Categoria: educação


15:17 · 12.02.2019 / atualizado às 15:17 · 12.02.2019 por
Mombaça vai receber campus avançado do IFCE
          Localizado no sertão central cearense, a 296km de Fortaleza, o município de Mombaça receberá o 33° campus do Instituto Federal do Ceará (IFCE), e grande parte dos 44 mil moradores já vive a expectativa desta sexta-feira(15), quando, em solenidade às 16h, será lançada a pedra fundamental da unidade.
       O evento, que acontece no mesmo espaço da obra, na rodovia CE 363, anuncia oficialmente a chegada do mais novo campus da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica que, assim como em outras regiões, deve mudar expressivamente a realidade da educação local.
        A construção do campus, cujos primeiros serviços já começam no próximo mês, deve estar concluída em um ano, somando investimento de R$ 5,4 milhões.
       A unidade terá, inicialmente, quatro salas de aula, cinco laboratórios, auditório, sala de professores, cantina, quadra poliesportiva, ambientes administrativos e de apoio ao aluno, totalizando 4.500 m² de área construída.
     Os primeiros cursos, como já ocorre normalmente com o IFCE, serão discutidos em audiência pública com a participação da comunidade, precedido de estudo técnico de potencialidades.
      O reitor Virgílio Araripe informou que conversou com o prefeito Ecildo Evangelista Filho, de Mombaça, sobre o início dos trabalhos, inclusive, a agenda do dia 15 foi definida durante esse entendimento: “É mais uma unidade, a 33ª, que entregaremos à comunidade. Isso significa mais oportunidades para os jovens terem acesso a cursos técnicos e superiores de qualidade, sem falar na pesquisa, extensão e inovação tecnológica. Quereremos agradecer ao prefeito e sua equipe que muito têm colaborado. É o início de uma grande parceria”, afirmou o gestor do IFCE.
Campus avançado de Mombaça 
A unidade do Instituto Federal do Ceará em Mombaça será avançada do campus de Iguatu. O Ministério da Educação estabelece o conceito de campus avançado como a vinculação administrativa de um novo campus a outro campus ou à Reitoria, destinado ao desenvolvimento da educação profissional por meio de atividades de ensino e extensão circunscritas a áreas temáticas ou especializadas, prioritariamente, mediante, oferta de cursos técnicos e de cursos de formação inicial e continuada.
14:43 · 02.02.2019 / atualizado às 14:43 · 02.02.2019 por

 

Vestibular é realizado no Campus Multi-institucional Humberto Teixeira em Iguatu. Foto: HB

A Unidade Descentralizada de Ensino da Universidade Regional do Cariri (Urca) em Iguatu promove neste fim de semana Vestibular para os cursos de Enfermagem, Educação Física, Economia e Direito. O número de candidatos inscritos é recorde. São 3080 que disputam 160 vagas, 40 vagas por curso.

As provas são realizadas em dois dias: sábado e domingo. As provas são realizadas em dois dias: sábado e domingo, no período da tarde, no Campus Multi-institucional Humberto Teixeira.

O diretor da Urca, em Iguatu, Ivo Ferreira, disse que o número de inscritos é o maior desde quando a entidade foi instalada em Iguatu e é uma demonstração de credibilidade da instituição e reconhecimento da qualidade dos cursos.

21:36 · 28.01.2019 / atualizado às 21:36 · 28.01.2019 por

 

Pais fazem matrícula dos filhos no Liceu de Iguatu. Foto de HB

Movimentação intensa de pais de alunos em busca de matrícula no Colégio Liceu de Iguatu neste fim de semana. Temendo não conseguir vaga, um grupo começou ainda pela manhã do sábado a se reunir em frente à escola que oferta ensino de tempo integral e compõe a rede estadual de ensino.

Mais de cem pais dormiram de sábado para o domingo e no fim da tarde a direção do Liceu decidiu distribuir senhas para atendimento na segunda-feira, 28. “O dia de matrícula é hoje (segunda-feira), mas muitos pais decidiram formar filas desde o sábado”, observou a diretora da escola, Cláudia Medeiros. A unidade oferta 140 vagas, mas havia mais de 400 pais querendo matricular os seus filhos por considerar a boa qualidade do ensino.

O técnico da Crede de Iguatu, Tadeu Teixeira de Souza, frisou que a maioria das pessoas dá preferência pelo Liceu. “É uma questão local, cultural, em que se comenta entre os pais que a escola é boa, mas outras da rede estadual apresentaram melhora significativa”, pontuou. “Temos vagas para todos, não é o caso de se construir uma nova escola”.

O colégio Dr. Édson Gouvêa também distribuiu senhas e completou o quadro de matrículas nesta segunda-feira. Já o Filgueiras Lima ainda dispunha de 60 vagas no fim da manhã.

Deu certo 

Vanda Gomes enfrentou mais de 24 horas na fila, chuva à noite, e sol no domingo, mas conseguiu matricular o filho, Raian Gomes, no 1º do ensino médio. “Foi um sufoco, mas estou gratificada”, comemorou.

Ana Maria de Jesus também obteve êxito e conseguiu matricular o filho, no 1º do ensino médio, que concluiu o 9º do ensino fundamental no Educandário Nossa Senhora de Fátima. “Cheguei no sábado às 10 horas da manhã e só sai no domingo às 17 horas, depois que a escola entregou as senhas”, contou. “Foi cansativo, mas valeu a pena”.

13:01 · 11.12.2018 / atualizado às 13:03 · 11.12.2018 por
Alunos chegam minutos antes de fechamento do portão para reaplicação de prova do Enem, em Acopiara. Foto de Pedro Neto

Fechou às 13 horas (horário de Brasília), ao meio-dia no Ceará, o portão da Escola Estadual de Educação Profissional Alfredo Nunes, em Acopiara, na região Centro-Sul do Ceará, onde 425 alunos estão inscritos para reaplicação de prova do Enem.

Os estudantes fazem prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias e a redação. A reaplicação da prova deveu-se à falta de energia no Polo de Acopiara no primeiro dia de realização do Enem, em 4 de novembro passado.

Em clima de alegria e com confiança, os alunos chegaram à escola Alfredo Nunes. “A gente fica aborrecido com o que ocorreu, mas passou e agora é esperar uma boa prova hoje”, disse o aluno, Marcos Almeida. “Foi bom porque deu para estudar mais um pouco, mas estou nervosa e espero um tema bom da redação”, disse a aluna, Maria do Socorro Oliveira.

Além de Acopiara, há reaplicação de prova para dois alunos em Fortaleza e um em Pacajus. 

No Brasil, 2.725 estão inscritos com direito à segunda aplicação do Enem.

Faltou energia 

De acordo com a coordenadora da Crede 16 (Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação), com sede em Iguatu, Mônica Silva, os alunos que estavam inscritos para o Educandário Maria Emília Correia Pinho, escola particular em Acopiara, foram prejudicados mediante a falta de energia. “No segundo dia de prova, não houve problema, e esses alunos afetados somente farão a prova nesta terça-feira”, explicou. “Fizemos relatório e encaminhamos para a Ouvidoria do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) sobre o fato e fomos atendidos com a reaplicação de prova do primeiro dia”.  

Escola Alfredo Nunes é local de reaplicação de prova do Enem em Acopiara. Foto de Claudiana Pinho

Enem para Pessoas Privadas de Liberdade – PPL  

Segundo o Inep, no Brasil, nesta terça-feira, há 41.044 inscritos no Enem destinado para Pessoas Privadas de Liberdade e Jovens sob Medida Socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL). Este ano o Enem PPL será realizado em 1.436 unidades em todo Brasil.

Grupo de alunos otimista antes da prova do Enem. Foto de Pedro Neto
08:34 · 24.11.2018 / atualizado às 08:52 · 24.11.2018 por
Alunos são motivados a ler e escrever suas histórias em formato de livro. Fotos de Miguel Marcelo

A Secretaria de Educação de Várzea Alegre desenvolve na Escola Ormicinda Siebra Leite, no bairro Varjota, o projeto de incentivo à leitura e à escrita Escrelendo”, com alunos do 3º ano do ensino fundamental.

Mais uma etapa do projeto foi encerrado com a presença de alunos, pais e professoers. O projeto Escrelendo começou em 2017. Cada ciclo dura seis meses. Esse é a segunda edição e contou com a participação de 57 alunos, que escreveram igual número de livros.

A diretora da escola, Nara Denyse, explicou que o projeto é de extensão. Começa no início do ano letivo. Todos os dias as crianças leem livros de sua escolha. Esse processo dura seis meses. Os alunos levam um livro pra casa, passam uma semana com ele. Depois apresentam de forma bem criativa para os colegas. Depois, eles escrevem suas próprias histórias, digitam no computador, fazem as capas dos livros e mandam para uma gráfica. Na conclusão, eles entregam o livro à pessoa que eles escolheram pra dedicar.

A professora Janaísa Oliveira escreveu em sua rede social comentário sobre a importância do projeto no processo criativo e para a educação das futuras gerações. “Uma geração que não teve oportunidade contemplando outra que, por enquanto, tem. As lágrimas daqueles que são gratos a nós, nos impulsionam a continuar acreditando em uma educação de valores e de sonhos. Isso é o que nos faz continuar lutando, ainda que seja árduo o nosso trabalho”, disse.

 

10:06 · 15.11.2018 / atualizado às 10:06 · 15.11.2018 por

 

Mostra científica na Escola Dr. Manoel Carlos de Gouvêa. Fotos de Honório Barbosa

Alunos da Escola de Ensino Médio Dr. Édson Luiz Cavalcante de Gouvêa, da rede estadual de ensino, na cidade de Iguatu, promoveram mostra de trabalhos científicos com pesquisas entre alunos, pais e moradores sobre temáticas variadas: autolesão na adolescência; poluição do Rio Jaguaribe; situação dos catadores do lixão de Iguatu; perda de reservas hídricas no Açude Trussu; gravidez na adolescência e violência contra a mulher.

Quatro trabalhos serão selecionados para participar da mostra regional que integra o Ceará Científico.

De acordo com a professora Aline Teixeira, três trabalhos já foram selecionados para participarem de outras mostras, após apresentação recente na Mostra Científica do Cariri (Mocica) promovida pelo campus de Juazeiro do Norte do Instituto Federal de Educação (IFCE).

Os alunos demonstraram facilidade na explicação das pesquisas realizadas.

Convite a dois países 

A pesquisa sobre autolesão por alunos da escola foi convidada a integrar uma feira internacional na Tunísia; o trabalho sobre poluição no Rio Jaguaribe recebeu convite para participar de mostra em Bogotá, na Colômbia; e a pesquisa com os catadores de lixo do Lixão de Iguatu para uma feira em Maceió, Alagoas.  

13:50 · 11.11.2018 / atualizado às 07:27 · 12.11.2018 por

 

Nailson Átila e a avó, Antônia Cardodo. Fotos de HB

Histórias de superação com alunos deficientes emocionam fiscais e aplicadores de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), na cidade de Iguatu. Há duas unidades de ensino que recebem alunos especiais neste ano. Uma delas é a Escola Amélia Figueiredo de Lavor, da rede estadual de ensino profissional. A outra é o Liceu.

Os alunos ficam em salas climatizadas. É um estudante por sala, que conta com assistência de professores. 

Nailson Átila Silva, 23 anos, veio com a avó, Antônia Cardoso. Os dois caminharam cerca de 30 minutos. Antes de entrar na escola, aproveitou últimos minutos e fez revisão de matemática. “Quero fazer faculdade de informática”, disse. A avó levou água e lanche para o neto e foi deixá-lo no interior do colégio. “Fico emocionada”, contou. “Sou avó e  mãe e ele é um batalhador”. O jovem apresenta deficiência intelectual.

Jamily Lavor e o professor assistente, Marcos José Bento

Jamily Lavor do Carmo veio com o pai, de moto, e na calçada da escola, o assessor e acompanhante, Marcos José Bento, da Escola Filgueiras Lima, onde ela estuda, estava aguardando para assinalar a frequência. Apresenta também deficiência intelectual. “Espero que dê tudo certo”, disse.

 

Moline é recebida pela professora assistente na entrada da escola

No colégio profissional, Amélia Figueiredo de Lavor, reencontramos Moline Kessya Abreu, 18 anos, que tem síndrome de Down. Neste segundo dia de prova, ela estava alegre, disse que gostou muito da primeira prova e mostrou mais uma vez fé em ser aprovada. “Quero cursar pedagogia ou gastronomia”, reafirmou. Na entrada da escola, recebeu o abraço da professora assistente, Elayne Oliveira.

 

Ana Letícia e a mãe, Jancilma Carlos, chegam para a prova

Ana Letícia Carlos Gomes, 19 anos, aluna do Liceu de Iguatu, chegou para fazer o Enem com a ajuda da mãe, Jancilma Carlos, que conduzia a cadeira de rodas. Tetraplégica, por ter tido um parto demorado (faltou oxigênio), a aluna mostra força, vontade de superação e disse que gostou da redação no domingo passado.  Ela ditou as frases para o professor assistente, pois não consegue escrever. “Quero fazer serviço social ou direito”, disse. O professor assistente que acompanha a aluna em sala de aula disse que ela era muito inteligente e respondia as questões rapidamente, citando não só a letra, mas trecho do item de resposta.

“Ela é a minha primeira filha, outras duas estão também fazendo Enem, uma amor de pessoa”, contou. A mãe, dona de casa, é aluna de Pedagogia. “Sou mãe e pai, mas cuido dos três com muito amor e dedicação”.

13:42 · 04.11.2018 / atualizado às 15:53 · 04.11.2018 por

 

Alunos entram no campus Multi-institucional Humberto Teixeira, em Iguatu, para o primeiro dia de prova do Enem. Fotos de Honório Barbosa

Iguatu tem o maior número de alunos inscritos para o Enem na região Centro-Sul do Ceará. São 3.869, o que corresponde a 1,2% do Ceará. O polo que reúne o maior número de estudantes é o campus Multi-institucional Humberto Teixeira, com mais de mil inscritos.

A Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação (Crede) 16 informou que há 2417 alunos inscritos da rede estadual de ensino de 17 escolas em sete municípios da região Centro-Sul para as provas do Enem. Esse número corresponde a 98,6% do total de matriculados que é de 2451 da 3ª série do ensino médio.

Iguatu oferece nove locais de prova. Desse total, apenas quatro escolas dispõem de salas climatizadas. Outras cinco são com uso de ventiladores e os alunos custam reclamar do intenso calor no período da tarde, nessa época do ano.

A maior movimentação ocorre no Campus Multi-institucional Humberto Teixeira, onde funcionam os cursos da Uece e da Urca. Neste ano, não há distribuição de lanches e água por parte da Crede para os alunos de escolas públicas, já que foi ano eleitoral e não houve licitação para aquisição dos produtos.

Os vendedores de lanches e de água mineral aproveitaram e comercializaram mais os seus produtos. “Já vendi todas as águas”, disse vendedor ambulante, Carlos Lima. Hélber Dias aproveitou e colocou também uma barraca para que os alunos pudessem guardar capacetes e celulares, em frente ao campus Multi-institucional. Cobra R$ 2,00 por unidade. “Vivo de vender água mineral, lanches e no Enem aproveito para oferecer serviço de guarda volume”, contou. “Faço isso há quatro anos”.

Todas as 23 rotas de ônibus escolares em Iguatu e Quixelô funcionaram normalmente, sem necessidade de uso de veículo de apoio, conduzindo mais 500 alunos.

Especial 

A aluna do 3º ano do ensino médio, no Liceu de Iguatu, Moline Kessya Freitas de Abreu, 18, está fazendo pela primeira vez as provas do Enem. Ela tem síndrome de Down e disse que pretende cursar gastronomia ou pedagogia. “Estou animada e tenho fé em Deus que vai dar certo”, disse. Ela chegou acompanhada da irmã, professora universitária, Môngola de Abreu.

Moline Kessya de Abreu faz enem pela primeira vez e mostra confiança.

Sem identidade  

O aluno da rede estadual de ensino da Escola Profissional, Amélia Figueiredo de Lavor, em Iguatu, Duílio Viana Vieira, esqueceu a carteira de identidade e teve que sair do local de prova, no campus Multi-institucional Humberto Teixeira momentos antes do fechamento do portão, ao meio-dia, por determinação do coordenador da unidade. Ele faz o segundo ano do ensino médio e iria fazer a prova como experiência.

O pessoal de apoio da escola prontificou-se a ir buscar o documento, mas o coordenador do local da prova não permitiu mais que o estudante ingressasse no campus, menos de 30 segundos após ter saído. Quem estava de lado de fora ficou revoltado. “Isso é um absurdo”, disse Francisco Lopes, comerciário, pai de aluno. Os professores da escola levaram o estudante para casa.

Aluno Duílio Viana esqueceu identidade e não foi mais permitido voltar ao local de prova, logo após fechamento do portão, no campus Multi-institucional Humberto Teixeira

 

 

12:32 · 04.10.2018 / atualizado às 11:50 · 04.10.2018 por

 

Prefeito de Cedro destacou importância da obra. Fotos de Marciel Bezerra

Na manhã desta quinta-feira, 4, na cidade de Cedro, na região Centro-Sul do Ceará, foi realizada solenidade de assinatura de ordem de serviço para a construção de uma Escola Estadual de Educação Profissional (EEEP).

O evento reuniu lideranças políticas, comunitárias, alunos e professores. O secretário de Educação do Ceará, Rogers Mendes, participou do evento e disse que os cursos a serem oferecidos na nova unidade dependem da demanda e de um estudo de avaliação. “Vamos ver os cursos ofertados pelo campus do IFCE para não ocorrer sobreposição”, pontuou.

Atualmente, a EEEP Francisca de Albuquerque Moura oferece cursos técnicos de comércio, enfermagem e informática.

A secretária de Educação de Cedro, Esmeraldina Bezerra, frisou que a nova escola vai proporcionar um novo espaço de aprendizagem e novas oportunidades. “Não vejo outro caminho para um jovem progredir, mudar sua condição social, econômica, que não seja a Educação”, disse. “Há transporte escolar, alimentação, livros e biblioteca e professores de qualidade”.

O prefeito de Cedro, Dr. Nilson Diniz, destacou a importância da obra. “O prazo de conclusão é de dez meses e alunos e professores vão ganhar uma unidade moderna, com mais salas de aula”, observou. “Atualmente a escola funciona em um prédio adaptado”.

 

Escola 

Em Cedro, a escola vi dispor de 12 salas de aula, auditório, biblioteca, bloco pedagógico administrativo, laboratórios específicos para os cursos técnicos oferecidos, além dos de Línguas, Informática, Ciências e Matemática. Terá capacidade para atender até 540 alunos, pois funciona das 7 às 17 horas. O investimento para construir é de R$ 9.170.763,86

A obra será supervisionada pelo Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE), órgão vinculado à Secretaria da Infraestrutura (Seinfra).

Rede pública estadual

Atualmente, a rede estadual é composta de 724 escolas com o atendimento de 450 mil alunos. Na Capital, são 168 unidades de ensino.

Ordem de serviço foi assinada e obra começa de imediato

 

Secretária Esmeraldina Bezerra assina ordem de serviço de escola em Cedro.

 

12:04 · 06.12.2017 / atualizado às 07:40 · 07.12.2017 por

 

Um grupo de professores da rede municipal de ensino de Iguatu realizou manifestação na manhã desta quarta-feira, 6, pelas ruas do centro comercial de Iguatu. Mais cedo houve concentração dos docentes na Praça Gonçalves de Carvalho (Praça da Caixa Econômica).

O ato foi organizado pelo Sindicato dos Professores do Município de Iguatu. Ontem, segundo a entidade foi um dia de paralisações. “Essa manifestação é um protesto contra a falta de diálogo, retirada de nossos direitos e exigimos respeito e valorização, disse o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Iguatu, Pablo Neves.

Os docentes apresentaram pauta de reivindicações que incluem: descongelamento do anuênio conforme decisão judicial; manutenção dos direitos dos professores readaptados; cumprimento de acordo de data de pagamento dos servidores da Educação, revisão de decretos contrários aos interesses da categoria; manutenção de diálogo com o sindicato; melhoria nas condições de trabalho nas escolas; transparência na aplicação dos recursos do Fundeb e realização de concurso público. 

Por meio de nota, a Prefeiotura de Iguatu informou que o pagamento da folha salarial referente a novembro começou ainda nesta quarta-feira, 6. “Lembramos que o pagamento é programado para ser realizado até o quinto dia útil do mês subsequente, de acordo com  a legislação trabalhista”, frisa a nota. “Já antecipamos o pagamento do 13º salário aos professores”.

A Prefeitura esclarece ainda que neste ano os professores tiveram um aumento de 7,64% e o pagamento está em dia.

 

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