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Tag: arte brasileira


00:18 · 29.08.2018 / atualizado às 00:18 · 29.08.2018 por

A Feira na Rosenbaum com uma curadoria que olha para novos nomes do design de objetos e mobiliário do país. Mais de 40 marcas compõe a lista de expositores, que apresentarão suas criações em madeira, cerâmica, têxteis e mais materiais. O evento vai ocupar o A Casa – Museu do Objeto Brasileiro e contará também com espaço de exposição, que apresentará trabalhos de designers convidados pela Feira para uma experiência inédita de cocriação.

Em parceria com Indusparquet, empresa especializada no segmento de pisos maciços, a Feira convidou um time de designers para criarem novos produtos utilizando os resíduos de pisos de madeira gerados durante o processo de usinagem. Em visita à sede da Indusparquet, os designers convidados já conheceram os materiais disponíveis e estão agora em processo de criação e desenvolvimento. É a primeira vez que a Feira na Rosenbaum promove um laboratório de imersão e pesquisa na indústria com alguns de seus artistas e designers parceiros, que resultará em uma exposição no Museu A CASA.

Serviço: Museu A CASA

Av. Pedroso de Morais, 1234 – Pinheiros São Paulo. De 29 de agosto a 02 de setembro de 2018

Horário: 11h às 20h. Vallet no local.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque  Fotos: feiranarosenbaum.com.br

10:56 · 28.08.2018 / atualizado às 10:56 · 28.08.2018 por

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti, foi um dos primeiros pintores modernistas do Brasil. Um dos idealizadores e organizadores da Semana de Arte Moderna, em São Paulo, está esse mês em exposição em Fortaleza.

A cidade de Fortaleza está sendo presenteada nessa última semana com grandes exposições ao nível de museus e galerias internacionais, como a exposição “Retratos da Alma Brasileira ” do Mestre Di Cavalcante, que estrou na semana passada na galeria Casa D’alva. A exposição traz um apanhado de importantes obras do artista plástico que junto com outros artistas como Tarsila do Amaral, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna de 22 no Teatro Municipal de São Paulo. Di Cavalcante estampou em suas obras os traços típicos das feições dos brasileiros, retratando negros e mulatas, a flora brasileira, assim, rompendo com formulas das escolas belas artes Europeias que ditavam regras no começo do século vinte.

Di Cavalcanti (Rio de Janeiro, 1897 – 1976) é um dos mais sólidos nomes da arte brasileira e um dos poucos artistas plástico brasileiros que tem verdadeiramente projeção internacional. Conviveu com importantes vanguardistas históricos, como Blaise Cendrars, Henri Matisse, Jean Cocteau e Pablo Picasso e suas obras podem ser encontradas em museus e coleções particulares da América Latina, Estados Unidos e Europa, sendo um dos artistas mais concorridos em leilões de todo o mundo. Foi, junto com Mário e Oswald de Andrade idealizadores da semana de arte moderna de 22.

Além da importância histórica de ter sido um dos precursores do modernismo em nosso País, foi um dos primeiros artistas a despertar para a importância do registro de cenas genuinamente brasileiras como festas populares, favelas, cenas com músicos, sambistas e as suas célebres mulatas, e esta mostra organizada pela Casa D’Alva, que resume, com obras de significativo teor estético e indiscutível personalidade, 5 séculos de sua profícua produção, deixa este legado evidente. A Arte de Di Cavalcanti apreende o mais profundo espírito da brasilidade refletindo a cara do nosso povo. Suas obras são retratos da alma brasileira. A exposição tem a curadoria de José Guedes e Roberto Galvão.

Serviço: A exposição estará aberta ao público do dia 20 de agosto a 06 de setembro de 2018 / De segunda à sexta-feira das 10 às 19 horas. Galeria Casa D’alva fica na rua João Brígido, 934 – Fortaleza -Ceará.

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Pesquisa, textos e fotos: Omar de Albuquerque

 

11:43 · 17.08.2018 / atualizado às 12:09 · 17.08.2018 por

A cidade de Fortaleza está sendo presenteada nessa última semana com grandes exposições ao nível de museus e galerias internacionais, como a exposição “Retratos da Alma Brasileira ” do Mestre Di Cavalcante, que estreia hoje na galeria Casa D’alva. A exposição traz um apanhado de importantes obras do artista plástico que junto com outros artistas como Tarsila do Amaral, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna de 22 no Teatro Municipal de São Paulo. Di Cavalcante estampou em suas obras os traços típicos das feições dos brasileiros, retratando negros e mulatas, a flora brasileira, assim rompendo com formulas das escolas belas artes Europeias que ditavam regras no começo do século vinte.

A exposição estará aberta ao público do dia 20 de agosto a 06 de setembro de 2018 / De segunda à sexta-feira das 10 às 19 horas. Galeria Casa D’alva fica na rua João Brígido, 934 – Fortaleza -Ceará.

 

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque  Foto: Divulgação

08:49 · 16.07.2018 / atualizado às 08:49 · 16.07.2018 por

A Mostra MORADAS é composta por fotos de ruínas de construções encontradas no sertão central cearense. Trabalhos feitos por três artistas cearenses, cada um cuidando do seu processo criativo.

Uma passagem rápida e preciosa, feito um raio que destrói e deixa construções em ruinas, foi de 2 a 6 de julho, a galeria Sem Título Arte recebeu a mostra MORADAS, uma exposição do Trama Art Group, realizada pela Ópera Arte Contemporânea. A exposição reúne trabalhos dos artistas plásticos Nivando Bezerra, Tulio Paracampos e Marco Ribeiro. Os artistas, tecem uma conversa aberta sobre tempo e improviso.  Com seus médios distintos, criam uma rotina de interferências, na qual as obras peregrinaram por seus ateliês, quase como cadernos dispostos com generosidade às rasuras, anotações e comentários.

Uma trama de criação: A base do processo é constituída e estampada no trabalho artístico de Nivando, que, por meio das imagens de casas em ruínas do sertão, instigam Marco e Túlio a possibilidades novas. O desafio já não é mais o espaço branco de uma tela ou papel, mas sim o gesto sobre a criação do outro. Agindo relativamente sobre o acaso, algo que pode ser modificado pelo próximo, o processo de cada obra é submetido ao improviso. Existe uma performance implícita. O todo da colaboração da trama como uma reforma pessoal para cada um. Nivando Bezerra propõe uma base na qual Túlio Paracampos recorta, cola e risca. Subvertendo a estrutura do possível, remonta espaços lúdicos em retalhos. Já Marco Ribeiro explora a palavra em linhas gráficas, escrevendo uma poesia visual sobre a falha, a rasura no entremeio da estrutura das construções em ruinas. Os trabalhos da mostra MORADAS, foram feitos a seis mãos dos três artistas distintos e teve a curadoria de Leonardo Leal.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque   Fotos: Ópera Arte Contemporânea

 

10:45 · 11.06.2018 / atualizado às 10:45 · 11.06.2018 por

MIS-SP (Museu da imagem e do som), abre exposição de fotografias de José Oiticica Filho, um dos mais importantes fotografo revolucionário brasileiro. A mostra fotográfica traz a produção do fotografo expositor dos anos de 1940 a 1960.

 O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, MIS-SP apresenta a obra pioneira de José Oiticica Filho, marco na fotografia moderna brasileira. Dentre sua produção se destacam as microfotografias científicas feitas durante seu trabalho como entomologista, a forte atuação nos movimentos cineclubistas, os experimentos com a abstração, as composições geométricas e as recriações fotográficas a partir de manipulação de negativos.  José Oiticica Filho, contribuiu para a inovação da fotografia brasileira entre os anos 1940 e início dos 1960 do século XX.  Ao lado de Geraldo de Barros e outros expoentes da fotografia modernista brasileira, na década de 1950, tirou a fotografia do pictorialismo que ainda reinava entre os trabalhos fotográficos brasileiros. Sua vasta produção pode ser vista nesta exposição, que apresenta uma seleção de 167 fotografias feitas entre 1942 e 1964. A exposição tem curadoria Carlo Cirenza e César Oiticica Filho.

José Oiticica Filho é um marco na história da fotografia no Brasil. Participou ativamente do movimento fotoclubístico brasileiro, foi membro do Foto Clube Brasileiro e da Associação Brasileira de Arte Fotográfica, no Rio de Janeiro, e do Foto Cine Clube Bandeirante, em São Paulo. Foi reconhecido internacionalmente, fazendo exposições e recebendo prêmios. Em 1956 constou como sétimo expositor mundial na lista da Féderation Internationale d”Art Photographique – FIAP, com 178 fotos em 84 salões internacionais. A arte fotográfica de Oiticica Filho figura entre as que mais se valorizaram nos últimos dez anos, levou a fotografia brasileira ao cenário internacional.

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque    Fotos: Fotografia de  José Oiticica Filho

 

 

09:53 · 08.06.2018 / atualizado às 09:53 · 08.06.2018 por

O trabalho do artista plástico Mário Sanders, traz traços refinados, que se utiliza de muita técnica em desenhos híbridos que brincam com nossa imaginação, gerando questionamentos, principalmente no que tange ao comportamento humano, seja em relação ao amor, sexo ou mesmo a violência. A construção precisa de seus trabalhos, combinada a sutileza de seus temas, nos apresentam obras instigantes ao mesmo tempo irreverentes, que fazem que mesmo temas complexos gerem reflexões profundas mais divertidas, dos mais diversos temas. As obras do artista fazem parte do acervo do Birô de arte da Ópera Arte Contemporânea.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque    Fotos: Acervo do artista

10:16 · 01.06.2018 / atualizado às 10:36 · 01.06.2018 por

O painel de autoria do artista Plástico Isaac Furtado, intitulado de “As Portas da Percepção” é formado por quatro partes semelhantes a portas, com o total de 2.20/2.20m. O olhar representa o sentido mais importante, sendo a nossa percepção visual do mundo. Olhar que a cada dia temos que deixar mais aberto e atento às mudanças. Mas, sempre consciente e sereno. Diferente do livro As Portas da Percepção (The Doors of Perception), de Aldous Huxley escrito em 1954, inspirado por sua vez em uma frase de William Blake (Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito). Com as ” Portas da Percepção ” a lucidez, a criatividade cristalina e o talento como inspiradores da arte de uma maneira consciente e pura.

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque   Fotos: Acervo Issac Furtado

10:20 · 11.04.2018 / atualizado às 10:20 · 11.04.2018 por

A Lumi, luminária desenvolvida pela artista plástica Vivian Chachamovitz para a AMI Ateliê, é muito especial. Sabe por que? Foi produzida uma a uma no torno em argila tabaco, que tem esse aspecto mais rústico pontilhado. Passou pelo processo de esmaltação e foi queimada em alta temperatura, o que proporciona maior durabilidade à peça. Além de tudo, tem um interruptor acoplado à peça, o que é mais prático. Ideal para ser acompanhada de uma lâmpada de Filamento de Carbono. Um charme para decorar e iluminar aquele cantinho especial da casa. Pode ser produzida nas cores verde ou laranja. (www.amiatelie.com.br).

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque    Fotos: V – M Comunicação

10:07 · 06.04.2018 / atualizado às 10:07 · 06.04.2018 por

A obra “Cidade em Festa”, tríptico do artista cearense Antônio Bandeira (1922–1967), retornou à coleção do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (MAUC). O painel passou por um minucioso processo de restauro, que se estendeu por oito meses. A iniciativa foi apoiada pela galeria Almeida e Dale, parceira da Federal do Ceará (UFC). A restauração foi realizada pela especialista Denise Guiglemeti e Wallace Alonso Guiglemeti. Cidade em Festa é um óleo sobre tela de 1961, que possui grandes proporções: são mais de 5 metros de largura e 2 metros de altura. O painel ganhou reforço de um tecido sintético, colado em seu verso, mantendo a transparência da assinatura do artista. O chassi de madeira foi substituído por um de alumínio, mais resistente.

Pesquisa  e texto: Omar de Albuquerque          Fotos: a4&holofote comunicação

09:19 · 22.03.2018 / atualizado às 09:19 · 22.03.2018 por

Os vasos auto irrigável inspirados na artista Plástica Mexicana Frida kahlo e a Xícara Fridinha, ambos da AMI ATELIÊ, produzidos artesanalmente em cerâmica de alta temperatura, foram criados para que suas plantinhas não moram de sede por falta de água ou mesmo afogadas por excesso de água. Através de uma pequena mangueira, sua planta poderá se servir de água quando precisar. O compartimento fica fechado, por isso não precisa se preocupar com o tão temido Aedes aegypti. Os vasinhos Frida estão disponíveis nas cores argila, Tabaco ou branca pintadas com esmalte para cerâmica. Onde encontrar: www.amiatelie.com.br

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque     Fotos: V-M Comunicação