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Categoria: Assunto da Semana


10:01 · 01.07.2015 / atualizado às 10:01 · 01.07.2015 por
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Fachada do Parque da Mônica (Foto: Divulgação)

Quem for aproveitar as férias para fazer uma viagem em família, uma boa opção é dar uma passadinha em São Paulo e conferir o novo Parque da Mônica, que estreia neste domingo (5) no Shopping SP Market, na Zona Sul da capital paulista.

Idealizado pela Maurício de Sousa Produções, em parceria com o Grupo Empresarial São Joaquim, o novo Parque da Mônica é maior parque coberto da América Latina, com uma área superior a 12 mil m² (50% maior que o espaço anterior, fechado em 2010) e capacidade para atender 3 mil pessoas simultaneamente.

Perspectiva Parque da Mônica (Foto: Divulgação)
Perspectiva Parque da Mônica (Foto: Divulgação)

Ele está repleto de novas atrações, como a montanha-russa do Astronauta (que parece uma estação espacial), carrinhos de bate-bate do Louco, a escalada do Piteco (ambientado em um pré-histórico), o castelo de príncipes e princesas (para as crianças brincarem de contos de fadas) e as casas temáticas dos principais personagens da Mônica, da Magali, do Cebolinha e do Cascão. Também merece destaque o Horacic Park, uma aventura a bordo de barquinhos que percorre o ambiente pré-histórico da Turma do Horácio. E, para as crianças menores de 3 anos, o parque traz um espaço com os personagens da Turma da Mônica Baby.

Além disso, várias atividades desenvolvidas a partir de conceitos temáticos, atrações temporárias (festas cívicas, páscoa, festa junina), interativas e educativas para toda a família.

Os outros ambientes do parque serão: praça de alimentação principal e diversos pontos para a venda de alimentos e bebidas variados, rede wi-fi gratuita, enfermaria, serviço de atendimento ao visitante, loja temática e espaço família, com trocador, sala de amamentação, sala de papinha, banheiro família e carrinhos de bebê.

Serviço
Parque da Mônica
Local: Shopping SP Market (Av. Nações Unidas, 22.540), na Zona Sul da cidade
Preços: a compra do passaporte pode ser feita diretamente na bilheteria do parque. O visitante terá a opção de comprar pacotes promocionais para 2 a 5 pessoas, sendo 2 pessoas, R$ 178,00; 3 pessoas, R$ 264,00; 4 pessoas, R$ 348,00; ou 5 pessoas, R$ 430,00. O valor do passaporte individual custa R$ 129,00.

15:24 · 08.04.2015 / atualizado às 15:28 · 08.04.2015 por

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O contato com animais faz com que a criança desenvolva sua percepção sobre o ciclo da vida

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Ter um bichinho de estimação em casa é o sonho de muitas crianças. Nem sempre os pais concordam com essa escolha e em grande parte até demoram a ceder aos apelos dos pequenos. Preferem ter a certeza de que os filhos possuem um certo senso de responsabilidade antes de trazer um animalzinho para casa.

Veterinário Breno Sampaio Santos Foto: Arquivo Pessoal
Veterinário Breno Sampaio Santos Foto: Arquivo Pessoal

Mas, de acordo com o médico veterinário, Breno Sampaio Santos, apesar do cuidado, os responsáveis não devem impedir que as crianças tenham bichos.

“As crianças se beneficiam muito desse contato, além de responsabilidade, empatia, sensibilidade, saúde, ganham alegria, amizade, amor. Ter animal é muito bom!”.

Na residência da menina Lauren Lima Andrade, 5 anos, a relação com os bichinhos foi incentivada pela mãe, Aline Carla, que confessa amar os animais desde a infância. “Pegava da rua quando não podia cuidar. Minha filha também tem isso.

Fotos: Kléber A. Gonçalves
Fotos: Kléber A. Gonçalves

Não pode ver nenhum bicho abandonado que quer levar para casa”, comenta Aline para, em seguida, revelar o nome dos três pequenos amores da família: a cachorrinha “pé duro” Lesse, de 2 anos e 4 meses; a gata, também sem raça, chamada Layla, de 1 ano e 3 meses e a poddle Zafira, de 4 meses.

Foto: Kléber A. Gonçalves
Foto: Kléber A. Gonçalves

Os três animais são muito amigos. Quando a gatinha, que foi resgatada da rua, chegou, precisando de muito carinho, a cadela Lesse deu de mamar para ela. Inclusive, o médico veterinário incentiva a prática da adoção. “Está aí uma excelente oportunidade de se ensinar às crianças sobre solidariedade e amor!

Um animalzinho adotado é uma excelente opção”. Lauren Lima auxilia a mãe a cuidar dos bichinhos. “Recentemente a gata, que está no cio, sumiu por uns dias. Minha filha chorou muito. Só se acalmou quando Layla retornou. Na verdade, todos ficamos com o coração na mão”, conta a mãe.

Quem também é apaixonado por animais é Kaleo de Amorim Ferreira, 6 anos. Ele possui dois cachorros, o daschund Scooby e a pinscher Nina, além de uma japuti piranga bem grandinha, chamada Mali. “Gosto de brincar de correr com eles. Também curto quando eles ficam em cima de mim”, revela o menino.

Fotos: Fabiane de Paula
Fotos: Fabiane de Paula

 

O pai, Ronny de Oliveira, explica que procura ensinar ao filho como é disciplinar os animais. “Ele vê que eles precisam de alimentação num momento específico. Tem também a rotina do banho”.

Quanto à higiene e saúde dos bichos, Breno Sampaio dá a dica: “os animais (e as crianças) devem ser vermifugados com frequência, bem como estar com vacinação em dia, pele saudável, dentes limpos, pêlos tosados em áreas genitais, unhas aparadas, enfim, saudáveis e bem cuidados. A partir daí, esse contato entre os dois deve ser pura diversão e muito amor”.

08:53 · 05.04.2015 / atualizado às 08:58 · 05.04.2015 por

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O Diarinho Plus entra em clima de Páscoa e traz bebês vestidos de “toelhos” para todos babarem e acharem muito fofos

Em meio ao significado religioso da Semana Santa, existe a brincadeira tradicional de vestir e maquiar as crianças de coelhinhos, além de presentear os pequenos com ovos de chocolate. Quem tem filho pequeno não resiste e inventa mil e uma atividades.

Estimulando o espírito do momento, o Diarinho Plus traz, especialmente para seus leitores, um ensaio assinado pela fotógrafa Rosângela Nobre.

Fotógrafa Rosângela Nobre e o bebê Guilherme
Fotógrafa Rosângela Nobre e o bebê Guilherme

Feito com esmero e carinho, mostra os pequenos se esbaldando em meio a ovos e biscoitos confeitados com motivos pascais, além de vestidos como verdadeiros coelhinhos.

Sophia Moura, que faz 11 meses hoje, ficou uma gracinha toda de saia rosa e rabinho de coelho. Ela também adorou os biscoitinhos confeitados especialmente para o ensaio.

Sophia Moura
Sophia Moura

A garota é a primeira filha do casal Marcela Moura e Julio de Moura Montenegro. O papai não pode comparecer ao editorial e fez uma falta danada porque é ele quem consegue arrancar os melhores sorrisos da menina.

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Nosso outro modelinho era Felipe de Sá Bastos, 8 meses. De olhar expressivo e riso fácil, fez fotos bonitas para as lentes da “tia” Rosângela Nobre. Quem o acompanhou foi a vovó Clautenes Maria de Sá Freitas. Ele é filho de Luana de Sá Bastos e Henrique Cavalcante Bastos.

Felipe de Sá Bastos
Felipe de Sá Bastos

Finalmente, o pequeno Guilherme de Mendonça Braga, 7 meses. Muito carinhoso, virou um coelhinho sapeca, daqueles que dá vontade de apertar! A mamãe Karine Mendonça amou o resultado. E com certeza o papai Gilberto Braga também.

Guilherme de Mendonça Braga
Guilherme de Mendonça Braga

Estúdio Novo

Parceira do Diarinho em vários editoriais, o estúdio da fotógrafa Rosângela Nobre está agora em novo endereço. O espaço, no bairro Passaré, foi especialmente desenvolvido para fazer com que mamães, papais e pequenos se sintam em casa durante os ensaios.

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A sala, onde costuma montar os cenários, conta com ar condicionado, TV – que pode ser ligada a qualquer momento para a garotada se divertir com clipes de Galinha Pintadinha, Peppa Pig, entre outros ídolos infantis – além de uma infinidade de objetos para compor os ambientes que serão criados. Ali, a imaginação e bom gosto são os limites.

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Nas paredes, fotos de ensaios realizados pela fotógrafa, para inspirar os pais que passem por ali. Tudo com muito esmero, profissionalismo e dedicação.

Serviço:

Rosângela Nobre Fotografia
contato@rosangelanobre.com.br
(85) 8775.0394/ 9212.6560
Facebook: www.facebook.com/rosangela.nobre www.rosangelanobre.com.br

Agradecimentos:

Adriana Chocolate-se
Rua Osvaldo Cruz, 2585A, Aldeota
Encomendas: (85) 3244.1241/ 8878.2640
E-mail: adrianachocolatese.dri@facebook.com

Yany Porto Confeitaria Artesanal
(85) 8823.2845/ 9814.1737
Facebook: www.facebook.com/yany.porto

15:37 · 31.03.2015 / atualizado às 15:37 · 31.03.2015 por

Tão importante quanto aprender Matemática, é aprender o valor das coisas. Quanto custa aquele chocolate que é bom de comer depois do almoço? Qual é o valor daquele brinquedo super bacana visto naquele outro dia? Será que é muito caro aquela viagem feita com os pais no final do ano para o interior?

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Ser criança não é barato. Principalmente nos dias de hoje, quando existem muito mais opções de atividades, passeios e objetos que despertam o interesse e a vontade de fazer ou ter. Muitas vezes, por não saber o valor das coisas, as crianças ficam tristes (ou até mesmo emburradas) quando não ganham aquilo que pediram para os pais “porque está muito caro” ou “não tem dinheiro para isso”.

Um dos meios utilizados pelos pais para ensinar aos filhos o valor do dinheiro é incentivá-los a manter um cofrinho. O processo de juntar moeda por moeda e esperar até que o cofre esteja cheio para ver o quanto foi economizado e a recompensa no final de todo esse processo, não só é um ensinamento básico de economia, como estimula as crianças a desenvolverem um objetivo e trabalharem para alcançá-lo.

Otávio Benevides, 7, economizou para comprar a moto do Homem-Aranha Foto: Fernanda Siebra/ Agência Diário
Otávio Benevides, 7, economizou para comprar a moto do Homem-Aranha Fotos: Fernanda Siebra/ Agência Diário

Foi assim que Otávio Benevides, de 7 anos, conseguiu comprar a moto do Homem-Aranha no ano passado. Ele ganhou um porquinho de presente da mãe e, jundo com a família e amigos foi enchendo o cofre no decorrer do ano.

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Então, no dia 19 de dezembro de 2014 o porquinho foi quebrado e Otávio não só pôde comprar o brinquedo, como deu um presente para o primo e colocou o restante do dinheiro na poupança. Este ano, ele já tem um novo porquinho e diz que quer fazer a mesma coisa: enchê-lo para poder comprar um novo brinquedo e guardar o resto do dinheiro.

Quem também segue a tradição do cofrinho de porquinho é a Lara de Oliveira, de 4 anos. Ela começou a juntar as moedinhas para fazer sua festa de aniversário em agosto, porém uma ideia mais divertida apareceu e agora ela quer usar as suas economias para viajar com os pais para Gramado, no Rio Grande do Sul.

Lara de Oliveira, 4, começou a juntar moedinhas para fazer sua festa de aniversário, em agosto Fotos: Fabiane de Paula/ Agência Diário
Lara de Oliveira, 4, começou a juntar moedinhas para fazer sua festa de aniversário, em agosto Fotos: Fabiane de Paula/ Agência Diário

Além do porquinho, Lara também tem uma caixinha onde ficam as moedas menores que ela usa para comprar os doces que ela gosta. A menina também diz que tem planos para um terceiro cofrinho, mas esse será para fazer a festinha de um ano do irmãozinho mais novo, Miguel. Como ele ainda é muito pequeno, não custa nada ajudar, não é?

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Já a Isabela Tavares Albano começou a manter um cofre quando tinha apenas quatro anos de idade para ajudar a mãe a fazer a festa de aniversário do colégio. A economia deu tão certo que hoje, com 6 anos, ela está enchendo um segundo cofrinho, desta vez uma garrafa, para poder viajar com os pais e a avó para Juazeiro do Norte no Natal.

Isabela Tavares, 6, escolhe garrafas de plástico para guardar as moedinhas Fotos: Fernanda Siebra
Isabela Tavares, 6, escolhe garrafas de plástico para guardar as moedinhas Fotos: Fernanda Siebra

A ideia de usar uma garrafa de plástico como cofre veio da tia-avó Bazinha, que sempre teve o costume de juntar dinheiro para visitar a família no final do ano. De acordo com Isabela, guardar dinheiro desse jeito acaba sendo muito mais interessante porque “a garrafa só fica com o peso das moedas, você vê quanto tem dentro e ainda recicla”.

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Educação financeira para crianças

A obra “Lições de Valor – Educação financeira escolar” é dica para quem quer começar a economizar e não sabe bem como. Escrita por Andyara de Santis, que possui experiência de 11 anos no mercado financeiro, em seu primeiro desafio junto ao público infantil, estimula o envolvimento da família nas atividades propostas e a participação protagonista da criança ou adolescente.

CAPA_VALOR_LA“Trocando reflexões, receitas novas de pensar e agir, construímos uma mudança mais efetiva no mundo. Este é o objetivo principal do livro”, diz a autora que, em seguida, enfatiza a importância do exemplo dos pais dentro de casa. “Os filhos se espelham na educação que recebem. E eles observam como os pais lidam com consumo, escolhas e prioridades. A participação da escola é importante também nessa formação, mas a experiência no lar é a principal”.

Pensando nessa realidade, a obra traz atividades para serem desenvolvidas em família e também na sala de aula. Dentre os exercícios, por exemplo, propõe aos estudantes planejar financeiramente a feira da semana e refletir sobre os consumos de água e luz dentro de casa.

Estimular este hábito pode resultar em escolhas que garantam mais qualidade de vida a esses jovens, assim como em economia no orçamento da família, estimulando, ainda, uma relação responsável entre consumo e sustentabilidade.

Aprenda a lidar com seu dinheiro*: 

Visão de Futuro: Anote em um quadro cada meta que você tem, quando quer realizá-la e o valor necessário para isso. Pesquise, converse com seus pais e amigos, procure na internet e faça a estimativa mais aproximada possível do custo do seu sonho na vida real.

Talentos: Pense em atividades feitas por você, como tocar instrumentos, falar outra língua, ser campeão no videogame, cozinhar ou fabricar acessórios para ganhar algum dinheiro.

Consciência nas escolhas: Reflita sobre as escolhas que você faz no dia a dia e pergunte a si mesmo se está escolhendo para satisfazer seus valores e sonhos ou está apenas se deixando levar pelos colegas, pela propaganda ou pela moda.

Mesada: Se você recebe uma mesada, reserve uma parte do dinheiro todo mês. Esta quantia poderá ser gasta para comprar um brinquedo que queria depois de alguns meses ou para outro objetivo a ser definido, com base em seus gostos e sonhos.

Doação ou feira de troca: o que você não usa mais no dia a dia pode ser doado a amigos/parentes. Outra opção é pedir para os seus pais a ajuda para fazer uma feira de troca de brinquedos ou roupas, por exemplo.

*Dicas da autora Andyara de Santis

Serviço:
Lições de Valor – Educação financeira escolar
Autora: Andyara de Santis
Volume único
Editora Moderna
Materiais complementares do livro no site www.moderna.com.br/licoesdevalor – como sugestões de leituras, atividades extras e planilhas de controle financeiro.
14:51 · 18.02.2015 / atualizado às 14:51 · 18.02.2015 por
Fotos: Bruno Gomes/ Arte: Marina Mota
Fotos: Bruno Gomes/ Arte: Marina Mota

O estúdio de fotografia do Diário do Nordeste se revestiu de colorido e animação para o ensaio do Diarinho Plus de Carnaval. Quem passava perto se divertia e ficava curioso ao ouvir os gritos de folia que vinham de dentro do espaço. “ÊêêÊ! Todo mundo pulando!”. “Estátua! Só vale se mexer na hora que o tio (o fotógrafo Bruno Gomes) disser ‘já’!”. “Vamos brincar de roda. ‘Atirei o pau no gato, tô…”.

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Angelo Roncally Andrade Filho, 2 anos, adora o Homem-Aranha. Para as fotos, o garoto brincou até com o super poder do herói, fazendo de conta que saíam teias de suas mãos. Murilo Bezerra Morais, também de 2 anos, curte os palhaços Patati Patatá e veio ao ensaio vestido de Patatá, enquanto a prima, Maria Valentina Bezerra Aragão, de 1 ano e 10 meses, fez a dupla com ele, de Patati.

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Em seguida, a menina vestiu uma bela fantasia de Branca de Neve e se mostrou surpresa com as serpentinas e os confetes.

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Os irmãos Ana Lissa, 5 anos, e Theo Mendes Peixoto, 2 anos, chamaram a atenção de longe. A menina estava com uma linda roupa de Princesa Elsa, do filme “Frozen”.

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Theo, de bombeiro, com direito a capacete e walkie talkie, roubou sorrisos de quem assistia ao editorial. A outra modelo mirim era Iris Haymê Batista Fideles, de 7 anos.

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Uma mocinha esperta e fotogênica, que posou com três figurinos diferentes, todos belíssimos: bruxinha, Chapeuzinho Vermelho e Sininho, da história do “Peter Pan”.

O Diarinho também foi conferir o Carnaval da Creche Escola Gira Mundo. A escolinha juntou as crianças de mesma idade e cada turma pôde curtir uma festinha quinta e sexta-feira.

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De acordo com Andrea Aires, coordenadora da Gira Mundo, os alunos foram levados para o pátio e, embalados pelo som de marchinhas e outras músicas selecionadas, se divertiram com confetes e serpentinas.

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E as fantasias também foram mais que bem-vindas. As mais populares foram as de princesas, para as meninas, e super-heróis, para os meninos. Maria Luiza Felício Fontenele, de 3 anos, decidiu ir de Tinker Bell. Segundo a menina, ela gosta da personagem porque ela voa. Quem também curte voar é Davi Maciel Queiroz, também de 3 anos, que escolheu se vestir de Homem de Ferro.

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15:15 · 11.08.2014 / atualizado às 15:15 · 11.08.2014 por

O Diarinho de domingo homenageou os papais. Figura central na família, ele pode ser esportista, clássico ou nerd; alto ou baixo, gordo ou magro; ter barba e bigode ou o rosto limpo; vestir paletó e gravata ou preferir a boa e velha calça jeans. Não importa o estilo e sim o exemplo que ele dá em casa, sendo presença essencial para o desenvolvimento dos filhos.

Vejam algumas fotos dos pais celebrados e a matéria completa clicando aqui

Antonio Eduardo Cavalcante Barros, 40, capitão da Polícia Militar, pratica judô desde criança e colocou o filho, Pedro Lucca Cavalcante Barros, 6, para fazer o esporte quando o menino tinha três anos. Eles são uma dupla e tanto!

Eduardo e o filho Pedro Lucca dividem a paixão pelo judô (Fotos: Agência Diário/ Kleber A. Gonçalves)
Eduardo e o filho Pedro Lucca dividem a paixão pelo judô (Fotos: Agência Diário/ Kleber A. Gonçalves)

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O empresário e produtor musical Anfrísio Rocha, 43, revela que seu amor pela música é compartilhado com o pequeno Dimitri Rocha, 5.

Anfrísio e Dimitri Rocha compartilham o amor pela música (Foto: Milena Marques)
Anfrísio e Dimitri Rocha compartilham o amor pela música (Fotos: Milena Marques)

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Outro pai especial é o designer Umehara Parente, 41. Geek assumido, fã de “Star Wars” – assim como a esposa, a administradora Rachel Parente, 34, ele aparece no Diarinho Plus com os filhos, Raian, 21 e Léia, 5, com figurinos da saga estelar.

Umehara Parente, 41, com os filhos Raian, 21, e Léia, 5, todos fãs de "Star Wars" (Fotos: Agência Diário/ Fernanda Siebra)
Umehara Parente, 41, com os filhos Raian, 21, e Léia, 5, todos fãs de “Star Wars” (Fotos: Agência Diário/ Fernanda Siebra)

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12:47 · 09.08.2014 / atualizado às 12:47 · 09.08.2014 por

Leitura compartilhada com pai e mãe é uma delícia, não é? E se for na hora de dormir, então, é sinônimo de carinho incondicional. Para enriquecer esses momentos, trago algumas dicas de livros que falam dessa relação tão bonita que existe entre pais e filhos.

Para começar, indico dois novos livros de um autor muito querido pela criançada, pelas suas ideias originais, inclusive inspirada nas próprias filhas. Falo de Ilan Brenman, doutor em educação e pai de duas meninas,  já publicou mais de 60 livros infantis e juvenis, sendo que três deles foram vencedores do Prêmio Fundação Nacional do Livro Infantil  Juvenil (FNLIJ) nas categorias Reconto (2009), Livro-Imagem (2010) e Melhor para Criança (2011). Ah, foi ele quem escreveu a divertida história que “Até as princesas soltam pum”, que é um de seus livros mais famosos. 

Pela Editora Moderna, Ilan acaba de lançar a coleção Olhar de Pai, composta por livros inspirados em histórias e comportamento de suas duas filhas. No primeiro, O Bico, o autor se inspirou na sua filha,  que sempre estava de cara emburrada e com um belo bico no rosto. Certo dia,  a pequena se deparou com um tucano, cujo bico era tão grande quanto o seu e percebeu que os semelhantes, no caso os bicudos, se atraem. A partir daí, substituiu o bico por um belo sorriso que nunca mais saiu de seu rosto. Uma das belas ilustrações, feitas por Noemi Villamuza

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O Bico

Autor: Ilan Brenman

Ilustrações: Noemi Villamuza

Indicação: a partir de sete anos

Preço médio: R$34

No outro Segredos”, Ilan brinca não somente com as confissões, seguidas do clássico “juro que não vou contar para ninguém”, mas também com a forma que algumas revelações escapolem sem o nosso consentimento e as consequências que isso pode trazer, tanto pra quem conta o segredo quanto para aquele que deixa o danado escapar! Olhem as ilustrações, feitas por Anuska Allepuz:

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Segredos

Autor: Ilan Brenman

Ilustrações: Anuska Allepuz

Editora Moderna

Indicação: A partir dos 8 anos

Preço médio: R$ 34

Para pais e filhos que curtem futebol, indicamos O Presente, da editora Cosac Naify. Neste livro-imagem de Odilon Moraes, um menino é convidado para uma “pelada” com os amigos logo após assistir, pela televisão, à derrota do Brasil em uma partida da Copa do Mundo. Com um gol de placa, ele abranda a decepção que sentira ao ver a seleção ser desclassificada. Belo retrato sobre os sentimentos que o esporte suscita, este é mais do que um livro sobre o futebol, “uma das mais complexas formações, e formação de compromisso, que a cultura e a sociedade brasileira foram capazes de produzir”, como escreve o professor e psicanalista Tales A. M. Ab’Sáber na quarta capa do livro. Essa é uma das muitas lindas ilustrações desse livro:

E essa é a animação dele, que lembra bem o que sentimos quando o Brasil perdeu pra Alemanha, né gente?

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O Presente

O Presente

Autor e ilustrador: Odilon Moraes

Editora: Cosac Naify

Indicação: A partir de quatro anos

Preço médio: R$39

Em Alô, papai!, de Alice Horn, da editora FTD, com tradução de Heloisa Prieto, um pai e um filho conversam por telefone. O menino pede ao pai que lhe traga um presente após o trabalho e o pai usa a criatividade para inventar um trator com asas, um avião com remo e até um bode de óculos. Apesar de achar muito divertido, o menino sempre contesta o pai. O presente que chega é uma grata surpresa para o filho.

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Alô, papai!

Autora: Alice Horn

Tradução: Heloisa Prieto

Ilustrações: Joëlle Torlonias

Editora FTD

Indicação: a partir dos seis anos

Preço médio: R$ 33

Já Meu pai sabe voar, de Marcelo Maluf e Daniela Pinotti, conta a história de Júlio, cujo pai é catador de papelão e todos os dias o presenteia com uma asa feita de materiais que recolhe nas ruas. À noite, conta ao menino uma história que ele mesmo inventa sobre cada uma delas. Um dia, Júlio observa o pai descendo uma ladeira. O peso da traseira do carrinho faz com que ele seja impulsionado para cima e o menino tem a impressão de que o pai está voando.

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 Meu pai sabe voar

Autores: Marcelo Maluf e Daniela Pinotti

Editora FTD

Indicação: a partir dos oito anos

Preço médio: R$ 33

Pai está presente nas brincadeiras e nos conselhos com os filhos. Sempre ajuda, apóia e participa. O escritor e ilustrador Guto Lins mostra que ser pai é muito mais do que somente ser… pai. É ser amigo, professor, técnico, “paizão”, “paizinho” e até mãe – por que não? De forma criativa e divertida, o autor ilustra a vida desses personagens: de padrinho a papai Noel. Pai faz parte da Coleção Família, uma família de livros, uma família que encanta e emociona. Os livros Avó, Mãe, Filha, Filho, Primo e Sogra.

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Pai

Autor e ilustrador: Guto Lins

Indicação: a partir dos oito anos

Editora Globinho

Preço médio: R$ 22

No livro “Tudo Depende”, de José Manuel Mateo e ilustrações de Margarida Sada, o pai da jovem Maria tenta mostrar-lhe, com bom senso e delicadeza, que não existe o “certo” e o “errado” o “bom” e o “ruim”. Afinal, tudo depende do ponto de vista. Com diálogos curtos e linguagem simples, a obra ressalta o aprendizado por meio de experiências do dia a dia.

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Tudo Depende

Autor: José Manuel Mateo

Ilustração: Margarita Sada

Editora: Callis

Indicação: a partir de oito anos

Preço médio: R$ 28,90

Já na obra “Você Sabe Assobiar?”, o autor Ulf Stark ressalta a importância do avô. O livro conta a história de Beto, que com a ajuda do amigo Hugo, quer encontrar um avô legal que saiba assobiar e soltar pipa.  

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Você sabe assobiar?

Autor: Ulf Stark

Ilustração: João Lin

Indicação: a partir de 8 anos

Preço médio: R$ 28,90

 

 

12:21 · 13.07.2014 / atualizado às 11:33 · 14.07.2014 por
Vitória Liah divide a paixão pelo rock com o pai, Paulo Roberto, e a mãe, Dina América. Na foto principal, a menina e o pai estão na companhia do amigo Barcelos Saxon (Fotos: Agência Diário/ Rui Nóbrega)
Vitória Liah divide a paixão pelo rock com o pai, Paulo Roberto, e a mãe, Dina América. Na foto principal, a menina e o pai estão na companhia do amigo Barcelos Saxon (Fotos: Agência Diário/ Rui Nóbrega)

Ao ouvir o bom e velho rock n’ roll, a criançada se solta e diverte os adultos. No geral, pés, cinturas e cabeças balançam, sem nenhuma timidez. Línguas de fora, músicas cantadas num inglês muitas vezes inventado e tentativa de tocar instrumentos como bateria e guitarra completam o show onde os pequenos são os astros.

Heitor arrebenta na guitarra! (Fotos: Rosângela Nobre)
Heitor arrebenta na guitarra! (Fotos: Rosângela Nobre)

No figurino, blusas com strass ou tachinhas, em geral na cor preta e símbolo de bandas consagradas; calças coladas, tênis ou botas e, se for menina, meia-calça escura, saia de couro, sem falar no cabelo – que, para os dois sexos, ganha atenção especial. Um “topetão” ao estilo Elvis Presley ou com pegada grunge.

O rock costuma chegar aos ouvidos das crianças por influência familiar. Às vezes o pai cresceu ouvindo o ritmo. Em outros casos, é a mãe a representante roqueira de casa. Quando são os dois, o estímulo para que os filhos também virem fãs é ainda maior. Em alguns casos, o casal apronta o enxoval do bebê e vislumbra o futuro dele como um grande instrumentista e apreciador de bandas clássicas como The Beatles, Rolling Stones, Kiss, AC/DC, Metallica, entre outros nomes.

Este foi o caso de Heitor de Alcântara Oliveira, de 2 anos e 4 meses. Os pais, a arquiteta e pedagoga Cláudia Sales de Alcântara e o pedagogo Geraldo Magela, contam que fizeram questão de comprar ‘bodies’ e muitos CDs de rock para bebês, pensando na formação do filho.

“ No começo, a gente colocava para ele os CDs instrumentais com temas de rock. Depois inserimos no repertório os CDs ‘Música de Brinquedo’, do Pato Fú; ‘Projeto Pequeno Cidadão’, do Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra; e ‘Mini Rock’, uma banda que tem duas garotas como vocalistas e faz uma releitura rock dos clássicos de roda infantis. Só de uns tempos para cá é que estamos colocando os álbuns das próprias bandas tocando”, explica Cláudia.

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Durante o ensaio especial para o Diarinho, Heitor se soltou e, ao som de algumas das canções de que mais gosta como “Blitzkrieg Bop”, dos Ramones, e “Chop Suey”, da banda System of a Down, fez caras e bocas para a fotógrafa Rosângela Nobre. Em casa, o pequeno tem uma coleção de brinquedos instrumentais de dar inveja a muitos adultos amantes do rock. Ele possui uma coleção de guitarras (são 21 no total!), além de bateria simples, bateria eletrônica com teclado, pianinho, três xilofones, duas flautas e sanfona.

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“Heitor ama instrumentos musicais! Tem também muitas camisas com estampas de bandas de rock. A que ele mais gosta é a blusa dos Beatles e, inclusive, conhece cada integrante pelo nome!”, fala a mamãe Cláudia, que, acrescenta: “Assim que ele tiver uma coordenação motora mais trabalhada pensamos em colocá-lo em uma escola de música. Ele é que vai decidir o que quer aprender!”.

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Pequeno “star”

heitor4Também conhecido como o “bebê do rock”, Heitor é sucesso na internet (vejam o site heitorobebedorock.wordpress.com e visitem a fan page www.facebook.com/HeitorOBebeDoRock). Na verdade, o título surgiu após o nascimento dele.

“Depois do parto, precisei ficar mais tempo em casa cuidando do Heitor e comecei a sentir falta dos meus colegas do curso de desenho (no Estúdio Daniel Brandão). Aí, tive a ideia de criar o personagem ‘Heitor, o bebê do rock’ e passei a desenhar tirinhas semanais com este tema para continuar produzindo quadrinhos, que sempre foi a minha grande paixão! Das tirinhas fui para as ilustrações e, agora, para o livro ‘A música é rock’, pela editora Acerola de São Paulo”, revela.

A obra, que fala em linguagem infantil sobre ícones do gênero musical dos anos 50 a 70, será lançada próximo sábado, dia 19 de julho, na Livraria Cultura de Fortaleza. O maridão auxiliou na concepção do texto. Uma parceria e tanto!

“Acreditamos na importância de uma educação musical que fomenta o ‘gosto’ pela boa música e que, também, busca desenvolver a sensibilidade da criança, os valores para o diálogo e a boa convivência, dos quais o respeito está em destaque”, expressa Geraldo.

Incentivar a curtir rock n’ roll é bacana, contanto que seja de forma saudável, sem obrigar a criança a gostar do estilo musical. É como analisa o designer de móveis Paulo Roberto de Almeida Pinheiro, pai de Vitória Liah Costa Pinheiro: “Desde muito cedo a minha filha começou a curtir rock, mas se realmente não gostasse por conta própria já teria largado como qualquer criança faz quando não quer mais um brinquedo”.

Vitória ficou muito feliz em ser convidada a sair na matéria especial rock do Diarinho Plus
Vitória ficou muito feliz em ser convidada a sair na matéria especial rock do Diarinho Plus

O grupo preferido de Vitória é o Guns n’ Roses, mas a garota não foi ao show de Axl Rose e companhia, que aconteceu em Fortaleza no último mês de abril. Os pais acharam que ainda não era hora de levar a filha a um local tão lotado. Prezaram pela segurança dela e a menina compreendeu a escolha deles.

“Meu pai, sendo um ‘headbanger’ (termo usado pra designar a subcultura de fãs de heavy metal e suas variantes), achou que não seria ambiente adequado para uma criança.”, explica a menina, consciente de que ainda tem muitos anos pela frente para tentar ir a um show deste estilo.

Vitória já toca um pouco de violão e guitarra e quer iniciar os estudos de bateria
Vitória já toca um pouco de violão e guitarra e quer iniciar os estudos de bateria

Vitória ficou muito feliz, assim como Paulo Roberto e a mãe, a costureira Dina América Oliveira de Souza, porque a filha foi convidada a sair no Diarinho Plus, logo no Dia Mundial do Rock!

“Minha filha ficou em êxtase e eu adorei isso. Em relação à escolha do local para as fotos, o ‘Rock 80’ na minha opinião é o nosso principal templo do rock na cidade”, afirma o pai orgulhoso, que chamou o amigo Barcelos Saxon, outro “headbanger”, para aparecer na matéria.

 

Toda a belezura de Nina Flor, sendo rocker (Fotos: Rosângela Nobre)
Toda a belezura de Nina Flor, sendo rocker (Fotos: Rosângela Nobre)

Outro destaque é Nina Flor Queiroz, de 1 ano e 6 meses. Filha da designer de interiores Dayane Queiroz, e do analista de segurança da informação Airton Queiroz, ela arrasou nas fotos do editorial. Tocou bateria, mostrou a língua – como os ídolos do rock costumam fazer e ainda desfilou estilo.

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Nina tem seus próprios instrumentos de brincadeira, como bateria, teclado, tambor e corneta, mas se encanta com as guitarras “iradas” do pai, que já teve uma banda de rock progressivo com amigos. Para o casal, o “bom gosto vem de berço”, por isso influenciam a garota com relação à música. “Ela gosta principalmente quando o pai e o tio tocam para ela”. É muita fofura!

Agradecimentos:

Rosângela Nobre Fotografia

contato@rosangelanobre.com.br

(85) 8775.0394/ 9212.6560

Facebook: www.facebook.com/rosangela.nobre www.rosangelanobre.com.br

Rock 80

Rua Raimundo Arruda, 54, Parquelândia

(85)9969.5260

Fique de olho!

convite

Lançamento do livro “A música é rock”, de Cláudia Sales de Alcântara e Geraldo Magela.

Dia 19 de julho, a partir das 10h30, na Livraria Cultura de Fortaleza (Av. Dom Luis, 1010, Shopping Varanda Mall).

15:59 · 11.07.2014 / atualizado às 15:59 · 11.07.2014 por

Neste domingo, dia 13, se comemora o Dia do Rock. Essa data começou a ser festejada quando um cara chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi sem dúvida o maior show de rock da Terra, o Live Aid – uma perfeita combinação de artistas lendários da história da pop music e do rock mundial. Para quem gosta do ritmo, a tendência é repassar o quanto antes as canções para os filhos e netos, para que eles herdem o “bom gosto musical.

Um dos livros mais interessantes que eu já vi sobre a temática é o Rock para Pequenos, de Laura Macoriello, que traz bons hábitos ensinados pelos ídolos rockers e ainda traz ilustrações super lindas dos artistas, feitas por Lucas Dutra. Para quem conheceu o primeiro volume, esse ano foi lançado o número 2. Com a mesma fórmula do primeiro, desta vez, traz 20 grandes nomes do bom rock’n roll: Axl Rose, Björk, Bono Vox, Bruce Dickinson, Dave Grohl, Dick Dale, Freddie Mercury, Green Day, Jeff Hanneman (Slayer), Jerry Lee Lewis, Jim Morrison, Chrissie Hynde (Pretenders), John Lennon, Lemmy Kilmister, Metallica, Morrissey, Nina Hagen, Robert Smith (The Cure), Sex Pistols e Van Halen.

Dá só uma olhada como está legal:

Rock Para Pequenos 2 - 3D aberto1 ALTA

Rock Para Pequenos 2 - 3D aberto2 ALTA

Rock Para Pequenos 2 - 3D aberto3 ALTA

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Rock Para Pequenos 2 – Um livro ilustrado para futuros roqueiros

Autora: Laura Macoriello

Ilustrador: Lucas Dutra

Edições Ideal

Preço: R$ 39,90

Indicação: a partir de quatro anos

Outra sugestão é “O homem deu nome a todos os bichos”. A voz rouca de Bob Dylan somada à batida marcante da música Man Gave Names to All the Animals, em português O homem deu nome a todos os bichos, conquistou pessoas de todas as idades pelo mundo afora. Nela, Dylan descreve e nomeia diversos bichos e brinca com as características marcantes de cada um. Publicada pela editora Nossa Cultura, a obra é toda ilustrada pelos desenhos de Jim Arnosky que misturam a natureza com o lúdico e conquistam o leitor pelo seu humor e detalhismo. Acompanhado de um CD com a canção original, o livro O homem deu nome a todos os bichos promete propiciar uma experiência única que irá divertir e ensinar toda a família.

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O homem que deu nome a todos os bichos

Autor: Bob Dylan

Ilustrações: Jim Arnosky

Editora Nossa Cultura

Preço: R$43,00

Para quebrar estereótipos, outra dica interessante é Minha vovó Rock and Roll,  da jornalista, dramaturga e historiadora Paula Autran. O enredo gira em torno de Cecília, que é convocada pela professora a escrever sobre alguém querido, que não seja nem o pai, nem a mãe. Ela, assim como todos os colegas, escolhem a avó. Porém, após o entusiasmo inicial, a garota fica surpresa e chateada ao descobrir que não tem uma avó como as outras. Ela não usa chinelo, mas All Star; não usa vestido, mas calça jeans; não faz crochê, mas toca violão, guitarra e harpa; não canta cantiga de ninar, mas rock and roll; e não faz bolos, só pipocas. O final ainda reserva uma surpresa metalinguística, que prova como Cecília foi obrigada a rever todos os seus conceitos.

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Minha vovó Rock and Roll

Autora: Paula Autran

Ilustrações: Natália Lemos

Editora: Prumo

Preço: R$ 23,90

Feliz Dia do Rock pra nós!