Diário Científico

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Ônibus na Inglaterra é primeiro movido a metano, gás produzido por fezes humanas

Publicado em 25/11/2014 - 20:09 por | Comentar

Foto: David Gambles

Ao aproveitar o metano que poderia estar sendo liberado diretamente no ar, em substituição a combustíveis fósseis como o petróleo, o ônibus da linha Bristol/Bath diminui a emissões de gases-estufa Foto: David Gambles

Um ônibus movido a fezes humanas e a restos de comida percorre diariamente a inocente linha entre o aeroporto de Bristol e Bath, uma cidade de 80 mil habitantes no sudoeste da Inglaterra.

Em uma estação de tratamento em Bristol, a empresa responsável pelas operações do ônibus coleta o esgoto urbano, separa os resíduos mais promissores e leva tudo para biodigestores. São tanques onde se deposita o material. As bactérias fazem o trabalho de decomposição, liberando metano. Tal gás, altamente inflamável, é um ótimo combustível, e é utilizado no ônibus. Os 40 passageiros não precisam se preocupar, portanto, com o fornecimento de matéria-prima nem com o cheiro que isso poderia criar.

Um tanque tem autonomia de 300 km. Para enchê-lo, utiliza-se o equivalente a um ano de “resíduos” (incluindo nesta conta também os restos de comida descartados) de cerca de cinco pessoas.

Emissões reduzidas

Ao aproveitar o metano que poderia estar sendo liberado diretamente no ar, em substituição a combustíveis fósseis como o petróleo, o ônibus diminui a emissões de gases-estufa.

Além disso, utilizar biodigestores é uma maneira ecológica de lidar com o lixo e com o esgoto. Mohammed Saddiq, diretor-geral da GENeco, empresa que opera a linha, afirma que uma das características mais bacanas do ônibus é que ele é “abastecido pelas pessoas da região, inclusive muitas daquelas que estão dentro do ônibus”.

O ônibus transporta cerca de 10 mil passageiros por mês.

Fezes de porcos

Outros projetos pelo mundo também transformam fezes, só que de animais, em algo mais útil e valioso.

Nos EUA, um projeto que recebeu investimentos do Google e da Universidade Duke transforma o metano produzido por fezes de porcos em energia elétrica, que é fornecida a uma fazenda da Carolina do Norte.

O objetivo é reduzir as emissões de carbono – e também o odor desagradável do excremento dos animais.

Com informações: Folhapress

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Robô disfarçado ajuda cientistas a estudar pinguins

Publicado em 04/11/2014 - 19:34 por | Comentar

Foto: Nature Methods

Uma imagem do pinguim-robô mostra uma bola de pelos com nadadeiras, bico afiado e cara pintada em preto-e-branco, como os filhotes de Imperadores, sobre quatro rodas Foto: Nature Methods

Destemido, o sósia de um filhote de pinguim avança sobre quatro rodas na direção de um grupo de bebês pinguins de carne e osso, bem debaixo dos bicos dos adultos, que não parecem se incomodar com sua presença.

A infiltração é por uma boa causa: o robô, gracioso e fofinho, é um espião controlado remotamente, criado por cientistas que querem monitorar os ariscos pinguins, sem estressá-los.

Uma equipe internacional testou o robô com e sem a camuflagem de pinguim em populações de Pinguins-reis (“Aptenodytes patagonicus”) em Possession Island, no Oceano Índico, e Pinguins-imperadores (“Aptenodytes forsteri”) na Antártica.

Em artigo publicado na edição de domingo da revista Nature Methods, eles relataram que as duas versões do robô causaram menos alarme do que a presença humana – conforme demonstrado pela frequência cardíaca e o comportamento das aves – além do fato de que o sósia podia se aproximar mais.

O robô foi equipado com uma antena capaz de ler os sinais emitidos por etiquetas de identificação eletrônicas instaladas em alguns pinguins para a pesquisa populacional. As etiquetas só podem ser lidas até uma distância de 60 centímetros.

“Quando o robô foi camuflado como um pinguim, todos os adultos e filhotes de Imperadores permitiram que se aproximasse o suficiente para a identificação eletrônica”, afirmaram.

“Foi possível ouvir os adultos e os filhotes cantando na direção do robô camuflado e conseguiu se infiltrar em uma creche sem perturbá-los”, prosseguiram.

‘Bola de pelos’

Uma imagem do pinguim-robô mostra uma bola de pelos com nadadeiras, bico afiado e cara pintada em preto-e-branco, como os filhotes de Imperadores, sobre quatro rodas.

Em outra imagem, o pequeno robô é visto em meio a um amontoado de pinguins bebê supervisionado por grupos de adultos. Ainda em processo de aperfeiçoamento, o robô se destina a esclarecer os padrões de reprodução e comportamento dos pinguins, bons indicadores da saúde dos recursos marinhos no Oceano Antártico.

No passado, cientistas prenderam nas asas dos pinguins dispositivos que transmitiam automaticamente um sinal de rádio, ao receber um determinado estímulo. A transmissão poderia ser feita a longas distâncias, mas os pesquisadores logo descobriram que impediam os pinguins de nadar, prejudicando a procriação e a caça.

Atualmente, um chip minúsculo com peso de menos de uma grama é inserido sob a pele das aves. No entanto, o alcance agora é notoriamente menor, forçando os cientistas a se infiltrarem nas colônias para obter os dados de que precisam.

 

Com informações: AFP

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Substância encontrada no cacau pode barrar perda de memória e dificuldades de aprendizado

Publicado em 27/10/2014 - 19:43 por | Comentar

Foto: Blog Grupo 5

Voluntários foram distribuídos em dois grupos que, durante três meses, ingeriram diariamente bebidas com altas doses de flavonóis. As bebidas foram preparadas por um fabricante norte-americano de chocolates, que desenvolveu uma técnica para extrair os flavonóis do cacau Foto: Blog Grupo 5

Um regime rico em flavonóis, subgrupo dos flavonoides, substâncias naturais encontradas no cacau e em outros frutos, pode controlar a deterioração cognitiva relacionada com a idade – afirmam cientistas.

O processo de envelhecimento costuma ser acompanhado por uma dificuldade maior de aprender, ou de lembrar de alguns nomes, ou lugares. A deterioração gradativa da memória começa na idade adulta, mas não é percebida antes dos 50, ou 60 anos.

Para estudar o impacto dos flavonóis do cacau, cientistas da Universidade de Columbia (EUA) submeteram a testes 37 voluntários com idades entre os 50 e os 69 anos. Esses voluntários foram distribuídos em dois grupos que, durante três meses, ingeriram diariamente bebidas com doses de flavonóis – uma delas, contendo 900 mg, e a outra, com uma dose baixa da substância, de 10 mg.

As bebidas foram preparadas por um fabricante norte-americano de chocolates, que desenvolveu uma técnica para extrair os flavonóis do cacau e que financiou parcialmente a pesquisa. Ao final do teste, os cérebros dos voluntários foram observados com técnicas de imagem cerebral, que permitiram mostrar o aumento sensível do volume sanguíneo de uma região conhecida como giro dentado do hipocampo nos voluntários do primeiro grupo.

O giro dentado desempenha um papel na memória, mas os resultados diminuem com a idade. Os voluntários do primeiro grupo apresentaram melhores aptidões de memorização do que os do segundo, em um exercício de reconhecimento de formas com 20 minutos de duração.

“Depois de três meses, um participante, que tinha a memória de um sexagenário no começo do estudo, apresentou desempenho típico de alguém com 30, ou 40 anos”, afirmou Scott Small, principal autor do estudo, publicado na revista “Nature Neuroscience”.

Resultados preliminares

O pesquisador destacou, porém, que os resultados preliminares terão de ser
confirmados por novos estudos, com um número maior de pessoas.

Ele também advertiu que não foi possível concluir a necessidade de se ingerir mais chocolate, pois a “quantidade de flavonóis encontrada no chocolate é minúscula em comparação com a consumida” pelos voluntários do estudo.

Os flavonóis também podem ser encontrados no chá, nas uvas e em muitos outros frutos e legumes e poderiam, segundo outros estudos, ser benéficos também para o coração. Uma outra pesquisa, feita por cientistas australianos, com o apoio de outro fabricante de chocolate, já teria demonstrado, em 2012, que os flavonóis do cacau poderiam aumentar a capacidade do cérebro.

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Doença genética rara pode explicar origem do mito das sereias

Publicado em 26/09/2014 - 21:55 por | Comentar

Foto: Daily Mail

Foto: Daily Mail

Uma doença congênita rara pode ter servido de inspiração para a criação do mito da sereia, criatura meio peixe, meio humana, que ocupa o mundo da fantasia, dos contos de fada e do folclore.

A sirenomelia consiste na malformação nas pernas, que se mostram unidas por uma membrana, como se fosse um membro só. A doença, que atinge um bebê em cada 100 mil crianças, costuma ocorrer em casos de gêmeos idênticos.

Especialistas chegaram à conclusão de que a doença chegou a afetar alguns bebês na antiguidade. Essas crianças teriam servido como inspiração para a criação do mito da sereia. Crianças que nascem com sirenomelia não costumam viver por muitos dias.

Se não forem submetidas a uma cirurgia de separação dos membros pouco depois do nascimento, a ameaça de sérios problemas nos rins e na bexiga se torna perigosa.

Recorde

A mulher mais velha que já teve a doença é Tiffany Yorks, uma americana que nasceu em 1988.

Ela passou pela cirurgia antes de completar seu primeiro ano de vida e ainda sofre com problemas de mobilidade.

Aos 26 anos, usa cadeira de rodas e muletas para se locomover, devido aos seus ossos frágeis.

Com informações: Daily Mail / Portal Terra

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Stephen Hawking especula que “partícula de Deus” pode destruir o Universo

Publicado em 08/09/2014 - 22:41 por | Comentar

Foto: Editora Moderna

O bóson de Higgs, também conhecido como a “Partícula de Deus”, foi descoberto em 2012 por cientistas no CERN, o maior laboratório que estuda partículas. Ele é um dos principais fatores para explicar a função da massa Foto: Editora Moderna

A “Partícula de Deus” descoberta por cientistas em 2012 tem o potencial para destruir o Universo, alertou o prestigiado físico Stephen Hawking.

Segundo o cientista, de 72 anos, a um elevado nível de energia o bóson de Higgs, que confere forma e volume a tudo o que existe, poderá tornar-se instável. O que, na sua opinião, poderá dar origem a um “catastrófico vácuo”, que poderá levar ao colapso do espaço e do tempo.

“O bóson de Higgs poderá tornar-se irremediavelmente instável a uma energia acima dos 100bn gigaeletrovolts (GeV)”, escreveu Hawking no prefácio do seu novo livro, “Starmus”. A hipótese deste “catastrófico vácuo” referido pelo físico “poderá acontecer a qualquer momento, sem dar sinais de aviso”, acrescentou.

Bóson dá massa à matéria

O bóson de Higgs, também conhecido como a “Partícula de Deus”, foi descoberto em 2012 por cientistas no CERN, o maior laboratório que estuda partículas. Ele é um dos principais fatores para explicar a função da massa no mundo físico.

Para Hawking, este é o problema: “O bóson de Higgs tem uma característica muito preocupante, pois pode se tornar instável ao ponto de formar 100bn gigaeletrovolts de energia. Isso poderia causar uma decadência do universo de maneira catastrófica”.

Apesar das mínimas chances, o resultado “se expandiria através do vácuo do espaço com a velocidade da luz, e seria capaz de acontecer a qualquer momento, sem que possamos prever”, afirma Hawking.

Contudo, o físico afirma que a possibilidade disso acontecer é muito remota. “Caso a partícula chegue em tal nível de energia, ela irá se tornar maior do que a própria Terra em si, e isso é improvável”, garante o cientista.

Com informações: Diário Digital / Galileu

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Gases ou meteorito podem ter aberto misteriosa cratera de 80 metros na Rússia

Publicado em 17/07/2014 - 17:05 por | Comentar

Cientistas de muitas especialidades foram enviados ao distrito autônomo de Yamalo-Nenetsky, na Sibéria Ocidental (Rússia), para estudar as causas de uma cratera gigante descoberta na região.

Imagens do buraco foram postadas na internet na semana passada e o autor do vídeo (que, aliás, viralizou), um cinegrafista amador, disse que o tamanho é enorme e que “podem pousar vários helicópteros Mi-8 sem riscos de colisão entre eles”.

A cratera está localizada a 30 quilômetros da localidade de Bovanenko, que concentra as maiores reservas de gás condensado da Terra. Os pesquisadores que estão analisando o buraco estão divididos: uns acreditam que tenha surgido em razão de fenômenos naturais relacionados justamente a essa composição físico-química.

Outros, porém, não descartam a possibilidade de ter se formado após a possível queda de um meteorito. Vale lembrar que a Rússia é o país de maior área da Terra e foi atingido em fevereiro de 2013 por um corpo celeste como esse, mais precisamente na região de Chelyabinsk.

Com informações: Diário da Rússia

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Astronautas raspam o cabelo por conta de aposta na Copa do Mundo

Publicado em 30/06/2014 - 19:58 por | Comentar

Foto: Nasa / Divulgação

Aposta era a seguinte: se a Alemanha vencesse Reid Wiseman  rasparia a cabeça Foto: Nasa / Divulgação

Os tripulantes da Estação Espacial Internacional fizeram uma aposta a respeitos dos resultados da partida que aconteceu na última quinta-feira (26), entre a Alemanha e os Estados Unidos, pela Copa do Mundo.

Segundo a agência espacial, a nave está levando dois astronautas norte-americanos e um alemão. A aposta era a seguinte: se os Estados Unidos ganhasse, o alemão Alexander Gerst, que é careca, pintaria a bandeira estadunidense na cabeça; se a Alemanha vencesse, Steve Swanson e Reid Wiseman raspariam a cabeça.

Como a Alemanha venceu a partida por um a zero, os astronautas norte-americanos tiveram que pagar a promessa. O resultado foi publicado nas redes sociais oficiais da Nasa.

Os astronautas acompanham a Copa do Mundo por meio da internet. Apesar da derrota ianque , as duas seleções avançaram para as oitavas de final do Mundial.

Com informações: Nasa/Portal Terra

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Nasa testa com sucesso parcial primeiro “disco voador” terráqueo

Publicado em 30/06/2014 - 16:38 por | Comentar

Foto: Nasa / Divulgação

O Desacelerador supersônico aerodinâmico inflável (Siad, na sigla em inglês) se posicionou para frear a nave até uma velocidade de aproximadamente 2,5 vezes a do som (3.060 km/h) antes de abrir um enorme paraquedas supersônico Foto: Nasa / Divulgação

Depois de vários adiamentos pelo mau tempo, a Nasa enviou um “disco voador” para a alta camada da atmosfera terrestre para testar uma tecnologia que poderá ser usada para aterrissar em Marte.

A experiência foi, em parte, malsucedida, devido ao mau funcionamento de um paraquedas. O enorme balão inflado com hélio foi lançado da base militar da ilha havaiana de Kauai, 25 minutos após a abertura da janela de lançamento.

O artefato transporta um objeto em forma de disco, o Desacelerador supersônico de baixa densidade (LDSD, na sigla em inglês). O balão atingiu os 36.600 metros após duas horas e meia. Quase 15 minutos depois, a nave de teste em forma de disco foi lançada, com o acionamento de sua propulsão para chegar a 54.900 metros de altitude, a 3,8 vezes a velocidade do som (4.651 km/h).

Foi nesse momento que começou o teste da nova tecnologia, o Desacelerador supersônico aerodinâmico inflável (Siad, na sigla em inglês). O Siad se posicionou para frear a nave até uma velocidade de aproximadamente 2,5 vezes a do som (3.060 km/h) antes de abrir um enorme paraquedas supersônico.

Até aí, tudo saiu conforme programado. O único problema foi o gigantesco paraquedas de 34 metros de diâmetro. “O paraquedas se abriu, mas não estava totalmente estendido”, afirmou Dan Coatta, um dos membros da missão, entrevistado pela Nasa TV alguns minutos depois.

A Nasa pretende realizar outros dois voos do LDSD para testar as duas tecnologias – de freio e de aterrissagem – com seu desacelerador inflável e com o balão.

Satisfação

Apesar da falha, a Nasa manifestou sua grande satisfação com o teste, que custou cerca de US$ 150 milhões.

Desde a década de 1970, a Nasa utiliza o mesmo sistema de paraquedas para frear seus trens de pouso e robôs que aterrissam no Planeta Vermelho, à medida que penetram a fina atmosfera marciana.

A nova tecnologia está sendo testada em alta altitude, devido à semelhança de condições com a atmosfera superior de Marte, a termosfera.

Com informações: Portal Terra

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Ratos também são capazes de ter arrependimento, mostra estudo

Publicado em 17/06/2014 - 22:12 por | Comentar

Foto: PestClean

No experimento, os animais foram equipados com eletrodos para monitorar a atividade do cérebro e eram presenteados com alimentos em um “restaurante”. Mas como só tinham alguns segundos escolher, os ratos muitas vezes resolviam ficar com uma comida ruim Foto: PestClean

Pesquisadores da Universidade de Minnesota descobriram que ratos também se arrependem por decisões ruins — o sentimento não está ligado somente a humanos.

“O arrependimento é o reconhecimento de que você cometeu um erro, que de se tivesse feito outra escolha, seria melhor”, explica David Redish, professor do Departamento de Neurociência da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos.

“A parte difícil do estudo foi separar arrependimento de decepção, que é quando as coisas não vão como você havia esperado. A chave para a distinguir estava em deixar os ratos fizessem as escolhas”, diz. Além de mostrar que os bichos são capazes de sentir uma emoção complexa, como arrependimento, a análise ajuda os cientistas a compreender melhor a tomada de decisão de humanos.

Os pesquisadores submeteram quatro ratos a um teste chamado “Restaurant Row”. Os animais, equipados com eletrodos que para monitorar a atividade do cérebro, eram presenteados com alimentos em um “restaurante”. Mas como só tinham alguns segundos escolher, os ratos muitas vezes resolviam ficar com uma comida ruim.

A região do cérebro chamada de córtex orbitofrontal, envolvida na tomada de decisões em humanos, faz com que a pessoas sintam emoções agradáveis ou desagradáveis. “Ela é ativa durante o arrependimento. Encontramos em ratos que reconheceram que haviam cometido um erro”, diz Redish.

Com informações: Galileu

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Físico Stephen Hawking arrisca “fórmula” para levar Inglaterra ao título da Copa do Mundo

Publicado em 28/05/2014 - 19:26 por | 1 Comentário

Foto: EFE

Aos 72 anos, o pesquisador britânico sofre com uma grave doença (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele analisou aspectos políticos, psicológicos e até mesmo as cores dos uniformes dos times para chegar a uma conclusão sobre a melhor estratégia para a seleção de seu país Foto: EFE

Stephen Hawking, um dos mais respeitado físicos da atualidade, disse ter uma ‘fórmula secreta’ para que a Inglaterra tenha mais chances de vencer a Copa do Mundo, apesar de não ser apontada como uma das principais favoritas.

Aos 72 anos, ele sofre com uma grave doença, mas fez análises elaboradas sobre aspectos políticos, psicológicos e até mesmo sobre as cores dos uniformes dos times para chegar a uma conclusão. De quebra, ele chamou o uruguaio Luis Suárez de “bailarina”.

“Estatisticamente, o uniforme vermelho da Inglaterra é mais vitorioso e também deveríamos jogar no 4-3-3 em vez do 4-4-2. Psicólogos alemães descobriram que o vermelho faz os adversários se sentirem mais acuados, pois a cor mostra uma maior agressividade e dominância”, explicou Hawking.

Por outro lado, o físico admitiu que jogar no Brasil, tão longe de casa, poderá ser um problema: “Como todos os animais, a seleção inglesa é uma criatura que tem hábitos. Estar perto de casa reduziria as diferenças culturais. Nós jogamos melhor em climas temperados e de baixa altitude”.

Reprovação de Suárez

Após mais algumas análises, ele acabou cutucando o atacante uruguaio Luis Suárez, do Liverpool.

“Os dados mostram também que devemos torcer para que árbitros europeus apitem os nossos jogos. Árbitros europeus são mais simpáticos ao estilo de jogo da Inglaterra e menos simpáticos com ‘bailarinas’ como o [Luis] Suárez”, alfineta.

Por fim, ele explicou até mesmo como se deve bater um pênalti, sempre que possível usando atacantes: “A chave do sucesso em um pênalti é dar uns três passos e colocar alguma aceleração na bola, mas velocidade não é nada sem colocação”.

Hawking tem uma doença degenerativa (Esclerose Lateral Amiotrófica, ou ELA) que paralisou os músculos do seu corpo, mas não afetou de nenhuma forma o seu desempenho intelectual.

Para se comunicar, ele usa sensores na bochecha e nos óculos, e assim consegue formar as palavras no computador.

Com informações: Portal UOL

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