Diário na Copa

Categoria: Amistos


14:01 · 03.09.2014 / atualizado às 14:02 · 03.09.2014 por
Jogo marcou a conquista do tetracampeonato alemão. Foto: Reuters
Jogo marcou a conquista do tetracampeonato alemão. Foto: Reuters

A pouco menos de dois meses da final da Copa do Mundo do Brasil, Argentina e Alemanha se reencontram para um novo duelo, na primeira data reservada pela Fifa para amistosos internacionais entre seleções.

Sem os principais destaques de ambas as equipes, Messi e Schweinsteiger, os gigantes se enfrentam novamente.

Confira os jogos desta quarta-feira (3)

Rússia 3 – 0 Azerbaijão

14:00 Ucrânia – Moldávia
14:45 Letónia – Armenia
15:00 Dinamarca – Peru
15:15 República Checa – EUA
15:45 Alemanha – Argentina
15:45 Irlanda – Oman
16:00 Inglaterra – Noruega
16:00 Marrocos – Qatar

10:29 · 30.01.2014 / atualizado às 11:00 · 30.01.2014 por
Oribe Peralta, carrasco do Brasil nos jogos olímpicos, foi autor de um dos gols Foto: Reuters
Oribe Peralta, carrasco do Brasil nos jogos olímpicos, foi autor de um dos gols Foto: Reuters

Com três gols do atacante Alan Pulido, o México goleou a Coreia do Sul por 4 a 0, na madrugada de hoje, em amistoso disputado em San Antonio, no Texas, Estados Unidos.

Este foi o primeiro jogo de preparação do México para a Copa do Mundo. Além dos três gols de Pulido, o atacante Oribe Peralta também deixou a sua marca.  Esta foi a sexta vitória dos mexicanos sobre o rival na história do confronto, que registra ainda três triunfos dos sul-coreanos e dois empates.

A seleção mexicana, segunda adversária do Brasil na Copa, começou assim a definir quais jogadores virão para a competição, em junho.  Quarto treinador a dirigir a equipe só no ano passado, Miguel Herrera chegou para os dois confrontos contra a Nova Zelândia, na repescagem, convocou apenas atletas de clubes mexicanos, obteve a vaga com duas vitórias e permaneceu no cargo.

Agora, ele avalia quais dos responsáveis pelo alívio nas eliminatórias irão ao Mundial. Doze deles foram chamados para o duelo contra os sul-coreanos. Houve ainda um desfalque por lesão. O técnico não convocou seu goleiro preferido, Moisés Muñoz, 33. Preferiu observar outros dois.
O México ainda jogará amistosos contra a Nigéria, em 5 de março, e o Equador, em 31 de maio. Será a chance de jogadores mais renomados confirmarem sua importância.

É o caso do goleador Javier Hernández, o Chicharito, 25, do Manchester United, dos atacantes Giovani dos Santos, 24, e Javier Aquino, 23, ambos do Villarreal, do zagueiro Héctor Moreno, 26, do Espanyol, do meio-campista Andrés Guardado, 27, do Valencia, do goleiro Guillermo Ochoa, 28, Ajaccio, e do atacante Carlos Vela, 24, da Real Sociedad.

Na Copa, além do dono da casa Brasil em Fortaleza, os mexicanos vão encarar Camarões, na estreia em Natal, e Croácia, em Recife.

09:54 · 30.12.2013 / atualizado às 13:42 · 30.12.2013 por

neymafgDe um ano para outro, tudo pode mudar na vida de qualquer pessoa. Um atleta pode ter seu desempenho melhorado ou piorado, assim como a equipe em que atua. Mas para nenhum outro time de futebol, ou qualquer outra seleção, uma temporada representou tantas mudanças (positivas) como para a Seleção Brasileira.

2013 começou nebuloso para a Amarelinha. Após o empate contra a Colômbia, na despedida de 2012, o técnico Mano Menezes deixou o comando técnico da equipe pentacampeã mundial, que sofria longo jejum de vitórias contra equipes consideradas mais fortes. Mano Menezes, após quase 2 anos e meio de trabalho, não conseguiu encontrar a formação ideal da Seleção. Foram mais de 100 atletas convocados e muitas dúvidas na formação tática. Em suma, o time brasileiro não tinha cara, não tinha vida e nem estava na elite das seleções naquele momento.

Na última apresentação de 2012, Mano tentou resgatar nomes conhecidos, como felipdKaká (Milan), e emplacar outros valores, como o goleiro Diego Alves (Atlético de Madrid), Thiago Neves (Fluminense), Giuliano (Dnipro) e o lateral-direito do Botafogo, Lucas Silva.

Felipão e Parreira chegam sob desconfiança, mas mudam o cenário

Começa 2013. Assume o velho campeão Luiz Felipe Scolari e, como auxiliar técnico, o experiente Carlos Alberto Parreira. A CBF, em atitude que beirava o desespero, às vésperas da Copa das Confederações em casa, chama os gurus que deram os dois últimos títulos mundiais ao País. Seria uma tentativa de se livrar da responsabilidade, caso a equipe não retornasse ao top 5 mundial?

Nunca poderemos saber. Já que o final de 2013 foi exatamente o contrário de 2012. Mas o que foi feito para que houvesse uma virada tão extraordinária nesse cenário? No primeiro amistoso do ano, uma primeira oportunidade de quebrar o jejum contra os grandes. Contra a Inglaterra, em Wembley, Felipão traz de volta o goleiro Júlio César (Queens Park Rangers), Fred (Fluminense), Hernanes (Lázio), e dá chances a Miranda (Atlético de Madrid), Filipe Luís (Atlético de Madrid). O técnico da Amarelinha também afastaria Kaká e daria uma nova oportunidade a Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG).

ghPrimeiro teste e primeira derrota. A queda diante do English Team fez Felipão agir rápido e já alterar a segunda convocação para a partida contra a Itália. O técnico sacou Ramires (Chelsea), Miranda e Ronaldinho, e emplacou Fernando, revelação do Grêmio. Manteve o trio com Neymar (Barcelona), Fred e Hulk (Zenit), além de efetivar Dante (Bayern de Munique) como titular ao lado David Luiz (Chelsea). Foi nesta partida que o comandante deu oportunidade ao voluntarioso volante Luiz Gustavo (Wolfsburg) e ao volante Jean (Fluminense). Mais um jogo e mais uma vez não houve vitória contra um grande. No entanto, um alento. O atacante Fred marcava o seu segundo gol em dois jogos e ia faturando a vaga no ataque, e Júlio César ganhava a vaga de número 1.

Contra Rússia, mais uma vez a vitória não veio. Quem ganhou a última chance desta vez foi Kaká, que não atuou bem. No entanto, a formação ofensiva com Oscar (Chelsea), Neymar, Fred e Hulk ganhou força, após o time melhorar com a entrada do paraibano.

Contra a Bolívia e Chile, em escalação exclusiva de jogadores que atuavam no Brasil, tivemos a chance final de osvlRonaldinho. Em jogos considerados tranquilos, o camisa 10 negligenciou as duas partidas e foi sacado a partir dali. Ficaram fora após esses jogos os zagueiros Dedé (Cruzeiro) e Réver (Atlético-MG), o cearense Osvaldo (São Paulo), o atacante Alexandre Pato (Corinthians). Quem garantiu uma nova chance foi o meia Jádson (São Paulo), Jéfferson (Botafogo) e Leandro Damião (Santos).

Chegando às vésperas da Copa das Confederações, mais uma vez, um desafio contra a Inglaterra, desta vez com o novíssimo Maracanã lotado. Com base nos últimos jogos, a base da Seleção dali por diante se formava. O gremista Fernando foi sacado para a efetivação de Luiz Gustavo como titular. Hulk ganhou a vaga na equipe principal, formando o esquema 4-2-3-1 ao lado de Paulinho (Tottenham), Oscar, Neymar, Fred. Na zaga, Thiago Silva (PSG) e David Luiz se solidificavam, com Daniel Alves (Barcelona) na lateral-direita e Marcelo (Real Madrid) na lateral-esquerda. Quem ganhou uma inédita chance foi o jovem Bernard (Shaktar), que jamais tinha sido testado.

Apesar do empate, pela primeira vez, a Seleção conseguiu mostrar uma boa evolução e poderia ter vencido um grande após quase 3 anos. No entanto, variações táticas dentro da partida, principalmente a saída de um volante pegador, como Luiz Gustavo, para a entrada de um mais técnico, como Hernanes, deixaram a zaga exposta e permitiram os gols ingleses. Dali por diante, Felipão jamais deixaria o time sem um volante marcador. Contra a França, o início da virada. A convincente goleada contra os Bleus fez a equipe recuperar a autoestima e continuar a atuar bem.

Copa das Confederações ratifica a recuperação da Seleção no cenário mundial

pvbE teve início a esperada Copa das Confederações. Se tem uma palavra que define a competição para Seleção Brasileira, dentro de casa, é pressão. O time de Felipão encurralou, por meio de uma blitz, todas as equipes nos minutos iniciais dos jogos. Contra o Japão, a primeira prova. Com menos de 5 minutos, Neymar acertou um belo chute de fora da área. Paulinho marcou mais um e o atacante Jô, também sem ser convocado uma única vez, foi chamado no lugar de Leandro Damião e deu o seu cartão de visita. 3 a 0.

Reencontro com a Terra da Luz

Após mais de 10 anos, foi a vez da Seleção Brasileira se encontrar com a cidade de Fortaleza. E a estadia da equipe foi carregada de fortes emoções desde o início. Uma inesquecível “invasão” do treinamento da Amarelinha no Estádio Presidente Vargas foi uma prova da paixão do torcedor cearense. Na Arena Castelão, mais de 50 mil pessoas cantaram à capela o Hino Nacional, emocionando todo o mundo. E dentro de campo, uma nova blitz, com direito a novo golaço de Neymar. Para finalizar, o craque do Barcelona fez jogada inacreditável, deixando dois marcadores na saudade, e deixou de bandeja para o “sortudo” Jô completar. Festa no Castelão. Jogo que entrou para história.

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Na terceira partida, um maior grau de dificuldade. Contra a Itália, o Brasil começou na frente novamente, com gol de Dante, mas viu os italianos chegarem a igualdade após belo gol de Giaccherini (Sunderland). No entanto, o atacante Fred desencantou e marcou duas vezes, além de Neymar, que fez mais um golaço de falta.

bragNa semifinal, a partida mais difícil do torneio. Contra os uruguaios, no Mineirão, o gol de raça de Fred, no fim do primeiro tempo, contrastou com o pênalti perdido por Forlán (Internacional), em defesa fantástica de Júlio César. No segundo tempo, novo vacilo, e gol de Cavani (PSG). Quando a partida se encaminhava para prorrogação, Paulinho fez o gol salvador, de cabeça, após escanteio.

Na outra semifinal, um novo espetáculo em Fortaleza. A grande favorita Espanha enfrentava uma desfalcada Itália sob o sol escaldante cearense. Um jogo bom tecnicamente, mas que não resultou em gols. Disputa por pênaltis na Arena Castelão e vitória dos campeões mundiais.

A final mais esperada aconteceu. No Maracanã lotado, o jogo que deveria ser de dificuldade extrema para o Brasil acabou por ser o mais tranquilo. Nova blitz e gol relâmpago de Fred. O time espanhol não só caiu, como desabou. Com domínio, a Seleção Brasileira chegou ao segundo gol após chutaço de Neymar. No segundo tempo, Fred marcou mais um e fechou o caixão. Definitivamente a Seleção Brasileira retornava aos gritos de o “campeão voltou!”.

ghhReencontrada como equipe e como lenda do futebol, a Seleção complementou o ano com série de amistosos. Nem a derrota para Suiça foi suficiente para manchar a imagem da equipe como postulante ao título mundial de 2014. Nas últimas partidas, novos nomes foram testados, como o meia Willian (Chelsea), Maicon (Roma), Maxwell (PSG), Marquinhos (PSG), Lucas Leiva (Liverpool) e Victor (Atlético-MG). Ganhou nova chance também o meia Ramires. Apesar de ter base completa, ainda não é possível traçar a lista de convocados para a Copa de 2014.

 

13:27 · 16.12.2012 / atualizado às 13:27 · 16.12.2012 por

 

 

O Diário na Copa preparou para você uma série de matérias relembrando alguns dos momentos mais especiais, mais engraçados,  mais marcantes da história do Estádio Plácido Aderaldo Castelo, o Castelão. Mergulhe nos nossos posts, comente, dê a sua sugestão. Confira as matérias:

– Os jogos inesquecíveis

– As transformações do Gigante

– Palco que dá sorte à Amarelinha

– Eventos que marcaram

– Polêmicas e lances bizarros

– O dia em que Pelé jogou no Castelão

 

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