toneladas, numa área colhida de 224.683 mil hectares.

De origem africana, o feijão-caupi aportou no Brasil na segunda metade do século XVI, no Estado da Bahia, então centro administrativo do País, pelas mãos dos colonizadores portugueses. De lá, o produto foi levado para os outros estados nordestinos, onde conquistou espaço na agricultura e na mesa dos sertanejos.

11:13 · 19.07.2017 / atualizado às 11:14 · 19.07.2017 por

 

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Algodão em parceria com a Ematerce promoveu um dia de campo para demonstrar aos produtores rurais a viabilidade de cultivo de algodão convencional, variedade BRS Aroeira, e transgênico, na localidade de Gameleira, zona rural de Iguatu.

A área de demonstração atraiu vários produtores rurais. Os técnicos informaram que o uso de tecnologia (semente selecionada, aplicação correta de herbicidas, destruição e queima dos restos culturais, adequado preparo de solo) viabiliza o cultivo da cultura. Os dados demonstraram que a área de cultivo convencional permitiu uma renda de R$ 800,00 e a área de transgênico de R$ 1.000,00.

Um dos entraves é a falta de semente no mercado. O combate ao bicudo e o preço do produto são outros desafios a serem vencidos. O quilo do algodão está sendo vendido por R$ 2,00.

O município de Iguatu já foi um dos maiores produtores de algodão do Ceará, chegando a ter uma área de 20 mil hectares cultivados em meados da década de 1980. Hoje, praticamente, a cultura desapareceu.

17:02 · 07.07.2017 / atualizado às 17:02 · 07.07.2017 por

Uma caravana de produtores rurais do município de Cedro participa do XXI Seminário Nordestino de Pecuária (PEC Nordeste), realizado entre os dias 06 e 08 de julho, no Centro de Eventos em Fortaleza.

A comitiva contará com mais de 40 produtores locais, além do secretário de Agricultura, Manoel Bezerra e do representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). “Este é o momento de acompanharmos os nossos produtores auxiliando na capacitação e conhecimento de novas tecnologias, compromisso que assumimos desde 2013”, afirmou o prefeito Dr. Nilson Diniz.

O secretário Municipal de Agricultura, Manoel Bezerra, explica que a comitiva deste ano conhecerá novas tecnologias que poderão auxiliar em ações nos diversos distritos do município. “O evento cria novas oportunidades para que nossos produtores possam se qualificar e colocar em prática o aprendizado recebido durante a PEC Nordeste”.

 PECNORDESTE 
O Seminário Nordestino de Pecuária – Pecnordeste é um importante evento do agronegócio promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará – FAEC; Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Ceará – SENAR/CE; Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA; Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Ceará – SEBRAE e pelos Sindicatos dos Produtores Rurais.
O evento apresenta alternativas de produção, debate sobre temas relevantes para o agronegócio nordestino, buscando, sempre, a melhoria das condições de trabalho e o acesso ao conhecimento pelos produtores rurais e micro e pequenos empresários do meio rural.

11:06 · 04.07.2017 / atualizado às 11:06 · 04.07.2017 por


As secretarias de Desenvolvimento Agrário e Econômico e de Meio Ambiente do município de Várzea Alegre estão articulando a realização de um seminário sobre a viabilidade da cultura do algodão, com a participação de técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Algodão e da Universidade Federal do Cariri (UFCA).

A ideia de realização do seminário surgiu após técnicos das duas secretarias municipais participarem de visitas em área de plantio experimental nos municípios de Iguatu e de Acopiara, na região Centro-Sul do Ceará.

O coordenador da Unidade de Pecuária de Várzea Alegre, José Marcondes Saldanha, e o secretário J. Marcílio acompanharam programação técnica ‘Dia de campo’ realizada nas cidades de Iguatu e Acopiara, com o objetivo de revitalizar a cultura do algodão na região Centro-Sul.

A iniciativa faz parte do Projeto Ouro Branco, coordenado Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Algodão e a Universidade Federal do Cariri (UFCA).

Foi observado que com manejo correto, a praga do bicudo, que dizimou a cultura do algodão do Ceará na década de 1980, não atacou as plantações.

Com o sucesso dos projetos, a Embrapa e a UFCA buscam parcerias junto às prefeituras, para tentar revitalizar a cotonicultura e criar oportunidade de geração de renda para o agricultor cearense.

Há, no município de Acopiara, uma usina beneficiadora de algodão que opera com 5% de sua capacidade, e que se propõe a comprar toda a produção da região. Atualmente, uma arroba de algodão, que pesa 15kg, é negociada na usina ao preço de R$ 28,00.