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Categoria: Giro nas escolas


17:27 · 14.10.2014 / atualizado às 17:51 · 14.10.2014 por
Diego Neves aprende sobre educação ambiental Fotos: Divulgação
Diego Neves aprende sobre educação ambiental Fotos: Divulgação

Diego Neves tem apenas oito anos, mas já sabe que não pode jogar lixo no chão, não importa onde ele esteja, seja na escola, em casa, na rua ou na praia.

“Se jogar na rua, vai sujar a cidade”, afirma o estudante da Escola Municipal Fernanda Maria de Alencar, uma das 25 instituições de Fortaleza que recebe a equipe do programa Ecocidadão, desenvolvido pela Ecofor Ambiental, empresa do Grupo Marquise.

Diego aprendeu ainda que só deve colocar o lixo na porta de casa três vezes por semana, nos dias programados para o caminhão da Ecofor Ambiental fazer a coleta.

Toda a programação ensina as crianças, de maneira divertida, a reaproveitar os resíduos, a obedecerem aos horários da coleta domiciliar e a acondicionarem corretamente o lixo que produzem
Toda a programação ensina as crianças a reaproveitar os resíduos, a obedecerem aos horários da coleta domiciliar e a acondicionarem corretamente o lixo que produzem

Estas e outras orientações foram ensinadas durante uma apresentação toda especial, voltada para a criançada. Até o final do ano, mais de dez mil crianças estarão fazendo o mesmo que Diego: cuidando do meio ambiente e compartilhando o aprendizado com todos ao seu redor.

Toda a programação ensina as crianças, de maneira divertida, a reaproveitar os resíduos, a obedecerem aos horários da coleta domiciliar e a acondicionarem corretamente o lixo que produzem. A educação ambiental começa com o cenário utilizado, que foi feito com o reaproveitamento de caixas de leite.

Capitão Ecocidadão

O jogo gigante colocado na quadra das escolas garante o aprendizado aliado à diversão, com dicas de cuidado com o lixo do início ao fim. O show de mágica elaborado com materiais que jogamos no lixo vem como forma de prender ainda mais a atenção dos alunos, ao mesmo tempo em que ensina lições importantes.

Ao final da apresentação, os alunos recebem a cartilha Capitão Ecocidadão, que conta, em quadrinhos, a história das crianças Pepê, Gabi e Fabiano e de suas famílias. Eles moram na fictícia Rua dos Cajueiros, um local sujo e descuidado, que se transforma em um ambiente limpo e agradável depois da mudança de atitude que começa com as crianças e com os ensinamentos do Capitão Ecocidadão.

Colégios que ainda vão receber o Projeto:

17/10 – EMEIF Mozart Pinto (às 10h e 16h) – Rua Jorge Dumar, 2078 – Benfica

23/10 – EMEIF Haroldo Jorge Braun Vieira (às 8h50 e 14h50)  – Rua José Leandro (continuação da Lauro Vieira Chaves), Vila União.

13:18 · 05.05.2014 / atualizado às 13:21 · 05.05.2014 por

Giro nas Escolas

Turma da 5ª série do Colégio Ágape faz maquetes da Arena Castelão (Foto: Agência Diário/ Alex Costa)
Turma da 5ª série do Colégio Ágape faz maquetes da Arena Castelão (Fotos: Agência Diário/ Alex Costa)

Como parte do projeto “Brasil, encontro de nações”, envolvendo diversas áreas do conhecimento, os professores do Colégio Ágape pensaram numa atividade especial relacionada à Copa do Mundo. Afinal, com a proximidade do grande evento do esporte mundial, a criançada fala de futebol o tempo todo.

Ian Costa e sua Arena Castelão
Ian Costa e sua Arena Castelão

Que tal, então, unir o assunto do momento a uma tarefa escolar? Daí o colégio propôs uma missão: que cada um fizesse uma maquete da estrutura da Arena Castelão. Dá para imaginar como os estudantes ficaram empolgados com o desafio?

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“A construção da maquete do Castelão foi muito comemorada, afinal Fortaleza será cidade sede da Copa 2014!”, explica a coordenadora pedagógica Vanúsia Lima. O envolvimento dos familiares foi essencial nesse processo, pois não era nada fácil reproduzir o formato oval do estádio, com seus detalhes.

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E a garotada queria fazer tudo com perfeição. Nas maquetes, vemos o cuidado para reproduzir cadeiras, arquibancadas, traves, traços do gramado e até, pasmem, os telões.

A mamãe Roberta Costa explica como foi gratificante produzir o material com o filho Arthur Ângelo da Costa, 9 anos. Ela conta que Arthur quis mostrar cada parte do projeto do novo estádio. Até o trânsito no entorno do local eles fizeram. Deu um trabalhão, mas o resultado valeu a pena. O menino brinca quando fala sobre a produção do material.

O estudante Arthur Ângelo da Costa e sua maquete
O estudante Arthur Ângelo da Costa e sua maquete

“Quando minha professora lançou a proposta fiquei muito preocupado: ‘Como eu iria construir o Castelão?’ Depois minha família me ajudou e o resultado pra mim foi perfeito, gostei muito. Terminamos mais rápido do que o Castelão de verdade”.

arenacastelao4Maria Eduarda Aguiar de Almeida, 9, diz ter adorado a ajuda que recebeu da avó artesã para criar a maquete. Laís Ferreira Sombra, 10, comemora os pais terem achado um tempo na agenda lotada de compromissos para a auxiliar no projeto. “Eles estão sempre trabalhando, mas conseguiram um tempinho para me ajudar no trabalho”.

Maria Vitória Carvalho dos Santos, 9, diz que foi muito bacana ver a família toda se envolvendo. “Uns cortavam, outros colavam, meus irmãos davam sugestão. E o resultado é esse que vocês podem conferir”, comenta, orgulhosa. Henrique de Freitas Mendes, 10, revela que agora está mais empolgado ainda com a Copa do Mundo. “Foi muito bom construir essa maquete pois usei muito minha imaginação. Depois que ela foi concluída, imaginei o estádio cheio de gente torcendo pelo Brasil na Copa. Minha família se envolveu muito e eu fiquei muito feliz”.

Para a construção do material, as crianças usaram materiais simples. Isopor, palitos, embalagem de garrafas pet, cola, tesoura, recortes de revistas, canetinhas e o complemento de bonequinhos e carrinhos de plástico. Vejam as fotos e inspirem-se para criar a sua própria maquete em casa, com o auxílio do papai e da mamãe.

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