Categoria: cidades


15:18 · 17.09.2019 / atualizado às 15:22 · 17.09.2019 por
Elenilton Lopes é presidente de honra da Associação dos Construtores da Região Centro-Sul

A Associação dos Construtores do Centro-Sul do Ceará, em decisão plenária, aprovou por unanimidade e concedeu título de Presidente de Honra ao empresário e ex-presidente da entidade, Elenilton Lopes. Lopes foi Presidente da entidade por dois mandatos.

      Natural de Várzea Alegre e residindo na cidade de Iguatu há mais de 12 anos, Elenilton Lopes é formado em Administração de Empresas, é empresário nos ramos da construção civil, serviços bancários, hotelaria e farmacêutico. Foi um dos fundadores, no ano de 2011, da Associação dos Construtores do Centro-Sul do Ceará, tendo a oportunidade de presidi-la por dois mandatos: no triênio 2011-2014 e no biênio 2016-2018. Lopes ainda participou da diretoria executiva no biênio 2014-2016 ocupando a cadeira de vice – presidente.

Associação 

       A ACCS – Associação dos Construtores do Centro-Sul do Ceará foi fundada em 27 de Janeiro de 2011, por um grupo de construtores que à época viram o setor se expandir e identificaram a necessidade de contar com uma entidade de classe que os representasse.

     A entidade sempre optou por uma postura de lisura e defesa da classe em suas ações e aos poucos os resultados vieram. Em apenas dois anos de fundação, a entidade já contava com sede própria, fincada em terreno com área de 1.000 metros quadrados e com auditório com capacidade para 100 pessoas, o que já mostrava que tinha vindo pra ficar.

        “Ao longo do tempo muitas foram as batalhas com reivindicações apresentadas às prefeituras, câmaras de vereadores, cartórios, entidades do governo Federal”, frisou Elenilton Lopes. “Sempre mostramos demandas rapidamente e com esse esforço, a ACCS se torna uma das grandes contribuintes para que o Centro-Sul cearense figure em destaque no setor imobiliário estadual e que Iguatu tenha sido nos últimos três anos a segunda cidade do interior cearense que mais constrói imóveis populares, batendo cidades como Juazeiro do Norte por exemplo, e injetando diretamente somente na economia do município de Iguatu, mais de 70 milhões de reais em 2018”.

         Um dos grandes avanços da ACCS foi fundar no ano de 2017, juntamente com mais 25 associações de 18 estados do país, a FENAPC – Federação Nacional dos Pequenos Construtores, que representa estas entidades em nível nacional. A FENAPC já  obteve bons resultados. Os pequenos construtores representam 42% das moradias do Programa Minha Casa Minha Vida em todo país.

        Para Elenilton Lopes, o título, que reconhece o seu trabalho como membro da ACCS foi inesperado, mas de significado ímpar: “Sinto-me lisonjeado, ver esse projeto que iniciamos há quase nove anos obter tanto êxito e ajudar a desenvolver tanto a economia regional, chega a ser uma conquista pessoal. Dizem que se você conseguir trabalhar com o que gosta, nunca mais trabalhará na vida, e é assim que me sinto em relação à construção civil, um setor que é emprego na veia da economia nacional e não posso deixar de agradecer aos meus pares da Associação, com certeza dedico essa honraria a eles, pois sem a união de todos nada disso seria possível e em especial agradeço à nossa diretoria executiva pela título que me concedem neste momento “.

        O título de Presidente de Honra tem caráter de honraria e não concede poderes de decisão ou execução ao homenageado, o que é uma prerrogativa da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal.

Diretores da Associação dos Construtores da Região Centro-Sul do Ceará.
15:04 · 17.09.2019 / atualizado às 15:04 · 17.09.2019 por

 

 

Deputado estadual, Marcos Sobreira

          De acordo com o parlamentar, Marcos Sobreira, o objetivo da criação da ‘Semana Lixo Zero’ é discutir as boas práticas de gestão de resíduos nas escolas públicas do Estado. “Vamos sensibilizar a comunidade escolar para a temática da educação ambiental, através dos conceitos de sustentabilidade, de redução de desperdícios e da preservação do meio ambiente, transmitindo informações a respeito de reciclagem, separação do lixo, sistema de compostagem e destino final”, destacou.

         Com a aprovação do projeto, a “Semana Lixo Zero” passaria a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Estado do Ceará e seria realizada anualmente na Semana do Meio Ambiente. O Estado e os alunos poderão articular diversas ações para alcançar métodos e tecnologias que tenham como objetivo coletar e destinar de forma ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável, 100% dos resíduos produzidos pela escola.

          A iniciativa ainda ressalta a importância de cada escola fazer o diagnóstico da quantidade de resíduos produzidos. Com a sensibilização dos alunos, a expectativa é a redução da geração de lixo, a reutilização, a reciclagem, a redução do volume de resíduos coletados e a redução do volume dos rejeitos destinados aos aterros sanitários.

14:29 · 17.09.2019 / atualizado às 15:25 · 17.09.2019 por

 

Alunos de escolas de Jaguaribe

            Alunos da Escola Estadual de Ensino Médio Raul Barbosa, na cidade de Jaguaribe, visitam as escolas públicas de ensino Fundamental da cidade com o objetivo de levar e distribuir um cordel de autoria coletiva.

           O projeto é acompanhado de boa música, com o objetivo de alertar sobre a importância da conscientização ambiental, além de buscar a valorização das raízes culturais do sertão nordestino.

            A iniciativa da ação é da professora Hérica Gomes. “Os alunos estão motivados e a questão do meio ambiente mobilização os jovens que devem adotar medidas de conscientização sobre a necessidade de preservação ambiental”.

          No cordel, são tratados temas como o uso racional da água, clima, sustentabilidade, valorização da família e viver bem em comunidade.

         Uma das primeiras visitas ocorreu na Escola de Ensino Fundamental Professor Gutenberg Barbosa Silva. Para Amanda Raquel, aluna do 6º ano, a apresentação foi uma das melhores coisas que já aconteceu na escola. “Eu pude me ver em vários momentos, gostei do cordel e das músicas”, frisou emocionada.

Alunos cantam música ‘Asa Branca’ de Humberto Teixeira/Luiz Gonzaga

14:17 · 17.09.2019 / atualizado às 14:17 · 17.09.2019 por

         

          A Caatinga mais uma vez está em chamas no interior cearense. Há dias o fogo queima em área limite entre os municípios de Iguatu e Cedro.

          O ambientalista, Paulo Ferreira Maciel, observa que o fogo é criminoso e explica:  “Não há ignição espontânea na Caatinga. As queinadas são provocadas segundo a intencionalidade de “limpar terrenos”.  O fogo controlado, apesar de previsto na lei, não para passa de retórica, visto que não há fiscalização regular nem órgãos que as autorizem, pois a prática do “fogo controlado”, mesmo quando devidamente autorizado e fiscalizado, já mostrou-se uma prática deletéria aos ecossistemas do bioma Caatinga, afetando a microvida do solo e sua fertilidade, bem como a biodiversidade em geral”.

        Para Paulo Maciel, as queimadas como prática agropecuária são usadas a cada ano. “Fogo controlado é cada vez mais um engodo”, ressaltou. “Fiscalização, investigação e punição dos criminosos é dever do Estado”.

14:04 · 17.09.2019 / atualizado às 14:04 · 17.09.2019 por

 

O orçamento municipal em Cedro é decidido de forma participativa pela população. “As demandas atendidas pela nossa gestão são fruto deste diálogo, de interesse coletivo, por prioridades escolhidas pelo povo”, disse o prefeito Dr. Nilson Diniz.

O orçamento participativo é um processo pelo qual a população decide, de forma direta, a aplicação dos recursos em obras e serviços a serem executadas pela gestão.

    O secretário de Finanças, Adriano José, explicou que as demandas apresentadas ao orçamento para o município são importantes para que a prefeitura possa viabilizar recursos.

    Os moradores podem enviar suas demandas para o Orçamento Participativo através do site www.cedro.ce.gov.br. 

13:58 · 17.09.2019 / atualizado às 13:58 · 17.09.2019 por

 

Plantio de algodão herbáceo. Foto de Honório Barbosa

          Presente pela primeira vez no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, a premiação especial Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico busca identificar modelos de gestão e governança de organizações e comunidades na produção do algodão agroecológico.

         Neste ano, as três finalistas desta modalidade são dos estados do Rio Grande do Sul, Ceará e Paraíba, e compartilham objetivos comuns como a forma sustentável de produzir o algodão sem degradar o meio ambiente e preservando os recursos naturais; o plantio consorciado com outras produções, e a preocupação com a melhoria da renda e qualidade de vida de seus associados e cooperados.

          A Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural – Adec, da cidade Tauá (CE), concorre à premiação final com a tecnologia social Algodão Agroecológico no Fortalecimento da Agricultura Familiar e Associativismo. O algodão produzido pelos 123 associados/as é ecologicamente correto, com certificação orgânica concedida pelo Instituto Biodinâmico Brasileiro – IBD. Nas comunidades pertencentes aos municípios cearenses de Tauá, Parambu, Independência e Boa Viagem, o plantio é feito em bases agroecológicas, sem a utilização de queimadas e agrotóxicos, alternado com o cultivo de milho, feijão e gergelim.

          A Adec também utiliza técnicas de conservação do solo (plantio em nível, valetas de retenção de água e adubação orgânica), faz plantios de árvores nativas ao longo das cercas, nas margens dos riachos e açudes para recompor as matas ciliares e reflorestar a área. Há ainda a preocupação com a disposição do lixo doméstico, cuidados com as margens e nascentes dos rios e utilização de sementes adequadas. “Vamos usar o reconhecimento do Prêmio de Tecnologia Social para trazer mais incentivo para a nossa iniciativa, com melhoramento da atividade e da produtividade”, disse José Rogaciano Siqueira de Oliveira, assessor da Adec.

         A tecnologia social A trama do algodão que transforma, da Cooperativa Justa Trama, da cidade de Porto Alegre (RS), envolve todos os elos da cadeia produtiva do algodão agroecológico – desde o plantio à comercialização das roupas e acessórios. A entidade faz o tingimento das peças, por meio de pigmentos naturais e vegetais. A cooperativa foi criada em 2005, motivada pela produção de bolsas para o Fórum Social Mundial, que aconteceu em Porto Alegre, dentre 44 empreendimentos da Economia Solidária. Naquele ano foi pensado e colocado em prática o plantio do algodão orgânico e a produção das primeiras peças de roupas. “Ser finalista do Prêmio de Tecnologia Social nos deixa muito felizes e orgulhosos do trabalho desenvolvido por nossos 500 cooperados/as”, declarou Nelsa Inês Nespolo, responsável pela iniciativa.

         O Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no CurimataúParaibano, da Associação de Apoio a Políticas de Melhoria da Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Verticalização da Produção Familiar é a finalista do município de Remígio (PB). Seus associados/as iniciaram o manejo do algodão agroecológico em 2006 e hoje possuem certificação orgânicos. Em 2013 criaram o Organismo Participativo de Aceitação e Conformidade (Opac), denominado Rede Borborema de Agroecologia, entidade responsável por certificar a produção dos 34 agricultores/as e comercializar os produtos da lavoura a comercialização. Atualmente a rede possui cinco grupos de produção em assentamentos dos municípios paraibanos – Remígio, Prata e Amparo-. “Estamos na expectativa pelo prêmio. A nossa ideia é investir na rede e dar a ela condições de fazer o acompanhamento e assessoria com material adequado e oferecer capacitação às famílias” declarou a técnica de campo, Robevânia da Silva Almeida.

           Para o instituto C&A, esta parceria com a Fundação Banco do Brasil reforça a importância do reconhecimento de iniciativas de bases comunitárias vinculadas ao fortalecimento da agricultura familiar. Além de fomentar a produção do algodão agroecológico consorciado com outras culturas, esta categoria mapeia boas práticas baseadas no protagonismo local. O olhar integrado da cadeia produtiva, que começa com a produção sustentável do algodão, permite que a moda seja, cada dia mais, uma força para bem”, reforça Luciana Pereira, gerente do programa Algodão Sustentável liderado pelo Instituto C&A.

            As tecnologias vencedoras em todas as categorias e premiações especiais serão conhecidas no dia 23 de outubro. Além da premiação especial destinada para iniciativas de Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico, outras quatro categorias nacionais também concorrem nesta edição: Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação”; “Geração de Renda e Meio Ambiente, e outras duas categorias especiais: Mulheres na Agroecologia e Primeira Infância. As vencedoras irão dividir R$ 700 mil reais em premiações. Além disso, há também a categoria Internacional, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe. Todas as instituições finalistas receberão um troféu e um vídeo retratando sua iniciativa.

         Realizado a cada dois anos, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social reconhece e certifica soluções como boas práticas que podem ser reaplicadas em todas as localidades do país. Os parceiros da Fundação BB no Prêmio de 2019 são: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, com a cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

13:53 · 17.09.2019 / atualizado às 13:53 · 17.09.2019 por
Artesã e peças de barro. Fotos de Jr Panela

         Todos os anos, uma feira de economia criativa colore o Encontro Sesc Povos do Mar e chama atenção dos visitantes com peças artesanais feitas com os mais diversos materiais típicos das localidades onde são produzidos.

         O barro transformado em louça pelas mulheres da Ibiapaba, a palha de carnaúba trançada em Aracati, os desenhos com a fina areia de Majorlândia, sementes, búzios, conchas e todos os tipos de trançados que se pode encontrar no litoral cearense, como o bilro, labirinto, bordados podem ser vistos na ‘Feira Onde há rede, há renda’. Peças que, em sua maioria, são vendidas apenas nas comunidades nativas podem ser reunidos em um único lugar e adquiridos direto com os produtores, sem intermediários na compra.

       Com expositores de mais de cinquenta municípios, a Feira fica aberta à visitação durante o encontro, que tem público de cinco mil pessoas por dia. Ao mostrar suas peças, conversar com as pessoas, os artesãos descobrem oportunidades de divulgação e também de comércio, resultando em novas encomendas para clientes conterrâneos e de além-mar.

Venda de louças

        A cerca de 700 metros de altitude, distante mais de 300 quilômetros da Capital, oito mulheres trabalham juntas produzindo utensílios de barro, em um sítio localizado em Viçosa do Ceará. Uma vez por ano, suas peças são expostas no projeto do Sesc e, na última edição, quem conheceu estande delas foi um empresário, dono de um restaurante de comida regional em Fortaleza. O encontro resultou em uma venda de mais de quinhentas peças de barro, entre bandejas, travessas e cumbucas para o estabelecimento. “Vendemos muito na feira do Sesc e as peças que vendemos mais, vamos levar novamente este ano”, diz a artesã Vanusa Emídio Nascimento, integrante da Associação dos Artesãos do Sítio Tope, que também vende suas peças na Central de Artesanato do Ceará (CeArt)

Artesanato é destaque no encontro

Aracati/ Milão/ França

       Maria Helena Angelina é artesã e reside na comunidade Cabreiro, no município de Aracati. Suas manufaturas em palha de carnaúba são trazidas todos os anos para a feira do Povos do Mar e, em 2018, chegaram à Itália na exposição Artigiano in Fiera, junto com peças de artesanato de 112 países. O Sesc participou do evento internacional para apresentar a Rede Povos do Mar em um estande no qual as bolsas de palha de Helena foram mostradas como símbolo do artesanato do Ceará.

“Minha participação no Encontro Sesc Povos do Mar abriu várias portas para a divulgação do meu trabalho e da minha comunidade. Meu trabalho passou a ser mais conhecido e consegui aumentar minha rede de contatos, o que foi uma possibilidade de ampliar renda”, diz Helena. Suas peças são identificadas com o contato de artesã e, após a exposição em Milão, duas brasileiras radicadas na França a procuraram para que exportasse bolsas, viseiras e carteiras de palha.

Neste ano, a variedade de produtos aumenta com itens de decoração como sousplat, boleiras, jarros para plantas, entre outros.


Garrafinhas de areia colorida

A técnica de ciclogravura é a fonte de renda para Nilberto de Freitas, nativo da Praia de Majorlândia, em Aracati. Os famosos desenhos de areia colorida compõem paisagens minuciosas dentro de garrafas e agradam turistas, tornando-se souvenirs do Ceará. A avó do artesão, Joana Carneiro, é uma das pioneiras nesta técnica, “uma arte de família”, define ele.

Os meses de alta estação, de dezembro a fevereiro, são os de melhores vendas, quando a produção é feita sob encomenda e levada para as praias próximas, em Canoa Quebrada e Majorlândia. O Encontro Sesc Povo do Mar, mais do que ponto de venda, é uma oportunidade de fazer contatos. No Sesc Iparana Hotel Ecológico a programação é aberta ao público, aos hóspedes e aproxima os artesãos de todo o Estado.

“Levamos o artesanato para mostrar nossas atividades e ter vivência com outros grupos, a venda não é o foco principal, mas os turistas que ficam hospedados no Hotel passam, olham e gostam porque são produtos de comunidades nativas”, diz ele.

A presença nesta rede de incentivo ao comércio justo deu a Nilberto a oportunidade para mostrar suas peças na Feira Nacional de Artesanato e Cultura no Ceará, realizado no Centro de Eventos em abril.


Sobre o IX Encontro Sesc Povos do Mar

De ponta a ponta do litoral cearense, a Rede Sesc Povos do Mar encontra tradições, culinárias, danças, cantos, artesanato, convidando as comunidades praianas de 24 municípios a participar do importante projeto de socialização de práticas e saberes. A 9ª edição Encontro Sesc Povos do Mar acontece em setembro, de 22 a 26, e o 5° Encontro Herança Nativa, de 26 a 29, recebendo diariamente, na reserva ecológica do Sesc, cerca de cinco mil pessoas, entre participantes e o público visitante.

V Encontro Herança Nativa

Após o encerramento do Povos do Mar, no dia 26/9, é iniciado o V Encontro Herança Nativa, projeto do Sesc destinado aos povos originários vindos de 35 cidades do Ceará: indígenas, quilombolas, ciganos, sertanejos, povos de terreiro, dentre outros.Todos os anos, jovens e anciãos realizam Oficinas Saberes e Artesanias, guiam vivências, dialogam nos Círculos de Cultura e mostram tradições em apresentações socioculturais abertas ao público no Sesc Iparana Hotel Ecológico.

 

13:46 · 17.09.2019 / atualizado às 13:46 · 17.09.2019 por

 

Prefeito Zé Hélder e deputado Domingos Neto

       A liberação de recursos de custeio do financiamento da Média e Alta Complexidades (MAC) para continuação da prestação de serviços à população pelo Hospital São Raimundo de Várzea Alegre. Essa foi uma das reivindicações apresentadas pelo prefeito de Várzea Alegre, Zé Helder, ao deputado federal Domingos Neto, que é relator do Orçamento da União.

       Os dois estiveram reunidos em Fortaleza. Zé Helder tratou com o deputado sobre demandas do município que estão em andamento no governo Federal e ainda pendentes de liberação de recursos.

 

13:41 · 17.09.2019 / atualizado às 13:41 · 17.09.2019 por

 


Começou nesta segunda-feira, 16, na cidade de Várzea Alegre e prossegue até o dia 22 deste mês, a 7ª edição da Semana do Bebê. Os trabalhos começaram pela creche Dona Fransquinha e mais de mil crianças devem ser atendidas durante a programação.

A programação é feita pelas secretarias municipais de Assistência Social, de Saúde e de Educação. Em Várzea Alegre, a Semana do Bebê, é instituída pela Lei Municipal nº 928 de 15 de outubro de 2015.

      Palestras e rodas de conversa sobre aleitamento materno, obesidade infantil, relação interfamiliar, campanha de registro de nascimento, debate sobre gravidez na adolescência, homenagens às rezadeiras e parteiras do município e entrega do kit bebê para a primeira criança que nascer no Hospital São Raimundo nesta semana integram a programação do evento.

 

20:58 · 16.09.2019 / atualizado às 20:58 · 16.09.2019 por

Fogo chegou próximo à casa

No período de 1° de setembro ao dia 16 de setembro de 2019, até as 19h, o 4° Batalhão de Bombeiros Militar com sede em Iguatu, na região Centro-Sul do Ceará, registrou 59 ocorrências de fogo em vegetação. Da última segunda-feira, dia 9 de setembro, até hoje, 16, foram 32 ocorrências.

       A maioria dos registros de fogo em vegetação ocorreu em Iguatu, 34, seguido de Cedro, 07; Acopiara, 06; Icó, 04; Quixelô, 03; Cariús, 02; Lavras da Mangabeira, Jucás e Orós, cada, com um registro. 

Coronel Nijair Pinto

    O comandante do 4º BBM, coronel Nijair Araújo Pinto, disse que na tarde desta segunda-feira, a corporação foi acionada para combate a um incêndio em vegetação na cidade de Quixelô, na área urbana. “Mais um foco debelado, graças ao afinco e à garra da guarnição”, frisou. “A área devastada foi de aproximadamente 5 km”.

      O comandante do 4º BBM destaca três principais fatores para a ocorrência das queimadas em vegetação: “Ação antrópica, ou seja, o próprio homem interferindo, tocando fogo, efetuando aceiros mal feitos ou criminosamente; a elevação das temperaturas, e o aumento da velocidade dos ventos”.

     O coronel Nijair Pinto observa que ‘a população e a imprensa podem ajudar efetivamente por meio de campanhas e dicas preventivas, evitando a eclosão de novos focos e, principalmente, denunciando os causadores’.

     O coronel desta que ‘em mais de 200 ocorrências recentes, ninguém foi sequer denunciado – com resolutividade tão baixa fica muito difícil inibir novas ações’.

    O comandante geral dos Bombeiros, coronel Holanda, o subcomandante geral, coronel Cleyton, e o comandante dos bombeiros do interior, tenente coronel, Anderson, mantêm esforços possíveis para atender a atual demanda. “Em todos os quartéis, temos guarnições extras, exclusivas para atendimento a focos de fogo em vegetação. Nossa maior dificuldade agora está na efetiva eclosão de vários focos, em diversos cidades do Estado, todos ao mesmo tempo. Mesmo assim, estamos atendendo aos chamados e cumprindo nossas missões”, disse o coronel Nijair Pinto.

      O comandante do 4º BBM prevê que até dezembro haverá focos de queimadas  no serão. “Ainda teremos alguns meses com essa peculiar combinação entre homem, temperatura elevada e ventos fortes. Estejamos todos atentos e solidários, principalmente em se tratando da não omissão, denunciando possíveis piromaníacos”.

Agricultores acompanham fogo destruir mata nativa. Foto de Honório Barbosa

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