Desenroladas

Categoria: Profissões da moda


00:39 · 27.12.2013 / atualizado às 00:39 · 27.12.2013 por

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A designer de moda Bianca Misino (25 anos) começou a rabiscar por hobby e chegou a se formar em Direito. Mas a paixão falou mais alto e ela transformou sua arte em trabalho, decidindo pela Moda. Dona de um traço cheio de personalidade, ela tanto faz croquis lindos por conta da profissão, como usa seu olhar peculiar para registrar situações cotidianas.

Numa conversa inspiradora e divertida, ela conta pra gente sobre seu percurso na moda.

Desenroladas – Como começou seu interesse pela ilustração de moda?

Bianca – O interesse começou pela ilustração no geral. Quando criança, minha brincadeira favorita era rabiscar; quando adolescente, costumava acompanhar cartoons, comics e mangás. E a indumentária dos personagens sempre foi a parte que prendeu mais a minha atenção. Pensava: “Meu Deus, dá pra fazer melhor do que esse collant colado!” (risos).

Você fez algum curso formal de ilustração?

Fiz um curso de desenho voltado para Comics com o Daniel Brandão aqui em Fortaleza, quando tinha 16 anos. Depois, acabei deixando o desenho de lado e só retomei quando entrei na faculdade de Moda.

De que forma o desenho está no seu cotidiano: como hobby, trabalho ou os dois?

Ambos. Acabo tendo que desenhar para criar peças de roupas, coleções, estampas, etc. Mas é, principalmente, meu hobby, quase uma terapia. Ajuda a tirar várias coisas (boas e ruins) do meu sistema.

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Pensa em expandir seu campo profissional através da ilustração, comercializando suas obras, por exemplo?

Então, isso é um problema! (risos) Tenho uma dificuldade muito grande em comercializar algo que faço por puro amor. Sempre acontece de eu dar o desenho quando a pessoa quer muito. Mas já tem gente insistindo que eu comece a vender. Futuramente, quem sabe.

O que é moda pra você?

É uma brincadeira! Acho, às vezes, que as pessoas levam muito a sério o “estar na moda”, o “ser da moda” e qualquer coisa que a moda possa significar. Pra mim, a moda é principalmente um veículo de expressão pessoal. E isso inclui nossos vários humores, desejos e medos. Não acho bacana virar prisioneira de tendências, mas, sim, brincar com as infinitas possibilidades de estilo que a moda traz.

Qual seu principal ícone da moda e porquê?

Nossa, são vários! Mas, da atualidade, é o eterno Alexander McQueen. Pra mim, ele foi um gênio absoluto em tudo que fez. Suas peças parecem vir de um mundo que não pertence a nós, meros mortais. (risos) Um trabalho impecável que sempre buscou a beleza longe do usual, com combinações inimagináveis e estruturas que vão além do pensamento comum.
Acho que a maior lição dele é não nos sentirmos presos e permitir que, às vezes, na obra, sejam refletidos nossos medos artísticos próprios. Muitas vezes, na criação, ficamos tolhidos por pensar que nosso trabalho não vai agradar ou não será aceito por não ser “perfeito” ou não estar “em voga”. Ele nunca teve medo de ousar e sua principal característica é a autenticidade. Tento levar isso para o que faço e também treinar o olhar para enxergar além da forma pré-definida.

Quais materiais você usa para desenhar?

Grafite (3b, 6b, 8b, hb, f, h, 2h), Unipin (0.05, 0.1, 0.2, 0.3, 0.8), lápis de cor, aquarela e Koi Coloring Brush Pen (várias cores).

Qual a sua técnica favorita?

Aquarela é minha paixão.

As silhuetas tem inspirações em pessoas reais ou fotografias, ou são feitas “de cabeça”?

São pessoas reais da minha cabeça (oi? hehe). Às vezes, vejo uma pessoa passando na rua e fico horas pensando na orelha daquela pessoa, que preciso fazer uma orelha assim. “Como se desenha uma orelha assim, senhor?” É uma piração. Quando volto pra casa ou paro em algum lugar, tento reproduzir aquilo que ficou na memória. Mas também recorro a modelos de fotos quando quero estudar e melhorar um pouco a anatomia no desenho.

Você prefere desenhos à mão ou no computador? Caso use o computador, quais os programas que costuma trabalhar?

Sempre começo com o desenho a mão. Quando é para um algum trabalho freelancer, finalizo nos programas Corel ou Illustrator.

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Que dicas daria para quem está começando na área da ilustração de moda?

Não desista! (risos) Ainda é um mercado pouco valorizado e as oportunidades não se apresentam tão facilmente. Mas, calma, que seu dia vai chegar. E desenhe sempre! É a única forma de evoluir seu traço.

O que a inspira?

Engraçada essa coisa da inspiração. Por mais clichê que seja, ela realmente vem de todo lugar! O jeito que alguém segura uma pasta andando na rua, um cabelo preso diferente, uma situação engraçada, as formas que se criam quando você coloca o leite no café, uma conversa de bar. É um processo de ressignificar impressões, uma verdadeira troca. O que é do mundo passa a ser seu e, quando você desenha, já é do mundo de novo.
Alguns ilustradores de moda que têm técnicas maravilhosas e me inspiram muito são: Laura Laine, Johnny Cheuk, Antonio Lopes e Stina Persson.

 

 

E aí, curtiram nossa conversa com a Bianca? Que outras profissões da moda gostariam de ver por aqui? Deixem suas sugestões nos comentários!

 

08:53 · 11.12.2013 / atualizado às 12:52 · 14.12.2013 por

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“Dostoiévski certa vez disse: ‘A beleza salvará o mundo’. Agora, quem salvará as modelos?”. O questionamento feito pela modelo Michelli Provensi publicado no site Petiscos já chega quebrando alguns estereótipos da sua profissão. Foi seguindo na contramão de tudo o que se pensa sobre esse universo almejado por inúmeras meninas, que Michelli publicou “Preciso Rodar o Mundo”, livro em que conta os bastidores da trajetória de uma modelo “real”.

Na profissão há 12 anos, Michelli não chegou a ser top (“poucas são. O mercado não comporta muitas tops, os cachês são muito altos), mas pode-se considerar uma modelo de sucesso, com campanhas e desfiles importantes pelo mundo inteiro.

Natural de Maravilha (SC), Michelli foi descoberta durante um concurso para o Diário Catarinense. A partir daí começou a sua peregrinação pelo mundo, passando por mais de 37 países e dividindo apartamento com 127 meninas no total. Ela conta os bastidores da profissão, assim como mostra também outras modelos cearenses. Não, não é fácil.

Quais as situações mais adversas que uma modelo costuma viver?

O mais difícil é a pressão do mercado em si, que exige muito do nosso psicológico e do nosso corpo. Também já dividi apartamento com 127 meninas no total e com isso tive que aprender a conviver com pessoas de todo jeito. E, em um apartamento com tantas meninas, nem todas trabalham bem, então tinha muita inveja. As meninas chegavam a colocar vinagre no leite da outra para azedar. Outras atrasavam o relógio da colega para ela chegar atrasada no casting.

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Como você lida com essas vaidades que costumam imperar no mundo da moda?

Você tem que ser meio psicóloga das suas colegas. Eu tentava entender o que acontecia com cada uma, se era um problema de família (que muitas têm). É um mercado que tem egos bem gigantescos, então você tem que aprender que isso é só um trabalho. Acontece também das pessoas, em algumas temporadas, te tratarem bem e depois, se você não estiver tão em evidência, te tratarem mal. Eu não gostava disso.

Como você conseguia interpretar essas angústias das outras meninas?

Eu lia muitos livros de psicologia, além de ser uma coisa muito minha isso de ouvir o outro. Além disso, ajudando as outras meninas eu também estava me ajudando, eu conseguia entender os meus dilemas. Eu sou uma menina normal, que chegou o mais próximo do sucesso que uma modelo pode chegar sem ser uma ‘top’. Porque as ‘tops’ são cada vez mais raras, o mercado não consegue nem suprir os cachês muito altos delas.

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Que relação você mantinha com a escrita anteriormente? Tinha diários?

Sempre mantive diários e tenho até hoje. Eles foram muito importantes no processo de pesquisa do livro. Aliás, aconselho a toda menina a escrever um diário, pois ajuda a botar nossas questões pra fora. Recomendo também a fazer terapia. Aliás, queria muito que toda agência tivesse um acompanhamento psicólogo e nutricional, pois as meninas sofrem muito com as pressões do mercado, principalmente as relacionadas ao peso e às medidas. A minha agência tem, mas é raríssimo. Era algo que deveria vir no pacote.

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Você é a favor da mudança do padrão exigido pelo mercado?

Esse padrão de magreza não vai mudar tão cedo. É uma consciência mundial que tem que ser mudada. Eu gostaria que as pessoas entendessem que geneticamente o ser humano é diferente, limitar o quadril a 90cm para todo mundo é algo muito difícil de manter. E os estilistas querem meninas cada vez mais magras e por isso existem modelos tão novas trabalhando. Eu acredito que a mudança tem que começar pelo cliente, em não apoiar e não selecionar meninas tão magras.

Você chegou a comentar em um post no site “Petiscos” uma frase de uma amiga sua: “A geladeira está vazia, mas meu guarda roupa é de dar inveja!”. Explica melhor um pouco essa questão.

Muitos cachês são pagos em roupa. Isso acontece muito, principalmente no começo da carreira. Eu não aceito mais cachê só em roupa, peço pelo menos uma parte em dinheiro porque meu IPTU não consigo pagar com roupa. Pode até ser importante no começo, quando você precisa estar bem vestida para os castings, mas depois de um tempo enche o saco. Mas isso acontece inclusive em Nova York. O Marc Jacobs, por exemplo, só paga as meninas em peças.

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Sua publicação gerou algum mal estar nos backstages, por revelar esses bastidores do mundo da moda?
Não, acredita? Eu fiquei até surpresa. As pessoas entenderam que era meu ponto de vista e das coisas que eu tinha vivido. Eu tive uma aceitação muito grande por parte das pessoas da moda. Muitos produtores, stylist, maquiadores me escreveram elogiando. Eu posso até ter dado uma cutucada em alguém no livro, mas não ofendi ninguém. A ideia era mesmo mostrar o lado humano das modelos, que não precisam de ninguém nos ofendendo, nos chamando de gorda. Não precisa gerar essa energia.

Porque não esperou se “aposentar” para escrever esse livro?

No começo eu estava um pouco mais medrosa, pensava em como ia falar sobre esses assuntos. Mas depois pensei que tinha mesmo que contar enquanto sou modelo, enquanto vivo tudo isso. Mas no livro eu também uso muito do humor para não machucar ninguém. Nem quero assustar as meninas que sonham com a profissão, mas quero que elas tenham noção de que é um trabalho, que você tem que estar preparada psicologicamente e se conhecer para não ficar frustrada.

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Como você lida com o estigma de “burrice” que permeia a sua profissão?

Quando eu dizia que queria publicar um livro, eu sentia uma certa surpresa. Mas também muita admiração. O sentimento que eu tenho é de que fui muito apoiada pelos meus colegas, porque rola um ‘bullying’ muito grande de que a gente é fútil e burra. Então foi difícil até para encontrar uma editora, porque não era a Gisele Bündchen escrevendo um livro, era uma modelo normal, que é mais conhecida no mercado da moda mesmo.

Que mensagem final você deseja que as pessoas tenham a partir do seu livro?

Quero que as pessoas nos enxerguem como batalhadoras e vejam que o glamour fica muito para o espectador.

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Autor: Provensi, Michelli
Editora: Da Boa Prosa
Nº de Páginas: 256
Preço sugerido: R$39,90

 

 Depoimentos de modelos cearenses sobre as dificuldades da profissão:

Karen Palhano

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“Sou modelo há seis anos e atualmente moro em Singapura. Os momentos mais marcantes da minha carreira foram uma campanha para promover a revista Capricho, da qual sempre fui leitora, e quando fotografei pra revista GQ em Xangai (China). Adorei fotografar pra uma revista internacional! Mas não é tudo glamour, muito menos moleza. Ter a consciência de que o trabalho não vem fácil e sem esforços é uma dica importante a ser dada. A modelo deve ser forte, saber o que quer e que essa profissão não é ‘brincadeira’. Não basta ter só um rosto bonito. Devemos estudar, estar sempre por dentro do que está rolando no mundo da moda, treinar pose, atuação e ter o espelho como seu ‘melhor amigo’. A parte mais difícil da profissão é modelar num país no qual a população não fala inglês, nem a sua língua e você também não fala a língua deles. Ainda por cima tem os costumes totalmente diferentes dos seus, o que por vezes é estressante. Você abusa das mímicas, mas chega a ser cômico também e você aprende bastante. Uma vez o fotografo pediu em ‘inglês’ pra eu sentar e sorrir, mas pronunciou ‘shit and smell’. Fiquei confusa né gente? (risos).”

Luiza Kemp

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“Quando coloquei os meus pés na China, em minha primeira viagem internacional, foi um momento muito marcante. Tinha 15 anos na época. Já a Turquia é um lugar perigoso para trabalhar e as modelos são confundidas com prostitutas. Existem agências sérias, mas são poucas. Graças a Deus não aconteceu nada comigo porque tive auxílio da embaixada do Brasil para sair do país. Por isso repito a importância de checar bem as pessoas com quem você irá trabalhar, buscar agências com bons nomes no mercado e sempre procurar as referências do lugar.
Outro lado que as pessoas normalmente desconhecem é o quão cansativo é o nosso trabalho. São horas de espera, tanto nos castings (seleção para trabalhos) como nos desfiles, onde chegamos de manhã para trabalhar só à noite.
E por último, as situações mais curiosas/adversas foram um ensaio de salto na proa de um navio (o que foi bem arriscado) e contracenar com um homem vestido de coelho que só falava japonês, durante toda a madrugada, para um comercial da Panasonic.”

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14:59 · 18.04.2012 / atualizado às 16:23 · 18.04.2012 por

Uma das palestras mais concorridas desta edição do Dragão Fashion Brasil foi a do fotógrafo J.R. Duran. Estivemos lá e convidamos nossa super amiga e fotógrafa desenrolada Marília Camelo para contar aqui suas impressões sobre a palestra dele. Confiram o texto:

Oi, eu sou  Duran. E você?

Simples. Foi assim que J.R. Duran se apresentou em sua  palestra no Dragão Fashion. Ele nos contou histórias, mostrou suas fotos preferidas e nos traduziu seu olhar quando fotografa. “A fotografia é um duelo entre o que você quer capturar e o que você vai conseguir”.

Contou muito de seu relacionamento com seus personagens para conseguir o que quer e citou casos como quando fez o ator Rodrigo Faro usar sutiã e meia calça em uma sessão fotográfica. Relembrou a experiência de fazer o político  José Serra  posar usando suéter de gola rolê (detalhe: ele odeia gola rolê).

As poses, por exemplo, davam a impressão de naturalidade, mas ele disse que era tudo produzido. Mistura de situações que parecem de verdade, mas não são.  “Sensação de realidade com pequenos truques de falsidade”, explicou. Disse que prefere um ou outro clique, ao invés de tirar muitas fotos.

“Eu quero que as pessoas, quando vem ao estúdio, deixem um pedaço delas”, defendeu. Preferia “uma luz simples, mas que nem por isso era fácil”, que transparecia-nos suas referências adquiridas da pintura e do cinema.

Para mim foi uma palestra objetiva e simples, e isso não quer dizer que tenha sido ruim. Deixou aquele misto “que perfeito” com “quero mais”. Antes da palestra, meu sentimento era uma enorme ansiedade por ouvir um dos maiores fotógrafos de moda. Depois, fiquei feliz por perceber que meu olhar se identificava com as ideias de um profissional admirado, mesmo não concordando em tudo! E, no final, ficou claro para mim. O segredo da fotografia de Duran é um só: simplicidade! (e não quer dizer que seja fácil!)

Marilia Camelo

09:17 · 24.08.2011 / atualizado às 09:24 · 24.08.2011 por

A gente estreou hoje na coluna uma série especial de matérias sobre profissões de moda. Uma vez por mês vamos conversar com um profissional que trabalhe em um setor da moda para falar um pouco sobre o dia-a-dia, a attividade e também sua carreira acadêmica. E resolvemos começar em grande estilo. Por isso, batemos um papo ótimo com as consultoras de imagem Fê Resende e Cris Zanetti, do Oficina de Estilo ( que a gente ama).

Clica aqui pra ler!

Pela conversa com a Cris dá pra entender que os cursos de moda no Brasil ainda são muito focados para formar estilistas. Uma pena porque  existem tantas áreas para se trabalhar! Elas fizeram vários cursos e fora montando uma espécie de grade para um profissional de consultoria de moda.

Dicas de estilo: terceira peça!

O legal é que elas trabalhavam em áreas completamente diferentes. A Fê era advogada e a Cris engenheira. Elas não era felizes e resolveram fazer o curso de consultoria e Imagem no Senac-SP e lá se descobriram. O que fez elas quererem largar tudo para se tornarem personal stylist? Elas ouviram a frase da professora que dizia que essa era a proissão para quem “gostava mais do pé que do sapato que o calça“. Ou seja, era para quem gostava de gente, respeitava o estilo e os gostos da pessoa e conseguia ajudá-la a organizar seus gostos em looks legais.

Outra dica das meninas: combinações monocromáticas

Cris explica cada profissional cria uma metodologia própria e que a delas foi se modficando ao longo desses 8 anos. Como elas fazem consultoria pra gente comum ( não é celebridade, artista nem gente milionária), desenvolveram um método que leva em conta, além de gostos pessoais, influência do trabalho, do cotidiado e até do lugar onde a pessoa mora. Para isso, elas têm cerca de 45 dias para se reunir com a cliente, entrar no guarda roupa dela, conhecer a vida e montar uma pasta com diretrizes. Aí, na parte final, elas vão em algumas lojas e separam peças. A cliente vai lá, experimenta e vai sentindo as sugestões. E o conhecimento que elas passam acabam ficando como uma bagagem para toda uma vida.

Sobre a profissão ao longo do tempo, Cris defende que o que mudou foi o reconhecimento. No início as pessoas não entendiam muito bem o que um personal stylist fazia e nem consideravam uma profissão. Hoje, todo mundo sabe! E o mercado se abre para isso.

Dá pra usar a terceira peça até no verão, hein, gente?

Outra coisa bem legal é o site/blog Oficina de Estilo que elas criaram para passar informações para suas clientes. Acontece que o site foi crescendo de um jeito que recebe mais de 8 mil visitas por dia. O segredo, segundo elas, é fazer um conteúdo exclusivo, produzido todo por elas e com dicas para a vida real. Elas capricham no texto e tem umas sacadas ma-ra-vi-lho-sas.

Misturar estampas traz frescor e modernidade ao look

Lás, elas dão super dicas. Uma das mais famosas é a da terceira peça. Outra é a de coordenações monocromáticas e outra bem legal que a gente também já falou por aqui é a de misturar estampas. Além disso, Cris e Fê ainda respondem perguntas de internautas e clientes através de posts.

Gostou das moças? Elas estiveram semana passada aqui para uma ação no Maraponga Mart Moda ( disseram que adoraram o artesanato e várias pecinhas que viram por lá) e voltarão para o Ceará Summer Fashion. Não dá pra perder, né?

PLUS: Na programação do Ceará Summer Fashion, que acontece no Maraponga Mart Moda, de 19 a 23 de setembro, além das meninas do Oficina de Estilo, haverá ainda um talk-show com Thais Losso, Jackson Araujo, Glória Kalil, Chiara Gadaleta e Theo Carias. No site tem a programação completinha!

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