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Categoria: manifestação


21:53 · 27.04.2014 / atualizado às 21:53 · 27.04.2014 por
Manifestação reuniu dezenas de motociclistas. Foto: Honório Barbosa
Manifestação reuniu dezenas de motociclistas. Foto: Honório Barbosa

Na manhã de hoje, domingo, dia 27, moradores da localidade de Baú e dos sítios vizinhos, na zona rural de Iguatu, município localizado na região Centro-Sul, realizaram manifestação contra a precariedade em que se encontra o trecho da rodovia CE 282.

A estrada é de terra e está esburacada. No período de chuvas, o tráfego de veículos enfrenta obstáculos, atoleiros. “É quase impossível trafegar na estrada”, disse Carlym Gomes, presidente da Federação das Entidades Comunitárias de Iguatu, um dos organizadores da manifestação.

Inicialmente, houve uma concentração no início da estrada, na cidade de Iguatu, que reuniu dezenas de motociclistas e motoristas. O grupo seguiu até a localidade de Baixio dos Ferreiras II, onde houve reunião e reivindicação ao governo do Estado para a recuperação da rodovia ou construção de pavimentação em asfalto.  O vereador Rômulo Fernandes (PT) defendeu a realização de um serviço de recuperação da via. Os organizadores do evento encaminharam documento ao governo do Estado solicitando a construção de asfalto.

 

12:16 · 02.11.2013 / atualizado às 12:32 · 02.11.2013 por
Ciro Gomes irritado bate-boca com alunos e professores. Foto: facebook
Ciro Gomes irritado bate-boca com alunos e professores. Foto: facebook

O secretário de Saúde do Ceará, Ciro Gomes, rasgou cartaz e bateu-boca com estudantes da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iguatu (Fecli), unidade de ensino da Universidade Estadual do Ceará (Uece).

O incidente aconteceu no fim da tarde desta sexta-feira, dia 1º, no Aeroporto Tomé da Frota, na cidade de Iguatu, na região Centro-Sul, após o desembarque do secretário com o objetivo de participar na vizinha cidade de Icó da inauguração da Policlínica de Saúde e do Centro de Especialidades Odontológicas (CEO).

Ao se aproximar do carro, no estacionamento em frente ao terminal de desembarque, Ciro Gomes decidiu ir ao encontro de estudantes que faziam manifestação com cartazes e faixas. Os alunos usavam um microfone e carro de som e o irmão do governador, discordou de um cartaz e reagiu. “Com esse tipo de agressão não tem diálogo”. Os estudantes apitavam e gritavam e o locutor tentava explicar a pauta de reivindicações. Ciro Gomes chamou um professor de ‘babaca’ e em seguida tomou o cartaz das mãos de uma estudante e rasgou-o. No cartaz estava escrito ‘Fora Cid’. Foi chamado de ‘arrogante’. Em meio a vias, seguiu para a cidade de Icó.

Encontro com Cid

O governador Cid Gomes que desembarcou em seguida em outra aeronave, decidiu reunir-se com um grupo de representantes dos manifestantes (professores e alunos), mas de acordo com relato de docentes não houve avanço na tentativa de abertura de diálogo. A conversa ocorreu no saguão do aeroporto.

Sobre as obras do campus multi-institucional que vai abrigar cursos da Uece, Urca e Fatec, Cid Gomes disse que vai conversar com alunos e docentes no próximo dia 14, por ocasião da inauguração da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Iguatu. Há um temor da obra sofrer paralisação por atraso no repasse de recursos.

Sobre a realização de concurso para docentes, Cid Gomes disse que não iria fazer e justificou que ‘os professores da Uece aumentaram o próprio salário’.

O professor da Uece, Pedro Silva, do Sindicato dos Docentes da Uece, observou que mesmo antes da greve, o governador não manteve diálogo com a universidade.

Movimento

Desde setembro passado que estudantes da Fecli fazem manifestação contra o governo do Estado, solicitando melhoria na estrutura da unidade de ensino, conclusão do campus multi-institucional, realização de concurso público para professores e contratação de funcionários administrativos.

Na semana passada, os professores da Uece decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

 

Alunos da Uece/Fecli ocuparam saguão do aeroporto. Foto: facebook
Alunos da Uece/Fecli ocuparam saguão do aeroporto. Foto: facebook
17:42 · 14.10.2013 / atualizado às 17:42 · 14.10.2013 por

 

Milhares percorreram ruas do Centro de Iguatu. Foto de Luiz Vasconcelos
Milhares percorreram ruas do Centro de Iguatu. Foto de Luiz Vasconcelos

Professores, diretores de escolas, centenas de alunos e representantes da sociedade civil  saíram em passeata pelas principais ruas do Centro da cidade de Iguatu, na região Centro-Sul do Ceará, na manhã desta segunda-feira (14). 

A caminhada teve por objetivo sensibilizar os diretores do Rotary Club de Iguatu para que aceitem a proposta da Prefeitura de Iguatu de permuta de um terreno por uma área de um hectare no Parque de Exposições da entidade.

O município precisa da área para construção de uma moderna escola de acordo com o padrão do Ministério da Educação (MEC), com 12 salas de aula, beneficiando cerca de mil alunos do ensino fundamental I e II, que residem na região central da cidade.

O prefeito Aderilo Alcântara participou do movimento e lamentou a decisão dos sócios do Rotary Club que rejeitaram a oferta do município. “Esperamos agora sensibilizar os diretores do clube”, disse o gestor. “O momento é angustiante por se tratar da construção de uma escola de alto padrão de qualidade, e que devido à dificuldade em adquirir o terreno, o município poderá perder mais de R$ 4 milhões de reais em investimentos na Educação do município, pois a verba já está assegurada”.

O prefeito apontou que há um movimento político dentro da própria instituição, que impediu a aprovação da proposta da Prefeitura.

ESCLARECIMENTO

Na semana passada, o Rotary Club de Iguatu divulgou nota de esclarecimento, justificando a desaprovação da proposta do município: A doação do terreno tornaria inviável o parque de vaquejadas, uma fonte de recursos inquestionável pela tradição que representa esse tipo de evento para a população do nordeste.

O Parque de Exposições na realidade necessita de reforma e ampliação. A doação de 10.000 m² viria impedir que se planejasse um futuro em que, com o aumento da população regional, pudéssemos promover eventos para transformar em benefícios para comunidade.

Na realidade, o Rotary Clube de Iguatu busca no momento parcerias para que voltemos a ter representatividade dentro do município de Iguatu, participando de importantes demandas como outrora aconteceu.

10:02 · 14.10.2013 / atualizado às 16:52 · 14.10.2013 por
Moradores fazem protesto em frente ao escritório da Cagece, em Lavras da Mangabeira. Foto: Edileudo Lopes
Moradores fazem protesto em frente ao escritório da Cagece, em Lavras da Mangabeira. Foto: Edileudo Lopes

Mais de 500 moradores da cidade de Lavras da Mangabeira, na região Centro-Sul do Ceará, realizam na manhã desta segunda-feira (14) protesto em frente ao escritório da Cagece no centro da cidade. Revoltada, a população quebrou grades de segurança, janelas, portas e invadiu o prédio destruindo mesas, cadeiras, computadores, divisórias, central de ar-condicionado, material de escritório, telefones e outros objetos.

Duas pessoas chegaram a ser detidas por portarem bombas juninas, mas foram liberadas.

O delegado de Polícia Civil de Lavras da Mangabeira, Alexandre Saunders, confirmou a destruição total da unidade da Cagece e pessoalmente acalmou a população, com ajuda de policiais militares. A área foi isolada. “Quando cheguei ao local já estava tudo destruído”, contou. “Conversei com algumas pessoas e pedi calma”.

A delegacia de Polícia Civil de Lavras da Mangabeira vai abrir inquérito policial para apurar crime de dano ao patrimônio público. “A unidade não dispõe de câmara de segurança”, observou o delegado.

A manifestação começou por volta das 9 horas da manhã desta segunda-feira (14). Na cidade,  clima é de revolta e de tensão em decorrência da falta de água há mais de duas semanas. “Os moradores contaram que falta água em alguns pontos há mais de um mês e que mesmo assim os boletos de cobrança chegam à casa dos consumidores, e com aumento na tarifa”, relatou o delegado municipal, Alexandre Saunders.

A adutora que abastece a cidade apresenta vazamentos e os consumidores exigem uma solução da Cagece.

A Polícia Militar pediu reforços à Companhia de Várzea Alegre e à cidade de Cedro. Por volta das 11 horas, os manifestantes deixaram o local.

Protesto reuniu mais de 500 moradores revoltados com a Cagece. Foto: Edileudo Lopes
Protesto reuniu mais de 500 moradores revoltados com a Cagece. Foto: Edileudo Lopes

 

Esclarecimentos

Escritório ficou todo destruído. Foto: Edileudo Lopes
Escritório ficou todo destruído. Foto: Edileudo Lopes

Sobre a falta de água no município de Lavras da Mangabeira, a Cagece informou que o desabastecimento é ocasionada pelo rompimento frequente da adutora responsável por fazer a captação da água para distribuição no município. Neste domingo, foi detectado um novo vazamento e que os operários da empresa estão realizando o reparo, cuja conclusão estava prevista ainda para ontem.

Para solucionar o problema, a Cagece realizou com mão-de-obra própria a substituição de parte da adutora por uma mais nova. Para a substituição do trecho restante, é necessária a contratação de uma empresa para realização do serviço. Uma primeira licitação foi realizada, mas a empresa não apresentou condições para a realização da obra. Dessa forma, a Cagece vai fazer uma nova licitação para fazer a substituição da adutora antiga.

A Cagece informou que realiza manutenções preventivas com a finalidade de diminuir a incidência dos rompimentos. Sobre a manifestação de ontem, a Cagece vai registrar um Boletim de Ocorrência na delegacia de Polícia Civil acerca e até o fechamento desta edição, a empresa ainda estava fazendo o levantamento do prejuízo.

19:33 · 27.09.2013 / atualizado às 19:33 · 27.09.2013 por
Cruzes no asfalto para lembrar mortes no trânsito. foto: Honório Barbosa
Cruzes no asfalto para lembrar mortes no trânsito. foto: Honório Barbosa

Cerca de 500 moradores da cidade de Icó, na região Centro-Sul do Ceará, realizaram no fim da tarde desta sexta-feira (27) manifestação contra o elevado número de acidentes que vêm ocorrendo na CE 282. Para simbolizar as mortes na estrada, foram depositadas sobre o asfalto dezenas de cruzes. A via ficou interdita entre às 17 horas e às 18 horas.

O ato público teve por objetivo chamar a atenção das autoridades estaduais para a necessidade de ampliação da rodovia que é estreita, não tem acostamento e apresenta tráfego elevado de veículos.

A manifestação foi organizada pela sociedade civil de Icó e representantes de associações comunitárias, igreja, sindicatos, entidades de classe e instituições públicas participaram do protesto.

Os manifestantes conduziram cruzes de madeira, cartazes e faixas no ato público que teve como tema central ‘Pela valorização da vida em Icó’. Eles vão encaminhar ao Departamento Estadual de Rodovias (DER) documento solicitando o alargamento da rodovia, construção de ciclovia, redutores eletrônicos de velocidade e melhoria na sinalização.

De acordo com a organização do protesto, de janeiro a setembro deste ano, foram registrados 421 acidentes no trecho de cerca de seis quilômetros de extensão entre a Ponte Piquet Carneiro, sobre o Rio Salgado, e a localidade de Gama, no Perímetro Irrigado Icó – Lima Campos. Desse total, foram registrados quatro óbitos.

“Esse trecho transformou-se na estrada da morte”, disse a contadora, Eliane Soares dos Santos, uma das organizadoras da manifestação. “O governo precisa atender as nossas reivindicações com urgência ou vai esperar mais mortes ocorrerem?”, indagou.

No próximo dia 11 de outubro, haverá nova manifestação na rodovia CE 282 entre Icó e Lima Campos.

Manifestações cobraram do governo alargamento e instalação de ciclovia na rodovia CE 282 em Icó. Foto de Honório Barbosa
Manifestações cobraram do governo alargamento e instalação de ciclovia na rodovia CE 282 em Icó. Foto de Honório Barbosa