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Doença genética rara pode explicar origem do mito das sereias

Publicado em 26/09/2014 - 21:55 por | Comentar

Foto: Daily Mail

Foto: Daily Mail

Uma doença congênita rara pode ter servido de inspiração para a criação do mito da sereia, criatura meio peixe, meio humana, que ocupa o mundo da fantasia, dos contos de fada e do folclore.

A sirenomelia consiste na malformação nas pernas, que se mostram unidas por uma membrana, como se fosse um membro só. A doença, que atinge um bebê em cada 100 mil crianças, costuma ocorrer em casos de gêmeos idênticos.

Especialistas chegaram à conclusão de que a doença chegou a afetar alguns bebês na antiguidade. Essas crianças teriam servido como inspiração para a criação do mito da sereia. Crianças que nascem com sirenomelia não costumam viver por muitos dias.

Se não forem submetidas a uma cirurgia de separação dos membros pouco depois do nascimento, a ameaça de sérios problemas nos rins e na bexiga se torna perigosa.

Recorde

A mulher mais velha que já teve a doença é Tiffany Yorks, uma americana que nasceu em 1988.

Ela passou pela cirurgia antes de completar seu primeiro ano de vida e ainda sofre com problemas de mobilidade.

Aos 26 anos, usa cadeira de rodas e muletas para se locomover, devido aos seus ossos frágeis.

Com informações: Daily Mail / Portal Terra

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Stephen Hawking especula que “partícula de Deus” pode destruir o Universo

Publicado em 08/09/2014 - 22:41 por | Comentar

Foto: Editora Moderna

O bóson de Higgs, também conhecido como a “Partícula de Deus”, foi descoberto em 2012 por cientistas no CERN, o maior laboratório que estuda partículas. Ele é um dos principais fatores para explicar a função da massa Foto: Editora Moderna

A “Partícula de Deus” descoberta por cientistas em 2012 tem o potencial para destruir o Universo, alertou o prestigiado físico Stephen Hawking.

Segundo o cientista, de 72 anos, a um elevado nível de energia o bóson de Higgs, que confere forma e volume a tudo o que existe, poderá tornar-se instável. O que, na sua opinião, poderá dar origem a um “catastrófico vácuo”, que poderá levar ao colapso do espaço e do tempo.

“O bóson de Higgs poderá tornar-se irremediavelmente instável a uma energia acima dos 100bn gigaeletrovolts (GeV)”, escreveu Hawking no prefácio do seu novo livro, “Starmus”. A hipótese deste “catastrófico vácuo” referido pelo físico “poderá acontecer a qualquer momento, sem dar sinais de aviso”, acrescentou.

Bóson dá massa à matéria

O bóson de Higgs, também conhecido como a “Partícula de Deus”, foi descoberto em 2012 por cientistas no CERN, o maior laboratório que estuda partículas. Ele é um dos principais fatores para explicar a função da massa no mundo físico.

Para Hawking, este é o problema: “O bóson de Higgs tem uma característica muito preocupante, pois pode se tornar instável ao ponto de formar 100bn gigaeletrovolts de energia. Isso poderia causar uma decadência do universo de maneira catastrófica”.

Apesar das mínimas chances, o resultado “se expandiria através do vácuo do espaço com a velocidade da luz, e seria capaz de acontecer a qualquer momento, sem que possamos prever”, afirma Hawking.

Contudo, o físico afirma que a possibilidade disso acontecer é muito remota. “Caso a partícula chegue em tal nível de energia, ela irá se tornar maior do que a própria Terra em si, e isso é improvável”, garante o cientista.

Com informações: Diário Digital / Galileu

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Gases ou meteorito podem ter aberto misteriosa cratera de 80 metros na Rússia

Publicado em 17/07/2014 - 17:05 por | Comentar

Cientistas de muitas especialidades foram enviados ao distrito autônomo de Yamalo-Nenetsky, na Sibéria Ocidental (Rússia), para estudar as causas de uma cratera gigante descoberta na região.

Imagens do buraco foram postadas na internet na semana passada e o autor do vídeo (que, aliás, viralizou), um cinegrafista amador, disse que o tamanho é enorme e que “podem pousar vários helicópteros Mi-8 sem riscos de colisão entre eles”.

A cratera está localizada a 30 quilômetros da localidade de Bovanenko, que concentra as maiores reservas de gás condensado da Terra. Os pesquisadores que estão analisando o buraco estão divididos: uns acreditam que tenha surgido em razão de fenômenos naturais relacionados justamente a essa composição físico-química.

Outros, porém, não descartam a possibilidade de ter se formado após a possível queda de um meteorito. Vale lembrar que a Rússia é o país de maior área da Terra e foi atingido em fevereiro de 2013 por um corpo celeste como esse, mais precisamente na região de Chelyabinsk.

Com informações: Diário da Rússia

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Astronautas raspam o cabelo por conta de aposta na Copa do Mundo

Publicado em 30/06/2014 - 19:58 por | Comentar

Foto: Nasa / Divulgação

Aposta era a seguinte: se a Alemanha vencesse Reid Wiseman  rasparia a cabeça Foto: Nasa / Divulgação

Os tripulantes da Estação Espacial Internacional fizeram uma aposta a respeitos dos resultados da partida que aconteceu na última quinta-feira (26), entre a Alemanha e os Estados Unidos, pela Copa do Mundo.

Segundo a agência espacial, a nave está levando dois astronautas norte-americanos e um alemão. A aposta era a seguinte: se os Estados Unidos ganhasse, o alemão Alexander Gerst, que é careca, pintaria a bandeira estadunidense na cabeça; se a Alemanha vencesse, Steve Swanson e Reid Wiseman raspariam a cabeça.

Como a Alemanha venceu a partida por um a zero, os astronautas norte-americanos tiveram que pagar a promessa. O resultado foi publicado nas redes sociais oficiais da Nasa.

Os astronautas acompanham a Copa do Mundo por meio da internet. Apesar da derrota ianque , as duas seleções avançaram para as oitavas de final do Mundial.

Com informações: Nasa/Portal Terra

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Nasa testa com sucesso parcial primeiro “disco voador” terráqueo

Publicado em 30/06/2014 - 16:38 por | Comentar

Foto: Nasa / Divulgação

O Desacelerador supersônico aerodinâmico inflável (Siad, na sigla em inglês) se posicionou para frear a nave até uma velocidade de aproximadamente 2,5 vezes a do som (3.060 km/h) antes de abrir um enorme paraquedas supersônico Foto: Nasa / Divulgação

Depois de vários adiamentos pelo mau tempo, a Nasa enviou um “disco voador” para a alta camada da atmosfera terrestre para testar uma tecnologia que poderá ser usada para aterrissar em Marte.

A experiência foi, em parte, malsucedida, devido ao mau funcionamento de um paraquedas. O enorme balão inflado com hélio foi lançado da base militar da ilha havaiana de Kauai, 25 minutos após a abertura da janela de lançamento.

O artefato transporta um objeto em forma de disco, o Desacelerador supersônico de baixa densidade (LDSD, na sigla em inglês). O balão atingiu os 36.600 metros após duas horas e meia. Quase 15 minutos depois, a nave de teste em forma de disco foi lançada, com o acionamento de sua propulsão para chegar a 54.900 metros de altitude, a 3,8 vezes a velocidade do som (4.651 km/h).

Foi nesse momento que começou o teste da nova tecnologia, o Desacelerador supersônico aerodinâmico inflável (Siad, na sigla em inglês). O Siad se posicionou para frear a nave até uma velocidade de aproximadamente 2,5 vezes a do som (3.060 km/h) antes de abrir um enorme paraquedas supersônico.

Até aí, tudo saiu conforme programado. O único problema foi o gigantesco paraquedas de 34 metros de diâmetro. “O paraquedas se abriu, mas não estava totalmente estendido”, afirmou Dan Coatta, um dos membros da missão, entrevistado pela Nasa TV alguns minutos depois.

A Nasa pretende realizar outros dois voos do LDSD para testar as duas tecnologias – de freio e de aterrissagem – com seu desacelerador inflável e com o balão.

Satisfação

Apesar da falha, a Nasa manifestou sua grande satisfação com o teste, que custou cerca de US$ 150 milhões.

Desde a década de 1970, a Nasa utiliza o mesmo sistema de paraquedas para frear seus trens de pouso e robôs que aterrissam no Planeta Vermelho, à medida que penetram a fina atmosfera marciana.

A nova tecnologia está sendo testada em alta altitude, devido à semelhança de condições com a atmosfera superior de Marte, a termosfera.

Com informações: Portal Terra

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Ratos também são capazes de ter arrependimento, mostra estudo

Publicado em 17/06/2014 - 22:12 por | Comentar

Foto: PestClean

No experimento, os animais foram equipados com eletrodos para monitorar a atividade do cérebro e eram presenteados com alimentos em um “restaurante”. Mas como só tinham alguns segundos escolher, os ratos muitas vezes resolviam ficar com uma comida ruim Foto: PestClean

Pesquisadores da Universidade de Minnesota descobriram que ratos também se arrependem por decisões ruins — o sentimento não está ligado somente a humanos.

“O arrependimento é o reconhecimento de que você cometeu um erro, que de se tivesse feito outra escolha, seria melhor”, explica David Redish, professor do Departamento de Neurociência da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos.

“A parte difícil do estudo foi separar arrependimento de decepção, que é quando as coisas não vão como você havia esperado. A chave para a distinguir estava em deixar os ratos fizessem as escolhas”, diz. Além de mostrar que os bichos são capazes de sentir uma emoção complexa, como arrependimento, a análise ajuda os cientistas a compreender melhor a tomada de decisão de humanos.

Os pesquisadores submeteram quatro ratos a um teste chamado “Restaurant Row”. Os animais, equipados com eletrodos que para monitorar a atividade do cérebro, eram presenteados com alimentos em um “restaurante”. Mas como só tinham alguns segundos escolher, os ratos muitas vezes resolviam ficar com uma comida ruim.

A região do cérebro chamada de córtex orbitofrontal, envolvida na tomada de decisões em humanos, faz com que a pessoas sintam emoções agradáveis ou desagradáveis. “Ela é ativa durante o arrependimento. Encontramos em ratos que reconheceram que haviam cometido um erro”, diz Redish.

Com informações: Galileu

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Físico Stephen Hawking arrisca “fórmula” para levar Inglaterra ao título da Copa do Mundo

Publicado em 28/05/2014 - 19:26 por | 1 Comentário

Foto: EFE

Aos 72 anos, o pesquisador britânico sofre com uma grave doença (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele analisou aspectos políticos, psicológicos e até mesmo as cores dos uniformes dos times para chegar a uma conclusão sobre a melhor estratégia para a seleção de seu país Foto: EFE

Stephen Hawking, um dos mais respeitado físicos da atualidade, disse ter uma ‘fórmula secreta’ para que a Inglaterra tenha mais chances de vencer a Copa do Mundo, apesar de não ser apontada como uma das principais favoritas.

Aos 72 anos, ele sofre com uma grave doença, mas fez análises elaboradas sobre aspectos políticos, psicológicos e até mesmo sobre as cores dos uniformes dos times para chegar a uma conclusão. De quebra, ele chamou o uruguaio Luis Suárez de “bailarina”.

“Estatisticamente, o uniforme vermelho da Inglaterra é mais vitorioso e também deveríamos jogar no 4-3-3 em vez do 4-4-2. Psicólogos alemães descobriram que o vermelho faz os adversários se sentirem mais acuados, pois a cor mostra uma maior agressividade e dominância”, explicou Hawking.

Por outro lado, o físico admitiu que jogar no Brasil, tão longe de casa, poderá ser um problema: “Como todos os animais, a seleção inglesa é uma criatura que tem hábitos. Estar perto de casa reduziria as diferenças culturais. Nós jogamos melhor em climas temperados e de baixa altitude”.

Reprovação de Suárez

Após mais algumas análises, ele acabou cutucando o atacante uruguaio Luis Suárez, do Liverpool.

“Os dados mostram também que devemos torcer para que árbitros europeus apitem os nossos jogos. Árbitros europeus são mais simpáticos ao estilo de jogo da Inglaterra e menos simpáticos com ‘bailarinas’ como o [Luis] Suárez”, alfineta.

Por fim, ele explicou até mesmo como se deve bater um pênalti, sempre que possível usando atacantes: “A chave do sucesso em um pênalti é dar uns três passos e colocar alguma aceleração na bola, mas velocidade não é nada sem colocação”.

Hawking tem uma doença degenerativa (Esclerose Lateral Amiotrófica, ou ELA) que paralisou os músculos do seu corpo, mas não afetou de nenhuma forma o seu desempenho intelectual.

Para se comunicar, ele usa sensores na bochecha e nos óculos, e assim consegue formar as palavras no computador.

Com informações: Portal UOL

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Pescador dos EUA captura duas espécies raras de animais marinhos

Publicado em 10/05/2014 - 9:05 por | Comentar

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Isópodes são crustáceos, normalmente marinhos, que podem crescer até 40 centímetros de comprimento e costumam se alimentar de corpos de grandes animais, como baleias, em decomposição Foto: NOAA

Após analisarem imagens do raro tubarão-duende (Mitsukurina owstoni) pescado no Golfo do México, nas proximidades da Flórida (EUA), cientistas descobriram outra raridade nas fotografias.

Dezenas de crustáceos semelhantes a insetos gigantes, conhecidos como isópodes (cujo nome científico é Bathynomus giganteus), também foram capturados pelo pescador Carl Moore.

A descoberta surpreendeu Andrew Thaler, ecologista especializado em espécies marinhas do fundo do mar. Ele disse, em entrevista à CNN, nunca ter visto tantos isópodes gigantes em um mesmo lugar antes.

Os isópodes são crustáceos que possuem numerosas patas, todas semelhantes. Eles podem atingir até 40 centímetros de tamanho. O tatuzinho-de-areia, por exemplo, também é um tipo de isópode. A espécie capturada por Carl vive escavando o fundo do mar e se alimenta de corpos de baleias, peixes e lulas em decomposição.

O pescador contou que o tubarão-duende – que tinha 5,4 metros – nadou durante um certo tempo até ser capturado. Os cientistas acreditam que os isópodes e o tubarão-duende compartilhavam da carcaça de uma baleia e essa teria sido a razão para que eles tenham sido capturados juntos.

Com informações: Blog Page Not Found/O Globo

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Enquanto mundo tenta ver aproximação de Marte, Nasa revela luz misteriosa no planeta

Publicado em 09/04/2014 - 19:05 por | 1 Comentário

Misterioso ponto de luz no horizonte marciano é considerado apenas um reflexo da luz do Sol nas rochas pelos cientistas da Nasa, embora a circulação da foto tenha alimentado boatos e teorias de ufólogos Foto: Nasa / Divulgação

Misterioso ponto de luz no horizonte marciano é considerado apenas um reflexo da luz do Sol nas rochas pelos cientistas da Nasa, embora a circulação da foto tenha alimentado boatos e teorias de ufólogos Foto: Nasa / Divulgação

Justo no dia em Marte atingiu a maior aproximação com a Terra, nos últimos dois anos (cerca de 93 milhões de quilômetros), a Agência Espacial Norte-Americana, a Nasa, divulgou fotos da Curiosity que revelam uma imagem no mínimo curiosa.

Trata-se de uma luz inexplicável que tem intrigado até mesmo aos cientistas. Entusiastas da ufologia (considerada uma pseudociência) acreditam que esse é um sinal de que existe vida no planeta vermelho. Mas pesquisadores da Nasa  descartam a hipótese. A imagem foi tirada pela câmera do lado direito do Curiosity. Porém, a luz não aparece nas fotos feitas pela câmera que fica no lado esquerdo do jipe-robô.

Quando chegou ao planeta Terra, a imagem feita por Curiosity deixou muita gente intrigada, o que inclui os pesquisadores da Nasa. O blogueiro e ufólogo Scott Waring, por exemplo, acredita que a fotografia sugere que há criaturas inteligentes vivendo no planeta. Mas Doug Ellison, um dos cientistas da agência, disse que a luz captada tem explicação e certamente não representa nenhuma prova de vida extraterrestre.

Ellison disse à NBC que a luz pode ter sido resultado de uma reação aos raios cósmicos de alta intensidade energética, no momento em que atingiram a superfície de Marte. O espaço é preenchido com radiação e a fina atmosfera de Marte não bloqueia partículas de alta energia (raios cósmicos) com tanta eficácia como a grossa atmosfera terrestre. Por isso, alguns raios cósmicos atingem a superfície de Marte.

Com informações: Portal Exame

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Tartaruga de Santa Helena pode ser animal mais velho do mundo

Publicado em 14/03/2014 - 17:16 por | Comentar

Tartaruga batizada de Jonathan teria a idade de 182 anos Foto: BBC Brasil

Tartaruga-das-seychelles, batizada de Jonathan, teria a idade de 182 anos Foto: BBC Brasil

Plantation House, na ilha de Santa Helena, é a residência oficial do governador dos territórios britânicos ultramarinos no Sul do Atlântico. Lá vivem Jonathan, Myrtle e Fredrika – três tartarugas das cinco de uma espécie rara que habitam a ilha.

A mais velha delas é Jonathan, cuja idade registrada é de 182 anos. Ele é possivelmente o animal mais velho do mundo. “Ele é praticamente cego, por causa da catarata, e não tem mais olfato – mas sua audição é boa”, diz Joe Hollis, um dos guias turísticos da ilha.

O animal é um espécime raro de tartaruga-das-seychelles, oriunda da ilha do mesmo nome, que fica no Oceano Índico. As companheiras de Jonathan são de uma espécie levemente diferente – o jabuti-gigante-de-aldabra, do atol que leva o mesmo nome.

Hoje há poucos jabutis-gigantes-de-aldabra no mundo – apenas 100 mil, mas só algumas dúzias conseguirão se reproduzir.

Ilha deteve Napoleão

A ilha de Santa Helena é famosa por ser isolada no meio do Atlântico Sul (no mapa, é um pequeno ponto entre a Bahia e Angola).

Muitas vítimas do tráfico de escravos que adoeciam e não conseguiam completar a viagem da África às Américas ficavam na ilha, onde morriam após poucos dias. Além disso, Santa Helena abrigou Napoleão.

Nenhum dos moradores sabe explicar como Jonathan veio parar aqui. No século 17, os navios costumavam transportar centenas de tartarugas, muitas delas que serviam de refeição aos marinheiros. Nas ilhas Galápagos, 200 mil tartarugas teriam sido abatidas para servir como refeição.

A pergunta que intriga todos é: como Jonathan escapou deste destino? Uma hipótese é que o governador da ilha na época, Hudson Janisch, tenha adotado a tartaruga como animal de estimação. Desde Janisch, 33 governadores já passaram por aqui, e ninguém quer ter a má-sorte de ver Jonathan morrer durante o seu mandato.

O atual mandatário, Mark Capes, diz que é importante que Jonathan seja “tratado com respeito, atenção e carinho, que ele merece”. Uma foto de 1882 já mostra Jonathan em tamanho adulto. Esta espécie leva 50 anos para crescer ao seu tamanho pleno.

Caso ele realmente tenha 182 anos, Jonathan teria perdido por uma década a chance de “conhecer” Napoleão, que morreu em 1821 – pouco mais de dez anos antes do nascimento de Jonathan, que, segundo a estimativa, teria sido em 1832.

Tartarugas desta espécie podem viver até 250 anos. Os moradores da cidade já têm um plano especial de “funeral” para o caso de sua morte. O casco de Jonathan será exposto permanentemente em Santa Helena.

Com informações: BBC Brasil

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