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Tag: água


17:43 · 20.04.2018 / atualizado às 17:43 · 20.04.2018 por


Um grande desafio da gestão atual tem sido levar água para os moradores de Cedro por meio de sistemas de abastecimentos de água, cisternas, poços profundos e construção de açudes. A busca por melhorias é para atender famílias que convivem com a seca no município.

Para amenizar o impacto da escassez de água, Cedro vai inaugurar um sistema de interligação de água das comunidades Angicos e Santo Antônio que irá atender também a comunidade de Vaca Morta. O encontro contará com a presença do prefeito Dr. Nilson Diniz, o vice-prefeito, secretários, vereadores, representantes do Sistema Integrado de Saneamento Rural (SISAR) e de associações locais, lideranças comunitárias e famílias beneficiadas.

A Prefeitura tem, ao longo dos últimos anos, trabalhado com afinco para garantir a universalização da água de qualidade. “É uma tarefa enquanto gestor municipal, atender as famílias que estão precisando de abastecimento de água. As melhorias podem ser contempladas através do acesso a água potável com agilidade, o que tem sido facilitado pela construção da adutora em nossa cidade”, reforçou Dr. Nilson Diniz,.

A conquista tem sido motivo de vitória para a Associação Comunitária Vicente Batista de Oliveira que uniu forças e procurou a gestão municipal para agilizar a concretização desta demanda. “Hoje a gente percebe que a água na zona rural tem sido destaque pelas ações inovadoras do Prefeito Dr. Nilson Diniz, que junto ao Estado tem conseguido uma melhor vida para toda nossa gente”, afirma o secretário de agricultura, Manoel Bezerra.

20:00 · 19.04.2018 / atualizado às 17:37 · 20.04.2018 por
Poço perfurado passa por teste de vazão no Interior do Ceará. Foto de Honório Barbosa

Garantir abastecimento de água para as futuras gerações. Esse é o objetivo do projeto de Avaliação Hidrogeológica Quali-Quantitativa, desenvolvido pelo Governo do Estado, que envolve as bacias dos municípios de Iguatu, Orós, Quixelô e Icó.

O objetivo é identificar e mapear os mananciais dos lençóis subterrâneos, visando ao seu aproveitamento hídrico.

Inédito na região, o projeto está sendo desenvolvido pela Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), em parceria com a Secretaria de Recursos Hídricos (SRH) do Estado. O estudo tem um custo superior a R$ 1 milhão de reais. O processo licitatório já foi concluído pelo Estado, faltando apenas a assinatura da ordem de serviço, que deverá ocorrer em breve.

 

Secretário Aderilo Alcântara

O secretário Executivo da SRH, Aderilo Alcântara, é o coordenador do projeto. Ele ressalta a importância desse estudo, e lembra que o Ceará vive um momento crítico de escassez d’água, por conta de vários anos seguidos de estiagem, e que as estatísticas mostram a necessidade de se pensar em novos meios adequados para usufruir da água existente no subsolo.

Alcântara aponta que através desse monitoramento será possível avaliar a qualidade e quantidade dos aquíferos, facilitando assim o trabalho de perfuração de poços nessas regiões, proporcionando, dessa forma, uma segurança hídrica maior para a população.

“Não podemos sair por aí perfurando e definindo poços sem conhecer a área. E esse projeto chega num momento em que o Ceará vive uma escassez de água muito grande, e com esse trabalho, que em breve estaremos iniciando, certamente iremos ter uma segurança hídrica maior”.pontuou Alcântara. “A perfuração de poços vai proporcionar uma oferta de água maior, tanto para o consumo humano como também para o uso na produção de alimentos e outras atividades”.

19:51 · 19.04.2018 / atualizado às 19:51 · 19.04.2018 por

 

Cisterna calçadão é uma das tecnologias para armazenamento de água

As cidades de Iguatu e Icó receberão o programa Uma Terra e Duas Águas – P1+2. O projeto é uma das ações estratégicas da Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA) com financiamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Ministério do Desenvolvimento Social – (MDS).

Marcos Jacinto, coordenador executivo do Instituto Elo Amigo, ONG, sediada em Iguatu que executará o projeto disse que a ação é uma forma de armazenar água para a produção de alimentos em comunidades rurais que possuem poucos recursos para captação de água, trazendo segurança hídrica e alimentar para a família.

A captação e armazenamento da água da chuva para produção de alimentos se dão através de cisternas-calçadão, que captam a água da chuva por meio de uma área cimentada sobre o solo, e também a cisterna de enxurrada, onde o terreno é utilizado como área de captação. Para a filtragem da água, são construídos tanques de decantação.

A água escoa por meio de canos até a cisterna, que tem capacidade para armazenar 52 mil litros.

De acordo com Marcos Jacinto as famílias estarão aptas a receberem o programa, pois vão receber capacitações e orientações para o uso da água da cisterna para a produção de alimentos.
O Instituto Elo Amigo atua com o programa P1+2 há 9 anos no território Centro-Sul e no Vale do Salgado, atendendo a 18 municípios. As comunidades que já receberam o projeto, continuam produzindo com sua própria reserva hídrica.

O programa visa consolidar a agroecologia e a convivência com o semiárido com políticas de desenvolvimento rural sustentável, estimular a capacidade empreendedora e gestora de pessoas, grupos e comunidades e contribuir com o desenvolvimento pessoal, social e profissional das juventudes de Iguatu e região por meio de ações educativas, esportivas e artístico-culturais.

A seleção das famílias já iniciou e o próximo passo é a capacitação e posteriormente a construção das unidades.

21:42 · 16.04.2018 / atualizado às 21:42 · 16.04.2018 por

 

Reuniu criticou liberação de água sem medidas compensatórias para a região. Foto de Honório Barbosa

Em meio a um clima de revolta, produtores rurais,  vereadores, prefeitos e representantes de entidades de classe discutiram, na manhã desta segunda-feira, 16, em audiência pública realizada na Câmara Municipal desta cidade, a transferência de água do Açude Castanhão para a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) por meio do Eixão das Águas. O reservatório acumulava, ontem, 6,45% de sua capacidade.

A revolta decorre da decisão do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Conern), órgão máximo de deliberação, que no último dia 3, autorizou a transferência, por meio de bombeamento, de água do sistema Castanhão para Fortaleza. “Isso é um absurdo, passa por cima da decisão coletiva dos comitês de Bacia Hidrográficas”, disse o vereador e presidente do Comitê da Bacia do Médio Jaguaribe, Daniel Linhares.

Os participantes da audiência frisaram que havia um entendimento de que a água somente seria transferida após o fim da quadra chuvosa (fevereiro a maio). “Fomos surpreendidos mais uma vez”, disse Daniel Linhares. “Em junho próximo, haverá a reunião de alocação de água dos Vales do Banabuiú, Jaguaribe e Salgado e este é fórum adequado para decisão sobre a vazão de água nos açudes”.

No início da quadra chuvosa, em 1º de fevereiro o Castanhão acumulava 150 milhões de metros cúbicos. Ontem, segundo a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), o reservatório estava com 432 milhões de metros cúbicos, ou seja, 6,45%. A tendência para os próximos dias é de aumento do volume por causa da cheia do Rio Salgado, afluente do Ri Jaguaribe. Ontem, o aporte no açude foi de 23 milhões de m3.

Sem compensação

Na próxima semana, será elaborado um documento a ser entregue ao governo do Estado solicitando a suspensão da transferência de água até o fim da quadra chuvosa e medidas compensatórias para a região. “Não somos contra a retirada de água para Região Metropolitana de Fortaleza, mas não podemos ser prejudicados”, frisou o prefeito de Jaguaribara, Joacy Alves dos Santos Júnior (Juju). “Na Capital não tem racionamento, mas aqui tem para moradores e produtores”.

A revolta entre os participantes da audiência pública é a falta de compensação para a região do Médio e Baixo Jaguaribe. “O governo simplesmente seca o Castanhão, levando água para indústrias no Porto do Pecém, e para nós ficou a crise econômica com desemprego, esvaziamento da cidade e fuga de piscicultores”, disse a vereadora, Maria José Martins (Mazé). “Fomos atrás de adutora, poços e não veio nada”.

Segundo os parlamentares, há diversas localidades rurais que enfrentam crise de água no entorno do Castanhão, dependendo de caminhões pipa. “Isso é uma vergonha”, frisou o vereador, Tarcísio Dantas. “Desde 2013 que somos enganados”.

O coordenador do Complexo Castanhão, Fernando Pimentel, disse que a gerência da água é responsabilidade da Cogerh, mas chamou a atenção para a necessidade do uso racional e responsável da água. “A crise é grave, houve uma melhora com as últimas chuvas, e não podemos repetir erros do passado”, pontuou.

Para a vereadora, Damiana Martins, o sonho do Castanhão trazer o crescimento da cidade transformou-se em um pesadelo. “A nossa situação é triste, a renda acabou, os projetos produtivos estão parados e a maioria das promessas dos governos não se concretizaram”, desabafou.

O piscicultor, Francisco Eduardo Almeida (Padim), presidente da Associação dos Produtores de Tilápia do Castanhão, considera um exagero a transferência de água no período chuvoso. “Mal começou a chover já levam a água que poderia assegurar o abastecimento e reinício da piscicultura e de outras atividades produtivas”, lamentou. “Acho isso um erro e uma ganância com medo de falta água em Fortaleza antes da eleições”.

Explicação

O coordenador do Núcleo Técnico da Cogerh, em Limoeiro do Norte, Hermilson Barros, esclareceu que a transferência de água decorre do baixo volume e perda de reserva de água na Bacia Metropolitana (Pacajus, Pacoti, Riachão e Gavião), que tem um déficit de 190 milhões de m3 em relação ao mesmo período do ano passado.

Barros frisou que em decorrência da água acumulada nos rios Jaguaribe e Banabuiú há dois pontos de bombeamento para transferência de água em Morada Nova e Itaiçaba para o Fortaleza. “Hoje (ontem) decidimos suspender a retirada de água do Castanhão, as bombas foram desligadas”, assegurou. “Estamos liberando 500 litros por segundo para o Rio Jaguaribe, para manter a vazão mínima”.

De acordo com Barros, houve uma transferência média de 3,85 m3/s após a decisão do Conerh para o sistema Fortaleza. “Jaguaribara precisa conviver com essa dinâmica por causa da crise hídrica e a prioridade é o abastecimento humano”, definiu.

20:05 · 11.04.2018 / atualizado às 20:05 · 11.04.2018 por

 

Canal de água pluvial. Foto de Marciel Bezerra

A chuva anima os agricultores e melhora a recarga em açudes de pequeno porte em Cedro, mas pode trazer transtornos para as áreas de risco. A Prefeitura de Cedro ampliou os serviços de prevenção de alagamentos. O secretário de Infraestrutura, Marcus Pitombeira, vistoriou ações preventivas na Avenida Vereador Pedro Lopes Vieira, sangradouro do açude velho, canal de águas pluviais e o bairro Conjunto Habitacional.

O prefeito de Cedro, Dr. Nilson Diniz, ressaltou que tem viabilizado recursos para melhorar a infraestrutura do município e garantir seu pleno desenvolvimento. “Sabemos que em diversas comunidades as chuvas são constantes, estamos atentos para realizar novas obras, cientes de que estes transtornos são temporários”.

A equipe da Secretaria de Infraestrutura visitou a duplicação da Rodovia Padre Cícero, no trecho urbano. O açude velho, que fica no perímetro urbano, ganhou novo aspecto. Quem sofria com alagamentos devido a sangria, hoje comemora.

Já no bairro Conjunto Habitacional, a gestão autorizou serviços de drenagem e escoamento de águas na Rua José Pereira Magalhães. Foram realizados estudos topográficos e agora está sendo realizado o rebaixamento de ruas.

 

13:01 · 23.03.2018 / atualizado às 13:01 · 23.03.2018 por
Missa das Águas, fotos de Cícero Lacerda

A comunidade católica de Quiterianópolis celebrou na manhã desta quinta-feira, 22 (Dia Mundial da Água), missa campal, no Açude Colina, próximo à sede do município. Intitulada “Missa das Águas”, a celebração foi presidida pelo pároco, Donizete Maia.

        Na ocasião, também foi lido um documento sobre a construção do Açude, produzido a partir de relatos de pessoas que trabalharam ou acompanharam a obra do reservatório.

Fieis de Quiterianópolis e de Novo Oriente, pastorais, associações e sindicatos, além de alunos das escolas municipais e estadual marcaram presença no evento religioso, que tinha como objetivo agradecer a Deus pelo bom inverno e pelas águas que encheram o Colina, além de despertar a população para a preservação do reservatório.  

       O padre Donizete Maia destacou a importância do momento para semear a cultura da preservação, já que a missa contou com boa participação de diferentes segmentos como secretarias da administração municipal, pastorais e movimentos sociais, além de moradores. “A população atendeu ao nosso chamado e veio agradecer por esse dom especial, a água. Esperamos que todos, principalmente as crianças e adolescentes se sintam tocados para preservar essa bondade de Deus, dada para cada um”, frisou.

        O diretor da escola municipal Roberto Antunes de Freitas, Valdeci Alves, considerou o momento como “bastante significativo”, pois acrescentou em conhecimento, referente aos projetos que a Escola desenvolve, além de possibilitar aos alunos o conhecimento da História da construção do Açude. “Parabenizamos o padre Donizete por essa missa que nos deu a oportunidade de celebrar, com alegria, a grandeza do nosso reservatório, que está cheio, além de conhecer a História de nossa barragem, relatada por diversas pessoas que trabalharam na obra”, comentou.

      Já o presidente da Associação de Pescadores de Quiterianópolis, Francisco Diassis Batista, lembrou que a missa foi um momento oportuno para agradecer pela recarga d’água recebida pela Barragem Colina. Ele comenta que o enchimento do reservatório garante dois anos de pesca para os pescadores em atividade. “ A barragem é uma segunda mãe porque é daqui que a gente tira o sustento e ela nunca desampara a gente”, agradeceu.

Fonte de renda

De acordo com Francisco Diassis, a Associação de Pescadores de Quiterianópolis tem 10 anos de atividade e atualmente cerca de 30 famílias sobrevivem da atividade pesqueira no Açude Colina. Os pescadores cadastrados vendem o peixe fresco para o comércio local e o filé de peixe para programas governamentais como Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

História da Obra

A obra de construção do Açude Colina foi iniciada em 1970, mas logo em seguida foi paralisada por falta de recursos. Em 1982, a obra foi retomada, na gestão do então prefeito de Independência, Adonias Carneiro Portela, e do governador do Ceará, naquela época, coronel Virgílio Távora.

A obra foi feita de forma braçal, por homens que prestavam serviço nas obras emergenciais do Governo, os chamados “bolsões”. Os trabalhos foram executados sob a coordenação do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e o comando do Exército.  

Em 1984, o Açude Colinas foi concluído e neste mesmo ano a população de Vila Coutinho, atual Quiterianópolis, viu o reservatório sangrar, já que foi um ano de bom inverno. (Informações contidas no documento produzido, a partir de relatos de pessoas que trabalharam ou acompanharam a obra, para apresentação na “Missa das Águas”).

(Com colaboração – informações e fotos do repórter Cícero Lacerda)  

09:15 · 18.03.2018 / atualizado às 09:15 · 18.03.2018 por

 

Assinatura do contrato

O município de Iguatu será beneficiado com construção de 100 cisternas através do Programa Uma Terra e Duas Águas, P1+2 da Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA Brasil).

De acordo com o prefeito Ednaldo Lavor, serão investidos nos serviços cerca de R$ 1.3 milhão numa parceria entre o Instituto Elo Amigo e Prefeitura Municipal.

“Nos reunimos com o presidente do Instituto Elo Amigo, Marcos da Silva e com o articulador institucional da entidade, Christian Arruda, além do secretário da Agricultura, Hildernando Barreto, para tratarmos da implantação de 100 cisternas nas comunidades da zona rural de Iguatu”, pontuou o gestor.

Os técnicos do Instituto farão a seleção das comunidades com potenciais para a implantação das cisternas. A partir daí serão feitos seleções e cadastros das famílias que receberão duas capacitações, sendo uma de Gestação de Água para Produção (GAPA) e Sistema Simplificado de Manejo (SISMA).

Após essas capacitações serão construídas as tecnologias para captar água das chuvas e consequentemente a sua utilização na produção. O projeto contempla a estruturação produtiva para os beneficiários além de um recurso extra para o fomento produtivo.

13:49 · 16.03.2018 / atualizado às 13:52 · 16.03.2018 por

 

Abertura do Semana da Água em Iguatu. Foto de Honório Barbosa

A secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano de Iguatu abriu na manhã desta
sexta-feira, 16, a Semana da Água. O evento prossegue até o próximo dia 23 de março. O tema deste ano é “Consumo Consciente de Água: Xô Desperdício”.

A solenidade de abertura aconteceu no auditório do Campus Multi-institucional Humberto Teixeira e foi marcada por uma palestra sobre as mudanças climáticas e o regime pluviométrico de Iguatu, ministrada pelo professor Efraim Araújo, do curso superior em Irrigação, do Instituto Federal de Educação de Iguatu.

O professor mostrou praças, ruas e avenidas com reduzidas árvores, falta de área de preservação permanente no entorno de lagoas, práticas indevidas – plantio, na bacia das lagoas, desmatamento nas áreas rurais e falou sobre a queda de pluviometria nos últimos anos no município de Iguatu.

O evento contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Iguatu, Mário Rodrigues, de secretários municipais, representantes de diversas entidades públicas e de dezenas de alunos.

09:00 · 03.03.2018 / atualizado às 09:00 · 03.03.2018 por

A Coordenadoria Municipal da Defesa Civil de Iguatu recebeu na manhã desta sexta-feira, 2, a visita de representantes do Exército Brasileiro que vieram com o objetivo de formalizar a suspensão dos trabalhos realizados por quatro carros-pipa que faziam o abastecimento de comunidades rurais.

De acordo com o coordenador municipal da Defesa Civil de Iguatu, José de Arimateia, em janeiro deste ano, representantes do Exército estiveram em Iguatu a fim de realizar essa suspensão, tendo em vista o início das chuvas e já prevendo uma redução na demanda por água pela população da zona rural do município.

“No início do ano nós tivemos um diálogo bastante satisfatório e concluímos que a operação deveria continuar tendo em vista a escassez de chuvas em janeiro e início de fevereiro. A operação seguiu, mas agora houve uma redução da demanda por água em quase cem por cento, por isso eles vieram suspender os trabalhos”, explicou Arimatéia.

Ainda de acordo com Arimatéia, a suspensão terá vigência de 60 dias, mas em caso de necessidade o município poderá acionar a operação para suprir a demanda por água. Atualmente, Iguatu dispõe de um carro-pipa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e mais dois carros contratados, atendendo uma média de 32 comunidades rurais.

08:40 · 16.02.2018 / atualizado às 10:10 · 16.02.2018 por

 

Na passgem molhada de Lavras da Mangabeira, sangria é 5cm. Foto de Nilton Oliveira

O Rio Salgado, em Lavras da Mangabeira, registra a primeira cheia do ano. A água das últimas chuvas que banharam a região do Cariri escorrem pelo leito do rio, que é um dos afluentes do Rio Jaguaribe, no município de Icó, e depois de percorrer mais de 100 km  deságua no Açude Castanhão.

Daí a importância da chuva no Cariri e nos Inhamuns, para reabastecer as bacias do Salgado e do Jaguaribe e permitir a recarga dos açudes Orós (está com volume de 5,7%) e Castanhão (2,1%).

A chegada da água em Lavras da Mangabeira é motivo de alegria entre os moradores. Na passagem molhada, sobre o Rio Salgado, que dá acesso ao centro urbano, a lâmina de sangria é de 5cm. “Aqui está todo mundo feliz com as chuvas e a cheia do rio, embora reduzida, mas importante depois de um período de seca”, observou o radialista, Nilton Oliveira. “Essa água vai escorrer até o Castanhão se as chuvas continuarem no Cariri e é isso que a gente espera que aconteça neste ano, pois o inverno está apenas começando”.