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Tag: Turismo espacial


18:23 · 04.06.2018 / atualizado às 18:23 · 04.06.2018 por
A viagem seria feita a bordo da cápsula Dragon, levada ao Espaço no foguete mais potente da SpaceX, o Falcon Heavy, que fez o seu primeiro teste há quatro meses Imagem: SpaceX

A SpaceX não enviará turistas ao redor da Lua este ano, como havia anunciado previamente e, no mínimo, atrasará o projeto até meados de 2019, informou a imprensa norte-americana nesta segunda-feira (4).

A empresa com sede na Califórnia “não publicou um novo calendário para o voo, adiado até meados no ano que vem, e, provavelmente, até mais tarde”, noticiou o Wall Steet Journal, que também disse que as razões do atraso não estão claras, embora aponte para problemas técnicos e as “dúvidas” que despertam o interesse do mercado nessas viagens.

Os turistas viajariam a bordo da cápsula Dragon, levada ao Espaço no foguete mais potente da SpaceX, o Falcon Heavy, que fez o seu primeiro teste há quatro meses.

James Gleeson, porta-voz da empresa, assegurou que ainda querem realizar esses voos e que “há um interesse crescente de muitos clientes”.

O fundador da SpaceX, Elon Musk, afirmou em fevereiro de 2017 que dois cidadãos haviam feito um “depósito importante” para voar ao redor da Lua.

Com informações: AFP

22:45 · 28.09.2016 / atualizado às 22:45 · 28.09.2016 por
Foto: AFP
Subindo no palco sob um grande globo de Marte no Congresso Internacional de Astronáutica, Elon Musk mostrou sua visão de um foguete gigante que poderá levar homens e mulheres para o Planeta Vermelho “em nossa existência” Foto: AFP

O diretor da empresa aeroespacial SpaceX, Elon Musk, revelou seu ambicioso plano para enviar humanos em um grande foguete com cabines, a um custo mínimo de US$ 100 mil por pessoa.

Subindo no palco sob um grande globo de Marte no Congresso Internacional de Astronáutica, Musk mostrou sua visão de um foguete gigante que poderá levar homens e mulheres para o Planeta Vermelho “em nossa existência”.

“Nós precisamos partir dessas missões exploratórias iniciais para realmente construir uma cidade”, disse a uma multidão no centro de exposições com capacidade para milhares de pessoas, em Guadalajara. Musk exibiu um vídeo futurista, representando seu conceito de um sistema de transporte interplanetário baseado na reutilização de foguetes, em um propulsor em Marte e 1.000 espaçonaves em órbita, carregando 100 pessoas cada.

A espaçonave teria restaurantes, cabines, jogos de gravidade zero e filmes. “Tem que ser divertido, ou excitante. Não pode ser apertado, ou chato”, afirmou. O primeiro voo seria caro, mas o objetivo é “tornar isso acessível para quase qualquer pessoa que queira ir”, diminuindo o preço da entrada a cada vez até atingir os US$ 100 mil, disse Musk. Milhões de toneladas de carga também seriam necessárias para decolar a bordo do poderoso foguete, descrito por ele como uma “versão em escala do foguete Falcon 9”, sistema atual da empresa que pode pousar verticalmente.

O empresário americano-canadense nascido na África do Sul disse que o plano exige uma “parceria público-privada enorme” para estabelecer uma civilização humana autossustentável em Marte. A SpaceX disse que seu plano é enviar a cápsula de carga não tripulada Dragon para Marte em 2018, criando um caminho para uma missão humana que deixaria a Terra em 2024 e chegaria ao Planeta Vermelho no ano seguinte.

O foguete levaria uma nave espacial em órbita, que seria deixada lá, e pousaria de volta na Terra para pegar um tanque de combustível. Imediatamente, retornaria com a nova carga para a nave a fim de abastecer até sua viagem a Marte, descreveu Musk.

Uma vez em Marte, os seres humanos teriam de criar uma fábrica para produzir o propulsor, usando os recursos do planeta, como o metano, de modo a abastecer a nave espacial. Com isso, poderiam voltar para a Terra.

‘Objetivos agressivos’

Para os especialistas, porém, chegar a Marte – a uma distância média de 225 milhões de quilômetros da Terra – e viver lá exigiria uma verdadeira proeza de engenharia e um investimento enorme.

Antes da apresentação de Musk, John Logsdon, ex-diretor do Instituto de Política Espacial na Universidade George Washington, disse que é improvável que Musk consiga cumprir o plano de chegar no planeta até 2025. Logsdon lembrou que o empresário já havia sido otimista anteriormente sobre seus foguetes. “Primeiro que tudo é caro. Estamos falando de muitos bilhões de dólares e a SpaceX não tem essa quantidade de dinheiro”, alegou. Já o astronauta aposentado Leroy Chiao apontou que Musk “acumulou um grupo de peritos técnicos e operacionais, e que a SpaceX está gerando receitas a partir de lançamentos de foguetes”.

A agência espacial americana, a Nasa, que também pesquisa os efeitos no corpo humano de um voo espacial prolongado, anunciou seus próprios planos de enviar missões tripuladas a Marte na década de 2030.

Corrida espacial comercial

A SpaceX não é a única empresa que sonha com enviar pessoas a Marte.

Fundada pelo diretor da Amazon, Jeff Bezos, a Blue Origin revelou este mês seus planos de construir um foguete chamado New Glenn para enviar humanos ao espaço. Mas o empresário assegurou que ir ao Planeta Vermelho pode levar décadas.

“Queremos que milhões de pessoas vivam e trabalhem no espaço em algumas décadas, se assim desejarem”, declarou o presidente da Blue Origin, Rob Meyerson. Autora de um foguete que já realizou aterrissagens verticais, essa companhia está concentrada em achar uma forma de levar as pessoas ao espaço continuamente e a um menor custo.

A Blue Origin compete com a empresa espacial Virgin Galactic, do milionário britânico Richard Branson, na corrida para fazer viagens turísticas ao espaço. Ao ser questionado, em Guadalajara, se Marte está dentro de seus objetivos, o diretor-executivo da Virgin Galactic, George Whitesides, afirmou: “minha visão e a de Richard é que vamos estar muito focados no planeta Terra em um futuro próximo”.

Enquanto a Virgin Galactic apresentou neste mês uma nova nave espacial com asas, a SpaceX e a Blue Origin lançaram foguetes que podem aterrissar verticalmente, uma conquista-chave que poderá reduzir os custos das viagens ao espaço, pois os foguetes seriam reutilizáveis.

A SpaceX desenhou o poderoso foguete Falcon Heavy, que poderia levar ao espaço a nave tripulada Dragon. No final deste ano, a empresa espera lançar o foguete de 70 metros de comprimento, que tem um impulso equivalente a 18 Boeing 747 juntos.

A SpaceX sofreu um revés em 1º de setembro, quando seu foguete Falcon 9 explodiu durante um lançamento de teste na Flórida.

Com informações: AFP

20:12 · 19.01.2015 / atualizado às 20:18 · 19.01.2015 por
Foto: AFP
Sarah Brightman tinha adiado a viagem programada para 15 de janeiro por motivos pessoais Foto: AFP

A cantora britânica Sarah Brightman está a ponto de iniciar sua preparação para voar à ISS (Estação Espacial Internacional), informou nesta segunda-feira (19) o CEC (Centro de Treino de Cosmonautas).

“Sarah Brightman chegou à Cidade das Estrelas (nos arredores de Moscou) e não demorará a começar os exercícios planejados em seu programa preparatório”, afirmou a porta-voz da Roscosmos (agência espacial russa), Irina Zubareva.

Na semana passada, fontes do setor aeroespacial informavam que Sarah tinha adiado a viagem programada para 15 de janeiro por motivos pessoais. Os treinamentos duram seis meses e obrigarão a cantora a viver de maneira permanente no CEC, por isso ela terá que fazer uma pausa em sua carreira musical.

Dúvidas iniciais

A princípio, a Roscosmos, especialistas e antigos cosmonautas russos duvidaram que Sarah tivesse o verdadeiro desejo de voar ao espaço e acreditaram que, na realidade, se tratava de uma campanha midiática para vender discos.

No entanto, a própria artista confirmou depois que Roscosmos tinha lhe informado que tinha superado com sucesso os testes médicos e físicos. Caso supere o período de instrução, a britânica se transformaria na oitava turista espacial da história e a primeira desde que em setembro de 2009 o canadense Guy Laliberté, fundador do “Cirque du Soleil”, voou à ISS.

Os voos de turistas espaciais, que para Laliberté custou cerca de US$ 50 milhões, são organizados pela companhia americana Space Adventures.

Com informações: EFE/UOL

19:23 · 15.12.2014 / atualizado às 19:42 · 15.12.2014 por
Foto: Rex Features
A artista viajará a bordo de uma nave Soyuz russa a partir da base cazaque de Baikonur acompanhada de dois cosmonautas Foto: Rex Features

A cantora britânica Sarah Brightman viajará para Estação Espacial Internacional (ISS) em setembro de 2015, anunciou nesta segunda-feira (15), Oleg Ostapenko, chefe da agência espacial russa, Roscosmos.

“No começo do próximo ano, Brightman começará a instrução de voo”, disse Ostapenko em entrevista coletiva. A princípio, os treinamentos terão seis meses de duração e os participantes serão obrigados a viver de maneira permanente no Centro de Treino de Cosmonautas Yuri Gagarin, situado nos arredores de Moscou.

Sarah viajará a bordo de uma nave Soyuz russa a partir da base cazaque de Baikonur acompanhada de dois cosmonautas -o russo Sergei Volkov e o dinamarquês Andreas Mogensen- e permanecerá na plataforma orbital durante dez dias.

Se superar o período de instrução, a britânica se transformará na oitava turista espacial da história e a primeira desde que em setembro de 2009 voou à ISS o canadense Guy Laliberté, fundador do “Cirque du Soleil” (O Cirque du Soleil).

Se Sarah voar, ela já terá 55 anos, por isso se transformará em uma das pessoas de mais velhas a viajar para o espaço.

Viagem sob dúvida

A princípio, Roscosmos, analistas e antigos cosmonautas russos duvidaram que Sarah tivesse intenção de voar e sugeriram que, na realidade, se tratava de uma campanha midiática para vender discos.

“Não é a primeira vez que ocorre algo assim. Há muitos anos surgiu a possibilidade de enviar um cantor ao espaço que superou as prévias médicas e com o qual já se planejava assinar um contrato”, assegurou no ano passado Sergei Krikaliov, chefe do Centro de Treinamentos de Cosmonautas.

No entanto, a própria artista confirmou que Roscosmos tinha informado que ela havia superado com sucesso os testes médicos e físicos. A Rússia decidiu suspender as visitas turísticas à ISS por conta da falta de espaço, já que agora a tripulação da plataforma duplicou até seis tripulantes.

A ISS abriu suas portas a sete turistas espaciais: o americanos Denis Tito (2001) foi o primeiro a viajar à plataforma, enquanto a americana de origem iraniana Anousha Ansari foi a primeira mulher turista em visitar a estação (2006).

Turismo espacial

A Rússia recorreu ao turismo espacial no começo da década passada, devido à grave crise de financiamento que afetou seu programa espacial após a desintegração da União Soviética, a primeira potência a enviar um homem ao espaço em 1961.

A princípio, a decisão russa de enviar turistas ao espaço foi muito mal recebida pela Nasa, que considerava que a presença de neófitos na plataforma distrairia os inquilinos permanentes da ISS.

Carreira da artista

Sarah Brightman começou a carreira em 1978 no grupo Hot Gossip com o single I Lost My Heart to a Starship Trooper. Em 1993, começou sua carreira solo.

A artista cantou na abertura de duas Olimpíadas, a de Barcelona, em 1992, e a de Pequim, em 2008. Também merece destaque sua participação no clássico musical “O Fantasma da Ópera”, em 1986.

No Brasil, um de seus maiores sucessos foi a interpretação da música Dust in the Wind, em 1998.

Com informações: EFE /UOL

22:54 · 03.11.2014 / atualizado às 17:52 · 04.11.2014 por
Foto: Reuters
A Comissão Nacional de Segurança de Transportes (NTSB, na sigla em inglês) dos Estados Unidos está liderando as investigações sobre o que pode ter levado a nave a cair no deserto de Mojave, na Califórnia Foto: Reuters

Uma investigação sobre o trágico acidente com a espaçonave da Virgin Galactic descobriu que uma função para ajudar a nave a reentrar na atmosfera foi ativada antes da hora, disse um funcionário de segurança aérea nacional dos Estados Unidos, acrescentando que erro do piloto não poderia ser descartado.

A Comissão Nacional de Segurança de Transportes (NTSB, na sigla em inglês) está liderando as investigações sobre o que pode ter levado a nave a cair no deserto de Mojave, na Califórnia, durante um voo de testes na sexta-feira, matando o piloto e ferindo o outro gravemente. A cauda rotativa de expansão da SpaceShipTwo, um recurso de segurança para reentrada na atmosfera, foi acionado antes da hora, disse Christopher Hart.

A Virgin Galactic é uma incipiente companhia de turismo espacial do empreendedor bilionário Richard Branson. Hart disse em entrevista coletiva que os investigadores haviam determinado que o sistema que ajuda a nave a descer para a atmosfera vindo do espaço deveria ser acionado quando o veículo estivesse viajando a cerca de 1,4 vez a velocidade do som.

Em vez disso, o sistema começou a atuar quando a nave, acionada por foguetes, estava viajando em Mach 1, disse ele, utilizando o termo técnico para a velocidade do som a uma determinada altitude. Hart disse que o sistema foi destravado muito cedo pelo co-piloto, de acordo com vídeo da cabine do avião.

“Não estou declarando que essa é a causa do acidente. Temos meses e meses de investigação para determinar qual foi a causa”, disse Hart.

Eventual erro humano

Questionado se a NTSB estava considerando a possibilidade de erro do piloto, Hart disse: “Não estamos descartando. Estamos olhando para todas essas questões para determinar a raiz da causa deste acidente… Estamos olhando para uma série de possibilidades, incluindo essa (de erro do piloto).”

A SpaceShipTwo foi liberada normalmente da aeronave que a transportou para a altitude de lançamento, a WhiteKnightTwo, a cerca de 45 mil pés (quase 14 quilômetros). Pouco depois, o seu motor híbrido de foguete, que estava voando pela primeira vez com um novo propulsor plástico, foi acionado como planejado, disse Hart.

Investigadores também recuperaram, intactos, os tanques de propulsão e o motor da SpaceShipTwo, indicando que não houve explosão. A aeronave estava conduzindo voos de testes e ainda não estava certificada para operações comerciais quando o acidente aconteceu, adiando indefinidamente o começo do serviço de passageiros.

Branson e seu filho planejam voar no primeiro voo comercial. Cerca de 800 pessoas já pagaram ou iniciaram o pagamento para ir ao espaço com a companhia, em uma viagem que custa 250 mil dólares.

A Virgin Galactic é uma divisão do Virgin Group, conglomerado de empresas fundado por Branson, cujo império abrange de companhias aéreas e lojas de música e telefonia celular.

17:10 · 14.01.2014 / atualizado às 17:16 · 14.01.2014 por
Nave SpaceShip Two atingiu maior altitude em seu terceiro voo-teste: 21,6 km. Objetivo é alcançar 100 km até o fim do ano e iniciar operações comerciais na sequência. Turistas devem pagar  quase R$ 600 mil por viagem Foto: Mark Grenberger
Nave SpaceShip Two atingiu maior altitude em seu terceiro voo-teste: 21,6 km. Objetivo é alcançar 100 km até o fim do ano e iniciar operações comerciais na sequência. Turistas devem pagar quase R$ 600 mil por viagem Foto: Mark Grenberger

A espaçonave comercial SpaceShipTwo, produzida pela empresa Virgin Galactic, concluiu com êxito seu terceiro voo teste. A máquina subiu para 21,6 km de altitude (na estratosfera) pela primeira vez.

A nave, que conta com espaço para para seis passageiros e dois pilotos, pretende fazer até o final deste ano, o primeiro voo comercial suborbital do mundo, a um custo de cerca de R$ 590 mil cada passagem. Celebridades como Katy Perry e Justin Bieber já teriam, inclusive, reservado seus lugares.

O voo, que partiu do Mojave Air and Space Porto no deserto californiano (EUA),  foi pilotado pelo comandante Dave Mackay. Nesta empreitada foram testados o sistema de controle de reação espacial e o sistema de reentrada na atmosfera, bem como um revestimento de proteção térmica instalado recentemente.

Para alcançar a altitude, o SpaceShipTwo foi levado pelo WhiteKnightTwo ao nível de 14km de altitude, antes da liberação do foguete. No entanto, para a conclusão do objetivo do projeto ainda falta um longo caminho a ser percorrido: a linha de Kármán, que geralmente representa o limite entre a atmosfera terrestre e o espaço exterior, está localizada a aproximadamente 100 km de altitude. Esse foi o terceiro voo teste de motor da SpaceShipTwo.

Com informações: O Globo

17:21 · 07.12.2012 / atualizado às 21:26 · 07.12.2012 por
Vídeo de anúncio da empresa Golden Spike faz referência ao Brasil, além de África do Sul, França, Austrália e Japão, como possíveis clientes das missões espaciais privadas até a Lua Imagem: Reprodução de vídeo / Golden Spike

Para quem ainda duvida que o homem foi a Lua, uma empresa norte-americana pode dar a chance de tirar a prova pessoalmente. Mas, só se o cético em questão for também um bilionário.

É que a Golden Spike, recém-fundada pelos ex-diretores da Agência espacial Norte-Americana (Nasa), Alan Stern e Gerry Griffin, pretende vender voos para a Lua até 2019. Mas o voo deve custar R$ 3 bilhões por casal, ou R$ 1,5 bi para quem quiser desfrutar da experiência sozinho. 

“A companhia aposta na adoção de naves espaciais do setor privado, que reduziriam significativamente o custo dos voos comerciais com destino à Lua”, explica Stern. O anúncio foi feito na véspera do 40º aniversário da última missão lunar, a Apolo 17.

Confira vídeo (em inglês) do anúncio da empresa

“O objetivo da Golden Spike é otimizar os ônibus espaciais já existentes para vender o sistema a países, pessoas ou empresas cujos objetivos e ambições sejam explorar a Lua”, afirma Griffin.

23:16 · 01.03.2012 / atualizado às 04:52 · 02.03.2012 por
Concepção artística de como será o futuro clube de entretenimento adulto no espaço Imagem: Playboy

Quem nunca ouviu a comparação do ato de levar alguém a ter um orgasmo com levar essa pessoa às estrelas?

Pois, a gigante editorial do ramo erótico, a norte-americana Playboy, quer se unir à empresa Virgin Galactic (a mesma que promete começar a operar no ramo do turismo espacial até 2014) num projeto ousado baseado nesse ditado.

A ideia é construir um clube de strip-tease e entretenimento adulto no espaço. A novidade deve ser anunciada já na edição de março da revista (versão norte-americana). O projeto é do artista Thomas Tenery e caso saia mesmo do papel terá pista de dança com sensação de gravidade zero, restaurante futurista e shows eróticos.

O clube  de entretenimento adulto da Playboy ficaria em uma estação no que se chama de região suborbital, a cerca de 110 km de altitude, a mesma em que devem voar as naves Space Ship Two, da Virgin.

No entanto, deve ser realmente diversão para poucos. Só a viagem até lá custaria em torno de US$ 200 mil. A hospedagem ainda não foi sequer estimada. Aliás, a editora não divulgou detalhes básicos do projeto, como por exemplo, a meta de quando tal estação espacial erótica entraria em atividade.

Mas para quem acha que isso é coisa de ficção, o projeto já estaria sendo levado a sério por alguns cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte- Americana). Imagina-se que a Rússia  também já fez algumas pesquisas sobre atividade sexual no espaço, mas apenas envolvendo animais.

Sexo no espaço: é possível?

Apesar do tema parecer coisa de excêntrico milionário, a comunidade científica leva a sério os estudos sobre a viabilidade de se fazer sexo e se reproduzir no espaço.

A razão é muito simples. Uma viagem para Marte pode levar dez meses de ida e dez meses de volta. E estamos falando do planeta mais próximo da Terra.  Ou seja, caso a humanidade resolva mesmo colonizar o Sistema Solar, no futuro, precisa descobrir respostas para a pergunta acima.

Pelas pesquisas feitas, até agora, os principais problemas encontrados para tornar possível um ato sexual em ambiente de baixa ou nenhuma gravidade são os seguintes:

– na ausência de gravidade, o mais difícil seria alinhar os corpos dos parceiros e o casal deveria estar bem agarrado para viabilizar a cópula. Esse problema poderia ser resolvido com uma vestimenta revestida com velcros;

– as variações na pressão sanguínea resultantes da microgravidade poderiam atrapalhar a ereção masculina, além disso no espaço é mais comum ocorrer enjoos o que poderia diminuir a libido feminina;

– no caso de gravidez, ainda não se sabe com certeza os efeitos da radiação e da baixa gravidade sobre o desenvolvimento do bebê.

00:17 · 06.01.2012 / atualizado às 00:23 · 06.01.2012 por
Foto do site da Virgin reproduz aeronave que deve levar tripulação ao espaço

Prepare os bolsos caso você queira realizar o sonho de visitar o espaço. Três empresas – Virgin Galactic, XCOR e Space Adventures – esperam disponibilizar um serviço mais barato para voos a cerca de 100 quilômetros de altitude ainda em 2012.

Os passageiros poderão, nessa distância, experimentar um pouco dos efeitos da gravidade zero e, claro, ter o gostinho de apreciar uma visão limitada a astronautas profissionais.

A Virgin Galactic, empresa de um bilionário britânico, deve ser a primeira a oferecer o serviço. O preço total do pacote sai pela bagatela de 200 mil dólares.

Além da viagem, estariam inclusos outros ítens, como um treinamento de pelo menos três dias no estado americano do Novo México, até o embarque em uma nave para um voo de aproximadamente duas horas e meia pelo espaço.

Muitas pessoas já começaram a aderir ao pacote, dentre elas alguns brasileiros. Como é uma quantia elevada, a Virgin Galactic deixa que os interessados façam uma espécie de poupança. O depósito inicial é de 20 mil dólares e os termos podem ser feitos através da internet pelo site da empresa (clique aqui). A aeronave promete levar seis passageiros e dois tripulantes.