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Tag: Arquitetura contemporânea


00:13 · 06.08.2018 / atualizado às 11:14 · 07.08.2018 por

O espaço Loft da Royalle Home  design na Mostra 100% DESIGN 2018, traz o de loft americanos com seu pé direto duplo e revestimentos alternativos. Foi desenvolvido um mobiliário alto e imponente para que as cortinas e persianas fossem fixas dentro desses expositores, criando grandes molduras.

As paredes de bloco de concreto aparente foram mantidas, com isso o espaço ficou com uma mescla entre o industrial e elementos que remetessem a rusticidade. Foram utilizados para desenvolver os expositores, grandes estruturas de metálicas pintadas de preto, era uma boa solução dentro da ideia industrial desenvolvida, para compor com os expositores metálicos emoldurados com grandes painéis ripados integrados a um enorme portal preto. A rusticidade ficou por conta da mesa de centro feita com troncos maciços, detalhes de adornos como as panelas de barro e a coberta feita com pedaços de algodão cru que remetem visualmente a textura de cordas de sisal, arrematando o conceito de sustentabilidade e reaproveitamento de materiais. O espaço leva a assinatura do arquiteto André Moura e o designer de interiores João Paulo Gondim.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque    Fotos: Diário do Nordeste

12:18 · 02.08.2018 / atualizado às 12:23 · 02.08.2018 por

A memória afetiva de quase todo cearense possui referencias em pequenos detalhes de nossa cultura. Pensando assim, o espaço do estúdio de design cearense foi criado com a intenção de resgatar essa memória dos visitantes, através de uma instalação sensorial. Com o seu intuído principal de enaltecer o trabalho do artista local, o estúdio é um espaço para além da apreciação dos produtos, ele consegue fazer uma conexão com a cultura cearense. O espaço que é assinado pelo arquiteto Josafá Neto, que valorizou personalidades da terra, como Chico Anysio, Belchior, Maria da Penha, entre outros rostos expostos no painel que forra toda a parede do local. No ambiente se encontra peças autorais de designers como Rafael Sturdat e Felipe Gradhivol.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque   Fotos: Diário do Nordeste

 

 

10:29 · 09.07.2018 / atualizado às 10:29 · 09.07.2018 por

Zaha Hadid utilizou a pintura como parte de seu amplo e profundo processo de criação arquitetônica desde sua época de estudante, apesar de pintar durante toda a sua carreira, nunca aceitou definir-se como artista plástica.

A arquitetura contemporânea mundial tem seus ícones do século XX e XXI, como o arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer e a arquiteta Iraniana Zara hadid, ambos já falecidos, que nos deixou um grande legado de obras de arquitetura, design e artes plásticas. A reconhecida arquiteta, sempre em busca de propostas para o habitar moderno, realizava múltiplos estudos topográficos abstratos para propor suas obras fluidas flexíveis e expressivas evocando o dinamismo da vida urbana contemporânea.

Com o objetivo de conhecer com maior profundidade o processo criativo e o desenvolvimento de projetos profissionais de Zaha Hadid, realizamos uma seleção histórica de pinturas da arquiteta que expandem o campo de exploração arquitetônica com exercícios abstratos tridimensionais que propõem uma nova e distinta visão do mundo, através das artes plásticas, questionando as bases físicas dos projetos arquitetônicos.

As primeiras inspirações de Zaha Hadid, desde o começo de sua carreira, Zaha viu-se influenciada pelo artista plástico, pintor abstrato soviético Kazimir Malevich, o que a levou a utilizar a pintura como ferramenta de exploração para os projetos arquitetônicos. Durante os anos de 1980, antes que Zaha tivesse concretizado obras, ela passou por um período de projetos arquitetônicos teóricos, sem construções, que marcaram um precedente em sua rica e criativa carreira. Hadid inicia suas pinturas com ensaios em grande escala, explorando propostas para as formas de conexão dentro das cidades. Através das pinturas de “The Peak”, a artista propõe um marco como um ponto de descanso ante a congestão e intensidade de uma cidade totalmente urbanizada.

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque   Fotos: Zaha Hadid Architects

11:13 · 23.05.2018 / atualizado às 11:13 · 23.05.2018 por

Uma cadeira feita de apenas três elementos. Para a 2018 Milan Design Week. A Cassina apresenta a cadeira Beugel, produzida industrialmente pela primeira vez graças ao meticuloso estudo de desenhos e protótipos realizados em estreita colaboração com os herdeiros do designer Rietveld. A cadeira, projetada em 1927 e distribuída pela loja de departamentos holandesa Metz & co, foi concebida em três elementos: dois frames de aço looped idênticos acoplados para suportar seu assento. A peça de design leva a assinatura do arquiteto e expoente do movimento neoplasia, Gerrit T. Rietveld, conhecido por seus ícones em madeira, como a cadeira zig zag e cadeira vermelha e azul.

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque   Fotos: Assessoria de impressa

00:52 · 10.04.2018 / atualizado às 00:52 · 10.04.2018 por

Chega ao Brasil o conceito de “Colivign”, moradias modernas e compartilhadas com arquitetura de interiores com design assinado. O prédio em questão será construído todo em madeira certificada na cidade de São Paulo.

 A cidade de São Paulo, mais uma vez servirá de vitrine para um ícone da arquitetura contemporânea modelo para o mundo, mais precisamente na Vila Madalena, zona oeste da capital paulista, onde será construído um edifício de 13 andares todo feito de madeira certificada, sem uso de concreto ou cimento. A inovação da edificação não está só na questão do uso de materiais certificados e ecologicamente corretos e sim no uso inovador e de sua coletividade com pequenos espaços privados compartilhados com grandes áreas comum, pois a ideia não é ter vários apartamentos, mas um convívio fluído, com espaços coworking e restaurantes.

O escritório de arquitetura Triptyque assina o projeto, que será erguido em um terreno de 1.025 m² localizado na Vila Madalena e terá área total de 4.340m². Com 13 pavimentos e um conceito que prevê diversas funcionalidades. O Coliving é uma tendência de compartilhamento de moradias urbanas que crescem cada vez mais em grandes centros. Como alternativa, surge como tendência que pretende derrubar, além de paredes, a crise da falta de espaços físicos e os ideais de individualização e desperdício. Trata-se do coliving, um movimento que estimula a integração, a sustentabilidade e a colaboração conciliados a custos reduzidos. A ideia de se pagar uma área comum de uma casa como um grande living, um espaço gourmet ou mesmo home theater que em geral são usados de vez em quando, onerando em compras ou alugueis de espaços ou até mesmo em taxas de condomínio e impostos municipais desnecessariamente, se essas áreas podem ser compartilhadas por um condomínio no modelo Colinving, sem onerar maiores custos aos seus usuários.

O que diferencia o coliving, em relação a outras experiências como repúblicas ou até mesmo asilos, segundo seu manifesto, são os conceitos de Comunidade em harmonia com a individualidade, a aproximação de pessoas e troca de experiências, entre outros.

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque   Fotos: cemporcentodesign.com.br

 

00:42 · 28.03.2018 / atualizado às 21:32 · 01.04.2018 por

A Frag apresentará pela primeira vez o cabideiro Viae, que será lançado no Salão do design de Milão 2018. A estrutura do tubo de metal vertical é mantida em conjunto por quatro peças circulares feitas do mesmo material, formando três pontos de suporte em diferentes alturas e com diferentes funções: dois suportes de roupa e uma bandeja de valet, todos estilisticamente ligados por um acabamento em couro como uma sela.  Os suportes de roupa são formados a partir de tubos acabados à mão – feitos para calças, casacos e jaquetas. A Analogia da peça combinou com sua funcionalidade, tornando-o um objeto atraente e decorativo para os cantos mais íntimos da casa.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque   Fotos: Divulgação

11:37 · 18.12.2017 / atualizado às 11:42 · 18.12.2017 por

A mesa La Palme do designer Fabrício Ronca foi uma das peças selecionadas como finalista no Salão Design 2018. Sua criatividade e originalidade chama atenção, além do conceito de suas formas, função e conceito de concepção. Foram avaliados itens como materiais utilizado na confecção da mesa, sua tecnologia e a viabilidade de sua fabricação. A coleção de mesas lúdicas e sofisticadas, inspiradas nos famosos vasos marajoaras e na forma das palmeiras da região norte do estado do Pará. Em Fortaleza a mesa tem a revenda exclusiva da loja evidencia decoração da Avenida Virgílio Távora.

ivulgação

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque    Fotos: Omar de Albuquerque / Divulgação

 

01:26 · 13.12.2017 / atualizado às 01:29 · 13.12.2017 por

Com a chegada de um bebê a casa costuma passar por adaptações que garantem a segurança da criança. E quando se é idoso? Pensar na casa a longo prazo e fazer algumas modificações para aumentar o conforto e a segurança de quem já atingiu a maturidade, é tão importante quanto as mudanças arquitetônicas para o desenvolvimento de uma criança. De acordo com a designer de interiores Marcia Zelioli, do Ateliê Revestimentos, pequenas mudanças como a troca de um piso, melhora da iluminação ou instalação de uma barra, podem tornar a rotina do idoso mais fácil e segura e garantir sua autonomia.

Dados do IBGE mostram que 14% da população brasileira é composta por idosos e que até 2030 será 19%. Estimativas do Instituto também apontam que em 2030 haverá mais brasileiros com 60 anos ou mais do que crianças entre 0 e 14 anos. “Por isso, é importante repensar os elementos decorativos e arquitetônicos para criar ambientes com condições de serem adaptados”, aponta Marcia.

Segundo a designer a troca do piso de ambientes internos por piso vinílico e de áreas externas por pisos emborrachados, são fáceis de serem feitas e podem evitar quedas e suas consequências. Os pisos de borracha podem deixar a área externa mais segura porque são antiderrapantes e ainda amortecem quedas. O piso vinílico também evita escorregões e por ser atérmico, garante um ambiente interno mais aconchegante, dispensando até mesmo o uso de tapetes, que são grandes causadores de acidentes. Outra vantagem é que ele pode ser instalado sobre o piso existente.

o piso vinílico também é uma ótima solução para cadeirantes ou pessoas que se locomovem com o apoio de andadores ou bengalas devido a sua resistência e durabilidade, que garantem um piso bonito e eficiente por mais tempo. Existem pisos vinílicos com fibra de vidro incorporada que garante maior proteção contra riscos e manchas.

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque   Fotos: Status com comunicações

13:35 · 13.11.2017 / atualizado às 13:35 · 13.11.2017 por

Exposição celebra 110 anos de nascimento do genial arquiteto, reunindo seu raro trabalho como artista e designer, e ainda obras de grandes nomes como Portinari, Athos Bulcão, Bruno Giorgi, Franz Weissmann e Tomie Ohtake, que trabalharam com ele em seus emblemáticos projetos.

A Pinakotheke Cultural Rio de Janeiro apresenta a exposição “Oscar Niemeyer– Territórios da Criação”, que celebra 110 anos de nascimento do genial arquiteto com um conjunto inédito de desenhos, pinturas, esculturas e peças de mobiliário feitos por ele. Com curadoria de Marcus Lontra e Max Perlingeiro, a exposição reúne ainda obras de artistas que trabalharam junto com ele em seus emblemáticos projetos, como Alfredo Ceschiatti, Alfredo Volpi, Athos Bulcão, Bruno Giorgi, Candido Portinari, Franz Weissmann, Joaquim Tenreiro, Maria Martins, Roberto Burle Marx e Tomie Ohtake.  O arquiteto Oscar Niemeyer nasceu no Rio de Janeiro em 15 de dezembro de 1907, e morreu na mesma cidade em 2012. Ao longo de sua vida, Niemeyer produziu intensamente e afirmou-se não apenas como arquiteto, como a primeira referência estética brasileira reconhecida em todo mundo, mas também como artista e intelectual respeitado, atuando em várias frentes do conhecimento humano. A obra “Ruínas de Brasília” de 1964, uma rara pintura de Niemeyer, nunca exposta – se juntam a 25 desenhos inéditos, que retratam com seu inconfundível traço a Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte, a Oca e o Parque Ibirapuera, em São Paulo, o Palácio do Planalto, a Catedral de Brasília, o Palácio da Alvorada, o Caminho Niemeyer, em Niterói, e a Bolsa de trabalho, em Bobigny, França, entre outros. A paixão pela figura feminina e suas curvas também estão nos desenhos feitos em sua maioria em caneta hidrográfica sobre papel. A exposição terá uma sala especial com retratos do arquiteto feitos pelos reconhecidos fotógrafos Antonio Guerreiro, Bob Wolfenson entre outros, as fotografias, também constituirão uma caixa para colecionador, em tiragem limitada a trinta exemplares.  O público verá ainda desenhos, pinturas, esculturas e azulejos criados por grandes artistas para projetos arquitetônicos de Niemeyer, e que se tornaram igualmente símbolos desses espaços. Entre eles, um estudo feito por Volpi em têmpera sobre cartão para a Capela Dom Bosco, em Brasília; um estudo em aquarela e duas provas de azulejos feitos por Portinari para a Igreja de São Francisco de Assis.

Andre Arruda

Arquivo Marcus de Lontra Costa

Arquivo Soraia Cals

Direito de reprodução gentilmente cedido por João Candido Portinari

Sergio Guerini

Serviço: “Oscar Niemeyer – Territórios da Criação”

Visitação pública: 10 de novembro a 16 de dezembro de 2017

Na Rua São Clemente 300, Botafogo – Rio de Janeiro – RJ

Telefones: (21) 2537-7566

E-mail: contato@pinakotheke.com.br

A entrada é gratuita

 

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque   Fotos: CW&A Comunicação

 

11:36 · 09.10.2017 / atualizado às 11:36 · 09.10.2017 por

Projeto da casa de praia se destaca por leveza, simplicidade e aconchego. Integrado a família residente do imóvel a natural exuberante do local. Esse ano, o arquiteto brasileiro Gui Mattos recebeu um dos prêmios mais disputados da arquitetura mundial. Vencedor na categoria “Residential-Private House” (Residência Privada) pelo Architizer A + Awards 2017 em NY- maior programa de prêmios focado em promover e comemorar os melhores produtos e arquitetos do ano. O projeto vencedor foi uma casa na praia de Itamambuca (Ubatuba – SP), que recebeu premiação dupla, do júri popular e do júri técnico, feito que pouquíssimos arquitetos brasileiros conseguiram no Architizer A + Awards no mundo inteiro. A casa em questão fica localizada em um terreno próximo ao mar, que – antes de ser construído, era habitado somente por uma vegetação alta e densa. O desejo do cliente era justamente algo simples, que também valorizasse e integrasse a casa a natureza, por isso, a casa possui construção leve, com elementos pré-fabricados de madeira e concreto, que se dispõe entre a natureza ao redor de todo o imóvel. O piso eleva-se ligeiramente do terreno natural, configurando-se como um degrau, e a cobertura busca a possibilidade estrutural de um térreo livre e fluído, juntamente com a vontade de ‘trazer para dentro’ a luz, o ar e a vegetação. O teto é outro detalhe que merece destaque e atenção, pois forma um prisma invertido, com apoios dispostos simetricamente, possibilitando a abertura em todas as direções, sintetizando toda essa ligação permanente com a natureza e abriga por igual toda a dimensão da casa. De forma muito simples, e ainda assim extraordinária, o projeto vencedor da casa de praia traz muito aconchego e privacidade aos moradores, mesmo sendo cercada por uma pele de vidro. Estes são alguns dos motivos que a tornaram vencedora de um prêmio tão importante para o universo da arquitetura.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque   Fotos: Cristina Dell’Amore Assessoria de Imprensa