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11:55 · 12.04.2017 / atualizado às 11:55 · 12.04.2017 por

 

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), juntamente com o Fundo Socioambiental da Caixa, está promovendo o Projeto Desenvolvimento de Práticas de Manejo Florestal Sustentável na Região do Baixo Jaguaribe.

O secretário Artur Bruno esteve em Russas na manhã desta terça-feira (11), para a entrega das placas dos assentamentos rurais daquela região.

O Projeto tem como objetivo o manejo de no mínimo 5000ha da Caatinga por meio da implantação de 17 planos de manejo florestal de uso múltiplo, além do estabelecimento de mecanismos para promover o desenvolvimento econômico com sustentabilidade, por meio de 17 Planos de Negócios implantados com base nos Planos de Manejos.

Em 2017, foi contratada a empresa Verde Vida Engenharia Ambiental para a prestação de assistência técnica aos 17 assentamentos selecionados no Projeto nos seis municípios da área de abrangência: Russas, Morada Nova, Ibicuitinga, Ibaretama, Ocara e Beberibe.

Os trabalhos de assistência técnica iniciaram com reuniões de mobilização juntos aos assentados para inícios do Diagnósticos Rurais Participativos e, paralelamente, vem sendo desenvolvidas atividades de assistência técnica para exploração dos talhões aprovados pela Semace.

A implantação do Plano de Manejo nos assentamentos rurais vem beneficiando aproximadamente 461 famílias e apresenta vantagens para a região como suprimento de energéticos florestais, pois a vegetação da caatinga é tolerante as secas, assim como apresenta a capacidade de rebroto por tocos e raízes, desse modo, assegurando que não terá risco de perda do recurso florestal por motivo de seca.

Ressalta-se também que com a implantação do Manejo Florestal haverá melhoria ambiental com a retirada da madeira de forma adequada preservando os recursos hídricos e solos além de benefícios sociais, pois a dificuldade em obtenção de renda por parte dos agricultores torna o desenvolvimento de atividades sustentáveis uma ferramenta importante para favorecer a permanência do homem no campo principalmente em períodos de estiagem evitando a migração.

Esse projeto também poderá contribuir para a implementação de políticas públicas relacionadas ao meio ambiente e a floresta, promovendo ainda a formação de profissionais que atenderão à demanda de mercado por prestação de serviços vinculados às atividades florestais sustentáveis na Caatinga e gerando alternativas de renda às comunidades rurais assentadas.

10:55 · 30.03.2017 / atualizado às 10:55 · 30.03.2017 por


O prefeito de Várzea Alegre, Zé Helder (PMDB), foi à Escola Estadual de Educação Profissional Dr. José Iran Costa, no bairro Betânia, conhecer um projeto dos alunos do 3º ano do curso de eletrotécnica que será utilizado no combate ao Aedes aegypti, mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya.

O projeto vem sendo desenvolvido pelos alunos Pedro Vitor Ferreira Máximo e Vinícius Cardoso Viração, com acompanhamento do professor Raimundo Bezerra da Silva Neto desde 2015, com a iniciativa de aliar a tecnologia às ações de combate ao mosquito aedes aegypti com o uso de um drone. Esse equipamento é aparelhado com uma câmera com abertura de 170 graus, tem alta resolução e pode ainda levar o material de combate ao mosquito para ser aplicado nos pontos de focos de larvas.

Pedro Vítor é praticante de aeromodelismo. Daí foi um passo para unir a ideia ao projeto escolar e usar um drone para mapear áreas de difícil acesso ou locais como prédios e residências fechados onde o Agente Comunitário de Saúde (ACS) não pode entrar. “Pensamos em desenvolver algo que pudéssemos utilizar a serviço da sociedade e, ao mesmo tempo, pôr em prática alguns dos assuntos que víamos na sala de aula”, disseram os alunos.

Os alunos fizeram a apresentação do projeto ao prefeito Zé Helder mostrando as vantagens e avanços que podem representar o uso de drones com o mapeamento de áreas no combate ao aedes aegypti. Zé Helder se comprometeu em colaborar formando parceria para utilizar a ferramenta no combate ao aedes aegypti.

Campanha

 Zé Helder destacou que o projeto que usa drone no combate ao aedes aegypti é inovador, mas que será importante o trabalho dos agentes de endemias e de saúde, dos médicos, das escolas e das famílias para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

 O prefeito anunciou para o mês de abril uma ampla campanha de combate ao aedes aegypti e que há preocupação do governo do Estado com os casos de chikungunya. Segundo Zé Helder, o secretário estadual da Saúde, Henrique Javi, disse recentemente que este ano, além da dengue e da zika, os casos de chikungunya serão o problema maior a ser combatido e exige a integração da comunidade para não perder essa luta.

12:08 · 12.03.2017 / atualizado às 12:08 · 12.03.2017 por

O Partido Ecológico Nacional (PEN) do município de Cedro, junto a um movimento popular que surgiu nas redes sociais, desenvolveu um projeto sugerido ao Poder Executivo, a criação do Conselho Municipal da Juventude para mediar, discutir e debater com os jovens e a sociedade cedrense, a problemática das drogas e seus efeitos diretos com os altos índices da violência ocorridos nos últimos anos naquela cidade. Além do Executivo de Cedro, o Poder Legislativo também foi convidado para apoiar o projeto em prol da juventude.

“Caso o projeto seja de interesse do município, o gestor poderá convocar uma audiência pública para amadurecer a ideia, convidando a sociedade e a população jovem de Cedro, para aperfeiçoar o projeto, ouvindo os diversos segmentos sociais e, principalmente, as famílias e seus jovens”, disse o inspetor Nipônico Bezerra, responsável pela apresentação aos poderes Executivo e Legislativo da proposição de iniciativa popular.

11:43 · 23.01.2017 / atualizado às 14:53 · 23.01.2017 por

 

Obras estão abandonadas em Tauá. Foto de Honório Barbosa
Obras estão abandonadas em Tauá. Foto de Honório Barbosa

As obras de construção da primeira etapa do Parque das Águas em Tauá, na região dos Inhamuns, está abandonada. De acordo com o Portal da Transparência foram conveniados R$ 1,9 milhão com o Ministério do Turismo e a Prefeitura, em 2014. Os recursos seriam liberados pela Caixa Econômica Federal.

O projeto de atração turística e de lazer deveria estar concluído em 2015, mas as obras começaram e foram abandonadas. No local, mata da Caatinga e edificações inacabadas. O Açude Várzea do Boi que deveria dar suporte ao empreendimento está seco há mais de três anos.

A ideia mostrou-se inviável na prática, sem água e sem infraestrutura.

16:02 · 06.10.2016 / atualizado às 16:02 · 06.10.2016 por
Pescador recolhe rede com peixe, no açude Orós, na localidade de Barrocas; período de defeso suspende atividade até 30 de abril. Foto: HB
Pescador recolhe rede com peixe, no açude Orós. Foto: Honório Barbosa

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) aprovou ontem (5) o Projeto de Lei 7312/14, do deputado André Figueiredo (PDT-CE), que propõe a concessão do benefício de seguro-desemprego ao pescador profissional, que exerce a atividade de forma artesanal, durante paralisações geradas por fenômenos naturais ou acidentais.

Pela Lei 10.779/03, esses profissionais já têm direito de receber o auxílio durante o defeso, período que garante o crescimento ou desova dos animais. Porém, segundo o autor, existem situações não contempladas no referido diploma legal que frequentemente levam muitos pescadores e suas famílias a viverem situações dramáticas quando impedidos de obter seu sustento habitual. Além disso, não contam com qualquer amparo por parte do Poder Público.

“É o caso, por exemplo, da interdição de áreas pesqueiras tradicionais por motivos diversos, como a realização de grandes obras ou em decorrência da contaminação das águas, ou fenômenos naturais como as estiagens prolongadas, derramamento de óleo ou de outras substâncias”, explica o parlamentar.

Ao remeter à situação do Ceará, André Figueiredo aponta para a seca prolongada que atinge todo o estado. “Exemplo simbólico desse fato é o que está acontecendo nas bacias hidrográficas no estado nos últimos cinco anos, onde os volumes de água atingem patamares que inviabilizam a atividade pesqueira”, concluiu.