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Tag: José Guedes


10:56 · 28.08.2018 / atualizado às 10:56 · 28.08.2018 por

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti, foi um dos primeiros pintores modernistas do Brasil. Um dos idealizadores e organizadores da Semana de Arte Moderna, em São Paulo, está esse mês em exposição em Fortaleza.

A cidade de Fortaleza está sendo presenteada nessa última semana com grandes exposições ao nível de museus e galerias internacionais, como a exposição “Retratos da Alma Brasileira ” do Mestre Di Cavalcante, que estrou na semana passada na galeria Casa D’alva. A exposição traz um apanhado de importantes obras do artista plástico que junto com outros artistas como Tarsila do Amaral, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna de 22 no Teatro Municipal de São Paulo. Di Cavalcante estampou em suas obras os traços típicos das feições dos brasileiros, retratando negros e mulatas, a flora brasileira, assim, rompendo com formulas das escolas belas artes Europeias que ditavam regras no começo do século vinte.

Di Cavalcanti (Rio de Janeiro, 1897 – 1976) é um dos mais sólidos nomes da arte brasileira e um dos poucos artistas plástico brasileiros que tem verdadeiramente projeção internacional. Conviveu com importantes vanguardistas históricos, como Blaise Cendrars, Henri Matisse, Jean Cocteau e Pablo Picasso e suas obras podem ser encontradas em museus e coleções particulares da América Latina, Estados Unidos e Europa, sendo um dos artistas mais concorridos em leilões de todo o mundo. Foi, junto com Mário e Oswald de Andrade idealizadores da semana de arte moderna de 22.

Além da importância histórica de ter sido um dos precursores do modernismo em nosso País, foi um dos primeiros artistas a despertar para a importância do registro de cenas genuinamente brasileiras como festas populares, favelas, cenas com músicos, sambistas e as suas célebres mulatas, e esta mostra organizada pela Casa D’Alva, que resume, com obras de significativo teor estético e indiscutível personalidade, 5 séculos de sua profícua produção, deixa este legado evidente. A Arte de Di Cavalcanti apreende o mais profundo espírito da brasilidade refletindo a cara do nosso povo. Suas obras são retratos da alma brasileira. A exposição tem a curadoria de José Guedes e Roberto Galvão.

Serviço: A exposição estará aberta ao público do dia 20 de agosto a 06 de setembro de 2018 / De segunda à sexta-feira das 10 às 19 horas. Galeria Casa D’alva fica na rua João Brígido, 934 – Fortaleza -Ceará.

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Pesquisa, textos e fotos: Omar de Albuquerque

 

11:43 · 17.08.2018 / atualizado às 12:09 · 17.08.2018 por

A cidade de Fortaleza está sendo presenteada nessa última semana com grandes exposições ao nível de museus e galerias internacionais, como a exposição “Retratos da Alma Brasileira ” do Mestre Di Cavalcante, que estreia hoje na galeria Casa D’alva. A exposição traz um apanhado de importantes obras do artista plástico que junto com outros artistas como Tarsila do Amaral, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna de 22 no Teatro Municipal de São Paulo. Di Cavalcante estampou em suas obras os traços típicos das feições dos brasileiros, retratando negros e mulatas, a flora brasileira, assim rompendo com formulas das escolas belas artes Europeias que ditavam regras no começo do século vinte.

A exposição estará aberta ao público do dia 20 de agosto a 06 de setembro de 2018 / De segunda à sexta-feira das 10 às 19 horas. Galeria Casa D’alva fica na rua João Brígido, 934 – Fortaleza -Ceará.

 

Pesquisa e texto: Omar de Albuquerque  Foto: Divulgação

08:58 · 18.07.2017 / atualizado às 14:12 · 19.07.2017 por

A mostra “todas as Direções”, procura fazer um resumo entre vários possíveis da produção das artes contemporâneas do Ceará, focando na diversidade técnica particular de cada artista expositor.

A galeria CASA D’ALVA, um dos poucos espaços de exposição de artes e movimentos culturais da cidade de Fortaleza, inaugurou na última semana mais uma grande exposição intitulada “TODAS AS DIREÇÕES”, que tem como curador o artista plástico José Guedes. A mostra, que reúne 14 artistas plásticos cearenses contemporâneos de várias gerações, faz um pequeno recorte na diversidade técnica e formal da nossa produção dos anos 70 e 80 até os dias atuais. Participam da mostra os artistas plásticos: Batista Sena, Celso Oliveira, Francisco Almeida, Mauricio Coutinho, Hélio Rola, Hebert Rolim, José Leonilson, Kleber Ventura, Luiza Nóbrega, Marcus Francisco, Roberto Galvão, Rodrigo Frota, Silas de Paula e Weaver Lima.  A mostra “todas as Direções”, não pretende ser um panorama. Procura fazer um resumo entre vários possíveis da produção contemporânea do Ceará, focando na diversidade técnica, formal e sobretudo na universalidade; na sintonia com o mundo. Outros recortes deverão vir pois muita história ainda tem que ser contada, mas vendo a exposição montada, pensando na qualidade superlativa dos artistas que dela participam, na influência que estes e muitos outros poderiam ter nas gerações futuras, e no caráter temporário da montagem, percebemos a urgente necessidade da construção de uma pinacoteca pública no Ceará, que venha expor todo esse potencial artístico da produção cearense. Temos um farto material para isso. Toda a direção fica em cartaz até final do mês de agosto.

Serviço: exposição Todas as direções, em cartaz de7 de julho a 30 de agosto de 2017, na galeria Casa D’alva na Rua João Brígido, 934. Fone: (85) 3252.6948.

 

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque    Fotos: Divulgação Galeia Casa D’alva

 

 

00:02 · 15.04.2016 / atualizado às 00:02 · 15.04.2016 por

A Galeria Casa D’Alva inaugura no próximo dia 15 de abril, a exposição “FENDAS”, uma nova serie desenvolvida pelo artista plástico cearense José Guedes. A mostra é composta por 34 obras inéditas, todas no mesmo tom de azul, o azul marinho que virou marca registrada dos trabalhos de Guedes. A exposição está dividida entre 28 pinturas e 6 esculturas. É a primeira mostra do artista na sua galeria inaugurada em dezembro de 2014. O azul ultramar foi uma cor recorrente no seu trabalho desde o início dos anos 90, quando passou a fabricar suas próprias tintas a partir de pigmentos minerais. Guedes Foi tomado de paixão por essa cor ao vê-la pela primeira vez, em um museu parisiense, estampada em uma obra de Yves Klein. É óbvio que nenhuma imagem fotográfica, por mais qualidade que tenha, substitui a experiência de estar diante de uma obra de arte, mas no caso de Klein, com seu azul profundo e vibrante, isso é mais evidente. O mesmo vale para esta exposição, onde todas as obras foram executadas com o pigmento Klein Bleu (IKB), criado, utilizado e patenteado pelo ilustre integrante do novo Realismo, movimento articulado pelo crítico francês Pierre Restany, que tinha pontos de contato com a Arte Pop e com o Dadaísmo ao “redefinir” os paradigmas da colagem, do ready-made, e do monocromatismo”. Aqui nossos universos tem a maior proximidade possível, do ponto de vista material, o que em muito enfatiza nossas distâncias conceituais. Identificamos nessa série a síntese de tudo que Guedes já fez em 40 anos ininterruptos de sua carreira.

Fendas de Guedes 1 baixa

Fendas de Guedes 2 baixa

Fendas de Guedes 5 baixa

Fendas de Guedes 3 baixa

Fendas de Guedes 4 baixa

 

Serviço: A exposição FENDAS estará em cartaz na Galeria casa D’alva até o dia 28 de maio – Informações pelo fone: (85) 3252.6948.

 

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque      Fotos: José Guedes

 

 

 

 

01:14 · 26.06.2015 / atualizado às 10:58 · 26.06.2015 por

A Galeria Casa D’Alva do artista plástico e curador José Guedes, abre dia 26 de junho a exposição Amilcar de Castro 95, uma homenagem aos 95 anos do artista que completaria nesse mês,  reunindo 32 pinturas e 22 esculturas todas pertencentes à família do artista. A curadoria é de seu filho, Rodrigo de Castro, que fez a seleção das obras em função do espaço da galeria. É a primeira mostra do artista, que faleceu em 2002. No Ceará, a exposição é uma das maiores já montadas em uma galeria particular. Amilcar encontrou no desenho a ferramenta perfeita. Um dos Discípulo de Guignard, aprendeu logo cedo a importância da linha, que separa e define os espaços, e desde sempre desenhava as suas ideias e pensamentos que depois poderiam ou não se transformar em esculturas, pinturas ou mesmo desenhos. Mas foi sempre a partir da linha, da observação do plano, que Amilcar partia para conquistar o espaço. As esculturas de corte e dobra nascem de gestos simples de cortar e dobrar uma chapa plana, criando a obra no espaço. O corte define a forma e a dobra, de pura sensibilidade do artista, vem e cria o vazio. O lugar da luz. E o que foi um desenho surge então como forma de escultura, onde a matéria dialoga com a luz, e percebe-se que o todo, a escultura pronta, está harmonicamente sustentada pelo movimento das linhas no espaço. Amilcar pertence a geração dos expoentes do movimento do neoconcretismo brasileiro juntamente com Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Franz Weissman entre outros.

Amilca de castro 1

Amilca de castro 2

Amilca de castro 3

Amilca de castro 4

Amilca de castro 5

A linha para mim tem uma importância fabulosa. E, de acordo com a organização dessa linha no espaço, pode ser escultura, pode ser desenho, mas é sempre a linha que é a estrutura da minha sensibilidade”

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque    Fotos:  Celso Oliveira e José Guedes

 

01:09 · 12.12.2014 / atualizado às 01:09 · 12.12.2014 por

 

O artista plástico e galerista José Guedes inaugura o seu novo espaço de exposição, a galeria Casa D’Alva. A exposição de inauguração “Desenho Solar” traz uma trajetória do artista cearense Aldemir Martins. São 51 desenhos dos anos 40 aos anos 70. Aldemir Martins nasceu na cidade de Ingazeiras, na região do Cariri, no extremo sul do Ceará, no ano de 1922. A sua vasta e importante obra deixou um legado para o panorama das artes plásticas brasileira, dono de um peculiar dom de qualidade técnica e por interpretar personagens e animais do cotidiano brasileiro, Seus traços fortes e cores vibrantes imprimem vitalidade às suas obras de arte tornando-as inconfundíveis, como os seus famosos gatos retratados em técnicas de aquarela e óleo sobre tela, e os galos, figura central nessa exposição, desenhados em traços de nanquins e técnicas diversas.

Obra Um galo de 1956
Obra Um galo de 1956
Obra Um cão de 1980.
Obra Um cão de 1980.
Obra Ave de 1964.
Obra Ave de 1964.
Obra Briga de galo.
Obra Briga de galo.
Obra Cangaceiro de 1963.
Obra Cangaceiro de 1963.
Obra Coruja de 1966.
Obra Coruja de 1966.
O gato de 1957.
O gato de 1957.
Obra rendeira de 1965.
Obra rendeira de 1965.

 

Serviço:  O novo espaço das artes de Fortaleza fica na Rua João Brígido, 934. Fone: (85)3252.6948.

 

Pesquisa e textos: Omar de Albuquerque   Fotos: José Guedes