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Tag: Exposição de arte.


11:43 · 17.08.2018 / atualizado às 12:09 · 17.08.2018 por

A cidade de Fortaleza está sendo presenteada nessa última semana com grandes exposições ao nível de museus e galerias internacionais, como a exposição “Retratos da Alma Brasileira ” do Mestre Di Cavalcante, que estreia hoje na galeria Casa D’alva. A exposição traz um apanhado de importantes obras do artista plástico que junto com outros artistas como Tarsila do Amaral, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna de 22 no Teatro Municipal de São Paulo. Di Cavalcante estampou em suas obras os traços típicos das feições dos brasileiros, retratando negros e mulatas, a flora brasileira, assim rompendo com formulas das escolas belas artes Europeias que ditavam regras no começo do século vinte.

A exposição estará aberta ao público do dia 20 de agosto a 06 de setembro de 2018 / De segunda à sexta-feira das 10 às 19 horas. Galeria Casa D’alva fica na rua João Brígido, 934 – Fortaleza -Ceará.

 

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque  Foto: Divulgação

11:15 · 07.08.2018 / atualizado às 11:15 · 07.08.2018 por

A presença constante de obras de artes de artistas cearenses em mostra de decoração, são mais que relevantes, é um importante acesso para que o grande público visitante da Mostra tenha conhecimento da produção de arte contemporânea no Ceará.

Todo evento de design e decoração conta com a importante presenta de obras de arte em seus projetos e ambientes. Na 8ª edição da Mostra 100% Design, não seria diferente. A Mostra conta com a participação e curadoria de arte da Galeria Ópera Arte Contemporânea, sob responsabilidade de Leonardo Leal, que reuniu um grande acervo com nomes renomados, e jovens revelações das artes locais, e grandes nomes nacionais, além de reunir uma mescla de trabalhos que vão de pinturas a óleo, mistas, litogravuras, cianotipias, xilogravuras, esculturas em cerâmica, entre outros trabalhos.

Durante o processo de escolha dos trabalhos, foram realizadas diversas reuniões com os arquitetos, o que propiciou uma escolha muita assertiva das obras, possibilitando uma ampla coletânea, representada por obras em diversos suportes, que vão de uma placa de Xilogravura convertida em trabalho por Francisco de Almeida, a uma porta de bagageiro de um avião gravada e pintada por Felipe Ikehara, a uma tela sobre lona de caminhão por Henrique Viudez, uma calça jeans convertida em obra por Andréa Dall’Olio.

A Mostra conta ainda com uma exposição de obras, aonde podem ser apreciadas obras de artistas como Mario Sanders com suas obras figurativas aonde os desenhos representam uma crônica visual, Azuhli e suas obras que são verdadeiras manifestações do que ela vive e pensa, a também um conjunto de trabalhos do Trama Art Group composto por Marco Ribeiro, Nivando Bezerra e Túlio Paracampos, no qual Cianotipias sofreram intervenções de recorte e colagem,  de pintura, e desenho a nanquim, e temos os delicados trabalhos de Issac Furtado, que consegui produzir obras tão pequenas que chegam a desafiar nossos sentidos. Também estão com trabalhos expostos Gerson Ipirajá, Renato Nogueira, Rodrigo Branco, Marcos Oriá e Evelyn Tannus. Todo esse acervo de artistas plásticos cearense pode ser visto na Mostra 100% DESIGN que acontece no ShoppingRioMar Fortaleza até o dia 12 de agosto, com entrada gratuita.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque    Fotos: Diário do Nordeste

08:49 · 16.07.2018 / atualizado às 08:49 · 16.07.2018 por

A Mostra MORADAS é composta por fotos de ruínas de construções encontradas no sertão central cearense. Trabalhos feitos por três artistas cearenses, cada um cuidando do seu processo criativo.

Uma passagem rápida e preciosa, feito um raio que destrói e deixa construções em ruinas, foi de 2 a 6 de julho, a galeria Sem Título Arte recebeu a mostra MORADAS, uma exposição do Trama Art Group, realizada pela Ópera Arte Contemporânea. A exposição reúne trabalhos dos artistas plásticos Nivando Bezerra, Tulio Paracampos e Marco Ribeiro. Os artistas, tecem uma conversa aberta sobre tempo e improviso.  Com seus médios distintos, criam uma rotina de interferências, na qual as obras peregrinaram por seus ateliês, quase como cadernos dispostos com generosidade às rasuras, anotações e comentários.

Uma trama de criação: A base do processo é constituída e estampada no trabalho artístico de Nivando, que, por meio das imagens de casas em ruínas do sertão, instigam Marco e Túlio a possibilidades novas. O desafio já não é mais o espaço branco de uma tela ou papel, mas sim o gesto sobre a criação do outro. Agindo relativamente sobre o acaso, algo que pode ser modificado pelo próximo, o processo de cada obra é submetido ao improviso. Existe uma performance implícita. O todo da colaboração da trama como uma reforma pessoal para cada um. Nivando Bezerra propõe uma base na qual Túlio Paracampos recorta, cola e risca. Subvertendo a estrutura do possível, remonta espaços lúdicos em retalhos. Já Marco Ribeiro explora a palavra em linhas gráficas, escrevendo uma poesia visual sobre a falha, a rasura no entremeio da estrutura das construções em ruinas. Os trabalhos da mostra MORADAS, foram feitos a seis mãos dos três artistas distintos e teve a curadoria de Leonardo Leal.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque   Fotos: Ópera Arte Contemporânea

 

10:16 · 01.06.2018 / atualizado às 10:36 · 01.06.2018 por

O painel de autoria do artista Plástico Isaac Furtado, intitulado de “As Portas da Percepção” é formado por quatro partes semelhantes a portas, com o total de 2.20/2.20m. O olhar representa o sentido mais importante, sendo a nossa percepção visual do mundo. Olhar que a cada dia temos que deixar mais aberto e atento às mudanças. Mas, sempre consciente e sereno. Diferente do livro As Portas da Percepção (The Doors of Perception), de Aldous Huxley escrito em 1954, inspirado por sua vez em uma frase de William Blake (Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito). Com as ” Portas da Percepção ” a lucidez, a criatividade cristalina e o talento como inspiradores da arte de uma maneira consciente e pura.

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque   Fotos: Acervo Issac Furtado

11:21 · 14.03.2018 / atualizado às 11:21 · 14.03.2018 por

O artista Francisco de Almeida expõe e expressa todas as suas lembranças e imaginários infantis em obras em que anjos, santos, cupidos, animais, pavões, cobras e peixes e sereia estão estampados em obras surreais.

O artista plástico Francisco de Almeida brinca de Drama na sua arte fazendo uso de material herdado de sua infância no sertão do Crateús, Ceará, encenando um certo entendimento da vida e entregando-se ao riso. Seus Dramas impressos sobre o papel surgem com histórias recheadas de imaginação com personagens que parecem dançar e recitar, desafiando o próprio fazer tradicional da xilogravura e dando um conteúdo.  de manifesto em defesa da gravura.

Francisco refere-se às gráficas de cordéis que chegaram ao sertão do Cariri como uma inovação e agilidade do processo editorial da região para proporcionar a disseminação da imprensa. A xilogravura conquista o espaço da arte, liberta-se da literalidade do cordel e conquista a possibilidade de circulação. No entanto, entra em crise por meio de sua precariedade artesanal e dos ventos da industrialização. Como o universo oral de Francisco pode condensar linguagens e fazeres da arte das gravuras.

A criação das gravuras de Francisco de Almeida obedece um processo modular ao imprimir detalhe por detalhe escolhido em matrizes já entalhadas, permitindo que seus personagens reapareçam a cada nova impressão – “Fiz mais de cem asas de anjos que vou inserindo a novos corpos formando novas história. Está é uma saída que todos os gravadores podem utilizar pois parte de matrizes existentes para criar um Drama único, num processo de impressão que não é possível se repetir”, defende Francisco preocupado em ter uma saída para o que ele denomina de discriminação com a arte da gravura, muitas vezes rebaixada pelo sistema da arte estabelecido há um lugar menor.

Anjos, santos, cupidos, animais, pavões, cobras e peixes, sereia Iemanjá, velas apagadas por estrelas, assim como os painéis do Carybé e as exposições de Lina BoBardi, fazem sintetizam o que eles denominavam de nordeste do Brasil expressas em suas obras exposta na galeria Sem Título S/T.

Pesquisa, texto e fotos: Omar de Albuquerque

 

 

12:22 · 15.02.2018 / atualizado às 12:22 · 15.02.2018 por

Na última quarta-feira o sótão, espaço lounge do restaurante Moleskini, abriu as portas para a exposição com artistas cearense que desenvolveram trabalhos sobre a influência dos mestres abstratos expressionistas das artes alemã sobre a produção artística atual do Ceará. A exposição que fica em cartaz até o mês de abril tem obras de artistas plásticos como: Azuli, Marco Oriá, Rafael Câmara, Mario Sands entre outros. Com curadoria do marcham Newton Freitas e o selo de qualidade do birô de artes Menu das artes. A mesma mostra será exposta na Alemanha ainda nesse ano. Onde: Rua professor Dias da Rocha, 578 – Meireles.

Pesquisa, textos e fotos: Omar de Albuquerque

10:39 · 08.01.2018 / atualizado às 10:39 · 08.01.2018 por

Usar móveis feitos de papelão pode ser uma maneira mais leve de decorar a casa e de levar a vida, com mais atitude e respeito ao meio ambiente e a uma nova experiência de consumo consciente.

Móveis de design e mobiliário feitos em papelão, é uma inovação da Grafta Inteligente, empresa especializada em mobiliários em papelão, criando móveis e acessórios dos mais diversos.  A linha de produtos pode ser utilizada tanto em casa como em espaços corporativos e eventos especiais. Possui poltronas, mesas, cadeiras, bancos, racks, estantes, sofás, lustres, luminárias, cabides, lixeiras entre outros itens.

Hoje é muito nítido perceber a preocupação das pessoas pelos produtos sustentáveis, pois além da consciência com o meio ambiente, os móveis de papelão apresentam outros diferenciais: o material empregado na fabricação faz com que o custo final não seja elevado, e a maneira como são confeccionados – a partir de recortes e dobraduras, sem cola – simplifica montagem e armazenamento. Os móveis são resistentes e suportam as variações corpóreas dos brasileiros. O desenho clean dos moveis e objetos de decoração é o fator mais atrativo além de toda a praticidade proporcionada pelo papelão é ainda aliada a uma grande preocupação estética, com opções variadas de design, de peças mais sóbrias a mais ousadas. Os itens podem ainda ser customizados, permitindo a correta adequação às necessidades de cada ambiente ou ocasião. Para tornar tudo ainda mais fácil.

O diferencial desse produto é que ele tem começo, meio e fim e o tempo de vida que você definir. Depois disso é reciclado, e o mais importante é a possibilidade de consumo inteligente. É um móvel que nos liberta, nos causa menos problemas na consciência em todos os sentidos: práticos e ambientais.

“O móvel que dura o seu próprio tempo. O tempo do desejo, o tempo da necessidade, o tempo das surpresas e também o tempo das mudanças. ”

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque    Fotos:   Assessoria Crafta Inteligente

00:15 · 02.01.2018 / atualizado às 13:34 · 03.01.2018 por

A carnaúba é uma palmeira nativa da região semiárida e compõem o imaginário e o cotidiano dos habitantes dessa área. A palavra carnaúba tem origem na língua tupi e significa “árvore que arranha”.

O Museu da Indústria, equipamento do Serviço Social da Indústria (SESI/CE), recebe a exposição “Carnaúba – Árvore da vida”, que conta a história da planta, seus usos e o papel no desenvolvimento do Ceará desde a década de 1940. A exposição conta em painéis de imagens, textos, expositores e maquetes a importância da carnaúba para o estado. A exposição, passeará por aspectos botânicos, geográficos e de história para valorizar a carnaúba como símbolo do estado e fortalecer o sentimento de pertence dos cearenses com seu patrimônio histórico e natural.

A exposição traz aspectos biológicos, o beneficiamento da planta, o processo de transformação do pó em cera, os instrumentos utilizados, as tonalidades, o valor econômico e os cearenses que se destacaram neste setor.  “Carnaúba – Árvore da vida” reconta a longa história da SC Johnson com o Brasil, que teve início quando H.F. Johnson Jr., líder da terceira geração da família, desembarcou em Fortaleza em busca de uma reserva permanente da cera de carnaúba, matéria-prima dos produtos da empresa na época. A viagem começou na sede da SC Johnson em Racine, Wisconsin. Dois anos depois, a companhia abriu sua primeira fábrica no Brasil e se tornou a primeira empresa a refinar a cera de carnaúba – além disso, a SC Johnson passou a ser a primeira fabricante no Brasil a financiar e incentivar pesquisas sobre a árvore da carnaúba. Da árvore que arranha, tudo é aproveitado. O palmito da planta jovem é alimento, assim como o fruto, que atrai ruminantes e suínos. As folhas verdes alimentam o gado. Quando elas secam, retira-se o pó, aproveitado na produção da cera. As palhas são utilizadas no artesanato, na fabricação de utensílios domésticos e na cobertura de casas, barracas, entre outras obras da construção civil. Do tronco, fazem-se caibros e linhas para o telhado, e a raiz tem uso medicinal. Ainda nos dias atuais é comum observar o uso do tronco da carnaúba como suporte para cobertura das casas e suas palhas na confecção de materiais utilizados no dia a dia. A cera de carnaúba segue tendo relevante papel na balança comercial do Ceará e é utilizado em diversos ramos da indústria.

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque    Fotos: Giovanni Santos/sistema FIEC​

 

 

 

12:36 · 06.12.2017 / atualizado às 12:36 · 06.12.2017 por

O artista plástico cearense Roberto Galvão está com a sua mais nova exposição intitulada “Mato Branco”. A exposição individual que tem curadoria de José Guedes, traz uma breve trajetória do artista nas últimas décadas de 1980 aos tempos atuais. São cerca de 100 trabalhos em pintura, aquarelas, gravuras e esculturas, e está em cartaz no espaço cultural do Palácio da Abolição até o dia 20 de janeiro de 2018. O espaço de exposição do palácio tem a entrada pela rua Silva Paulet. Mais Informações no site: http://www.ceara.gov.br

Pesquisa , texto e fotos: Omar de Albuquerque

11:57 · 04.10.2017 / atualizado às 11:57 · 04.10.2017 por

Para comemorar seus 30 anos de atividades, o Museu Casa da Xilogravura, de Campos do Jordão, estado de São Paulo, convidou os xilógrafos residentes no Brasil para um grande evento/concurso. Acorreram 204 artistas, entre os quais, o gravador cearense Diego Sann, vencedor do prêmio na categoria “descoberta”. As obras enviadas exibiram tão alto nível, que o Museu decidiu aumentar o número de prêmios. Que passaram a ser 20, pois foram criados 3 novos prêmios especiais e 13 menções honrosas. Foram quase uma centena, entre os melhores desses trabalhos, a exposição ficará aberta de 23 de setembro de 2017 até 28 de fevereiro de 2018. Informações no site: www.casadaxilogravura.com.br

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque   Fotos: Diego Sann