Diarinho

Categoria: Educação


22:02 · 19.05.2014 / atualizado às 22:05 · 19.05.2014 por
A atriz Tatiana Conde irá comandar a contação de histórias sobre Star Wars (Fotos: Divulgação)
A atriz Tatiana Conde irá comandar a contação de histórias sobre Star Wars (Fotos: Divulgação)

Uma das principais atrações do “Geekontrinho Padawan”, que acontece próximo sábado, na Livraria Cultura, o grupo Canta Verso, Conta Prosa será responsável por uma atividade de contação de histórias bem diferente. No clima geek do encontro, falará, para a criançada, sobre a história da saga Star Wars!

A atriz e contadora de histórias do Canta Verso, Conta Prosa, Tatiana Conde, conversou com o Diarinho sobre como está preparando a contação para o público infantil. Para ela, transformar os personagens e acontecimentos da série para a garotada tem sido um desafio. Afinal, confessa, ela não conhecia muito bem o universo de Star Wars. “Tem sido maravilhoso os preparativos. Acho que o melhor da vida vem desses desafios: fazer o que não está na nossa zona de conforto. Pesquisar, inovar, conhecer. Sentir o friozinho na barriga. Quero muito que essa contação seja realmente especial e consiga encantar as crianças que conhecem e as que nunca ouviram falar da saga”, comenta.

Tatiana fala, ainda, sobre os diversos personagens da trama, que são cativantes! “Tem o pequeno Anakin, os Jedi, Obi-Wan e Qui-Gon; os robôs R2-D2 e C-3PO, a rainha Amidala…Meninos e meninas vão escolher seus favoritos e embarcar com eles”, torce.

Para a atividade, a atriz revela que a garotada será convidada a interagir. “Fazemos as crianças participam das histórias. Elas viram personagens, ajudam, participam, torcem por seus personagens favoritos. Em Star  Wars, a interação vai ser ainda maior do que em outras contações de histórias. Como existem muitas cenas de batalhas, corridas espaciais, personagens diferentes, quero colocar a meninada em cena mesmo, participando ativamente de tudo. Espero que os pequenos se divirtam muito e os papais também”.

Tatiana, que é formanda pela Unicamp, revela seu amor por trabalhar com as crianças. “Durante muito tempo dei aula de teatro para pequenos em Campinas (SP),onde morei até os 30 anos (hoje ela tem 36). Quando engravidei pela primeira vez (tenho duas filhas, de quatro e dois anos), me bateu uma vontade muito grande de iniciar um projeto realmente voltado para crianças. Junto com Andréa Piol (atriz e cantora), que também virou mãe em seguida,  começamos a trabalhar com teatro dentro do universo infantil”, explica para, em seguida, acrescentar: “A contação de histórias veio da nossa paixão por leitura.Acho extremamente importante  trabalhar o lado lúdico, o faz de conta dentro do universo infantil, que hoje tem pouco espaço. A criança precisa de momentos onde o imaginário predomine. Dentro das contações, ela entra em um outro mundo, torce, participa, vivencia.Pra mim, a paixão cresce a cada dia: me sinto plena e feliz trabalhando, brincando e participando da infância da criançada que nos assiste”.

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Serviço:

Geekontrinho 2014

Sábado, dia 24, a partir das 16 horas, na Livraria Cultural do Shopping Varanda Mall (Av. Dom Luis, 1010).

Para saber mais sobre o grupo Canta Verso, Conta Prosa, acesse: http://on.fb.me/1k0Au94

13:18 · 05.05.2014 / atualizado às 13:21 · 05.05.2014 por

Giro nas Escolas

Turma da 5ª série do Colégio Ágape faz maquetes da Arena Castelão (Foto: Agência Diário/ Alex Costa)
Turma da 5ª série do Colégio Ágape faz maquetes da Arena Castelão (Fotos: Agência Diário/ Alex Costa)

Como parte do projeto “Brasil, encontro de nações”, envolvendo diversas áreas do conhecimento, os professores do Colégio Ágape pensaram numa atividade especial relacionada à Copa do Mundo. Afinal, com a proximidade do grande evento do esporte mundial, a criançada fala de futebol o tempo todo.

Ian Costa e sua Arena Castelão
Ian Costa e sua Arena Castelão

Que tal, então, unir o assunto do momento a uma tarefa escolar? Daí o colégio propôs uma missão: que cada um fizesse uma maquete da estrutura da Arena Castelão. Dá para imaginar como os estudantes ficaram empolgados com o desafio?

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“A construção da maquete do Castelão foi muito comemorada, afinal Fortaleza será cidade sede da Copa 2014!”, explica a coordenadora pedagógica Vanúsia Lima. O envolvimento dos familiares foi essencial nesse processo, pois não era nada fácil reproduzir o formato oval do estádio, com seus detalhes.

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E a garotada queria fazer tudo com perfeição. Nas maquetes, vemos o cuidado para reproduzir cadeiras, arquibancadas, traves, traços do gramado e até, pasmem, os telões.

A mamãe Roberta Costa explica como foi gratificante produzir o material com o filho Arthur Ângelo da Costa, 9 anos. Ela conta que Arthur quis mostrar cada parte do projeto do novo estádio. Até o trânsito no entorno do local eles fizeram. Deu um trabalhão, mas o resultado valeu a pena. O menino brinca quando fala sobre a produção do material.

O estudante Arthur Ângelo da Costa e sua maquete
O estudante Arthur Ângelo da Costa e sua maquete

“Quando minha professora lançou a proposta fiquei muito preocupado: ‘Como eu iria construir o Castelão?’ Depois minha família me ajudou e o resultado pra mim foi perfeito, gostei muito. Terminamos mais rápido do que o Castelão de verdade”.

arenacastelao4Maria Eduarda Aguiar de Almeida, 9, diz ter adorado a ajuda que recebeu da avó artesã para criar a maquete. Laís Ferreira Sombra, 10, comemora os pais terem achado um tempo na agenda lotada de compromissos para a auxiliar no projeto. “Eles estão sempre trabalhando, mas conseguiram um tempinho para me ajudar no trabalho”.

Maria Vitória Carvalho dos Santos, 9, diz que foi muito bacana ver a família toda se envolvendo. “Uns cortavam, outros colavam, meus irmãos davam sugestão. E o resultado é esse que vocês podem conferir”, comenta, orgulhosa. Henrique de Freitas Mendes, 10, revela que agora está mais empolgado ainda com a Copa do Mundo. “Foi muito bom construir essa maquete pois usei muito minha imaginação. Depois que ela foi concluída, imaginei o estádio cheio de gente torcendo pelo Brasil na Copa. Minha família se envolveu muito e eu fiquei muito feliz”.

Para a construção do material, as crianças usaram materiais simples. Isopor, palitos, embalagem de garrafas pet, cola, tesoura, recortes de revistas, canetinhas e o complemento de bonequinhos e carrinhos de plástico. Vejam as fotos e inspirem-se para criar a sua própria maquete em casa, com o auxílio do papai e da mamãe.

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15:27 · 12.03.2014 / atualizado às 15:27 · 12.03.2014 por

Qual é a criança que não fica vidrada na tela da televisão com as divertidas histórias de Peppa? O sucesso da porquinha faz com que famílias inteiras se reúnam  diante da telinha para acompanhar a série, que tem muito a ver com o cotidiano das crianças, cheio de brincadeiras, amigos por todos os lados e dias felizes. Tudo isso com o acompanhamento e amor do Papai Pig e da Mamãe Pig, que ensinam Peppa e George, o irmão caçula, valores como generosidade, amizade e sinceridade, de uma forma encantadora e com muito humor. 

O desenho, inclusive, foi  premiado pela Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão e pelo Festival Internacional de Animação para Televisão e Conteúdo Multiplataforma – Cartoons on the Bay.

Pois a boa notícia é que a editora Salamandra acaba de lançar no Brasil, com exclusividade, uma coleção de livros com a Peppa e seus amigos. A coleção é composta por um livro de história e quatro livros de atividades. Em A história de Peppa são apresentados Peppa e seus familiares, os locais que costumam ir e, principalmente, o que a família Pig mais gosta de fazer!

Já os quatro livros de atividades Brincando com Peppa oferecem diversos exercícios, que estimulam o desenvolvimento cognitivo dos pequenos, de acordo com o estágio de desenvolvimento de cada criança.

Divididos pela faixa etária, os cadernos de atividades propõem desenhos e pinturas livres, organização de elementos similares e exercícios de traçar os pontos para as crianças de 3 a 4 anos.

Para os mais grandinhos, de 5 a 6 anos, as atividades vão desde leitura e compreensão da linguagem escrita, identificação de semelhanças e diferenças até a introdução de matemática por meio de identificação e reconhecimento de algarismos.

Todos os livros de atividade contam ainda com uma cartela de adesivos com imagens diversas, que podem ser usadas para completar os espaços em branco, de acordo com a proposta dos exercícios, criando assim a associação de imagens.

Além de lindos, os livros ainda são educativos. Não podem faltar na nossa estante, por isso, já garantimos os nossos. E vocês?

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A história de Peppa/ Brincando com a Peppa

Editora Salamandra

Indicação: a partir de três anos

13:46 · 10.03.2014 / atualizado às 13:46 · 10.03.2014 por

Dica para desenvolver o hábito da leitura nas crianças é a  1ª edição da Feira do Livro Giroler.  São mais de três mil títulos  na categoria infantil e infantojuvenil com preços de R$ 4,00 a R$ 40,00.

São mais de três mil títulos de livros na categoria infantil e infantojuvenil com preços acessíveis de R$ 4,00 a R$ 40,00
São mais de três mil títulos de livros na categoria infantil e infantojuvenil com preços acessíveis de R$ 4,00 a R$ 40,00

No espaço, a turminha Giroler, composta por quatro personagens apaixonados por livros e por histórias, brinca com a meninada. Os personagens estão estampados em todos os espaços da feira de forma bem atraente.

Criados pelo ilustrador Rafael Limaverde, cada um tem uma personalidade diferente e as crianças, rapidamente, se identificam com um deles.

Giroleco é um bichinho aventureiro e apaixonado por livros, com suas asinhas ele adora viajar pelo mundo da leitura para descobrir coisas novas e mundos diferentes.

Lilica é uma amiguinha muito carinhosa e romântica, vive no seu mundo cor-de-rosa suspirando por  histórias de reinos de castelos, príncipes e princesas.

Don é grandalhão, curioso, tem olhos enormes, está sempre atento à tudo e à todos, gosta muito de ler, e é determinado a se tornar o maior leitor do mundo. Não há nada que os amiguinhos perguntem, que ele não saiba responder.

Ploc é o mais agitado da turminha. Adora histórias de dinossauros, dragões, piratas e grandes guerreiros…está sempre lendo e imitando os seus personagens preferidos para os amiguinhos da turma, que fazem questão de fazer platéia para assistir as suas apresentações heróicas e ao mesmo tempo engraçadas.

Além dos personagens, e de uma enorme variedade de livros com preços bem acessíveis, a partir de R$ 4,00, as crianças ainda poderão se divertir com a Programação Cultural do Cantinho Giroler Kids, montado dentro do espaço do evento, onde ocorrerão contações de histórias, apresentações musicais, teatro de bonecos  e oficinas lúdicas aos sábados, das 16:00h às 18:30h, e aos domingos, das 16:00h às 18:00h. Estas atividades são gratuitas.

O evento é promovido pela empresa Giroler e fica localizado na praça de eventos do Shopping  Benfica no período de 9 de março a  6 de abril de 2014, funcionando das 2ª feiras aos sábados, no horário das 10h às 22h, e aos domingos, no horário das 12h às 21h.

21:56 · 25.02.2014 / atualizado às 21:56 · 25.02.2014 por

Estamos na semana da folia, na contagem regressiva para o Carnaval, uma das festas mais vibrantes do Brasil. Para combinar com a alegria desse período, indico alguns livros, que contam a história de algumas personalidades que são a cara dessa época, como Chiquinha Gonzaga, Cartola e Noel Rosa. Também tem o Galo da Madrugada, o maior bloco de Carnaval do Mundo, que sai no Recife, Pernambuco e é personagem de um livro superbacana da atriz e humorista Fabiana Karla, a Perséfone da última novela das oito,  Amor à Vida, que agora estreia na literatura. Vamos às dicas?

Você já ouviu aquela marchinha: “Ô abre alas, que eu quero passar!…”. Quem escreveu essa e outras muitas músicas foi Chiquinha Gonzaga, uma mulher à frente do seu tempo. Ela, Cartola, outro compositor autor de pérolas como “O Mundo é um Moinho” e “As Rosas não falam”, são personagens da coleção Crianças Famosas, que revela episódios da infância de músicos, pintores, escritores e inventores, mostrando sua genialidade precoce. Na primeira obra, a autora mostra a paixão de Francisca Edwiges Neves Gonzaga, antes mesmo dos dez anos de idade, transcorrendo sua trajetória como compositora até a criação da primeira marchinha de Carnaval, “O abre alas”, cantada em muitos blocos até hoje. De maneira lúdica e divertida, os leitores ainda mergulham nos primeiros anos de vida de Cartola, um sambista apaixonado e fundador de uma das principais Escolas de Samba do País: a Estação Primeira de Mangueira.Por fim, a folia nordestina também ganha espaço no acervo da editora. No livro “Os sons de Salvador”, o leitor vai se deparar com Caê, um músico que está estudando os ritmos da cidade baiana e a sua história. Uma narrativa gostosa e interessante escrita por Luiz Brás.

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Chiquinha Gonzaga

Autor: Edinha Diniz

Ilustrações: Ângelo Bonito

Editora Callis

 

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Cartola

Autor: Edinha Diniz

Ilustrações: Ângelo Bonito

Editora Callis

 

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Os sons de Salvador
Autor: Luiz Bras

Editora Callis

 

Para os maiores de dez anos, indico “Ninguém aprende samba no colégio”, de Christina Dias, que conta a história da delicada relação entre uma adolescente e sua avó, enquanto apresenta um pouco da vida e da obra do Poeta da Vila Isabel. No prefácio, o cantor Martinho da Vila destaca que o título do livro é um trecho de Feitio de oração, uma canção apaixonada de Noel, e comenta a falta de informação sobre o samba nas escolas. A obra traz ainda uma biografia de Noel Rosa e a letra de todas as músicas citadas na história. São dez grandes sucessos do artista, entre eles Conversa de botequim, Com que roupa?, Fita amarela, entre outras.

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Ninguém aprende samba no Colégio
Autor: Christina Dias
Ilustrador: Dave Santana
Editora: Globo Livros

 

Em O rapto do Galo, Fabiana Karla faz homenagem à cultura de sua terra natal, Pernambuco. O livro é todo escrito em rimas, como um cordel contemporâneo, que faz par direitinho com as ilustrações de Rosinha, outra pernambucana que tem feito muito sucesso com suas ilustrações coloridas e ganhou um Jabuti, o mais importante prêmio literário do Brasil, de ilustração. No fim, ainda tem um glossário que explica o que faz parte do Carnaval de Recife, como o Homem da Meia-Noite, o Zé Pereira e os Caboclos de Lança.

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O Rapto do Galo
Autora: Fabiana Karla
Ilustrações: Rosinha
Editora: Rocco Pequenos Leitores

20:03 · 11.02.2014 / atualizado às 20:03 · 11.02.2014 por

mochila2Agora que as aulas das crianças voltaram, o material foi comprado e o uniforme escolar está em dia, é hora de dar uma olhadinha especial na mochila! Afinal, a lista com os itens que devem ser levados diariamente para a escola é bem grande. É preciso ficar de olho no peso que os pequenos estão carregando nas costas para que não interfira na saúde deles.

Segundo a Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC), 70% dos problemas de coluna na fase adulta são causados por sobrecarga de peso e esforços repetitivos durante a infância e a adolescência. Diante do fato, o Senado aprovou o projeto de lei 66/2012, que propõe o limite de peso da mochila de cada jovem, que deve corresponder a, no máximo, 15% do seu peso.

O projeto foi aperfeiçoado, exigindo que as escolas instalem armários em suas dependências. Portanto, a lei precisa novamente passar por aprovação. A expectativa é que entre em vigor ainda este ano.

Para prevenir os danos, que podem atingir músculos e articulações, pés, joelhos e quadris, o fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da ABRC, dá alguns conselhos para a hora de comprar a mochila e organizá-la. Confira:

-Os objetos mais pesados devem ser guardados no espaço principal da mochila;
-Os objetos menores devem ser distribuídos nos bolsos externos;
-A mochila deve ter duas alças, para que o peso seja distribuído igualmente;
-As alças da mochila devem ser largas e acolchoadas;
-A postura da criança deve ser observada e, quando necessário, corrigida.

Fonte: Uol

15:25 · 06.02.2014 / atualizado às 15:25 · 06.02.2014 por

Ao ler esse título, você deve estar se perguntando: o que tem a ver os números com a natureza? Bem, se aproveitarmos os animais para a aprender a contar, teremos ótimas lições. Os gatos e cachorros têm quatro patas. Os insetos, seis e as aranhas, oito. As libélulas tem quatro asas. Tudo isso, a gente aprende na prática, ao ver esses bichos e também outras quantidades no livro “1,2,3, estrelas! Contando na natureza”, de Anne Sophie Baumann, com ilustrações de Anna-Lise Boutin. O livro, da editora Pequena Zahar, faz uma abordagem bem diferente dos números, através de uma viagem lúdica e colorida ao coração da natureza.

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Autora: Anne-Sophie Baumann
Ilustradora: Anne-Lise Boutin
Tradução: André Telles
Indicação: A partir dos três anos.

 

A ideia de “E o dente ainda doía”, de Ana Terra, que faz parte da coleção Itaú, também nos ajuda a contar e a aprender a memorizar frases. O jacaré estava com dor de dente e veio um montão de bichos amigos darem umas dicas para melhorar desse sofrimento. Tinha de tudo: coelho, sapo, rato, tatu, toupeira e até patinho, com soluções meio estranhas, como morder um pedregulho para passar a dor. E Ana Terra ainda dá umas dicas de como fez para ilustrar o livro.

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Autora e ilustradora: Ana Terra
Editora: DCL
Indicação: A partir dos três anos.

 
Esses são perfeitos para os mais curiosos. Os livros: “Pergunte ao inseto” e “Pergunte ao dinossauro” trazem várias  informações para quem quer saber mais sobre eles. Os dois tem um visual bem dinâmico, cheio de fotos. Entre as curiosidades, estão se todas as abelhas produzem mel, por que as libélulas estão sempre com pressa e por que as aranhas não grudam em suas teias. Já sobre os dinossauros, podemos descobrir quem eram os mais ferozes, se sabiam nadar e outras coisas interessantes.

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Editora: FTD
Indicação: a partir dos cinco anos

 

Para quem gosta de abas explicativas e ilustrações em formato pop-up, “Por dentro do vulcão”, da editora FTD,  é uma ótima dica. Com mais de 30 abas, o livro mostra como esses gigantes que cospem fogo são por dentro, assim como a temperatura média e o tempo de formação e os países que mais tem, as mudanças na paisagem.

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Editora: FTD
Indicação: a partir dos cinco anos

 

16:41 · 30.01.2014 / atualizado às 16:41 · 30.01.2014 por

Neste dia 30 de janeiro completa-se 145 anos da publicação da primeira história em quadrinhos brasileira. Em 1869, foi publicada “As aventuras de Nhô Quim” na revista Vida Fluminense, com desenhos de Ângelo Agostini. A data foi instituída como Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos pela Associação de Quadrinistas e Cartunistas do Estado de São Paulo.

Eu, que aprendi a ler nas revistinhas da Marvel, porque meu tio era colecionador, sou suspeita para falar de quadrinhos, paixão que me acompanha desde a infância. Não consegui “evoluir” para os quadrinhos mais adultos e continuo amando os voltados para crianças mesmo, como os da Turma da Mônica, que compro, todo o mês para a pequena leitora lá de casa e me divirto muito, quando leio antes.

Preparamos algumas dicas que irão agradar não só os pequenos, mas também os mais crescidinhos e os pais.

 

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Editora Armazém da Cultura
Indicação: a partir dos cinco anos

Este, eu já falei sobre ele no Diarinho, mas como  é um quarentão conservado e é o nosso herói cearense que tudo atura, merece mais uma indicação. Nessa edição comemorativa da Armazém da Cultura, com organização do Fórum de Quadrinhos do Ceará, são vários desenhistas que recriam as histórias mais famosas do Capitão Rapadura.

Ilha do TesouroAutor: Robert Louis Stevenson (adaptação Manuel Pace e Carlo Rispoli; tradução Fernando Scheibe e Diego Cervelin)
Editora: Nemo
Indicação: a partir de 10 anos

Piratas, aventuras e traições em alto mar fazem de “A Ilha do Tesouro” uma das histórias mais conhecidas da literatura, que ganhou uma versão toda em quadrinhos. Robert Louis Stevenson escreveu essa história em 1883, que conta como o menino Jim Hawkins acha um mapa do tesouro que pertencia a um velho lobo-do-mar e participa de uma expedição para encontrar a fortuna do pirata. 

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Editora: Pixel
Indicação: a partir dos 8 anos

Essa coletânea da Luluzinha é imperdível para reunir três gerações em torno das revistinhas. O bom é porque mostra um pouco de como era o cotidiano dos pais e filhos nesse tempo, em que a televisão ainda não estava em todas as casas e computadores e tablets então, nem na ficção científica. As mães, em sua maioria, também não trabalhavam fora. Outra curiosidade é que vemos os protagonistas, todos crianças, brincando com revólveres de brinquedos entre outras ações politicamente incorretas mas que são retratos da época. A edição da Pixel é bem cuidada, com papel bom, colorido e há também um efeitinho imitando páginas antigas, meio amareladas. Para quem não conhece a personagem, ela nasceu inicialmente em 1935 para divertir leitores através das tirinhas do Saturday Evening Post, mas só ganhou os quadrinhos apenas depois de uma série de aparições em comerciais, filmes e propagandas que a deixaram famosa. Após sete anos de aventuras em HQ, Luluzinha ganhou o mundo em 1943, quando a Paramount Pictures produziu as primeiras animações focadas na personagem. Hoje, tem também a Luluzinha jovem, que vive indecisa se namora ou não com o Bola, que é o Bolinha crescido.

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Roteiro: Marcos Martinho
Arte: André Diniz
Coordenação: Heloísa Prieto
Editora: ática
Indicação: a partir dos 10 anos

No “Os mitos gregos e a música”, os personagens viajam para a Grécia e conhecem mais sobre o processo de criação das músicas. Gu tem 16 anos e o primo Fé, tem 10. Os dois partem nas férias para visitar o tio Hermógenes, na Grécia. Um dos locais que eles vão conhecer é Delfos, com o guia Pausânias. Os quatro juntos então descobrem que podem aprender muito uns com os outros, além de filosofia, história, mitologia e até sobre rock.

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Autores: Lee Falk e Ray Moore

Editora Pixel

Indicação: a partir dos 10 anos

Criado em 1936, por Lee Falk, o mesmo criador do mágico Mandrake, o Fantasma é um clássico dos quadrinhos. Nesta história, o espírito de 400 anos e que faz justiça contra os piratas, a aventura e a ação são os motes. Originalmente,  foi publicada em tiras diárias, entre os anos de 1936 e 1937.

 

 

13:12 · 22.01.2014 / atualizado às 13:12 · 22.01.2014 por

Depois de descobrir as obras infantis de Graciliano Ramos e Clarice Lispector, o Diarinho agora vai revelar mais sobre os livros de Cecília Meireles para crianças.

Para quem não conhece tanto a respeito dessa grande poetisa e escritora, um de seus grandes feitos foi ter fundado, em 1934, a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro, em 1934. Isso porque, antes de ser jornalista, ela tinha sido professora e permaneceu publicando vários artigos sobre educação. Suas obras são permeadas de poesia e musicalidade, explorando versos regulares, a combinação de diversos metros, além do verso livre. Os poemas não ficam restritos à leitura infantil, permitindo diferentes níveis de leitura.

Seu primeiro livro foi publicado em 1919, Espectros, quando ela tinha apenas 18 anos. A sua obra infantil  mais famosa é o livro “Ou isto ou aquilo”, que mostra, através de versos, que a vida é feita de escolhas e estas são muitas vezes difíceis de resolver. (E como!). Foi publicado pela primeira vez em 1964.

Olhem só a beleza desses versos de Cecília:

Ou Isto ou Aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol

ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,

ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,

quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa

estar ao mesmo tempo nos dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,

ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…

e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,

se saio correndo ou fico tranqüilo.

Mas não consegui entender ainda

qual é melhor: se é isto ou aquilo.

 

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Editora: Global
Ilustrações: Odilon Moraes
Indicação: a partir de sete anos, mas os de três ou quatro anos são capazes de compreender o sentido.

Os pescadores e suas filhas é uma obra que já falei aqui no blog. Por ser poesia,  e contar com pouco texto em cada página, pode ser compreendida pelas crianças menores, que ainda não sabem ler. As ilustrações de Chris Eich são lindas e podem inspirar belos desenhos em aquarela. Me deu até vontade de andar de jangada com o meu pai, que já foi pescador de fim de semana…

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Editora: Global
Ilustrações: Chris Eich
Indicação: A partir dos três anos.

O menino azul conta a história de um menino que queria ter um burrinho, para acompanhá-lo em suas aventuras imaginárias. Elma também dá um show de sensibilidade e delicadeza com suas ilustrações. Ela assume que é parecida com o menino azul e está sempre dentro de um livro que ilustrou ou escreveu.

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Editora: Global
Ilustrações: Elma
Indicação: No site da editora tem 7, 8 anos. Li para crianças a partir dos três anos e deu certo.

 

 

17:34 · 12.01.2014 / atualizado às 11:58 · 13.01.2014 por

Eu sei que as férias já estão no fim. Com a realização da Copa, muitas escolas anteciparam o início das aulas. Mas, nesses poucos nos dias que ainda restam, dá tempo de escolher alguns bons livros para iniciar o ano com a imaginação em dia. Por isso, selecionamos dez livros super especiais, para várias faixas etárias, que farão pequenos e adultos aprenderem muitas coisas novas, inclusive palavras.

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A infância de Ziraldo

Autor: Audálio Dantas

Editora: Callis

A partir dos sete anos

Nascido em Caratinga, Minas Gerais, o “pai” do Menino Maluquinho teve uma infância bem vivida e cheia de aventuras.  Seu nome foi uma invenção de amor do pai, Geraldo, que resolveu juntar o seu  “raldo” com o “Zi”, da mãe, Zizinha. Na escola, Ziraldo gostava de se divertir com a leitura dos gibis e foi lá que ele começou suas histórias, com o superherói Capitão Tex, o que a professora não aprovou, porque naquele tempo ler revistinhas era considerado pecado. Mais tarde, ele foi o criador da primeira revista em quadrinhos colorida para crianças, em 1960, só com personagens do nosso folclore e daquele tempo bom de Caratinga.

 

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O sonho secreto de Alice

Autora: Simone Paulino

Ilustrações: Luyse Costa

Editora: DSOP

A partir de quatro anos

Esse livro fala de uma vovó real, chamada Alice, que, na verdade, é a mãe da escritora. Por trabalhar demais na infância, não teve tempo para estudar e acabou sem aprender a ler. Mas, a senhorinha continuava sonhando com esse aprendizado e já tinha realizado outros sonhos, como viajar de avião e também queria conhecer Campos do Jordão. Nunca é tarde para aprender.

 

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Os gatos de botinhas

Autora: Ruth Rocha

Ilustrações: Alcy

Editora Salamandra

A partir de quatro anos

Com um encarte cheio de brincadeiras divertidas, esse livro nos conta as folias do Negro Gato e sua turma de amigos: o Gato Xadrez, Bichano, Bigode, Gato-to e a Gatinha Manhosa. Eles também formam uma banda que faz muita zoada e motiva os vizinhos a jogarem coisas neles. Televisão velha, violão, tinha de tudo. Mas, os gatos, que de bobos não tem nada, resolvem vender tudo em um brechó e com o dinheiro gravam uma música e um clipe no Youtube, da nova banda “gatal”, Os Gatos de Botinhas.

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Lá vem o homem do saco!

Autora e ilustradora: Regina Rennó

Editora: FTD

A partir dos três anos

Esse é um livro sem texto, ótimo para os que ainda não aprenderam a ler. O melhor é a surpresa colorida que o homem traz dentro do seu saco, ao contrário do “homem do saco” que muitos pais usavam para amedrontar os filhos desobedientes em outros tempos.

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As mil e uma histórias de Manuela

Autor: Marcelo Maluf

Ilustrações: Weberson Santiago

Editora:  Autêntica

A partir dos cinco anos

A Manuela adorava comer livros. Todos tinham um gostinho agradável, mas os preferidos eram os azedos e os que tinham um gosto amargo no final. Os usados também, com sabores cheios de surpresa. O detalhe: depois de devorar a biblioteca todinha do avô e muitos livros da biblioteca da escola, ela começou a se transformar em um livro. Quando já estava perdendo quase os movimentos, decidiu escrever, o que a fez voltar a ser uma pessoa. E assim ela faz para não sufocar. Lê e escreve.

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A ideia que se esquecia

Autor: Jorge Miguel Marinho

Ilustrações: Mateus Rios

Editora:  Biruta

A partir dos sete anos

Um belo dia, a ideia descobriu que estava sumindo. Foi ao se olhar no espelho que ela notou. Aconteceu aos poucos, até que ela sumiu completamente. Só conseguiu voltar a existir quando conheceu Bia, que contou a sua história e fez ela reaparecer.

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Isto é Tóquio, Charlie Brown

Autor e ilustrador: Charles M. Schulz

Editora: Nemo

A partir dos oito anos

O beagle mais famoso do planeta, Snoopy, e o seu dono,  Charlie Brown, depois de jogarem muito mal beisebol, foram escolhidos pelo presidente dos EUA para  representarem o País em Tóquio, no Japão. Lá, eles se metem em várias enrascadas, mas também conhecem bastante sobre a cultura oriental.

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As cantigas de Lia

Ilustrações e edição: Rosinha

Editora do Brasil

A partir de sete anos

Nesse livro, Rosinha, uma das ilustradoras mais talentosas desses últimos anos, conta a história de Lia. A menina encontra uma concha na beira da praia e leva pra casa. Nela, a Janaína sopra canções, que embalam Lia e a fazem descobrir o amor. No fim, tem a letra de todas as canções descritas na história super colorida de Rosinha. Também vem com um folheto de brincadeiras.

 

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Os guerreiros de Monte-Mor

Autor: Nilto Maciel

Editora: Armazém da Cultura

A partir dos dez anos

Trata-se de uma novela,  uma saga de aventura, que revela personagens de lendas e combates de povos indígenas que viveram no Ceará, os Quixelô, Canindé e Jenipapo, com um cenário parecido com o que tínhamos por aqui no século XVIII, com missões religiosas, vilas e proprietários de gado. Uma boa forma de introduzir para as crianças um pouco da história do Estado.

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Eu quero ver a Lua

Autor: Louis Baum

Ilustrações: Alarcão

Editora: Rocco Pequenos Leitores

A partir dos quatro anos

Mais uma história de verdade. O autor, quando seu filho era pequeno, também gostava de ver a Lua e não queria voltar pra cama de jeito nenhum enquanto não a visse. A capa do livro ainda brilha no escuro e o autor, dono de uma linguagem sensível, ainda é um dos fundadores da Flip – Festa Internacional Literária de Paraty e da Flipinha.

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