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Tag: água


13:17 · 17.07.2017 / atualizado às 13:17 · 17.07.2017 por
Sistema de captação de água em Várzea Alegre. foto de Augusto César.

Com o objetivo de melhorar o serviço de abastecimento de água das comunidades do nosso município, o prefeito Zé Helder (PMDB), acompanhado do secretário de Desenvolvimento Agrário, Cícero Izidório, do presidente e vice-presidente da Federação das Associações Comunitárias de Várzea Alegre (Famuva), respectivamente, José da Costa e João Alves e do coordenador da Defesa Civil, George Inácio, esteve nas localidades de Forquilha e Timbaúba, onde estão sendo instalados os sistemas de abastecimento de água.

Os sistemas são implantados pelo governo do Estado através do Programa Água Para Todos. A comitiva do prefeito foi recebida por Cícero Vieira, que é presidente da associação da comunidade.

Os sistemas de abastecimento de água das comunidades de Forquilha e Timbaúba estão em fase de conclusão, restando apenas a ligação da rede elétrica, serviço que já foi solicitado à Enel. Esses sistemas de abastecimento beneficiarão de forma direta a 89 famílias.

O prefeito Zé Helder comentou que este projeto estava parado desde o período eleitoral, assim como estavam os da Fortuna, Volta, Vacaria e Coité, que depois de eleito ele fez contatos com o deputado estadual Dr. Sarto (PDT), que conseguiu junto à Secretaria de Desenvolvimento Agrário a retomada das obras.

A água é um bem vital e a implantação desses abastecimentos, traz aos moradores da comunidade alívio, conforto e qualidade de vida. “Faz parte do nosso compromisso atender às demandas comunitárias, especialmente quando se trata de obras hídricas. Estive aqui na comunidade, prometi empenho e trabalho para conseguirmos esta obra e agora já podemos ver a água nas torneiras”, disse.

Além das comunidades de Forquilha e Timbaúba, o programa Água Para Todos está executando obras nas comunidades de Volta, Fortuna, Vacaria no distrito de Ibicatu e no sítio Coité.

12:20 · 17.07.2017 / atualizado às 12:20 · 17.07.2017 por


Em Catarina ocorreu reunião entre representantes da prefeitura, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil do Estado e agentes de saúde para definir como será o abastecimento de água na sede do município a partir da próxima semana através de carros pipa da defesa Civil do Estado.

A equipe da Defesa Civil do Estado, sob comando do capitão Freitas Filho, do Corpo de Bombeiros, esteve reunida com o secretário de governo da Prefeitura de Catarina, Luiz Gonzaga Rodrigues, com Tibério Gomes, representantes dos agentes de saúde do município e Elkeson Soares, chefe de Gabinete, para fazer um levantamento da população da sede de Catarina para o recebimento de água que será distribuída através de carros pipa.

De acordo com Luiz Gonzaga, o abastecimento está previsto para começar na próxima semana e se dará da seguinte forma:

A Defesa Civil vai distribuir por meio de carros pipa a água em caixas de 5 mil litros, instaladas em ruas da cidade. A água será captada da Estação de Tratamento da Cagece, em Tauá, através da adutora do Açude Trici, naquele município.

Cada família receberá uma ficha com uma determinada quantidade de litros de água por dia. De acordo com o capitão Freitas Filho, do Corpo de Bombeiros e coordenador estadual da Defesa Civil, cada morador terá direito a 20 litros de água por dia, ou seja, se uma determinada família tiver cinco pessoas, vai receber 100 litros de água nos dias de abastecimento daquela rua. Um apontador indicado pelos moradores ficará responsável pela distribuição das fichas.

O abastecimento de água na cidade de Catarina por meio de carros pipa se dará de maneira alternada. Cada dia um bairro será atendido. A água é própria para o consumo humano e chegará às residências na próxima semana.

Já os moradores da zona rural do município de Catarina continuam recebendo água através da operação carro pipa da Defesa Civil e Exército Brasileiro com supervisão do 40-BI de Crateús.

Segundo informações do coordenador municipal da Defesa Civil de Catarina, Elkeson Soares, os oito carros pipa que abastecem a zona rural deste município estão captando água do vizinho Estado do Piauí, já que, o Exército barrou a captação de água do açude Arneiroz – II, em Arneiroz, por não passar nos testes laboratoriais realizados mensalmente.

Segundo informações de Elkeson Soares, para que a água do açude Arneiroz – II esteja própria para o consumo humano, seria necessário passar por tratamento da Cagece, o que não é realizado já que a água não passa por nenhum tipo de tratamento do manancial até as cisternas das residências da zona rural através de carros pipa.

Atualmente a cidade de Catarina enfrenta racionamento de água através de abastecimento via adutora de engate rápido do açude Buenos Aires, que deve secar, segundo a Cagece, até o final do próximo mês.

Já em relação a construção da adutora de montagem rápida do açude Arneiroz – II para Catarina, o prefeito municipal Dr. Thiago Paes de Andrade disse que está aguardando apenas o inicio dos trabalhos que é de responsabilidade do Dnocs.

Na última semana, a Sohidra iniciou a perfuração de mais 40 poços profundos entre a sede e a zona rural de Catarina na mesma extensão da adutora da Vila São Gonçalo. De acordo com o geólogo da Cogerh, Irabson Mota, os dois primeiros poços já perfurados na localidade de São Bento, a 7 km da sede de Catarina, já apresentaram grandes vazões, o que tudo indica que com a instalação dos poços na adutora através da Cagece, o abastecimento de água deverá amenizar a crise hídrica em Catarina.

Em 2007 quando estava sendo finalizada a construção da adutora de montagem rápida da Barragem Rivaldo de Carvalho, na Vila São Gonçalo, a 19 km da sede, os moradores da cidade de Catarina eram atendidos através de carros pipa da Defesa Civil do Estado. Hoje a barragem secou. (Com  informações de Diomar Araújo).

10:39 · 29.06.2017 / atualizado às 10:39 · 29.06.2017 por

 

reunião na SDA discutiu ações para a zona rural de Cedro.

O prefeito de Cedro, Dr. Nilson Diniz, ao lado do secretário municipal de Agricultura, Manoel Bezerra, esteve em audiência com o titular da Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Estado (SDA), Dedé Teixeira, em Fortaleza, com o objetivo de solicitar apoio para a realização da Exposição de Ovinos e Caprinos (ExpoCedro), implantação de sistema de abastecimento de água, de cisternas e de kits de irrigação.

“Fico feliz por ver nossas solicitações serem encaminhadas e oferecer diversas melhorias para as famílias que necessitam destes investimentos”, pontuou o gestor.

ExpoCedro 2017

A exposição acontece de 17 a 22 de Outubro no Cedro Tênis Clube, destaque para a Exposição de Caprinos e Ovinos e para a Feira da Agricultura Familiar, além de concurso leiteiro, ciclo de palestras, oficinas, clínicas tecnológicas, shows artísticos e mostra de inovações.

 

10:07 · 26.06.2017 / atualizado às 10:07 · 26.06.2017 por


Os moradores da localidade de São Gonçalo e do bairro Vila Nova, no município de Catarina, aguardam a ligação elétrica de dois poços profundos, perfurados pela Cagece para o abastecimento de água das comunidades.

O chefe do escritório local da Cagece, Audízio Holanda, informou que os dois poços profundos, já tiveram as bombas instaladas e aguarda apenas a Prefeitura Municipal colocar os pontos de energia para a ligação do sistema de o bombeamento da água dos poços na rede da adutora.

Ainda de acordo com o Audízio Holanda, o secretário municipal de Governo, Luiz Gonzaga Rodrigues, já teria comunicado que, nesta semana, serão instalados os pontos de energia para que comece a operação de abastecimento de água através dos dois poços.

Na Vila de São Gonçalo o poço tem vazão reduzida de 2.800 metros cúbicos por hora, mas seria suficiente para atender a demanda.

A bomba de água do poço do Bairro Vila Nova já foi instalada e aguarda apenas a construção da rede de energia elétrica que será construída pela Prefeitura ainda nesta semana. A vazão do poço profundo é de 2.700 metros cúbicos por hora.

A Cagece de Catarina informou ainda que serão colocadas as bombas nos dois poços perfurados do bairro Macário no decorrer desta semana.

O geólogo da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), Irabson Mota, vai demarcar mais poços profundos entre a sede e a zona rural do município de Catarina, que enfrenta uma grave crise de desabastecimento e depende de caminhões pipa.

O prefeito Dr. Thiago Paes de Andrade Rodrigues tem solicitado ao Governo do Estado, através do Comitê Integrado de Combate à Crise Hídrica e por meio de órgãos como Sohidra, Dnocs, Cogerh, SRH e Cagece a perfuração e instalação de poços.

A previsão que esses poços possam dar vazão suficiente para abastecer a sede de Catarina e comunidades que estavam sendo abastecidas pela adutora de São Gonçalo, cujo açude de mesmo nome secou.

Os serviços de perfuração dos novos poços profundos nas localidades de São Bento I e II e Arara devem começar tão logo os proprietários dos terrenos assinem os termos autorizando a perfuração dos poços.

(Com informações de Diomar Araújo)

09:15 · 15.06.2017 / atualizado às 09:15 · 15.06.2017 por

 

Um clima de tensão, com agressões verbais contra representantes da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) e da Secretaria de Recursos Hídricos (SRH) e a disputa por água entre o Bacia do Baixo Jaguaribe e a Bacia Metropolitana marcaram o Seminário de Alocação Negociada de Água dos Vales Jaguaribe e Banabuiú, realizado, ontem, na cidade de Iguatu, no auditório do Campus Multi-Institucional Humberto Teixeira. O encontro foi promovido pela Cogerh.

ORÓS 

Com relação à alocação de água do Açude Orós ficou definida a liberação  de 3m3/s para atender localidades e cidades do médio Jaguaribe, indo até Jaguaretama. A proposta apresentada pelos usuários e integrantes da Bacia Hidrográfica do Alto Jaguaribe de reduzir para 2m3/s foi derrotada. Em dezembro, segundo previsão da Cogerh, o reservatório deve chegar a 5% de sua cpacidade. Hoje está com 10%.

“Estamos vivenciando uma crise hídrica que vai se agravar e ainda estão brigando por água para irrigação”, lamentou Paulo Landim, integrante do comitê. “Os moradores de Orós, de Icó e de localidades rurais vão ser prejudicados”.

Castanhão 

O evento reuniu usuários e integrantes dos comitês de Sub-bacias Hidrográficas do Alto, Médio e Baixo Jaguaribe, Banabuiú e Salgado. Desde o início da reunião que houve participação exaltada de integrantes dos organismos de representação dos usuários de água, ampliada com a intervenção de produtores rurais que vieram de municípios do Vale do Baixo Jaguaribe em caravana.

Em alguns momentos, participações de diretores da Cogerh foram respondidas com vaias e gritos de ‘mentira’. Mais de 500 pessoas lotaram o auditório e a reunião que começou por volta das 9h30 estendeu-se até as 16h30. De um lado, o governo do Estado querendo manter um mínimo de água para a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Do outro, os comitês querendo suspender até dezembro a transferência do recurso hídrico do Açude Castanhão para a Capital, Termelétricas, industrias do Pecém e de outras cidades do seu entorno.  

Por pouco, a proposta de zerar a liberação de água do Açude Castanhão para a RMF não foi aprovada. A intervenção do diretor da Cogerh, Gianni Lima, que apresentou uma proposta conciliadora evitou o agravamento da crise e a necessidade posterior de uma intervenção do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CONERH) que poderia modificar uma decisão coletiva dos comitês.

Foi aprovada, então, a proposta de manter a liberação de 3m3/s para o Eixão das Águas, reduzindo a transferência para a RMF, que deve ficar em torno de 1,2m3/s, manter 0,95m3/s para o Distrito de Irrigação de Tabuleiro de Russas (Distar) e aumentar em 50l/s a vazão atual de bombeamento reverso para o Canal do Trabalhador.

Outra proposta aprovada foi a liberação de 4,5m3/s para o Baixo Jaguaribe, trabalhar para reduzir perdas de perenização e atender abastecimento humano até a localidade de Sucurujuba, em Jaguaruana. Haverá ainda liberação de água para pequenos produtores e consumo dos animais (dessedentação).

 

11:57 · 09.06.2017 / atualizado às 11:59 · 09.06.2017 por

 

O rompimento da adutora do Trussu ocorreu nas proximidades do distrito de Suassurana. Foto de Honório Barbosa

Há três dias moradores de Iguatu, na região Centro-Sul do Ceará, enfrentam falta de água na rede de abastecimento da cidade. Milhares de famílias são afetadas e reclamam do atraso no restabelecimento do serviço de distribuição de água.

De acordo com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Iguatu, o problema decorre de um rompimento da adutora do Açude Trussu, na terça-feira, 6, passada, à noite, próximo ao reservatório. Os operários trabalharam durante esses dias no esforço de consertar os canos que se romperam. Havia expectativa de término do serviço no fim da tarde desta quinta-feira, 8.

O SAAE informou que na manhã desta sexta-feira, 9, finalmente a adutora foi consertada e o sistema será ligado no fim da tarde de hoje. À noite, a água começa a chegar nas casas, aos poucos, por ruas e bairros e o abastecimento deve ser normalizado na manhã deste sábado, 10.

Os moradores reclamam da falta de água e enfrentam transtornos. As famílias que não dispõem de caixa de água e cisternas sofrem mais. “Aqui em casa, desde quarta-feira passada, que não pinga uma gota na torneira”, disse a dona de casa, Francisca Marques, do bairro Areias. “Está um sufoco, sem água para nada”.

Nos últimos dois anos, houve vários rompimentos da adutora, sempre na área entre a Vila de Suassurana e o Açude Trussu.

17:04 · 06.06.2017 / atualizado às 17:04 · 06.06.2017 por
Construção de canal do Cinturão das Águas do Ceará (CAC). Foto de Honório Barbosa

O Ministério da Integração Nacional anunciou nesta terça-feira, 6, a liberação de repasse no valor R$ 60 milhões para dar continuidade às obras do Cinturão das Águas do Ceará.

“O nosso povo estava aflito com boatos de que a verba não seria liberada. E hoje, após muito diálogo, comemoramos essa notícia. Os cearenses, principalmente das regiões mais atingidas pela seca, reconhecem a importância dessa obra e veem nela a esperança de dias melhores”, diz o deputado federal, Danilo Forte.

O diretor de Águas Superficiais da Superintendência de Obras Hidráulicas (Sohidra), Antônio Lucena, disse que a obra necessita de R$ 30 milhões a cada mês, e já havia quase três meses em atraso.

O empreendimento visa garantir a segurança hídrica do Estado permitindo que o Projeto de Integração do Rio São Francisco leve, inicialmente, água para o Rio Salgado, através do Riacho Seco, em Missão Velha, e depois para o Rio Jaguaribe, através do Rio Cariús, em Nova Olinda.

Com 146 km, o trecho 1 vai beneficiar mais de um milhão de pessoas na Região do Cariri, atendendo diretamente às cidades de Jati, Brejo Santo, Porteiras, Abaiara, Missão Velha, Barbalha, Crato, Nova Olinda, Milagres, Farias Brito, Lavras da Mangabeira, Iguatu, Icó, Orós, Mauriti, Aurora, Cariús e Quixelô.

18:56 · 31.05.2017 / atualizado às 18:56 · 31.05.2017 por

Em reunião realizada na comunidade Recanto do Abel, zona rural de Cedro, na região Centro-Sul, moradores reivindicaram à Prefeitura de Cedro, a instalação de sistema de abastecimento de água. O pleito foi apresentado pelo presidente da Associação Comunitária Vicência Gomes de Araújo, José Batista Dias. 

O prefeito de Cedro, Nilson Diniz, disse que o esforço da administração é universalizar o sistema de abastecimento de água nas comunidades rurais e assegurou que vai trabalhar para atender a demanda local, a exemplo de outras localidades que já receberam o benefício semelhante.

O secretário de Agricultura de Cedro, Manoel Bezerra, disse que a comunidade espera o sistema de abastecimento mediante a crise hídrica que é crescente. “A elaboração do sistema de abastecimento de água é prioridade e a comunidade precisa com urgência”, disse. “A topografia foi realizada e estamos planejando as próximas etapas. Ao todo, serão atendidas 18 famílias nesta comunidade, em conjunto com as ações existentes, tudo para minimizar a falta de água”.

11:03 · 30.05.2017 / atualizado às 11:03 · 30.05.2017 por
Moradores reivindicaram sistema de abastecimento de água. Foto de Maciel Bezerra

Reunidos na sede da Associação de Moradores de Varjota, no distrito de Várzea da Conceição, zona rural de Cedro, famílias locais e o prefeito Dr. Nilson Diniz trataram das dificuldades de abastecimento de água. O gestor adiantou que até o final do seu mandato irá universalizar o sistema de abastecimento de água e que todas as comunidades rurais terão acesso ao recurso hídrico.

“Vimos as dificuldades que a escassez tem causado na comunidade, por isso estamos empenhados nesta ação conjunta. A entrega de sistema de abastecimento de água tem sido a prioridade do meu governo”, explicou o prefeito.

Projetos 

Ao todo foram realizados 22 projetos de abastecimento de água para atender diversas comunidades cedrenses. O município tem sido referencia na região Centro-Sul do Estado. O vice-prefeito, Joãozinho de Titico, explica que mais um projeto de sistema de abastecimento de água está sendo concretizado, apesar de todas as dificuldades. “Com alegria estamos aqui mantendo o diálogo firme com a comunidade, buscando entender as necessidades e agir para o bem de todos.”

Já o secretário de agricultura, Manoel Bezerra, destacou a universalização das cisternas de polietileno como ação revolucionária da administração. Os dois poços profundos perfurados irão interligar o sistema de caixas d’água para o atendimento a 100 famílias. “A gente chega ao hospital e constata que as internações por surtos de diarreias diminuíram em 60% devido às ações que o poder executivo municipal vem realizando junto às comunidades rurais”.

 

A presidente da Associação, Rosana Bento, avaliou de forma positiva a vinda do gestor municipal em busca de solucionar um sonho da comunidade que dura décadas, mas que agora se transformará em realidade.

10:35 · 25.05.2017 / atualizado às 10:35 · 25.05.2017 por

 

Caixas de água ficam vazias nas cidades com a suspensão do abastecimento de água pela Defesa Civil. Foto de Honório Barbosa

Moradores das cidades de Pereiro, Boa Viagem, Pedra Branca, Alto Santo, Campos Sales e Iracema enfrentam grave crise de abastecimento. Os reservatórios secaram e a dependência por caminhões pipa aumenta a cada semana.

Nos últimos dois meses, o quadro complicou-se com a suspensão da distribuição de água nas áreas urbanas por veículos contratados pela Comissão Estadual de Defesa Civil (Cedec), que aguarda repasse de recursos do Ministério da Integração Nacional.

A descontinuidade no fornecimento de água varia entre as cidades. Em Pereiro, por exemplo, desde janeiro passado que os caminhões pipa que deveriam abastecer 13 reservatórios de cinco mil litros espalhados pela cidade foram suspensos. Eram oito rotas. “Já solicitamos a retomada do serviço, mas ainda não temos uma resposta”, disse o secretário de Meio Ambiente e coordenador da Comissão Municipal de Defesa Civil (Comdec), Jobenemar Carvalho dos Santos. “Estamos com o caminhão do PAC atendendo os órgãos públicos”.