Diário Científico

Categoria: Física


18:12 · 26.01.2015 / atualizado às 18:25 · 26.01.2015 por
Foto: Reuters
O balão voará a uma altitude de pelo menos 4.500 metros exigindo que os pilotos usem máscaras de oxigênio. Eles ficarão em uma espécie de cápsula cuja temperatura será de cerca de 10°C Foto: Reuters

Uma equipe internacional de balonismo alçou voo na manhã de domingo (25), no Japão, com o objetivo de quebrar recordes.

O balão cheio de gás hélio partiu da localidade de Saga após adiamento no início do ano causado por condições climáticas desfavoráveis.

O voo está sendo monitorado por pesquisadores da Universidade do Estado do Arizona que estão estudando os efeitos da fadiga sobre a capacidade cognitiva. Os pilotos tiveram de estar fisicamente aptos para aguentar os dias dentro de uma espécie de cápsula, dormindo pouco e com oxigênio limitado.

Troy Bradley, de Albuquerque, nos Estados Unidos, e Leonid Tiukhtyaev, da Rússia, pretendem chegar à América do Norte e quebrar o recorde de 8.381 quilômetros percorridos.

Eles também pretendem ultrapassar a barreira de 137 horas de duração de voo, alcançada em 1978, quando Ben Abruzzo, Maxie Anderson e Larry Newman fizeram a primeira viagem transatlântica de balão.

A previsão é que a equipe volte ao solo em pouco mais de seis dias, mas ainda não se sabe onde a dupla pousará. O tempo limite de voo são dez dias. “Isso vai nos manter na beirada de nossos assentos para esta missão”, disse Letitia Hill, diretora de mídias sociais para o controle da equipe, explicando que a indefinição exige atenção da equipe.

Ela assistiu ao lançamento no Museu Internacional de Balões Anderson-Abruzzo, de Albuquerque, no estado norte-americano do Novo México.

Condições hostis

O balão de Bradley e Tiukhtyaev – batizado de Two Eagles – é equipado com um sistema de navegação de alta tecnologia e itens de necessidades básicas, como um kit de primeiros socorros e equipamentos para se comunicar com o centro de comando.

Ele voará a uma altitude de pelo menos 4.500 metros, na troposfera, exigindo que os pilotos usem máscaras de oxigênio. Eles ficarão em uma espécie de cápsula cuja temperatura será de cerca de 10 graus Celsius.

Com informações: Reuters/Agência O Globo/Yahoo

22:12 · 12.01.2015 / atualizado às 22:21 · 12.01.2015 por
Relógio Atômico
Serviço constatou ser necessária a introdução deste “segundo intercalar” para coordenar a escala do Tempo Atômico Internacional com a rotação da Terra Foto: Folhapress

O ano de 2015 vai ser ligeiramente maior do que o ano passado: no dia 30 de junho, às 2o horas, 59 minutos e 59 segundos, 2015 vai ganhar um segundo extra.

Chama-se “segundo intercalar” e a sua introdução nos relógios foi anunciada pelo International Earth Rotation Service (IERS). O serviço constatou ser necessária a introdução deste “segundo intercalar” para coordenar a escala do Tempo Atômico Internacional com a rotação do planeta Terra.

Ou seja, o segundo intercalar vai permitir que os nossos relógios não se adiantem em relação à rotação do planeta. Isto porque a duração do “segundo” na escala do Tempo Atômico é constante e atualmente é mais curta do que a do “segundo” da rotação da Terra, uma vez que a rotação completa do planeta dura cada vez mais tempo – está desacelerando muito muito lentamente, a um ritmo de dois milésimos de segundo por século.

A mudança pode causar alguns problemas. Quando foi adicionado um segundo extra em 2012, várias empresas de software tiveram problemas, como a Mozilla e o LinkedIn, já que não estão preparadas para incluir segundos adicionais. O primeiro “segundo intercalar” foi adicionado em 1972.

Com informações: Diário de Notícias

 

22:14 · 27.10.2014 / atualizado às 22:31 · 27.10.2014 por
Foto: HypeScience
Página do cosmólogo possui mais de 1,6 milhão de seguidores e seu post inaugural, mais de dez mil compartilhamentos e 100 mil curtidas Foto: HypeScience

No dia 7 de outubro, o astrofísico teórico e cosmólogo britânico Stephen Hawking, de 72 anos, abriu uma conta no Facebook.

Ninguém sabia, porém, o real objetivo de sua página até a última sexta-feira (24), quando o professor da Universidade de Cambridge publicou o seu primeiro comentário: “Eu sempre me perguntei sobre o que faz o Universo existir. Tempo e espaço podem ser um eterno mistério, mas isso não impediu minha busca. Nossas conexões entre um e outro cresceram infinitamente e agora que tenho a chance, estou ansioso para compartilhar essa jornada com você. Seja curioso, sei que sempre serei. Bem-vindo e obrigada por visitar minha página no Facebook”.

A vontade de explicar sobre seus trabalhos, pesquisas e questionamentos na rede social parece ter agradado o público: a página possui mais de 1,6 milhão de seguidores e seu post inaugural, mais de dez mil compartilhamentos e 100 mil curtidas.

Por enquanto, a conta não teve muitas atualizações – só duas, além da de estreia. Mas para quem é fã do intelectual, vale a pena ficar de olho nas novidades que seus posts tem a revelar.

Com informações: Isabella Carrera / Portal Revista Época

22:42 · 15.10.2014 / atualizado às 23:00 · 15.10.2014 por
Foto: George Joch/ Argonne National Laboratory
Cientistas do projeto NOvA acreditam que uma melhor compreensão dessas partículas, abundantes e de difícil estudo, pode levar a um quadro mais claro do funcionamento do universo Foto: George Joch/ Argonne National Laboratory

O maior experimento já feito com neutrinos, partículas sem carga elétrica e que interagem com outras partículas por meio de interação gravitacional, pode ser a chave para a compreensão do universo.

Eles podem dar aos pesquisadores pistas sobre a misteriosa matéria escura do espaço e outros fenômenos astrofísicos pouco conhecidos pelos estudiosos. Uma máquina chamada NOvA (assim mesmo, com apenas uma letra minúscula) e constituída por dois enormes detectores, posicionados a 800 quilômetros de distância, um em Batavia, perto de Chicago, e outro em Ash River, Minnesota, pretende estudar essas esquivas partículas subatômicas da natureza.

Os cientistas acreditam que uma melhor compreensão dessas partículas, abundantes e de difícil estudo, pode levar a um quadro mais claro do funcionamento do universo. Usando o feixe de neutrinos mais poderoso do mundo, gerado no Fermi National Accelerator Laboratory, perto de Chicago, a máquina pode gravar os vestígios de neutrinos de forma precisa.

Leves e pequeninos, os neutrinos estão por toda parte. Cerca de 100 trilhões deles passam por nós a cada segundo, sem nos causar nenhum dano. Criados pelo Big Bang, eles dificilmente são detectados pelos cientistas pelo fato de se moverem rapidamente.

Partículas excêntricas

“Das partículas conhecidas, os neutrinos são as mais excêntricas “, disse Steven Ritz, da Universidade da Califórnia. Há três tipos de neutrinos: eles podem mudar de um tipo para outro, mas os cientistas não sabem muito bem o porquê.

Um dos detectores, instalado no subsolo do laboratório, observa os neutrinos ao passo em que eles embarcam em sua jornada através da Terra a quase à velocidade da luz. O outro detecta esses neutrinos e permite que os cientistas analisem como eles mudam ao longo da sua viagem.

O Fermi National Accelerator Laboratory planeja enviar dezenas de milhares de milhões de neutrinos por segundo em um feixe destinado aos detectores. Assim, os cientistas esperam aprender mais sobre a forma como eles mudam de um tipo para o outro.

Com informações: Daily Mail / Portal Terra

23:25 · 17.09.2014 / atualizado às 23:40 · 17.09.2014 por
Foto: Reprodução da web
O projeto “Física Marginal” tem como maiores canais de divulgação: um blog homônimo que permite ao estudante, acessar conteúdos da disciplina; além de um canal de vídeo-aulas na rede social YouTube Foto: Reprodução da web

O cearense Idelfranio Moreira foi um dos 40 educadores brasileiros selecionados para participar do workshop YouTube EDU Academy, relacionado à plataforma online YouTube EDU, que traz vídeo-aulas de diversas disciplinas, em língua portuguesa. Ele participará do evento nesta quinta-feira (18), na sede do Google, em São Paulo.

Moreira é professor de Física há 20 anos e desde 2009 criou o projeto “Física Marginal”, cujos maiores canais de divulgação são: um blog homônimo que permite ao estudante, mediante cadastro gratuito, acessar conteúdos da disciplina; além de um canal de vídeo-aulas na rede social YouTube. Em ambos os meios, a iniciativa privilegia a elaboração de questões inspiradas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), incluindo plantões ao vivo nos últimos finais de semana que antecedem as provas.

Além do foco no Enem, outro diferencial do projeto “Física Marginal” é uma metodologia que traz nos enunciados de cada questão, temas que instiguem um maior interesse dos estudantes na resolução do problema apresentado. Segundo o educador, “celebridades, eventos, curiosidades, tudo pode se tornar uma questão de Física. Assim, vamos atraindo o público, fazendo com que resolver problemas passe a ser um momento privilegiado de estudo.”

Ele próprio relembra que o interesse pela disciplina surgiu aos 12 anos, na década de 1980, justamente assistindo ao seriado norte-americano MacGyver, ou “Profissão Perigo”, onde o protagonista era um agente secreto que combatia o crime, justamente utilizando de seus conhecimentos científicos, notadamente das leis da Física.

Canais de educação fazem sucesso na web

O sucesso de canais de educação no YouTube, tais como o “Física Marginal”, fez com que o gigante do compartilhamento de vídeos na web, com curadoria da Fundação Lemann, lançasse no Brasil, em 2013, a plataforma YouTube EDU, que hoje inclui cerca de 12 mil vídeos-aulas de diferentes disciplinas.

O evento desta quinta-feira (18) será restrito a quarenta educadores, previamente selecionados, em todo o País. O workshop YouTube EDU Academy tem como objetivo preparar professores para o uso de tecnologias e inovação capazes de acelerar o aprendizado e gerar impacto na educação brasileira.

A seleção levou em conta o número de visualizações de seus respectivos vídeos (canais mais populares) e consistiu em uma curadoria com quatro etapas e duração total de seis meses.

Agora, eles vão conhecer detalhes da nova plataforma e receber capacitação para aprimorar o uso da YouTube EDU, além de servir como multiplicadores da educação online no Brasil.

18:17 · 15.09.2014 / atualizado às 18:46 · 15.09.2014 por
Foto: Open 4 Group
Átomo artificial mede 0,01 milímetro e é composto por circuitos supercondutores, semelhantes aos usados para a construção de computadores quânticos Foto: Open 4 Group

Pesquisadores criaram um átomo artificial, composto por circuitos elétricos quânticos, que funciona exatamente como qualquer um encontrado na natureza, podendo inclusive armazenar energia.

Normalmente, ela seria emitida na forma de uma partícula de luz, mas neste caso os circuitos foram programados para emitir e absorver a energia na forma de som. A técnica promete abrir uma série de novas possibilidades no campo da experimentação a nível quântico.

“Devido à lenta velocidade do som, nós vamos ter tempo de controlar as partículas quânticas enquanto elas viajam”, explica Martin Gustafsson, principal autor do artigo, publicado na revista Science. O físico destaca que este monitoramento é muito mais difícil no caso dos fótons, que viajam 100 mil vezes mais depressa.

O átomo artificial mede 0,01 milímetro e é composto por circuitos supercondutores, semelhantes aos usados para a construção de computadores quânticos. Os pesquisadores usaram um equipamento que converte micro-ondas elétricas em sonoras, e vice-versa.

As ondas eram propagadas por uma superfície sólida e gravadas por uma espécie de “microfone” posicionado logo à frente. A frequência do som é semelhante àquela das redes sem fio, e a nota emitida pelo átomo está 20 oitavas acima da nota mais aguda de um piano.

Com informações: Galileu

22:41 · 08.09.2014 / atualizado às 23:02 · 08.09.2014 por
Foto: Editora Moderna
O bóson de Higgs, também conhecido como a “Partícula de Deus”, foi descoberto em 2012 por cientistas no CERN, o maior laboratório que estuda partículas. Ele é um dos principais fatores para explicar a função da massa Foto: Editora Moderna

A “Partícula de Deus” descoberta por cientistas em 2012 tem o potencial para destruir o Universo, alertou o prestigiado físico Stephen Hawking.

Segundo o cientista, de 72 anos, a um elevado nível de energia o bóson de Higgs, que confere forma e volume a tudo o que existe, poderá tornar-se instável. O que, na sua opinião, poderá dar origem a um “catastrófico vácuo”, que poderá levar ao colapso do espaço e do tempo.

“O bóson de Higgs poderá tornar-se irremediavelmente instável a uma energia acima dos 100bn gigaeletrovolts (GeV)”, escreveu Hawking no prefácio do seu novo livro, “Starmus”. A hipótese deste “catastrófico vácuo” referido pelo físico “poderá acontecer a qualquer momento, sem dar sinais de aviso”, acrescentou.

Bóson dá massa à matéria

O bóson de Higgs, também conhecido como a “Partícula de Deus”, foi descoberto em 2012 por cientistas no CERN, o maior laboratório que estuda partículas. Ele é um dos principais fatores para explicar a função da massa no mundo físico.

Para Hawking, este é o problema: “O bóson de Higgs tem uma característica muito preocupante, pois pode se tornar instável ao ponto de formar 100bn gigaeletrovolts de energia. Isso poderia causar uma decadência do universo de maneira catastrófica”.

Apesar das mínimas chances, o resultado “se expandiria através do vácuo do espaço com a velocidade da luz, e seria capaz de acontecer a qualquer momento, sem que possamos prever”, afirma Hawking.

Contudo, o físico afirma que a possibilidade disso acontecer é muito remota. “Caso a partícula chegue em tal nível de energia, ela irá se tornar maior do que a própria Terra em si, e isso é improvável”, garante o cientista.

Com informações: Diário Digital / Galileu

17:21 · 06.08.2014 / atualizado às 17:22 · 06.08.2014 por

Pesquisadores do MIT, Microsoft e Adobe desenvolveram um algoritmo que pode reconstruir um sinal de áudio, através da análise de vibrações de objetos.

Em uma série de experimentos, eles foram capazes de recuperar a fala de pessoas a partir das vibrações que ela produzia em um saco de batata chips, fotografado a 15 metros de distância, mesmo através de um vidro à prova de som.

Confira vídeo


Em outros experimentos, eles extraíram os sinais de áudio a partir de folhas de alumínio, da superfície de um copo de água, e até mesmo de folhas de uma planta. “Quando o som atinge um objeto, faz com que o objeto vibre”, diz Abe Davis, um estudante de engenharia elétrica e ciência da computação do MIT (sigla inglesa para Massachusetts Institute of Technology).

“O movimento desta vibração cria um sinal visual muito sutil que normalmente é invisível a olho nu. As pessoas não percebem que esta informação estava lá”, explica. Reconstruir o áudio requer que o número de quadros de vídeo, capturados por segundo, seja maior do que a frequência do sinal de áudio.

Em alguns de seus experimentos, os pesquisadores usaram uma câmera de alta velocidade que capturou de 2.000 a 6.000 quadros por segundo. Isso é muito mais rápido do que os 60 quadros por segundo possíveis com alguns smartphones.

Aplicações

A nova  técnica tem aplicações forenses (ou seja, podem ajudar a desvendar crimes, a partir da reconstrução das cenas dele) óbvias, mas Davis está mais entusiasmado com o que ele descreve como “um novo tipo de imagem.”

“Estamos recuperando os sons dos objetos”, diz ele. “Isso nos dá um monte de informações sobre o som ao redor do objeto, mas também nos dá um monte de informações sobre o objeto em si, porque diferentes objetos vão responder ao som de maneiras diferentes.”

Com informações: MIT

16:52 · 24.02.2014 / atualizado às 20:45 · 25.02.2014 por
Foto: Reuters
Fragmento de zircão australiano tem 4,4 bilhões de anos de idade Foto: Reuters

Cientistas descobriram a idade da crosta da Terra a partir de um pedaço minúsculo de zircão, encontrado nas terras do oeste australiano. O cristal tem 4,4 bilhões de anos, sendo mais antigo do que se imaginava, segundo informações do jornal The Guardian.

O geocientista da Universidade de Wisconsin e professor John Valley liderou a pesquisa sobre o zircão australiano e descobriu que a Terra não era tão “dura” quanto se imaginava e que, com 4,4 bilhões de anos, a crosta se desenvolveu relativamente rápido após o período de formação do planeta.

Para determinar a idade do fragmento de zircão, os cientistas utilizaram duas técnicas: a primeira determina o nível de radioatividade de urânio ao longo do tempo na amostra mineral; para confirmar, eles fizeram também a contagem por um método sofisticado que consiste em identificar átomos individuais de chumbo no cristal e determinar sua massa, o que confirmou que o zircão tinha 4,4 bilhões de anos.

Segundo a pesquisa, a Terra teria se formado há 4,5 bilhões como uma “bola de rocha derretida”, desta maneira, a crosta terrestre se formou apenas 100 milhões de anos depois da formação do planeta e 160 milhões de anos depois da formação do sistema solar. Os cientistas acreditam que a descoberta também poderá ajudar nas pesquisas em relação ao período em que a Terra se tornou habitável, com o resfriamento após o período conhecido como Hadeano (em referência ao deus grego do inferno).

Com informações: Portal Terra

17:33 · 17.01.2014 / atualizado às 17:35 · 17.01.2014 por
Foto: Universidade de Harvard / Divulgação
Materiais que podem baratear o custo desses equipamentos são elementos da classe das quinonas, derivadas de compostos químicos aromáticos como o benzeno e a naftalina Foto: Universidade de Harvard / Divulgação

Uma descoberta feita por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, promete ser uma alternativa aos componentes das baterias que são caros e pouco eficientes para armazenar energia renovável, como a solar e a eólica.

Os materiais que podem baratear o custo desses equipamentos são elementos da classe das quinonas, derivadas de compostos químicos aromáticos como o benzeno e a naftalina. Alimentos como o ruibarbo, planta comestível muito popular no Reino Unido, têm em sua composição elementos de quinona.

A bateria seria capaz de armazenar um quilowatt-hora de energia com capacidade de recarga de até 100 vezes, custando um terço do preço das baterias convencionais. A razão para isso está no fato de que a quinona é solúvel em água, o que possibilita seu armazenamento em recipientes menos sofisticados do que os usados atualmente e desenvolvidos.

Segundo os pesquisadores, além de mais baratas, as baterias movidas à base desse  componente orgânico teriam ainda capacidade de funcionamento muito mais veloz do que o de baterias existentes hoje. Para o co-autor do estudo, o pesquisador Roy Gordonsaid, a descoberta sinaliza uma possível revolução nesse segmento de produtos.

“Com as moléculas orgânicas, nós apresentamos ao mundo uma vasta gama de novas possibilidades. Algumas delas podem vir a ser péssimas, outras, muito boas. Com as quinonas nós temos a primeira possibilidade que parece ser muito boa”, disse ele, na divulgação do estudo.

Com informações: Portal UOL

Pesquisar

Diário Científico

Jornalismo científico produzido no Ceará de olho nas grandes descobertas que a Ciência faz em qualquer lugar do mundo.
Posts Recentes

06h09mEstudo mostra que pintor Caravaggio morreu de infecção bacteriana por Staphylococcus

06h09mEquipe brasileira identifica fóssil de crocodilo que viveu há 85 milhões de anos, em MG

05h09mArarinha-azul, espécie que inspirou animação, está provavelmente extinta na natureza, revela estudo

09h09mEstudo aponta que instalar parques eólicos e solares poderia aumentar quantidade de chuva no Saara

05h09mBotsuana registra matança de 90 elefantes em menos de dois meses

Ver mais

Tags

Categorias
Blogs