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Categoria: arte


16:08 · 27.02.2018 / atualizado às 16:08 · 27.02.2018 por

 

Atriz Betânia fez participação em ‘O Velho Chico’. 

Março é o mês das mulheres e do Teatro. A Escola Livre de Artes (ELA) em Orós divulgou programação para o mês de março, que se aproxima. Para homenagear nossas mulheres guerreiras vai acontecer “Som de Calçada”, repertório genuinamente feminino nas vozes de Duda Monte e Ozamelia Cândido.

No Bar Resenha vai acontecer show de humor com Arrochadinha e Leide Daiana. A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na cidade de Orós será palco de uma vasta programação cultural que contará com a presença de Betânia Lopes, atriz da novela “O Velho Chico”.

Homenagem ilustre vai para o senhor Dantas, o homem da “Voz da Liberdade”.

10:33 · 21.12.2017 / atualizado às 10:33 · 21.12.2017 por
Mostra fotográfica retrata paisagens do sertão. Foto de Honório Barbosa

O Campus do Instituto Federal de Educação do Ceará (IFCE) promove a exposição ‘Sobre a água, sob o sol – Olhares para o Sertão’, que foi aberta nesta quarta-feira, 20, e prossegue até a próxima semana.

A exposição apresenta imagens produzidas por alunos e professores do curso de Redes de Computadores durante uma aula de campo sobre o meio ambiente de Tauá realizada no dia 9 de novembro deste ano.

As fotos abordam diversas perspectivas, lugares como o Parque da Cidade, a ponte sobre o Rio Trici, o Olho D’água da Nanci, as ruínas do Cabaré da Nanci e a Barragem do Trici, além de personagens marcantes na história da cidade, como Dona Mazé, uma das líderes que lutaram pela construção da barragem.

O professor de Geografia do campus do IFCE, em Tauá, Felipe Monteiro, destacou a importância da mostra para resgatar aspectos históricos e culturais do município, as paisagens do sertão, além de algumas peças usadas por vaqueiros (vestimenta) e utensílios antigos domésticos.

09:59 · 18.12.2017 / atualizado às 10:01 · 18.12.2017 por
Cultura em Icó até o fim deste mês. Fotos: Divulgação 

No feriado municipal dedicado à padroeira do Município, Nossa Senhora da Expectação, celebrado nesta segunda-feira (18), o Icó transforma-se na capital da cultura e das artes integradas: tem início o VII Festival da Cultura Icoense, o Icozeiro 2017, que prossegue até o dia 30 de dezembro. O evento é realizado no Centro de Arte e Cultura Prefeito Aldo Marcozzi Monteiro, localizado na antiga Casa de Câmara e Cadeia

Um cortejo brincante puxado pela Banda Municipal de Música de Icó Maestro Gonçalo Farias dos Santos irá percorrer o Centro Histórico de Icó e anunciar o início de um dos maiores eventos gratuitos e independentes do interior do Ceará e que já integra o calendário da região Centro-Sul cearense.

Realizado pela Associação Filhos e Amigos de Icó (AMICÓ) desde 2011 no Centro de Arte e Cultura Prefeito Aldo Marcozzi Monteiro, no prédio da antiga Casa de Câmara e Cadeia, o evento espera superar a marca de 22,5 mil pessoas atingidas em 2016.

O Festival Icozeiro 2017 conta com mais de 70 atrações de teatro, dança, música, palestras e audiovisual, 13 exposições, 78 apoios e parcerias, além de espaço fixo destinado à cultura dos animes (Expoanime) e campanha de doação de sangue em parceria com o Hemoce Iguatu.

Estarão presentes no evento, além de artistas icoenses, que em sua maioria compõem o evento, Umari, Cedro, Orós, Iguatu, Fortaleza, Maracanaú, Quixeramobim, Brejo Santo, além da Paraíba.

Novidade deste ano, o festival de artes integradas contará com a transmissão ao vivo, em uma parceria com a empresa Brisanet, e possibilitará ser assistido em qualquer lugar do mundo.

Além disso, será trazido e apresentado no evento a planta Icozeiro, que há séculos fazia parte do espaço icoense e do sertão cearense, e que foi dizimada em virtude de ser tóxica ao gado que a comia, conforme estudos posteriores.

Haverá, ainda, homenagem às instituições SESC Iguatu, UFCA / IESA (Campus Icó) e Hemoce Iguatu, além dos literatos icoenses Antônio Jota e Chico Vitor.

Além destes, o IV Concurso Literário Icoense (CLIC) Poeta José de Oliveira Neto (charge, conto, crônica, poesia e cordel) e o Troféu Louro Verde (pessoa jurídica e escola) também integram as ações do evento, que contará novamente com os voluntários, que se inscrevem anualmente para amplificar a atuação do evento.

O Festival tem como objetivo promover a integração e a valorização de todos os segmentos da cultura e da arte.

14:51 · 07.12.2017 / atualizado às 14:51 · 07.12.2017 por

            A literatura será a grande homenageada do VII Festival da Cultura Icoense (Icozeiro) 2017. O escritor Antônio Jota e o poeta Chico Vitor serão homenageados com as comendas que anualmente o evento entrega a personalidades que tenham contribuição à cultura e à sociedade icoense.

As comendas serão entregues durante a cerimônia de encerramento do Festival de artes integradas, marcado para o dia 30 de dezembro. O escritor Antônio Jota receberá a Comenda Heráclito Graça e o poeta Chico Vitor será agraciado pela Comenda Francisco de Montes e Silva.

Além disso, haverá a entrega de uma comenda especial a personalidade histórica Glória Dias (in memoriam), através de seus descendentes. Glória foi uma mulher icoense do século XIX e que participou ativamente da Sociedade Libertadora Icoense, com atuação determinante para que ocorresse em 25 de março de 1883 em Icó o fim da escravidão a nível local.

O Festival Icozeiro é realizado entre os dias 18 e 30 de dezembro no Centro de Arte e Cultura Prefeito Aldo Marcozzi Monteiro, no prédio da antiga Casa de Câmara e Cadeia de Icó, e mobilizou cerca de 22 mil pessoas em 2016 e é considerado o maior evento multicultural gratuito e independente do Sul do Ceará.

 

ANTÔNIO JOTA –

Escritor é um dos homenageados

Nascido em Icó, tem na sua construção de vida a verve da literatura. Cursou a faculdade de Letras aos 40 anos e enveredou pelos textos e publicações, em antologias, e especialmente com a marca da historicidade de Icó e da icoensidade em obras como Pemba e A Curva do Rio, com elementos e marcas do patrimônio e da cultura locais.

Publicou, ainda, os livros Briga de Família e O Último Coronel e, mais recentemente, Efatá, cuja obra fará parte do Concurso Literário Icoense.

Jota será homenageado com a Comenda Heráclito Graça (1837-1914), icoense de grande projeção nacional, em especial por terocupádo a cadeira 30 da Academia Brasileira de Letras (ABL), Academia Cearense de Letras e Instituto do Ceará, além de advogado, jornalista e ter governado o Ceará e a Paraíba.

Poeta Chico Vitor será homenageado no Icozeiro

CHICO VITOR –

Marcado pelo verso rápido e trazido de cor em sua mente, a literatura oral é a marca de Francisco Vitor de Araújo. Conhecido popularmente por Chico Vitor, o poeta icoense tem em sua história o ativismo campesino aliado às estrofes que constroem e reconstroem as memórias e a história de Icó e localidades como o Poço da Pedra e o distrito de Lima Campos. Contou com o auxílio das professoras icoenses Jorginha Sousa e Amanda Parnaíba, que alavancaram a divulgação de seu trabalho e publicou o livro “Caboclo, Versos e Sertão” e o cordel sobre a história de Lima Campos.

Chico será homenageado com a Comenda Francisco de Montes e Silva, considerado pela historiografia o legítimo fundador do povoado do Icó, que mais tarde se tornaria a Vila emancipada e a cidade.

Francisco consolida a presença dos homens do (Rio) São Francisco na Ribeira do Salgado, marcando a presença da miscelânea local com o considerado marco fundador, a partir da construção da capela de Nossa Senhora do Ó, mais se tornaria a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Expectação.

Festival 

O Festival Icozeiro visa promover a integração e a valorização de todos os segmentos da cultura e da arte e estimular a criação e divulgação artístico/cultural em nosso município e dos municípios vizinhos.

 

16:49 · 05.12.2017 / atualizado às 16:49 · 05.12.2017 por

 

Artistas se reuniram em Limoeiro do Norte. Fotos de Lili Rodrigues, Felipe Abud e Thiago Nozi 


A XI edição do Encontro Mestres do Mundo do Ceará, evento promovido pela Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), foi realizada em Limoeiro do Norte, de 29 de novembro a 02 de dezembro. No total, 56 mestres e mestras, bem como integrantes dos seus grupos de cultura popular, participaram das rodas de saberes e das apresentações ao público. Mais de 8.000 (oito mil) pessoas circularam pelo “Território das Delicadezas” durante os quatro dias, de acordo com a organização do Encontro.

O território foi uma das novidades dessa edição, que ocupou novos locais, como a Praça Maestro Odílio Silva (conhecida como Praça da Rodoviária), onde foi instalada a Arena dos Mestres para as apresentações artísticas, e a Feira e Mostra Gastronômica de Artesania Familiar; integrados ao Espaço de Saberes Múltiplos, que funcionou na Escola Normal e na Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos (FAFIDAM/UECE) que receberam as Rodas de Saberes, oficinas, seminário e demais integrações entre os Mestres e o diversificado público presente.

Esse ano, mestres e mestras do Ceará receberam das mãos do secretário de Cultura do Estado, Fabiano dos Santos Piúba, e da secretária adjunta, Suzete Nunes, o certificado do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade. O mais importante prêmio do Brasil em patrimônio cultural foi conferido à Secult pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2017, em reconhecimento pela iniciativa cearense na realização do Encontro Mestres do Mundo, por comunicar, interpretar, divulgar, difundir e educar sobre o Patrimônio Cultural, material e/ou imaterial, às atuais gerações. A celebração dessa premiação foi festejada também no XI Encontro com a entrega da carteira de identidade cultural aos Mestres e Mestras.

Ainda dentro dos festejos no Encontro, foi anunciado com vibração pelo secretário titular da Secult, Fabiano dos Santos, que até fevereiro de 2018 novas titulações de Mestres e Mestras, Grupos e Coletividades ampliarão os raios de atuação dessas personalidades, que na sobrevivência de seu cotidiano, desenvolvem técnicas, ofícios, brincadeiras, rezas e alimentos, garantindo a tradição e a memória de seus ancestrais com projeções para o futuro. Apesar de concordar que o número de Mestres da Cultura Popular cearense ainda não seja o ideal para apoios do Estado, a iniciativa já é uma vitória pelo aumento contínuo dessas titulações de Mestres, desde o lançamento da honraria em 2003, que atingem às metas do Plano Estadual de Cultura.

“Esse foi o melhor de todos os anos. Fomos muito bem recebidos, com a maior delicadeza. Foi uma realização muito importante desse povo de Limoeiro. Uma festa tão bonita como essa feita por gente tão unida e alegre!”, disse Mestre Aldenir, que veio do Cariri ao XI Encontro. Mestra Mazé, da Cultura Junina, concorda: “Gostei demais dessa edição, da organização e da energia das pessoas. Assim você vê os mestres cada vez mais animados”.

Segundo Alênio Carlos, coordenador de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural da Secult, “foi uma oportunidade única para cada um de nós, vivermos e experimentarmos as raízes do mundo inteiro, através dos mestres e mestras da cultura, que vindo de seus territórios, trazem a potência e alegria das expressões culturais tradicionais. O encontro foi uma imersão profunda nesse Brasil, africano, indígena, cigano, mestiço, plural, híbrido, multicultural, sendo a diversidade cultural a nossa maior riqueza”.

O Encontro Mestres do Mundo está consolidado no calendário da cultura no Ceará como uma ação de democratização do acesso aos bens e serviços culturais que vem atender à necessidade de criar espaços para a transmissão de saberes prevista na Lei Estadual nº 13.842, que instituiu o programa Tesouros Vivos do Ceará. Desde 2003, foram diplomados 79 Mestres da Cultura, 09 grupos e 01 coletividade, reconhecidos como detentores dos saberes da cultura popular tradicional, patrimônio imaterial do Estado do Ceará.

Trocas de Saberes pelos Encantados e Municípios do “Terra Mãe”

Nessa edição, com produção do Instituto Assum Preto de Arte, Cultura, Cidadania e Meio Ambiente, instituição selecionada por meio de edital lançado pela Secult, durante os quatro dias do Encontro foram realizadas oficinas com o mote “Saber dos Encantados”, ministradas por Mestres e Mestras ou componentes de seus grupos. Também aconteceram aulas espetáculos e oficinas itinerantes e atividades formativas em outras cidades, contemplando as cidades de Tabuleiro do Norte, Quixeré, Russas, Alto Santo e Morada Nova, nas extensões por esses municípios, nomeadas de “Terra Mãe”.

Já nas Rodas de Trocas, os Tesouros Vivos compartilharam saberes entre si e a comunidade, tendo como fio condutor da vivência o tema “Corpo, Sons, Mãos, Oralidade e Sagrado”, e participações de outros mestres de várias regiões do Brasil. Tendo em vista o fortalecimento das políticas de patrimônio, também foi realizado o FAFIDAM, o Seminário Interdisciplinar de Patrimônio Imaterial, com o tema “Além da Carta de Fortaleza – uma trajetória de desafios avanços, reafirmações e novas proposições para o patrimônio imaterial cearense”.

 

Gastronomia e Artesania

Esse ano, os moradores e visitantes de Limoeiro do Norte também foram atraídos ao “Território das Delicadezas” para reconhecerem a produção artesanal dos Mestres e Mestras da cultura e de parceiros produtores na Feira e Mostra Gastronômica de Artesania Familiar. Enquanto Mestra Branquinha apresentava suas criações em barro, e o Mestre Pedro, balaieiro com orgulho, encantou a todos com acessórios e utilidades para casa, Mestre Espedito Seleiro mostrou como a cultura popular dialoga com a moda e o design. No total, 16 expositores tiveram oportunidade de comercializar suas produções na feira.

Já a culinária regional foi muito bem representada por produtores locais, que comercializaram desde pratos típicos – como panelada, figada e buchada – até broas; tapiocas de forno; bolos de milho, batata doce e macaxeira; além de doces de caju e o tradicional “quebra queixo”.

Homenagens

A noite de sexta-feira (01/12) foi marcada por muita emoção. Em reconhecimento pela atuação e dedicação na construção de uma política de valorização dos Tesouros Vivos da cultura popular do Ceará, receberam homenagens da organização do XI Encontro Mestres do Mundo, a ex-secretária de cultura do Estado, Cláudia Leitão; a produtora cultural Catarina Quintela; o teatrólogo Oswald Barroso; e a fundadora do Grupo Mira Ira – Folclore do Instituto Federal do Ceará (IFCE), Lourdes Macena; em reconhecimento pelo envolvimento e colaboração junto aos mestres do mundo.

Música e cultura

Dentre as apresentações artísticas das mais diversas manifestações da cultura popular, principalmente do Ceará, o encontro trouxe grupos de outras regiões do país e do mundo, como o grupo de Candombe, Comparsa Cenceribó (Uruguai) – declarado Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco); e os representantes da Comunidade Negra dos Arturos (Minas Gerais) – a primeira comunidade negra do Brasil a ser reconhecida como Patrimônio Cultural.

“Somos o único grupo afro da América Latina a tocar Candombe, e viemos fazer uma mostra desse ritmo para compartilhar com o público e, especialmente, com os Mestres e Mestras da Cultura Popular. Esse é um momento de aprendizados, trocas e misturas sonoras. Apesar de sermos um grupo que é mais de percussão, integrado à dança e à estética própria, adoramos as combinações da nossa musicalidade com as de outros grupos”, declarou Marcelo Fernandez, do grupo uruguaio Candombe, Comparsa Cenceribó, que teve a oportunidade de conhecer melhor a musicalidade da Banda Fulô da Aurora, do Cariri (CE).

Outra novidade nessa edição foram as atrações infanto-juvenis, que abriam a programação, com objetivo de disseminar a cultura popular junto às futuras gerações. A Arena dos Mestres também foi palco de apresentações musicais representativas da cultura popular, como a do cantor e poeta Mário Lúcio (Cabo Verde), dos grupos cearenses Fulô da Aurora e Dona Zefinha, além da cantora de cirandas Lia de Itamaracá (Pernambuco), que encerrou o encontro, na noite de sábado (02), após a apresentação que deu voz a todos os Mestres e Mestras do Ceará que compareceram esse ano.

14:05 · 22.11.2017 / atualizado às 14:08 · 22.11.2017 por


A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Cultura do Município de Icó comemora no período de 22 a 24 deste mês no calçadão do Teatro da Ribeira dos Icós, a partir das 18h, as festividades em comemoração a “Semana do Músico Icoense”.

A programação inclui participação dos músicos icoenses com apresentações ao ar livre. Os organizadores do evento estimam a participação de centenas de moradores. “Esperamos um bom público”, disse a secretária de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Cultura do Município de Icó, Ana Glesse Oliveira. 

06:55 · 10.11.2017 / atualizado às 21:54 · 09.11.2017 por

O cinema, paixão que esquenta o coração de uns ou que apenas diverte a rotina de outros, agora terá um espaço cativo de debate e apreciação no município de Iguatu. Isso porque foi iniciado um novo projeto de extensão do Instituto Federal de Educação do Ceará: o Cine Arte Iguatu. A primeira exibição, com o filme “O Som Ao Redor”, será realizado na próxima segunda-feira (13), às 19h30 no Terraço Matriz (Praça da Matriz) e será aberto para toda a comunidade de forma gratuita.

Coordenado pelo professor de artes do campus Iguatu, Cláudio Damasceno, o projeto tem como objetivo despertar o debate e intercâmbio de ideias sobre a sétima arte, assim como estimular a criação e produção cinematográfica local. “Iguatu é uma cidade urbana, com a presença de prestadores de serviços com padrão metropolitano. A inexistência de um espaço de debate sobre o cinema é uma carência destoante da tipologia iguatuense”, diz Cláudio.

Além de exibições e debates de filmes, o projeto prevê posteriormente oficinas de vídeo, roteiro, iluminação, filmagem e produção. As inscrições e mais informações serão divulgadas posteriormente.

SOBRE O FILME
“O Som Ao Redor” é considerado pela crítica especializada um dos melhores filmes já produzidos no Brasil, pois, segundo eles, além de uma síntese sociocultural e antropológica da realidade brasileira, o filme aborda diferentes dinâmicas das classes sociais no Brasil.
Exibição do filme “O Som Ao Redor”.
Local: Restaurante Terraço Matriz (próximo da Igreja da Matriz de Iguatu)
Horário: 19h30
Entrada gratuita.
Mais informações: (88) 3582.1000

21:38 · 16.08.2017 / atualizado às 21:38 · 16.08.2017 por

 

Festival reúne diversas atividades artísticas

Estão abertas até o próximo dia 30 de outubro, as inscrições para o VII Festival da Cultura Icoense, o Icozeiro, que será realizado entre os dias 18 e 30 de dezembro deste ano.

Realizado desde 2011 no Centro de Arte e Cultura Prefeito Aldo Marcozzi Monteiro, no secular prédio da Antiga Casa de Câmara e Cadeia de Icó, o evento de artes integradas se consolida a cada ano e já recebeu um público total estimado em 75 mil pessoas nas seis edições realizadas.

 INSCRIÇÕES

Os fazedores culturais interessados poderão se inscrever, gratuitamente, nas linguagens de música, dança, circo, literatura, artesanato, comidas típicas, oficina, workhop, repente e palestra.

Estão também abertas as inscrições para voluntários do evento e eventos paralelos Troféu Louro Verde (pessoa física, pessoa jurídica e escola) e Concurso Literário Icoense (CLIC) poeta José de Oliveira Neto.

NOVIDADE –

Além do site oficial do evento (www.icozeiro.com), que realiza as inscrições todos os anos, nesta edição haverá a uma forma mais cômoda e visa oportunizar os que desejam fazê-la através do Smartphone.

Trata-se do aplicativo “Eventbrite”, que deverá ser baixado no celular e, logo após instalado e aberto, na área de pesquisa colocar o nome “Icozeiro”. A seguir, o interessado em participar do evento deve ir na área “ingressos”, que irá abrir em uma nova janela destinada ao preenchimento de informações. Um tutorial no Youtube destaca o passo a passo a realização da inscrição por este aplicativo.

MULTICULTURALIDADE E DESTAQUE

O Festival Icozeiro é uma realização da Associação Filhos e Amigos de Icó (Amicó) e tem como objetivo promover a integração e a valorização de todos os segmentos da cultura e da arte e estimular a criação e divulgação artístico/cultural em nosso município e dos municípios vizinhos.Na última sexta-feira [11], o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional [Iphan] divulgou, de forma oficial, que dentre 296 projetos inscritos de todo o Brasil, o Icozeiro foi uma das 68 ações foram escolhidas entre as finalistas no país “que refletem a riqueza dos bens culturais brasileiros” no 30º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade.

Na última edição, em 2016, o evento mobilizou cerca de 22,7 mil pessoas, um novo recorde de participação da comunidade local, regional e estadual. O Festival é uma das programações mais aguardadas pela população icoense no final do ano.

10:19 · 20.12.2016 / atualizado às 10:19 · 20.12.2016 por
Festival Icozeiro movimenta noites na cidade
Festival Icozeiro movimenta noites na cidade e evento ocorre na antiga Casa de Câmara e Cadeia.

Um cortejo brincante, seguido do relançamento do DVD “Icó: Onde os Caminhos se Encontram” do historiador Altino Afonso e de forró pé de serra animado ao som do Trio “Meu Xodó” e Kauã do Acordeon. Este foi o cenário da abertura, neste domingo (18), do maior evento gratuito multicultural, ambiental e social independente do Sul do Ceará, o Festival da Cultura Icoense, conhecido como “Icozeiro”, que chega na sua 6ª edição em 2016.

Contando com 13 dias ininterruptos de programação, com cerca de 100 atrações, 11 exposições, cinco oficinas e programação simultânea em parceria com o Teatro Municipal da Ribeira dos Icós, além de quatro eventos paralelos, o Festival Icozeiro leva a riqueza cultural do município de Icó, região e o estado do Ceará, com a presença de artistas de Iguatu, Maracanaú, Orós e Fortaleza.

Forró, mpb, rock e gospel, na música, além de teatro, dança, literatura, artes visuais, artes plásticas, palestras e homenagens marcarão esta sexta edição, que receberá como convidada especial Gilda Théberge, a trineta de Dr. Pedro Théberge, idealizador do Teatro da Ribeira dos Icós e que teve ações voltadas à Memória, História e Cultura icoense no século XIX. Ela chega a Icó nesta quarta-feira, 21.

CULTURALIDADE – Desde sua primeira edição, em 2011, o Festival, realizado pela Associação Filhos e Amigos de Icó (Amicó), já somou um público estimado em cerca de 55 mil pessoas em cinco edições.

O evento é realizado no Centro de Arte e Cultura Prefeito Aldo Marcozzi Monteiro (CACPAMM), localizado na antiga Casa de Câmara e Cadeia, entre os dias 18 e 30 de dezembro de 2016, a partir das 19h, gratuitamente.

Além destes, o IV Concurso Literário Icoense (CLIC) Poeta José de Oliveira Neto (charge, conto, crônica, poesia e cordel) e o Troféu Louro Verde (pessoa jurídica e escola) também integram as ações do evento, que contará novamente com os voluntários, que se inscrevem anualmente para amplificar a atuação do evento.

O Festival tem como objetivo promover a integração e a valorização de todos os segmentos da cultura e da arte e estimular a criação e divulgação artístico/cultural em nosso município e dos municípios vizinhos.

Na última edição, em 2015, o evento mobilizou cerca de 20 mil pessoas, registrando um novo recorde de participação da comunidade local, regional e estadual. O Festival é uma das programações mais aguardadas pela população icoense no final do ano.

16:35 · 06.12.2016 / atualizado às 16:35 · 06.12.2016 por

 

Toninho Ferragutti é uma das atrações do festival.
Toninho Ferragutti é uma das atrações do festival.

Se dezembro é mês de festas, o período não poderia ser melhor para comemorar a 10ª edição do Festival de Sanfoneiros de Limoeiro do Norte, que acontecerá de 08 a 10 de dezembro. Este é um evento tradicional do Vale do Jaguaribe, que depois de um longo hiato, foi resgatado em 2006 pelo Instituto Brasil de Dentro, que trabalha pelo fortalecimento da cultura local, revela talentos e valoriza vocações.

Durante três dias a cidade de Limoeiro do Norte receberá grandes nomes no palco da Praça da Matriz, para uma intensa programação de forró e outros gêneros da música brasileira e internacional, tão bem interpretados pelos artistas convidados. Entre eles, o paulista Toninho Ferragutti; o pernambucano Mahatma Costa, vencedor de festivais na Itália, Finlândia e Suiça; o maranguapense Sirano, um dos grandes nomes da sanfona no Ceará; e o juazeirense Targino Gondim, vencedor do Grammy 2001 com a canção “Esperando na Janela”.

A programação acontecerá nas três noites, a partir das 20h. A abertura será em grande estilo, com um cortejo de sanfonas em direção ao palco do festival, congregando músicos da cidade e convidados, amadores e profissionais, unidos pelo prazer de tirar o som do fole e encantar público de qualquer canto do mundo. Após o cortejo de abertura, começa a programação de shows, com cerca de quatro atrações por noite. No primeiro dia o Festival de Sanfoneiros apresenta Herivelto e amigos da sanfona, Venâncio, Targino Gondim e Caninana.

Mahatma Costa faz apresentação em festival em Limoeiro do Norte
Mahatma Costa faz apresentação em festival em Limoeiro do Norte

Na sexta-feira, 09, quem abre a festa da sanfona às 20h em Limoeiro é Chico Bem. Na sequência, o palco é de Nonato Lima, cearense, vencedor do 8º Festival de Sanfoneiros, que foi a última edição com premiação, retornando agora com duo violão-sanfona, Mahatma Costa e a programação termina ao som do renomado Sirano. A noite de encerramento não vai deixar por menos, com atrações que prometem fechar com chave de ouro a comemoração de 10 edições do festival. No palco da Praça da Matriz, o primeiro show é de tradicionais sanfoneiros da região, Zé Wilson, Cristalino Brandão e Zé Simão. Depois sobem ao palco os sanfoneiros Dedê e Damião. A terceira atração da noite é Graciano e Filhos e, para encerrar esta edição, o festival recebe Toninho Ferragutti, um dos grandes nomes da sanfona do país.

Apresentado pela Enel, o X Festival de Sanfoneiros é uma realização do Instituto Brasil de Dentro, com o apoio cultural da Universitária FM, SAAE, Instituto Centro de Ensino Tecnológico – CENTEC, Unimed, CDL Limoeiro do Norte e Governo do Estado do Ceará, via Secult.

Canina tem apresentação no festival
Canina tem apresentação no festival

Alguns destaques

Mahatma Costa – O pernambucano foi o primeiro músico brasileiro a se tornar campeão mundial de acordeon. Foi 1° lugar no Strumenti e Musica Festival (Spoleto, Italia – 2014), 1° lugar no 68ª Coupe Mondiale (Turku, Finlândia – 2015) e também no 66° Trophée Mondial de l’accordeon (Martigny, Suíça – 2015). Com 15 anos de carreira, Mahatma Costa tem uma grande bagagem como artista, com experiências nacionais e internacionais, sendo o destaque em festivais, shows, concertos e competições realizados no Brasil, Europa, Ásia e nas Américas do Norte e do Sul.

Toninho Ferragutti – Músico, compositor e arranjador paulista, com 9 CDs autorais e uma extensa participação em shows e em CDs de artistas importantes no Brasil e no exterior, além de duas indicações ao Grammy Latino.

Targino Gondim – Vencedor do Grammy 2001 com a canção “Esperando na Janela”, que ganhou a voz de Gilberto Gil e deu ao artista espaço no longa brasileiro “Eu, Tu, Eles”.

Sirano – O Sanfoneiro nascido em Maranguape é um dos mais atuantes instrumentistas cearenses desde a década de 1980.

Caninana – Cearense de Assaré, autor de sucessos gravados por bandas como Aviões do Forró (“Fiquei Sabendo” e “Quem Muito Fala Muito Erra”) e pelo cantor Wesley Safadão (“Quem chorava, hoje ri”).

HISTÓRICO DO FESTIVAL

A retomada do Festival de Sanfoneiros de Limoeiro do Norte foi, de muito tempo, uma demanda cultural da população do Vale do Jaguaribe, pela importância que suas cinco primeiras edições alcançaram, de 1968 a 1972. O Festival surgiu em 1968, a partir do programa Vesperal do Volante, da Rádio Educadora Jaguaribana, apresentado pelo radialista Luiz Gonzaga de Freitas, que reunia filas de sanfoneiros em busca de oportunidade. O evento permaneceu no imaginário cultural do sertão do Vale pela efervescência provocada, o surgimento de novos valores e os tantos casos que, até hoje, alimentam a memória local.

Em 2006 o Instituto Brasil de Dentro retomou a ideia do Festival, ao promover o Grande Encontro de Sanfoneiros, numa parceria com a Prefeitura Municipal de Limoeiro do Norte. Teve também o apoio integral do fundador do Festival, o radialista Luiz Gonzaga de Freitas, convidado especial da festa, que reuniu na Praça da Catedral cerca de 40 instrumentistas de várias regiões do Brasil, em três noitadas de shows. Este evento impulsionou a realização da 6ª edição do Festival, em 2007, com participantes de várias regiões do Ceará e de outros Estados. Em 2008, na edição comemorativa de 40 anos, obteve a aprovação no Edital Festival Petrobras, que possibilitou implantar aulas de formação, palestras, shows de atrações locais e uma atração internacional, a sanfoneira alemã Cathrin Pfeifer.

Em 2010, na 8ª edição, o Festival teve um crescimento no formato e no público. Foram mais oficinas, teve novas atrações regionais, nacionais e participação do bandoneonista argentino Martin Mirol, que engrandeceram o evento, e homenageou os que contribuíram para a história do Festival, com entrega de 60 troféus.

A 9ª edição aconteceu em maio de 2015, com uma inovação: aboliu o concurso que premiava os melhores, tornando-se uma grande mostra da arte da sanfona, priorizando a livre expressividade dos instrumentistas, a formação, o intercâmbio e o prazeroso encontro entre músicos, produtores culturais e o público. Foram três dias de shows, exposições e palestras.

SERVIÇO
X Festival de Sanfoneiros de Limoeiro do Norte – De 08 a 10 de dezembro de 2016, a partir das 20 horas, na Praça da Matriz de Limoeiro do Norte, Ceará. Informações: (85)9.8777.0335. Toda a programação tem acesso gratuito.

PROGRAMAÇÃO

Quinta, 08/dezembro
20:00 – Cortejo – Abertura
20:30 – Herivelto e amigos da sanfona
21:00 – Venâncio
21:30 – Targino Gondim
22:30 – Caninana

Sexta, 09/dezembro
20:00 – Chico Bem
20:40 – Nonato Lima
21:30 – Mahatma Costa
22:30 – Sirano

Sábado, 10/dezembro
20:00 – Zé Wilson/ Cristalino Brandão/ Zé Simão
21:00 – Dedê e Damião
21:30 – Graciano e Filhos
22:30 – Toninho Ferragutti