Diário na Copa

Categoria: Economia


16:21 · 21.07.2014 / atualizado às 18:33 · 21.07.2014 por
De acordo com a pesquisa, 76,2% dos torcedores que acompanharam a Copa são homens FOTO: Kiko Silva
De acordo com a pesquisa, 76,2% dos torcedores que acompanharam a Copa são homens FOTO: Kiko Silva

Acompanhar uma Copa do Mundo no estádio foi uma experiência inédita para 92,7% dos brasileiros que foram às praças esportivas. Os dados são de um estudo realizado pelo Ministério do Turismo (Mtur) com parceria da Fundação Getúlio Vargas que entrevistou 6.038 brasileiros nos arredores dos estádios, aeroportos, rodoviárias e Fifa Fan Fest.

A Copa de 2014 movimentou mais de 3 milhões de torcedores durante o evento. De acordo com a pesquisa, nove em cada dez brasileiros tiveram a oportunidade de vivenciar um Mundial pela primeira vez. Deste número, 43,5% já viajaram para acompanhar o seu time ou estão habituados a visitar estádios e 34,7% acompanham jogos de seus clubes pela televisão.

A pesquisa relevou, ainda, que mais de 3,6 bilhões de pessoas do mundo todo assistiram ao campeonato pela TV, pelo celular ou por outro dispositivo móvel que receba sinais de TV.

Mais da metade dos torcedores eram brasileiros

Dos torcedores que prestigiaram o evento no Brasil, 62% eram brasileiros e apenas 38% estrangeiros. O perfil de mais da metade dos torcedores é homem (76,2%) e tem ensino superior completo (55,3%). 40,3% tem entre 25 a 34 anos, 17,1% tem especialização em alguma área e 28,6% tem renda familiar que varia entre R$ 3.621 e R$ 7.240.

Para acompanhar os jogos das seleções, a maior parte (74,7%) organizou a viagem por conta própria e viajou acompanhado. 24,4% viajaram com amigos e 44% com a família.

15:54 · 20.06.2014 / atualizado às 16:59 · 20.06.2014 por
Chef alemão, Manfred Alexsander FOTO: Rodrigo Carvalho
Chef alemão, Manfred Alexsander FOTO: Rodrigo Carvalho

Um restaurante alemão localizado no bairro Varjota, em Fortaleza, está preparando três dias de festa com direito a mil litros de chopp e muita salsicha para os turistas alemães que chegaram a Fortaleza para prestigiar a partida entre Alemanha e Gana, pela primeira fase da Copa do Mundo. A seleção alemã chegou à Capital na última quinta-feira (19) e enfrenta os africanos na Arena Castelão no próximo sábado (21).

Manfred Alexsander, alemão natural de Frankfurt, reside na cidade há 7 anos e há 5 administra o estabelecimento “O Alemão”. Com a oportunidade de um jogo da seleção alemã na Capital, nasceu o desejo de comemorar em grande estilo. “Com uma vitória da Alemanha seria ainda melhor”, afirmou o gerente do estabelecimento, Máximo de Oliveira.

Prato típico: salsicha alemã FOTO: Rodrigo Carvalho
Prato típico: salsicha alemã FOTO: Rodrigo Carvalho

O principal prato da casa será o brätwurst, a famosa salsicha com muita mostarda. Além da iguaria, mil litros de chopp estarão à disposição para acompanhar a refeição. Um telão de led transmitirá os jogos para cerca de 300 convidados já confirmados. “Nós já temos 300 reservas feitas até o momento. A expectativa é de mais de trezentas pessoas por dia”, revelou o gerente.

Para receber o público, o restaurante vai interditar a rua Pereira Valente com a rua Frederico Borges, com o controle da Autarquia Municipal de Trânsito, Segurança Pública e Cidadania (AMC) garantido. A interdição do trecho já está sendo montada e contará com agentes de trânsito para controlar o tráfego durante os dias do evento.

A música ficará por conta de um grupo musical alemão e banda Forró Legal, que levará seu som pé de serra.

Os festejos começam no próximo sábado (21) às 12h, no dia da partida entre Alemanha e Gana, às 16h, e encerra na segunda-feira (23), dia do jogo entre Brasil e Camarões, logo às 17h. A entrada é franca e é aberto ao público.

Serviço

Restaurante “O Alemão”
Rua Frederico Borges, 584 – Varjota
Tel.: (85) 3267-1923

 

16:30 · 28.05.2014 / atualizado às 15:13 · 28.05.2014 por
Turistas que vierem a Fortaleza irão encontrar preços entre os mais altos do Brasil. FOTO: Natinho Rodrigues
Turistas que vierem a Fortaleza irão encontrar preços entre os mais altos do Brasil. FOTO: Natinho Rodrigues

Pesquisa do site de viagens TripAdvisor mapeou o custo que os turistas podem ter nas 12 cidades sedes da Copa e revelou que Fortaleza é a segunda mais cara para o turista que irá passar um dia e assistir um jogo do Mundial. O estudo foi publicado no jornal norte-americano The Wall Street Journal nesta quarta-feira (28).

O estudo considerou o preço do ingresso para uma partida da competição (fixado em 175 dólares na pesquisa, o que significa R$ 391,20), a estadia de uma noite no hotel, a ida e a volta de táxi para o jogo, o jantar e um lanche. O custo total em Fortaleza é de 601,96 dólares (R$ 1.345,62), segundo a pesquisa. O gasto que os turistas podem ter na capital cearense é inferior somente ao Rio de Janeiro – 681,82 dólares (R$ 1.524,14).

O gasto com hotel (calculado a partir da média do preço de 3 hotéis classificados com 3 ou 4 estrelas) em Fortaleza, considerando os preços esperados para o período entre 14 de junho e 5 de julho, também é o segundo maior entre as sedes do Brasil: 368,49 dólares (R$ 823,72).

Já o custo do táxi foi estipulado em 17,10 dólares (R$ 38,23), o terceiro maior. O dinheiro que o turista deve desembolsar para jantar em Fortaleza também é alto, o quarto maior: 35,06 dólares (R$ 78,37).

O preço do lanche é o único baixo, o menor do país, apenas 6,31 dólares (R$ 14,11).

18:23 · 26.05.2014 / atualizado às 18:32 · 26.05.2014 por
Arena Castelão ainda não tem menu regional para os jogos da Copa do Mundo FOTO: Adriano Queiroz
Arena Castelão ainda não tem menu regional para os jogos da Copa do Mundo FOTO: Adriano Queiroz

FIFA divulgou na manhã desta segunda-feira (26) os preços oficiais e o menu de comidas disponíveis nas Arenas durante os jogos do Mundial de 2014. Dentre os mais variados itens, consta ainda as comidas regionais das cidades-sedes, mas Fortaleza não está incluída.

O tradicional acarajé e a cocada farão parte do cardápio regional da Arena Fonte Nova, em Salvador. Em Recife, a tapioca e o bolo de rolo serão os pratos típicos dos pernambucanos.

Na região sudeste, o famoso feijão tropeiro e o biscoito de polvilho foram incluídos ao menu. Já a Arena da Amazônia, em Manaus, receberá tambaqui com fritas, churrasco feito com carne do peixe tradicional da Amazônia.

Em Fortaleza, nenhum item regional foi adicionado à lista. Porém, a Secretaria Especial da Copa (Secopa) garante que o menu está em desenvolvimento e que os itens a serem adicionados ao cardápio ficam a critério de cada cidade-sede.

São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Cuiabá, e Natal também não incluíram os itens típicos em suas Arenas.

13:07 · 24.05.2014 / atualizado às 13:07 · 24.05.2014 por
Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Os turistas estrangeiros que vierem para a Copa do Mundo não poderão contar com uma facilidade comum em países da Europa: as chamadas máquinas cambiadoras. Esses equipamentos, uma espécie de caixa eletrônico, permitem a troca de moedas estrangeiras por real e vice-versa. O uso dos dispositivos foi autorizado pelo governo em 2012, para oferecer uma alternativa e facilitar o acesso do estrangeiro a pequenos valores em reais, a partir do evento esportivo, este ano.

Outra medida autorizada pelo governo em 2012 que não deslanchou foram os correspondentes para troca de moedas. O governo autorizou casas de câmbio e bancos a fazerem parcerias com estabelecimentos comerciais. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Corretoras de Câmbio (Abracam), Tulio Ferreira dos Santos Junior, por falta de segurança o setor não se interessou por correspondentes em estabelecimentos comerciais. Segundo ele, atualmente, a maioria dos parceiros continua sendo as agências de viagens e há também alguns hotéis que fazem troca de moedas. “Nas agências de viagens tem gente com experiência e as lojas e os caixas são blindados. Um país com pouca segurança como o Brasil não tem como ter moeda estrangeira em farmácia ou supermercado”, argumentou.

Já as máquinas cambiadoras ainda estão sendo testadas no país, a menos de um mês da Copa. De acordo com Santos Junior, no Recife há máquinas instaladas em um shopping, no porto e no aeroporto da cidade. Ele conta que a corretora instalou as máquinas para iniciar os testes, mas ainda não há previsão de quando os equipamentos estarão disponíveis em outras cidades. “Se funcionar bem vamos colocar em hotéis em São Paulo e no Rio. Mas não tem previsão. Vai depender da performance da máquina”, disse. O presidente da Abracam também disse que negociar a instalação das máquinas em aeroportos tem sido um processo “muito burocrático”. “Estamos negociando para fechar parcerias em aeroportos, hotéis. Isso é um processo lento”, acrescentou.

André Salvador, responsável comercial pela empresa que produz as máquinas,  não quis revelar quantas máquinas já foram produzidas no país desde a autorização pelo governo, mas disse que o volume não é expressivo. Ele espera que ainda este ano a produção ganhe força, por meio de parcerias com corretoras e bancos especializados.

Segundo Salvador, a automação de operações de troca de moedas ainda não avançou no país porque somente em 2012 a legislação autorizou esse processo. Por meio da máquina, o cliente pode conferir, antes de fechar a operação, todas as taxas e tarifas e o valor efetivo total. Os equipamentos estão configurados em quatro idiomas.

Em 2012, ao regulamentar o uso desses equipamentos, o BC definiu que o limite por operação seria de US$ 3 mil. Os clientes são identificados por meio do uso do cartão de crédito com bandeira internacional ou por passaporte com validação eletrônica de autenticidade.

Para André Salvador, os grandes bancos de varejo não demostraram interesse pelo equipamento, mas à medida que as máquinas ganharem espaço no mercado, há expectativa de avanço nesse segmento também. “Os bancos de varejo têm estratégia voltada para os próprios correntistas. O movimento vai começar através dos bancos de nicho [especializados]”, disse.

No caso do Banco do Brasil, por exemplo, a troca de moeda é feita em 431 agências e em 34.807 terminais de autoatendimento habilitados para atender às redes Cirrus e VisaPlus – pois fazem a leitura de cartões emitidos no exterior, para saque em reais. Desse total de terminais, 8.541 estão nas cidades-sede da Copa do Mundo. No caso das agências que realizam operações de câmbio, 300 estão nas cidades-sede da Copa.

Dólares

Mesmo sem as máquinas cambiadoras e os correspondentes no comércio, o presidente da Abracam acredita que os estrangeiros não terão dificuldades para ter acesso a reais. “O estrangeiro usa muito cartão de crédito. E todos os aeroportos e shoppings são bem assistidos com casas de câmbio”, disse.

Com informações da Agência Brasil

 

18:26 · 14.05.2014 / atualizado às 10:48 · 26.05.2014 por
O hotel Golden Tulip Iate Plaza apresentou, segundo o site Trivago, o maior índice de deflação no período da Copa FOTO: Divulgação
O hotel Golden Tulip Iate Plaza apresentou, segundo o site Trivago, o maior índice de deflação no período da Copa FOTO: Divulgação

O preço de hospedagem em Fortaleza diminuiu 9,3% para a primeira fase de grupos do Mundial de 2014. Já nas oitavas e quartas de final, os preços caíram 4% e 13%, respectivamente. Os dados são do último levantamento realizado pela Trivago.com dos preços médios de hotéis para o período da Copa do Mundo.

Segundo o levantamento, na primeira fase da competição, Fortaleza tem a média de preços em R$ 613, ficando a frente de São Paulo, com R$ 579. Brasília obteve o maior valor entre as sedes no período, com R$ 1.075.

Nas oitavas de finais, as reservas chegaram a diminuir de R$ 492 para R$ 473. Já nas quartas de finais o declínio foi maior. De R$ 502, passou para R$ 438, concluindo em uma retração de 13%. Os valores mais elevados da rede hoteleira na Capital seguem no período dos jogos entre Brasil x México e Alemanha x Gana.

Já no site Booking.com, o valor para o mês de junho apresenta uma média de R$ 587 entre os principais estabelecimentos da rede hoteleira de Fortaleza.

11:39 · 03.05.2014 / atualizado às 12:15 · 03.05.2014 por
Atualmente a arena Soccer City recebe mais atividades musicais e políticas do que partidas de futebol. Foto: Wikimedia Commons
Atualmente a arena Soccer City recebe mais atividades musicais e políticas do que partidas de futebol. Foto: Wikimedia Commons

Joanesburgo, maior cidade da África do Sul, viveu por anos a expectativa de melhoras na condição de vida da população, com a realização da primeira Copa do Mundo no Continente Africano, em 2010. Quatro anos depois, no entanto, o país enfrenta problemas, como o endividamento público e estádios ociosos, de acordo com o jornalista sul-africano Niren Tolsi.

Ele conta que as duas arenas construídas para receber partidas do Mundial, o Ellis Park Stadium e o Soccer City, estão subutilizadas. O último recebe atualmente mais atividades musicais e políticas do que partidas de futebol.

Tolsi veio ao Brasil para participar do Encontro dos Atingidos – Quem Perde com os Megaeventos e Megaempreendimentos, em Belo Horizonte.

O jornalista relata que os moradores esperavam que a preparação para a Copa projetasse Joanesburgo internacionalmente e proporcionasse mudanças na infraestrutura urbana, com o alargamento de estradas e a multiplicação de opções de transporte coletivo.

As obras de mobilidade feitas no país à época são úteis para a população. Porém, o Mundial foi marcado também por denúncias de corrupção na construção dos estádios, deslocamentos forçados de famílias, aumento da repressão policial e expulsão de moradores de rua e de vendedores ambulantes das áreas centrais de Joanesburgo, segundo o jornalista.

“A Fifa foi embora com R 25 milhões [R é o símbolo de rand, moeda oficial da África do Sul] de lucro e o país ficou endividado”, lamentou.

Tolsi vê semelhanças entre os problemas apontados pelos movimentos sociais no Brasil e o que ocorreu, há quatro anos, em seu país. Com a mobilização dos movimentos sociais e populações atingidas pelos grandes eventos, ele espera que “essa lógica mude e que a Fifa tenha que parar de agir em outros países, como faz hoje, trabalhando a favor das corporações, colocando em questão a soberania nacional”.

O Mundial na África do Sul também não aqueceu o mercado de trabalho, como previsto, por causa da crise financeira que abala a Europa, de onde sairiam muitos dos turistas que o país esperava receber em 2010.

Não somente na África do Sul, a população ficou desapontada com o legado deixado por grandes eventos. A ativista grega Chará Tzouna avalia que os empréstimos tomados para a realização das Olimpíadas de 2004 intensificaram o problema econômico que o país já vivenciava. “Há 30 anos, já tomavam empréstimos para viver. Nas Olimpíadas, criaram mais empréstimos para construir edifícios e estádios, que não conseguem se manter. Além das dívidas, ficamos com elefantes brancos”, diz.

Para Chará Tzouna, a organização popular foi um dos pontos positivos do evento esportivo. “Houve o crescimento da participação e da organização política. As pessoas estão tentando recuperar espaços públicos que foram privatizados ou que estão inativos”, disse.

Com informações da Agência Brasil

09:49 · 25.04.2014 / atualizado às 09:49 · 25.04.2014 por

A decisão só deve sair em maio

A titular da Secretaria Extraordinária da Copa (SecopaFor), Patrícia Macêdo, afirmou, na manhã desta sexta-feira (25), que uma audiência pública para discutir os feriados durante a Copa do Mundo em Fortaleza está marcada para o período da tarde.

> “O problema da segurança não é um problema da Fifa”, declara Jérôme Valcke
> Fifa divulga atrações da Fan Fest em Fortaleza

A proposta, feita pelo vereador Benigno Júnior (PSC), pretende discutir com representantes da Prefeitura, Etufor, AMC, Sindilojas, Fiec e outros envolvidos, os impactos dos possíveis feriados na cidade.

De acordo com Patrícia, a decisão só deve ser divulgada pela Prefeitura em maio.

Confira entrevista:

18:41 · 15.02.2013 / atualizado às 18:41 · 15.02.2013 por
Até 220 pessoas devem ser contratadas para as obras de construção do ramal (Foto: Divulgação)

Uma das principais obras de mobilidade urbana de Fortaleza para a Copa do Mundo de 2014, o VLT Parangaba-Mucuripe, está com 25% das obras já executadas. Com entrega prevista para dezembro de 2013 e 12,7 km de extensão, o Veículo Leve Sobre Trilhos ligará ligará o bairro de Parangaba à orla da Capital, passando por 22 bairros.

O novo modal de transporte vai operar em via dupla, sendo 11,3 km em superfície e 1,5 km em elevado. A estimativa é de que cerca de 100 mil pessoas sejam beneficiadas diariamente. As obras foram visitadas nesta quinta (14) pelos secretários de Infraestrutura, Adail Fontenele, e da Copa, Ferruccio Feitosa

O projeto prevê a construção de três tipos de estação: uma elevada em Parangaba, que fará integração com a Linha Sul do Metrô de Fortaleza e o terminal de ônibus do Sistema Integrado de Fortaleza;  a Estação elevada do Papicu, que fará a integração com a Linha Leste do Metrô e o terminal de ônibus; e outro tipo de padronização para as outras oito estações (Montese, Vila União, Rodoviária, São João do Tauape, Pontes Vieira, Antônio Sales, Mucuripe e Iate Clube).

Confira detalhes das intervenções:

» Estação Parangaba: está em fase de execução do escoramento dos pilares e vai ficar pronta até agosto de 2013.

» Elevado de Parangaba:  terá quase um quilômetro de extensão e vai contar com 52 vigas de concreto armado, sendo que 39 delas já estão prontas.

» Estação Montese: a obra será feita entre as ruas Equador e Antônio Fiúza. Atualmente estão sendo realizados os estudos para soluções de tráfego no local.

» Estação Borges de Melo: no trecho será construído um túnel e a Avenida Borges de Melo passará por baixo da linha férrea.

» Elevado da Aguanambi: quando pronto, terá cerca de 500 metros de extensão.

Outras obras em andamento: estação Pontes Vieira, Viaduto Pontes Vieira, Viaduto Dom Luís, Estação Papicu, muro de arrimo da Via Expressa e Estação Mucuripe.

15:08 · 20.11.2012 / atualizado às 15:17 · 20.11.2012 por

Se chamará Top Moda Castelão o shopping atacadista que funcionará no estádio Plácido Aderaldo Castelo. O pré-lançamento do empreendimento acontece nesta terça-feira (20) e deve ter 58 lojas.

Segundo o presidente da Arena, Silvio Andrade, a expectativa é de gerar inicialmente 300 empregos diretos e indiretos. “O Top Moda Castelão integra o mix da Arena Castelão, trazendo mais uma opção de negócios para quem deseja investir”, destaca. A administradora do shopping atacadista no Castelão também pelos Shoppings Del Paseo, Messejana, Parangaba e Maranguape.

Distribuição

Segundo o presidente da Arena, as lojas serão distribuídas ao redor do estádio, aproveitando o enorme espaço do estacionamento. “As lojas fisicamente já estão prontas e são feitas de alvenaria. São de 40 a 70 metros quadrados. O foco é o atacado ligado a moda”, explica.

Clubes contemplados

Sobre a variedade de lojas presentes em torno do Castelão, Sílvio explica que existe a intenção de também ter espaços para que os clubes possam vender seus produtos. “Estamos esperando que o nosso consumidor seja aquele que trabalha com moda, seja no Ceará ou em outros estados. Vamos ter variedades e os clubes também poderão vender os seus souvenirs”, afirma Andrade.

Fluxo diário

Para Silvio, a existência do shopping irá possibilitar uma movimentação além dos jogos no espaço esportivo. “A ideia é trazer um fluxo diário, que as pessoas venham não apenas para os jogos, mas possam utilizar nossas lanchonetes, restaurantes, cine clube e outras atrações”.

Ampliação

Após a Copa das Confederações e Copa do Mundo Fifa 2014 é grande a possibilidade de que o shopping no Castelão seja ampliado. “Depois da utilização da Fifa, alguns espaços vão ficar disponíveis e poderá haver ampliação”, revelou Andrade.

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