Categoria: comércio


08:49 · 06.07.2020 / atualizado às 08:49 · 06.07.2020 por
Centro de Iguatu esteve fechado na última semana. Foto: Wandenberg Belém

O prefeito de Iguatu, Ednaldo Lavor, assinou neste sábado (4), um novo decreto de retomada das atividades econômicas em Iguatu, na região Centro-Sul do Ceará. A partir de hoje (6) haverá retomada parcial de atividades econômicas – indústria, comércio e serviços.

Na semana passada, empresários locais reclamaram contra o decreto municipal que colocou Iguatu em lockdown, definindo o fechamento em dias alternados de lojas de serviços essenciais: padarias, supermercados, mercadinhos, mercearias, farmácias, bancos e casas lotéricas.

“Estamos enfrentando uma crise muito grave, com empresas fechadas há mais de 110 dias, empresários em depressão, falência à vista”, disse o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), de Iguatu, José Mota Luciano (Dedé Duquesa). “Entendemos que houve um exagero em até fechar serviços essenciais”.

Decreto estadual

O governador Camilo Santana renovou neste sábado (4) o decreto de isolamento social rígido de sete cidades do Interior, dentre elas, Iguatu, no Centro-Sul cearense, com validade a partir desta segunda-feira (6). A justificativa apresentada pelo governo estadual é o aumento do número de casos ao longo das duas últimas semanas.

Outras cidades que permanecem em isolamento social rígido são: Sobral (21 dias), Juazeiro do Norte (14 dias), Iguatu, Crato, Barbalha, Brejo Santo e Tianguá.

Atividades autorizadas a funcionar e percentual: 

Indústria:

Fabricação de sabão, desinfetantes – 30%
Fabricação de medicamentos – 100%
Fabricação de produtos fitoterápicos e naturais – 60%
Fabricação de móveis e artigos de metal – 30%
Fabricação de móveis e artigos de madeira –  20%
Fabricação de produtos para construção civil – 30%
Fabricação de eletros e artigos domésticos – 30%
Fabricação artigos de couro e calçados – 20%
Indústria da construção civil e obras de irrigação; 30%
Recuperação de matérias e reciclagem – 30%

Serviços: 

Serviços impressão de artigos gráficos e publicitários – 30%
Serviços médicos, odontológicos e terapia ocupacional – 100%
Serviços de transporte individual de passageiros – 60%
Serviços de assistência mecânica (oficinas) – 100%
Serviços de assistência técnica bombas, ar condicionados e eletros – 100%
Serviços de petshops; 100%

Comércio 
Comércio de produtos ortopédico, artigos óticos, produtos farmacêuticos, fitoterápicos e naturais, gêneros alimentícios; hortifrutigranjeiros e produtos veterinários – 100%.

Comércio de material de construção civil – 30%.

Proibição 

A feira livre continua proibida.

15:17 · 24.04.2020 / atualizado às 15:17 · 24.04.2020 por
Fiscalização determina fechamento de lojas no Centro de Iguatu. Foto: Wandenberg Belém

Técnicos da Vigilância Sanitária e da Guarda Municipal de Iguatu realizaram, na manhã desta sexta-feira (24), um trabalho de fiscalização no centro comercial da cidade para orientar, mais uma vez, os lojistas que insistem em abrir empresas cujas atividades estão vetadas por decreto estadual, enquanto perdurar o isolamento social.

O secretário de Meio Ambiente de Iguatu, Marcos Ageu Medeiros, observou que havia lojas abertas de forma parcial e esclareceu que a circular divulgada pelo Sindicato dos Lojistas de Iguatu (Sindilojas) foi no sentido de que estabelecimentos de assistência técnica de ar-condicionado e de refrigeração estão liberados, segundo o decreto estadual.

“Observamos que lojas de assistência técnica de celular resolveram abrir, mas orientamos que não poderiam, não é permitido o atendimento de forma presencial”, frisou Marcos Ageu Medeiros.

A empresária Elizete Rabelo, disse que a situação dos lojistas está difícil. “Sei que precisamos ter um pouco de paciência. Infelizmente é o mundo todo, mas devia ter um pouco de flexibilidade, pois outras lojas como supermercados e bancos estão abertos e cheios de muita gente”.

A empresária disse que fez acordo com os funcionários. “Concedi férias, pois não posso pagar sem ganhar nada”, frisou.

O vendedor autônomo Júnior Félix está parado há mais de 30 dias. “Hoje resolvi sair para tentar vender alguma coisa, tenho prestação para pagar, não dispensaram e ainda não recebi auxílio. Preciso ganhar alguma coisa”, disse. “Não deixaram eu trabalhar, então vou voltar para casa”.

Ministério Público faz recomendação à Prefeitura: Não pode haver flexibilização 

Promotora de Justiça: Helga Barreto

A promotora de Justiça de Iguatu, Helga Tavares, titular da 2ª Promotoria, expediu recomendação, nesta quinta-feira (23), para que a Prefeitura garanta o cumprimento do decreto estadual, que determina e regula o isolamento social como forma de prevenir a transmissão do coronavírus.

A recomendação do Ministério Público ocorreu após pedido apresentado pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) ao prefeito de Iguatu para que permitisse a abertura de algumas lojas como venda de óculos, tecidos, confecções, calçados.
“Sabemos da insatisfação de alguns lojistas, mas isto não pode ser, neste momento, o fator determinante para arrefecer a quarentena, já tão difícil de ser estabelecida. Os municípios podem complementar os decretos já publicados pelo Estado ou pela União, mas não implementar medidas contrárias. E esperamos o pleno acatamento pela Prefeitura”, frisou a promotora de Justiça Helga Tavares.
O prefeito Ednaldo Lavor reafirmou a manutenção dos decretos estadual e municipal e pontuou que apenas recebeu reivindicações dos empresários e que um grupo técnico iria estudar a demanda empresarial. O gestor municipal ressaltou a importância do isolamento social e do uso de máscara por todos os moradores.
17:30 · 15.01.2020 / atualizado às 17:30 · 15.01.2020 por
Lojistas e comerciários definiram em convenção coletiva novos valores do salário para o setor. (Foto: Honório Barbosa)

Após convenção coletiva entre o Sindicato Regional dos Empregadores Lojistas de Iguatu (Sindilojas) e o Sindicato dos Comerciários de Iguatu houve entendimento e definição do piso salarial para R$ 1.088. 

O reajuste salarial para os comerciários que recebem acima do piso foi de 4%. O valor da diária de trabalho aos sábados ficou definido em R$ 40; aos domingos e feriados – até 12 aberturas – R$ 70; e acima de 12 horas, R$ 85. 

A diária de trabalho em farmácias aos domingos e feriados é de R$ 70; e em mercantis e supermercados é de R$ 10 por hora trabalhada.

15:52 · 20.12.2019 / atualizado às 16:09 · 20.12.2019 por
Varejo se mostra aquecido para o Natal. Fotos de Wandenberg Belém

Faltando cinco dias para o Natal, o comércio varejista na cidade de Iguatu, polo da região Centro-Sul cearense, mostra bons sinais de aumento nas vendas.

No Centro, as calçadas estão lotadas pela manhã, muita gente passando com sacolas nas mãos. “É um bom sinal para o comércio local”, disse o lojista, Marcone Lima. “As vendas estão aquecidas”.

Quem ainda não comprou o presente de Natal, pretende comprar logo. “Vou comprar neste fim de semana”, disse a estudante, Bruna Araújo. “Quero gastar 900 reais, presenteando a mim, meu namorado e a minha família”. 

De acordo com dados da Câmara de Dirigentes Lojistas de Iguatu (CDL), em média, o consumidor deve gastar até R$ 300,00 por pessoa nas compras de Natal.

A comerciária Nághia Duarte pretende gastar mais um pouco. Além de comprar artigos para uso próprio quer presentear os parentes. “Quero gastar um pouco mais porque economizei e tenho uma lista de pessoas para presentear, família grande, mãe, marido, afilhado, sobrinhos”, disse. “Vou gastar em torno de mil a mil e quinhentos reais”.

Alexandre Brasil, gerente administrativo de uma loja varejista, também está animado e disse que o setor está aquecido desde o início do mês. “Esperamos crescimento em torno de 11% nas vendas”.

As vitrines estão lotadas, produtos ao alcance dos consumidores, além da facilidade de pagamento, parcelado.

Lojas do setor de calçados, vestuários, perfumaria, brinquedos, aparelho celular entre outros produtos apresentam boa movimentação de consumidores.

O presidente da CDL de Iguatu, José Mota Luciano (Dedé Duquesa), aposta que o setor varejista vai crescer de 5% a 7% a mais do que no mesmo período do ano passado. “Os gerentes estão animados, as vendas continuam em alta”, pontuou. “Teremos um dezembro bom”. O líder empresarial destacou fatores como liberação de parcelas de FGTS, 13º salário e restituição da última parcela do imposto de renda para aquecimento das vendas.

Lojistas apostam em variedades e lançamentos para atrair os consumidores. “Neste ano, a loja oferece mais novidades”, disse a vendedora Neide Correia. “A nossa expectativa é muito grande para esse período”. 

Edvânia Soares, vendedora autônoma, foi às compras nesta sexta-feira. “Antecipei para evitar o corre-corre da véspera do Natal, mas antes pesquisei preços dos brinquedos”. Em média, ela gasta cerca de R$ 250,00.

Os lojistas se mostram confiantes e tentam reverter o quadro econômico que não foi satisfatório desde 2017 até meados deste ano.

Com colaboração de Wandenberg Belém

Movimento deve se intensificar neste fim de semana
17:57 · 12.12.2019 / atualizado às 17:59 · 12.12.2019 por
Oportunidades de vagas de trabalho temporário em Iguatu. Foto de Wandenberg Belém

 Dezembro é um mês bastante esperado pelo setor varejista, quando aumentam as vendas por conta das festas de Natal e de fim de ano. Cresce também a esperança de quem busca uma vaga de trabalho, ainda que seja temporário.

           Lígia Mendonça, gerente do Sine/IDT em Iguatu, observa que a oferta de vagas em média aumentou neste mês de dezembro 10%, em relação ao mesmo período do ano passado.  “Estamos com o setor mais aquecido”, pontuou.

        Depois de quase um ano desempregada, Samara Feitosa, 40 anos, está trabalhando na função de atendimento aos clientes. Comemora a vaga que tanta almejava. “Estava precisando de uma ocupação, de uma renda e estou feliz com essa oportunidade”, frisou. “É um novo desafio”.

        Algumas lojas sempre neste período antecipam as vendas de fim de ano, por isso ofertam vagas de empregos temporários. Além de Samara, a empresa contratou outros funcionários.

        Angélica Souza, gerente administrativa, observa que o desejo de quem consegue uma vaga de emprego é que seja efetivado no mercado de trabalho. “Todo fim de ano temos essa necessidade de emprego temporário e aqui em Iguatu contratamos dez pessoas”, disse. “Temos vários colaboradores que começaram de forma temporária, mas hoje são efetivos”.

       Manoel Ricássio da Silva, 38 anos, procurou uma vaga de emprego na lista de oportunidades no Sine/IDT, mas não foi dessa vez que encontrou o que queria. Ele está há dois anos desempregado. “Já trabalhei em indústria de calçados e todas as semanas venho aqui em busca de vaga e também procuro nas lojas, mas está muito difícil, sempre dizem não, não e isso desanima”, contou. “Não vou desistir”. Ele queria trabalhar em linha de produção industrial.

       Lucas Paulino estuda durante o dia e cursa enfermagem. Estava à procura de um emprego no período da noite, mas depois de quase um ano desempregado, foi selecionado para uma vaga de garçom. “Vai dar para ajudar nas compras de fim de ano e nas despesas com a faculdade”, pontuou.

       A orientação para quem procura vaga no mercado de trabalho é levar documentação necessária e ir à unidade de atendimento do Sine, diariamente.

Com colaboração de Wandenberg Belém

12:48 · 08.12.2019 / atualizado às 12:48 · 08.12.2019 por

Gasolina continua em alta e preço chega a R$ 4,89 em Iguatu. Foto de Wandenberg Belém

Abastecer nos postos de Iguatu está pelo menos R$ 0,10 mais caro. De acordo com proprietários de postos de combustíveis, nas últimas semanas a gasolina sofreu dois aumentos que foram repassados pela Petrobras, totalizando R$ 0,12 de majoração. O litro da gasolina comum, a mais consumida, passou de R$ 4,79 para R$ 4,89.

          A alta do dólar também acaba afetando este mercado, segundo o economista e professor do IFCE, Kélvio Felipe. “O combustível tem variável ligada diretamente ao dólar e também pela política de preço da Petrobras. Desde 2017, ainda na época do presidente
Temer, ele tirou o subsídio”, explicou. “Antes a Petrobras subsidiava o preço, ou seja, as variações do mercado internacional não eram tão repassadas para o mercado interno. Isso tornava o preço mais estável. Após 2017, o governo atual continuou com essa política. As variações são repassadas para o consumidor. Toda variação nacional do petróleo e da gasolina é repassada para o consumidor”.

       Em Iguatu, os preços dos combustíveis variam bem pouco de um posto para outro. É possível abastecer por R$ 4,84 o litro da gasolina comum. Mas a média praticada pela maioria nos últimos dias é R$4,89. Os motoristas sentem a diferença no bolso. “Eu só
ando de moto, uma motocicleta de baixa cilindrada e econômica, mas mesmo assim a gente sente a diferença no bolso sim. Antes dava para encher o tanque. Agora só consigo rodar abastecendo com pouco dinheiro. Situação que está difícil, mas é o jeito. Preciso
da moto para trabalhar”, comentou o autônomo Ubiratan Lemos.

        Já o carregador José Vieira gastava em média R$ 60,00 por semana para abastecer o carro e a moto dele. “Agora gasto R$ 80,00 em média. Mesmo assim uso mais a moto. O carro só aos finais de semana, e olhe lá. Tudo isso para reduzir gastos”, disse.

        Ainda de acordo com o professor Kélvio, a situação poderia ser melhor para o consumidor se Iguatu tivesse sistema de transporte coletivo público. “O consumidor iguatuense que precisa de veículo para se locomover acaba sentindo diretamente esse aumento no bolso, porque precisa do carro, de uma moto para ir ao trabalho, ao Centro da cidade. Se tivesse essa opção de transporte público, seria melhor para o consumidor”, acrescentou.

Gasolina ou etanol?

      Sem essa opção, o jeito é andar de carro mesmo quando necessário. Ainda segundo o economista, o consumidor deve avaliar se a melhor opção é abastecer o carro flex com gasolina ou etanol. Mas para isso é preciso fazer um pequeno cálculo para saber se
compensa financeiramente. “Estudos mostram que o rendimento do álcool frente a gasolina é de 70%. Aí você faz uma conta bem simples. Pega o preço do álcool e divide pelo preço da gasolina. Se esse resultado for até 0,7, compensa substituir, se for acima
disso não compensa. Em termo de rendimento não vale a pena”.

Com colaboração de Wandenberg Belém

12:40 · 08.12.2019 / atualizado às 16:07 · 09.12.2019 por
Aumento da carne de boi provoca retração no consumo. Foto de Wandenberg Belém

     O aumento do preço da carne bovina tem assutado os consumidores em Iguatu, cidade polo da região Centro-Sul do Ceará. Resultado: queda de 30% a 40% nas vendas, segundo comerciantes do mercado público e de frigoríficos.

        O preço do quilo da carne de primeira em média passou de R$ 20,00 para  R$ 25,00 e de segunda subiu de R$ 15,00 para R$ 20,00. Isso referente ao gado da região e vendas no mercado central, frigoríficos e mercadinhos. 

        Já nos grandes supermercados e frigoríficos que vendem carne de bovinos oriunda de outros Estados, como Maranhão, o preço da carne de primeira chega a R$ 33,00. 

        O preço do filé chega R$ 44,00 em Iguatu.

        “Era esperada uma diminuição nas vendas porque quando há aumento no preço do produto o consumidor se retrai em um primeiro momento”, observou o economista, Antônio Pereira. 

        E é isso que que está ocorrendo em Iguatu e em outros centros urbanos.  “Pelo menos no meu comércio senti uma queda nas
vendas entre 35% a 40%. Eu matava por semana quatro bois. Agora só mato dois e é com uma peleja danada para vender. A gente teve um aumento de R$ 70,00 para comprar o animal”, disse o marchante, José Alaor. “Se sobe para a gente, é preciso repassar para o consumidor”.

     De acordo com o economista, Kélvio Felipe, professor do IFCE, campus de Iguatu, o aumento na carne bovina decorre da valorização do dólar frente ao real, facilitando a exportação do produto e o aumento no mercado interno.

     Muitas pessoas reduziram a compra de carne vermelha por conta do aumento de preço do produto. “Comprava seis quilos de carne por semana, mas agora levo em média quatro. Isso já faz diferença. Antes fazia um churrasco em casa com família, duas vezes por semana, agora vai ser uma vez por mês e olhe lá, porque está realmente mais caro”, afirmou Roberto Alencar, contabilista.

      O marchante Raimundo Lourenço observou ainda que o gado da região está escasso por causa da seca, dificuldade de alimentar o rebanho. “O gado praticamente sumiu do mercado local. O pouco que tem está custando caro
para comprar”, frisou. “Tomara que venha boas chuvas no próximo ano para as coisas melhorarem”.

     Com a dificuldade de levar carne para casa, muitas pessoas estão buscando alternativas para substituir esse alimento. Tem peixe, frango, ovo, queijo, e outras carnes, entre elas a de porco.

    Rafael Silva, dono um box no mercado, que só comercializa carne suína, ressaltou que nos últimos dias teve um aumento em torno de 40% nas vendas. “Vendo praticamente um porco por dia”, disse. O quilo é vendido por dezoito reais”. Antes, ele vendia quatro por semana.

Frango e porco devem subir 

    O comerciante Charles Cristóvão disse que mantém o preço praticado no mercado central. “É o termômetro local”, disse. “Vi em promoção, imagine só, em um grande supermercado de Iguatu, carne de primeira vendida a R$ 33,00”, contou.

   De acordo com Charles Cristóvão, o preço do quilo do frango deve subir R$ 2,00 a R$ 3,00 e do porco cerca de R$ 4,00 até o fim deste mês. “É consequência do aumento da carne do boi, pois as pessoas passaram a comprar mais frango e porco”.

Com colaboração de Wandenberg Belém

Carne bovina subiu em todo o país
Carnes de frango e porco devem subir

 

14:59 · 08.02.2019 / atualizado às 14:59 · 08.02.2019 por

 

Lojas registraram intensa movimentação na manhã de hoje; foto de HB

O Sindicato dos Lojistas (Sindilojas) e o Sindicato dos Comerciários de Iguatu definiram em acordo coletivo por meio de Convenção Coletiva de Trabalho o piso salarial para o setor a partir de 1º de janeiro de 2019. O valor é de R$ 1.045,00.

Para quem recebe acima do piso salarial da categoria o reajuste é de 3,7%.

Os dois sindicatos também definiram valores para as diárias para quem trabalha sábado a tarde (R$ 40,00) e domingos e feriados (65,00).

Já a diária para quem trabalha em farmácias aos domingos e feriados é de R$ 70,00 e de supermercados (R$ 60,00).

 

17:17 · 24.12.2018 / atualizado às 17:33 · 24.12.2018 por

Manhã de chuva fina na cidade de Iguatu e o tempo permaneceu nublado ao longo do dia. Clima ameno. Ruas lotadas, sem vagas para estacionamento mesmo em pontos mais distantes do Centro comercial. Lojas repletas de clientes que deixaram para última hora as compras do Natal. Alegria dos comerciantes.

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Iguatu (CDL) espera um aumento de 5% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. “Estamos em períodos de crise, de dificuldades”, disse o presidente da CDL, Dedé Duquesa.

As lojas ficaram cheias de consumidores que deixaram para a última hora as compras para presentear amigos e parentes e para uso próprio.

Os setores de perfumaria, calçados e confecções registraram maior movimentação. Os salões de beleza estão lotados.

Alguns consumidores saíram às ruas de guarda-chuvas, mas a maioria enfrentou mesmo a chuva fina e foi às compras. Foram registrados 10 milímetros no centro da cidade.

Os lojistas comemoram as boas vendas e afiram que hoje a movimentação no comércio varejista está melhor do que no sábado passado, quando o ocorre a tradicional feira livre na cidade de Iguatu, que é polo econômico da região Centro-Sul.
“Está chovendo desde cedo, mas os clientes vieram às ruas”, comemorou o vendedor, Marcos Oliveira. Simon Melo, criança, não largou o pai até ele comprar o presente de Natal, depois de ir em três lojas. “Deu certo, comprei o videogame que ele queria”, pontuou o funcionário público estadual, Milton Alves.

 

 

10:03 · 14.12.2018 / atualizado às 10:03 · 14.12.2018 por
Estudantes realizam o projeto de incentivo ao varejo em Cedro. Foto de Marciel Bezerra

 

Estudantes do 3º ano do curso de Técnico em Comércio, da Escola Estadual de Educação Profissional Francisca de Albuquerque Moura, na cidade de Cedro, estão desenvolvendo o projeto “Compre Que é Daqui”. A iniciativa busca incentivar as compras no comércio local, valorizando o que é produzido em nossa terra.

A ação conta com o apoio da Prefeitura de Cedro, sala de empreendedorismo da Secretaria do Trabalho e Assistência Social e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cedro.

“Além da iniciativa em prol do comércio, temos o foco na aprendizagem dos nossos alunos. Eles têm a oportunidade de colocar em prática uma importante ação  para ajudar os comerciantes”, ressaltou o prefeito de Cedro, Dr. Nilson Diniz. O selo “Compre que é daqui – Cedro em primeiro lugar” está sendo fixado em comércios, repartições públicas, escolas e associações.

O objetivo é orientar moradores sobre a compra no comércio local e incentivar a geração de emprego e aumentar as vendas. “Estamos desenvolvendo campanhas publicitárias para desenvolver a economia local através do consumo próprio no município”, ressalta o professor e orientador do projeto, Vileimar Souza. As próximas etapas contarão com rodas de conversas e ações educativas no Centro.

Para os comerciantes, a ação chegou na hora certa. Para o empresário Jonas Leandro, a iniciativa é importante. “Estamos em dezembro e a tendência é que as vendas aumentem e com esta iniciativa estamos constatando que o projeto tem um foco, dar suporte a nós comerciantes na divulgação do comércio”, ressalta.

Histórico

Em janeiro deste ano, projeto semelhante foi desenvolvido também no curso Técnico em Comércio. “Educação financeira na escola”. O objetivo dos alunos era ensinar a melhor forma de economizar, cortar gastos, e poupar recursos de forma consciente, por meio de uma educação financeira. Alunos do Colégio Estadual Celso Araújo foram os beneficiados com o projeto. A coordenação do curso de Técnico em Comércio é do professor Hudson Josino.

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