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Tag: Estados Unidos


16:20 · 09.01.2018 / atualizado às 16:20 · 09.01.2018 por
Em decorrência do melhor descanso, os cientistas mostraram também que crianças com maior ingestão mensal desse tipo de alimento apresentaram melhor desempenho em testes de QI Foto:iStockphoto

Um artigo publicado no periódico científico “Scientific Reports” mostrou que se alimentar de peixes pode ser um dos fatores por trás de uma boa noite de sono.

O estudo de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, foi feito com crianças chinesas e apresentou uma correlação entre o consumo regular de peixes e um sono de boa qualidade, resultado atribuído à substância Ômega 3, presente nos peixes. Em decorrência do melhor descanso, os cientistas mostraram que essas crianças apresentaram melhor desempenho em testes de QI.

Já se conhecia a relação entre consumo de Ômega 3 e um bom desempenho cognitivo. O artigo mostra que essa associação seria mediada por boas noites de sono. Participaram do estudo 541 crianças chinesas de 9 a 11 anos. Os pesquisadores pediram a elas para descrever seus hábitos alimentares, incluindo a frequência com que consumiam peixes. Os pais das crianças, por sua vez, foram entrevistados acerca dos padrões de sono de seus filhos.

Os cientistas então aplicaram testes de QI quando os jovens completaram 12 anos. Eles encontraram uma ligação entre o consumo regular de peixe e uma melhor noite de sono e notas mais altas no teste de raciocínio. Segundo os pesquisadores, embora o estudo tenha sido feito com crianças, é razoável imaginar que as descobertas também valham para adultos.

De acordo com os autores do estudo, consumir peixe algumas vezes por mês já seria suficiente para melhorar as funções cerebrais.

Com informações: Folhapress

19:28 · 17.12.2017 / atualizado às 19:39 · 17.12.2017 por
Foram estudados incidentes apontados por militares dos EUA Foto: US Air Force

O Pentágono admitiu ter financiado um programa secreto bilionário para investigar aparições de objetos voadores não identificados (óvnis).

O programa foi encerrado em 2012, de acordo com o Departamento de Defesa, mas reportagem do jornal “The New York Times” relatou que ele ainda está em execução. Os funcionários continuam a estudar incidentes apontados por militares dos Estados Unidos, em paralelo às suas atividades regulares no Pentágono.

O chamado Programa de Identificação Avançada de Ameaças de Aviação operou de 2007 a 2012 e recebeu 12 milhões de dólares por ano de financiamento, escondido no gigantesco orçamento do Pentágono, disse o Times, citando participantes e registros do programa.

O programa forneceu documentos que descrevem as aparições de aparatos voadores não identificados que pareciam se mover rapidamente, sem sinais visíveis de propulsão, ou sem meios aparentes de se erguer, afirmou o Times.

Funcionários do programa também examinaram vídeos dos encontros de aeronaves militares norte-americanas com objetos desconhecidos. Um deles, divulgado em agosto, mostra um objeto oval branco do tamanho de um avião sendo seguido por dois jatos da Marinha de um porta-aviões da costa da Califórnia em 2004, acrescentou a reportagem. O Departamento de Defesa disse em nota que o programa foi encerrado.

“O Programa de Identificação Avançada de Ameaças de Aviação foi concluído em 2012. Determinou-se que havia outra questões mais prioritárias que mereciam financiamento e foi com a melhor das intenções que o Departamento fez essa mudança”, afirmou.

“O Departamento de Defesa leva muito a sério todas as ameaças e ameças em potencial ao nosso povo, nossos ativos e nossa missão, e toma ações quando qualquer informação verossímil aparece”.

Com informações: AFP

17:13 · 28.08.2017 / atualizado às 17:15 · 28.08.2017 por
Acordo será firmado possivelmente em outubro e vai estabelecer a cooperação entre 2018 e 2022. Serão incluídas cinco áreas, entre elas o possível retorno do homem à Lua Foto: CNSA

A China e a Rússia vão assinar acordo para ampliar a cooperação espacial, que incluirá a possibilidade de missões tripuladas conjuntas à Lua. O único país do mundo a conquistar tal feito até hoje foram os Estados Unidos, com seis missões ao satélite natural da Terra, entre os anos de 1969 e 1972.

O acordo será firmado possivelmente em outubro próximo e vai estabelecer a cooperação entre 2018 e 2022. Serão incluídas cinco áreas, entre elas o possível retorno do homem à Lua e novas missões não tripuladas ao espaço. Além disso, será incluído o desenvolvimento de materiais especiais, a cooperação em satélites, a gestão da sucata espacial e a tele-observação da Terra, acrescentou o jornal, porta-voz do Partido Comunista da China.

O texto lembra que este não será o primeiro acordo espacial entre Pequim e Moscou, mas o primeiro que cobre um período de cinco anos, o que permitirá estabelecer objetivos mais ambiciosos. Devido a problemas orçamentários, a Rússia não pôde manter o nível de ambição da antiga União Soviética no setor espacial, enquanto a China tem orçamento amplo, ainda que secreto, mas menos experiência.

O programa espacial chinês é ambicioso: nos próximos meses está previsto o lançamento de uma missão que trará à Terra amostras da Lua, e em 2018 do primeiro módulo da sua estação espacial própria, que espera concluir em 2022.

A China prevê enviar, em 2020, uma missão à Marte com um veículo robô para pesquisas científicas. No ano passado, inaugurou o maior radiotelescópio do mundo, com meio quilômetro de diâmetro.

Com informações: Agência Brasil

18:12 · 13.01.2017 / atualizado às 18:15 · 13.01.2017 por
Foto: Nasa/AFP
Os dois realizaram principalmente trabalhos de modernização do sistema elétrico da Estação Espacial Internacional Foto: Nasa/AFP

A caminhada espacial do francês Thomas Pesquet e do americano Shane Kimbrough ocorreu sem imprevistos nesta sexta-feira (13), e os astronautas conseguiram concluir antes do previsto sua missão de renovar várias baterias de íons de lítio da Estação Espacial Internacional (ISS).

Ambos os astronautas, que realizaram principalmente trabalhos de modernização do sistema elétrico da ISS, desativaram as baterias internas de seus trajes espaciais às 17h20 GMT (14h20 em Fortaleza), marcando assim o fim oficial de sua saída orbital. Um comentarista da Nasa qualificou a missão dos astronautas de “muito bem-sucedida”. O francês, de regresso à ISS, estava muito sorridente após tirar seu capacete, auxiliado pela colega Peggy Whitson nas complexas operações de se “desvestir”. Durante a caminhada, ambos os astronautas instalaram adaptadores e cabos elétricos para conectar três modernas baterias de íons de lítio – de 194 quilos cada – para armazenar energia para o laboratório orbital quando este fique oculto do sol pela sombra da Terra.

Doze das velhas baterias de hidróxido de níquel – de um total de 48 a bordo da ISS – serão substituídas pelas novas baterias de íons de lítio em caminhadas programadas para este mês. Finalmente, todas as baterias serão trocadas.

Shane Kimbrough, de 49 anos, comandante da tripulação da ISS, já havia realizado uma primeira saída de 6 horas e 35 minutos na semana passada com a sua compatriota Peggy Whitson, para instalar as três primeiras baterias.

Com informações: AFP

22:18 · 11.01.2017 / atualizado às 22:18 · 11.01.2017 por
Foto: WWF
Estudo indica que a Bacia Amazônica nunca foi seca o suficiente em nenhum momento nos últimos 45 mil anos a floresta se transformou em uma savana Foto: WWF

Uma investigação científica sobre a quantidade de chuva que caiu na Amazônia nos últimos 45 mil anos mostra que mesmo a porção que se acredita ser a mais propensa à savanização – o leste da região – nunca chegou realmente a secar nem durante o período mais seco da última era do gelo, entre 24 mil e 18 mil anos atrás.

A pesquisa, destacada na capa da revista Nature desta semana, sugere que a floresta pode igualmente ser resiliente a um futuro de aquecimento global. Mas isso só será possível se outras interferências humanas ao microclima, como desmatamento, queimadas e expansão da agricultura, sejam contidas, uma vez que elas têm o poder de reduzir a umidade do ar.

O estudo feito por pesquisadores de Cingapura, Brasil, China e Estados Unidos analisou dados geoquímicos de oxigênio na caverna Paraíso, no Pará, uma das poucas da região que tem estruturas como estalactites e estalagmites (formações que descem a partir do teto ou sobem a partir do chão), de onde é possível retirar amostras para análise.

Comparações

Os pesquisadores, liderados por Xianfeng Wang, do Observatório da Terra de Cingapura, trabalharam com isótopos de oxigênio (variantes do elemento químico com diferentes massas), que são sensíveis à variação climática, e compararam com dados do oeste da Amazônia, de clima mais estável.

Assim, foi possível fazer uma viagem no tempo e mapear quanto choveu em diferentes períodos. Já havia uma suspeita de que a última era do gelo poderia ter sido seca, mas a dúvida era quanto e se havia sido o suficiente para promover uma savanização da floresta – um dos temores que existe em relação ao aquecimento global.

Há cerca de 21 mil anos, com a temperatura 5°C inferior, a precipitação era de 58% dos níveis atuais e no período de aquecimento que se seguiu, no meio do Holoceno (há 6 mil anos), foi para 142% sobre hoje.

O trabalho indica “que a Bacia Amazônica nunca foi seca o suficiente na era do gelo nem em qualquer outro momento nos últimos 45 mil anos a floresta se transformou em uma savana”.

Segundo os autores, a floresta persistiu mesmo quando a quantidade de chuva era de apenas cerca de 60% da atual.

Com informações: Estadão Conteúdo

20:43 · 12.07.2016 / atualizado às 23:22 · 12.07.2016 por
Foto: Inquisitr
Infraestrutura antiga, riscos sobre o abastecimento de água e de incêndios destrutivos são alguns dos pontos fracos que precisam ser resolvidos na perspectiva de um terremoto de até oito graus de magnitude na escala Richter Foto: Inquisitr

Além do sol, das palmeiras e de Hollywood, há uma grande certeza na Califórnia: a de que um violento terremoto vai ocorrer em algum momento.

Um relatório recente afirma que este estado do sudoeste dos Estados Unidos não está preparado para o ‘Big One’ (o grande), e as autoridades locais e as principais empresas têm de enfrentar essa realidade para “evitar que o desastre inevitável se transforme em uma catástrofe”.

Infraestrutura antiga, riscos sobre o abastecimento de água e de incêndios destrutivos são alguns dos pontos fracos que devem ser resolvidos na perspectiva de um terremoto de até oito graus de magnitude na escala Richter ao que a Califórnia está exposta, indicou um grupo de empresários e políticos no relatório.

O calcanhar de Aquiles do estado, segundo o documento, é o Cajon Pass, uma estreita passagem montanhosa onde a impressionante falha geológica de San Andreas passa debaixo de vias vitais como estradas, trechos ferroviários, aquedutos, oleodutos, gasodutos e cabos de alta tensão da rede elétrica.

Um sismo provocado por movimentos de placas da falha de San Andreas cortaria quase toda a passagem para o sul do estado, impedindo o fornecimento de ajuda humanitária a cerca de 20 milhões de pessoas e complicando o trabalho de reconstrução, afirmam os especialistas. As rupturas de oleodutos poderiam gerar explosões e incêndios que seriam difíceis de controlar.

“Quando o terremoto ocorrer, todos os aquedutos se romperão ao mesmo tempo”, explicou a sismóloga Lucy Jones, assessora da comissão de Redução de Riscos de Desastres do sul da Califórnia, que produziu o relatório. A única maneira de remediar isto, segundo Jones, é buscar fontes de água alternativas, incluindo aquíferos poluídos debaixo da região de Los Angeles que poderiam ser tratados, embora a um custo muito alto. “A melhor defesa contra um aqueduto partido é não precisar de um aqueduto”, afirmou Jones.

Instalar válvulas automáticas de interrupção nos gasodutos e oleodutos próximos à falha de San Andreas também poderia evitar incêndios, indica o relatório. A energia solar poderia servir para manter a comunicação com o resto do mundo quando o ‘Big One’ tiver cortado o abastecimento de eletricidade.

‘Todos juntos nessa’

Muitos edifícios e casas no sul da Califórnia correm o risco de desabar.  Estas localidades deveriam seguir o exemplo de Los Angeles e exigir a modernização das suas estruturas, recomendam os especialistas.

Além disso, as normas de construção devem ser atualizadas para garantir também que as estruturas possam continuar funcionando após um grande terremoto. “Hoje estamos incorporando uma grande vulnerabilidade econômica nas construções”, comentou Jones. “Não vamos matar pessoas com estes edifícios, mas não poderemos usá-los depois, e isso é grave”.

“Por um custo 1-2% maior poderíamos, muito provavelmente, construir edifícios que continuem sendo utilizáveis”, garantiu. Segundo simulações da Agência geológica americana (USGS), um terremoto de 7,8 graus de magnitude na ponta sul da falha de San Andreas causaria um tremor de cerca de dois minutos, mataria ao menos 1.800 pessoas, deixaria cerca de 53.000 feridos e geraria danos materiais no valor de 213 bilhões de dólares.

O maior terremoto já registrado na Califórnia foi o de Fort Tejon em 1857, que provocou uma ruptura de 360 km na falha de San Andreas. Os cientistas dizem que, desde então, a pressão e a energia sísmicas aumentaram de maneira dramática ao longo da falha, que marca o limite entre duas placas tectônicas, uma da América do Norte e outra do Pacífico.

“É inevitável que ocorra um grande terremoto porque a pressão tem que ser aliviada”, afirmou Robert Graves, sismólogo da USGS. Dada a certeza de que o desastre ocorrerá, a Califórnia deve agir em relação às suas vulnerabilidades para limitar os danos, indicou Graves.

“Se todos os edifícios do meu bairro desmoronam e os sistemas de abastecimento de água e eletricidade não funcionam, não importa se a minha casa está intacta. Estamos todos juntos nessa”, completou.

Com informações: AFP

08:27 · 09.05.2015 / atualizado às 08:28 · 09.05.2015 por
Foto: Emory Eye Center
Olho do médico Ian Crozier, 43 anos, ficou totalmente alterado por causa do ebola, tendo mudado a cor da íris de azul para verde Foto: Emory Eye Center

Um norte-americano que havia se “curado” do ebola ficou surpreso ao descobrir que o vírus reapareceu em seu olho esquerdo e, inclusive, alterou a cor de sua íris, de azul para verde.

A imagem ao lado, divulgada pelo Hospital Universitário Emory, mostra o olho do médico Ian Crozier, 43 anos, totalmente alterado por causa do ebola. Segundo reportagem do “The New York Times”, Crozier contraiu o ebola em setembro de 2014 e foi declarado curado em outubro, após diversos exames constatarem a ausência da doença.

Dois meses depois, ele teve uma inflamação no olho esquerdo, chamada de uveíte, onde foi relatada uma pressão intraocular elevada, que provocou inchaço e dificuldades para enxergar.

A equipe que o atendeu sabia que o vírus havia invadido seu olho no auge da infecção, no entanto, não esperava encontrar resquícios da doença por ali.

Síndrome pós-ebola

O “NYT” afirma que além da inflamação no olho, outros problemas foram relatados no que a reportagem chamou de “síndrome pós-ebola”.

Ian teve ainda dores nas articulações, fadiga e perda auditiva profunda, sintomas similares que têm sido relatados por moradores da África Ocidental que foram diagnosticados e tratados após a infecção.

Dez dias depois da inflamação, o olho do médico estadunidense voltou ao normal graças a um tratamento experimental com uma droga, que não teve o nome divulgado. O uso do medicamento teve permissão especial da FDA, órgão que controla medicamentos nos EUA.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o balanço da epidemia da febre hemorrágica ebola na África Ocidental ultrapassou a marca de 11 mil mortes. No total, nos três países mais atingidos pela epidemia – Libéria (declarada livre da epidemia neste sábado, 9 de maio), Guiné e Serra Leoa – 26.593 pessoas foram afetadas pelo vírus. De acordo com o relatório da OMS, 11.005 morreram em decorrência da febre.

O surto de ebola na África Ocidental, o mais grave desde a identificação do vírus na África Central em 1976, começou em dezembro de 2013 no sul da Guiné antes de chegar a Libéria e Serra Leoa. A OMS declarou tratar-se de uma “emergência de saúde pública global” apenas em agosto de 2014.

Com informações: G1/The New York Times

19:01 · 07.04.2015 / atualizado às 19:07 · 07.04.2015 por
Foto: HNGN
Jeralean Talley, de 115 anos vive nos Estados Unidos. Ela nasceu na Geórgia em 23 de maio de 1899 e nesta terça-feira (7) completa 115 anos e 320 dias, segundo o Grupo de Investigação Gerontológica (GRG) Foto: HNGN

Uma norte-americana nascida no século XIX, Jeralean Talley, tornou-se a pessoa mais velha do mundo após a morte de sua compatriota Gertrude Weaver, que manteve o título por apenas uma semana.

Talley, de 115 anos vive no Michigan. Ela nasceu na Geórgia em 23 de maio de 1899 e nesta terça-feira (7) completa 115 anos e 320 dias, segundo o Grupo de Investigação Gerontológica (GRG), que registra os casos documentados daqueles que ultrapassaram os 110 anos de vida.

De acordo com o GRG, existem no mundo apenas três pessoas nascidas no século XIX, e as três são mulheres de 115 anos: as americanas Jeralean Talley (23/05/1899) e Susannah Mushatt Jones (06/07/1899) e a italiana Emma Morano-Martinuzzi (29/11/1899). O último homem nascido no século XIX (em 1896), o inglês Henry Allingham, faleceu em 2009, segundo o GRG.

No entanto, este registro pode deixar de fora super-centenários que vivem em áreas remotas ou pouco pesquisadas, como a camponesa peruana Filomena Taipe (1897), a mulher mais velha do Peru, que faleceu no último domingo (5) aos 117 anos e que não aparecia na lista do GRG depois de viver ao longo de três séculos. Taipe nasceu em 20 de dezembro de 1897, de acordo com seu registro de identidade.

Há um cearense, natural de Pedra Branca, José Aguinelo dos Santos, que seria ainda mais velho e teria nascido em 7 de julho de 1888, com 126 anos de idade.  E há alegações ainda sem comprovação de pessoas ainda mais velhas em países como México, Bolívia e Uzbequistão, entre outros.

As dificuldades de averiguação da veracidade desses registros é o maior empecilho para ratificar esses supostos recordes.

Segredo

Entrevistada pelo Detroit Free Press sobre o segredo de sua longevidade, Talley, que vive em Inkster, perto de Detroit, disse que isso não dependia de si mesmo. “Vem de cima (…) Não está em minhas mãos ou nas suas”.

Para a revista Time, que entrou em contato com uma de suas filhas de 77 anos, Thelma Holloway, a nova decana come muito porco, fica acordada até tarde e parou de jogar boliche aos 104 anos. A ex-decana da humanidade, Gertrude Weaver, morreu na segunda-feira aos 116 anos.

Gertrude Weaver, que completaria 117 anos em 4 de julho, morreu vítima das complicações provocadas por uma pneumonia em um asilo do estado de Arkansas. A americana, nascida em 1898, se tornou a pessoa mais velha do planeta em 1º de abril, após a morte da japonesa Misao Okawa, aos 117 anos.

“Sabia que era a decana da humanidade e estava muito feliz. Ela apreciava cada ligação, cada carta, cada comentário”, declarou ao jornal Washington Post Kathy Langley, uma das diretoras do centro Silver Oaks Health and Rehabilitation, onde Gertrude morava.

Ao ser questionada sobre o segredo de sua longevidade, Gertrude Weaver afirmou a um jornal de Arkansas que um dos motivos era “tratar bem todo mundo”. Filha de agricultores, Gertrude Weaver era a mais nova de seis irmãos.

Ela teve quatro filhos, dos quais o único ainda vivo completou 94 anos na semana passada, segundo o Washington Post. A japonesa Misao Okawa faleceu no dia 1º de abril, menos de um mês depois de completar 117 anos.

Com informações: AFP

19:43 · 20.02.2015 / atualizado às 20:08 · 20.02.2015 por
Foto: Blog de María Elena
Em Havana, a mínima foi de apenas 13°C, obrigando seus 2,2 milhões de habitantes a vestir as poucas roupas de frio que têm, inclusive gorros e cachecóis de lã Foto: Blog de María Elena

Uma massa de ar polar, que afetou os Estados Unidos, atingiu também Cuba, onde nesta sexta-feira (20) foi registrado um recorde de temperatura mínima, de apenas um grau Celsius, informou o Instituto de Meteorologia.

Segundo a fonte, nesta madrugada, na estação meteorológica de Unión de Reyes, 120 km ao leste de Havana, “foi registrada a temperatura mais baixa da atual temporada de inverno (no hemisfério norte), com o registro nos termômetros de um grau Celsius”, um novo recorde para fevereiro, informou a agência cubana AIN.

Em Havana, onde raramente as temperaturas descem abaixo dos 23 graus, a mínima foi de apenas 13 graus, segundo o Instituto, obrigando seus 2,2 milhões de habitantes a vestir as poucas roupas de frio que têm, inclusive gorros e cachecóis de lã. “Estas temperaturas se deveram à forte influência de uma massa de ar fria e muito seca de origem ártica, combinada com a pouca nebulosidade em regiões do interior do leste”, disse a AIN.

“A estação meteorológica de Unión de Reyes, na província de Matanzas, reportou uma temperatura mínima de 1 grau Celsius, o que constitui um novo recorde de temperatura mínima para o mês de fevereiro (…), já que o anterior era de 2,5 graus Celsius e foi reportado em 18 de fevereiro do ano 1996”, reportou a agência.

A marca “igualou o recorde absoluto, que era de 21 de janeiro de 1971, com 1 grau Celsius”, acrescentou. A onda de frio na ilha tropical ocorreu no meio da alta temporada de turismo, que atrai a cada ano milhares de visitantes canadenses e europeus, em busca de praia e calor.

Com informações: AFP

18:12 · 26.01.2015 / atualizado às 18:25 · 26.01.2015 por
Foto: Reuters
O balão voará a uma altitude de pelo menos 4.500 metros exigindo que os pilotos usem máscaras de oxigênio. Eles ficarão em uma espécie de cápsula cuja temperatura será de cerca de 10°C Foto: Reuters

Uma equipe internacional de balonismo alçou voo na manhã de domingo (25), no Japão, com o objetivo de quebrar recordes.

O balão cheio de gás hélio partiu da localidade de Saga após adiamento no início do ano causado por condições climáticas desfavoráveis.

O voo está sendo monitorado por pesquisadores da Universidade do Estado do Arizona que estão estudando os efeitos da fadiga sobre a capacidade cognitiva. Os pilotos tiveram de estar fisicamente aptos para aguentar os dias dentro de uma espécie de cápsula, dormindo pouco e com oxigênio limitado.

Troy Bradley, de Albuquerque, nos Estados Unidos, e Leonid Tiukhtyaev, da Rússia, pretendem chegar à América do Norte e quebrar o recorde de 8.381 quilômetros percorridos.

Eles também pretendem ultrapassar a barreira de 137 horas de duração de voo, alcançada em 1978, quando Ben Abruzzo, Maxie Anderson e Larry Newman fizeram a primeira viagem transatlântica de balão.

A previsão é que a equipe volte ao solo em pouco mais de seis dias, mas ainda não se sabe onde a dupla pousará. O tempo limite de voo são dez dias. “Isso vai nos manter na beirada de nossos assentos para esta missão”, disse Letitia Hill, diretora de mídias sociais para o controle da equipe, explicando que a indefinição exige atenção da equipe.

Ela assistiu ao lançamento no Museu Internacional de Balões Anderson-Abruzzo, de Albuquerque, no estado norte-americano do Novo México.

Condições hostis

O balão de Bradley e Tiukhtyaev – batizado de Two Eagles – é equipado com um sistema de navegação de alta tecnologia e itens de necessidades básicas, como um kit de primeiros socorros e equipamentos para se comunicar com o centro de comando.

Ele voará a uma altitude de pelo menos 4.500 metros, na troposfera, exigindo que os pilotos usem máscaras de oxigênio. Eles ficarão em uma espécie de cápsula cuja temperatura será de cerca de 10 graus Celsius.

Com informações: Reuters/Agência O Globo/Yahoo