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Categoria: Aliança


08:51 · 29.01.2015 / atualizado às 08:51 · 29.01.2015 por

Camilo

Na noite desta quarta-feira, o governador do Ceará, Camilo Santana, informou, através de nota à imprensa, que o Governo do Estado “repudia totalmente” a decisão da Petrobras em suspender os investimentos da Refinaria Premium II, segundo ele, “um sonho do povo cearense e importante vetor do desenvolvimento local e regional”. Para o chefe do Poder Executivo no Estado, a atitude representa “uma quebra unilateral do compromisso firmado com o Estado” e “configura um desrespeito da empresa com o povo cearense.

O governador se disse “indignado” com a informação, e cobrou explicações da Petrobras, além de ter entrado em contato com o Chefe da Casa Civil, o ministro Aloizio Mercadante, solicitando audiência com a presidente Dilma Rousseff. Na nota, o petista afirma que o Ceará “cumpriu todos os requisitos para a implantação da Refinaria”, e ainda afirmou que continuará empenhado para viabilizar o início dos trabalhos do empreendimento.

com assessoria

17:26 · 04.03.2014 / atualizado às 17:26 · 04.03.2014 por

Fernando Hugo e Marcos Cals, dois ex-tucanos filiados ao Solidariedade, um dos últimos partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, embora estejam incluído na relação dos partidos que podem apoiar uma candidatura ao Governo do Estado apontada por Cid Gomes, não votarão na presidente Dilma Rousseff, como recomendará o governador. Nacionalmente, o Solidariedade, partido que no Ceará é presidido pelo deputado federal Genecias Noronha, ex-PMDB, votará em Aécio Neves.

10:29 · 21.02.2014 / atualizado às 10:29 · 21.02.2014 por

Eliane Novais (PSB), no tempo de liderança, prestou homenagem ao grupo Rede Sustentabilidade, que associou-se ao PSB. Iniciativa de Marina Silva,  a Rede, que não foi oficializado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), completa um ano de fundação. Ela saudou ainda a nova aliança com o PPS.

17:34 · 28.01.2013 / atualizado às 17:34 · 28.01.2013 por

Alexandre Pereira, agora há pouco na redação do Diário do Nordeste, dava a notícia da vinda ao Ceará, hoje, do presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire, para participar da solenidade em que ele Alexandre  será empossado como presidente do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico, à noite desta segunda-feira, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Ceará- FIEC.

Roberto Freire foi o causador da saída de Ciro Gomes, e todos os integrantes do grupo político ligado ao governador Cid Gomes,  dos quadros do PPS. Segundo Alexandre Pereira, é a primeira vez que Roberto Freire e C id Gomes vão se encontrar, depois desse episódio. A ida de Alexandre para os quadros da administração estadual facilita novas alianças do PSB de Cid e Ciro Gomes com o PPS de Roberto Freire, aqui presidido por Alexandre Pereira 

 

10:18 · 07.01.2013 / atualizado às 10:18 · 07.01.2013 por
O deputado Chico Lopes considera que a eleição unificada só trará benefícios, se outros pontos da reforma política forem aprovados (Foto: José Leomar)

Nos últimos 17 anos, uma série de propostas de emenda à constituição (PEC) foram apresentadas tanto na Câmara Federal quanto no Senado com o objetivo de unificar a data das eleições para presidente, governador, prefeito, vereadores, deputados e senadores.

Embora as propostas prevejam redução dos custos do processo eleitoral e também maior transparência ao eleitor, a sugestão, assim como muitas outras propostas relacionadas à Reforma Política, permanece sem qualquer decisão definitiva no Congresso Nacional.

Parlamentares cearenses acreditam na eficiência de realizar um único pleito para todos os cargos eletivos, defendendo que interesses de políticos e de partidos sejam postos de lado para viabilizar pontos urgentes da Reforma Política. Para eles, a questão deve ser priorizada neste ano.

Financiamento

Conforme o deputado federal Chico Lopes (PCdoB), o financiamento exclusivamente público da campanha é o ponto central a ser implementado no sistema político brasileiro, acreditando que apenas com essa medida os demais pontos terão eficiência.

“A minha posição é que, tendo o financiamento público, a eleição pode ser unificada. O eleitor vai ter que votar sete vezes, de vereador a presidente. Como temos hoje a urna eletrônica, isso é viável”, afirma. Para ele, além de reduzir o custo da realização do pleito, a eleição unificada reduziria as negociações em troca de apoio a cargos eletivos.

“Não ficaria aquele empurra-empurra de dois em dois anos, apoiando a campanha de prefeito pensando na sua para o Parlamento. Essa questão reduziria custo e traria maior participação das pessoas no pleito eleitoral”, explica o comunista.

No entendimento do deputado federal José Guimarães (PT), existem pontos urgentes na reforma política, dentre eles as modificações no calendário eleitoral e no financiamento de campanha. “Todo mundo fala que é importante (a reforma), mas ninguém tem coragem de assumir e fazer. Essa é nossa meta em 2013”, considera.

Para o petista, unificar as eleições para presidente, governador, prefeito, deputado e senador seria uma mudança positiva. “Regras claras, financiamento público, direitos iguais e fiscalização confirmariam a segurança das eleições”, afirma. Em relação às alterações que a proposta de um único pleito geral desencadearia na forma como são firmadas as alianças políticas, Guimarães acredita que haveria contribuição para a formação de alianças baseadas em programas e não em pessoas.

 

 

11:46 · 02.12.2012 / atualizado às 11:46 · 02.12.2012 por

O PT cearense não romperá com o Governo do Estado, como deseja a prefeita Luizianne Lins. A direção nacional do partido ouviu todos os lamentos do grupo perdedor das eleições municipais em Fortaleza, mas não esboçou reação positiva à pretensão da prefeita, estimulando, com o seu silêncio, os líderes das demais tendências petistas cearenses a discutir, mesmo informalmente, uma posição contrária ao do rompimento.
Prevalece, no momento, a proposta vista como menos ofensiva à prefeita, uma das principais lideranças da agremiação e presidente do diretório estadual, de o PT tratar, com o governador Cid Gomes, uma repactuação da aliança. Um sofisma, na verdade. A maioria quer fazer voltar a situação anterior à recente disputa pela Prefeitura da Capital, embora com atenções voltadas para as eleições estaduais de 2014, sem o envolvimento da própria Luizianne, em razão da profundidade do fosso aberto com as discussões entre ela e Cid.
Esse grupo que isola a prefeita, trabalhando, nos bastidores, para evitar um esgarçamento maior na relação institucional com o PSB local tem, implicitamente, o apoio do comando central da agremiação, cuja orientação transmitida é a de desenvolver esforços no sentido de ajudar na manutenção das alianças nacionais, onde está na primeira fila, ao lado do PMDB, o partido do governador, ambos publicamente, comprometidos com a reeleição da presidente Dilma Rousseff, apesar da movimentação do governador pernambucano, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, sugerindo estar com pretensões de chegar já ao Planalto.
Maioria
O diretório estadual do PT, onde a questão do rompimento da aliança no Ceará deverá ser discutida, ainda não tem data para se reunir, embora alguns defendam que isso deva acontecer imediatamente após o encontro do diretório nacional, nos dias 7 e 8 próximos, em Brasília.
A previsão de outros leva o evento para o início do próximo ano quando a presidente estadual já não mais for prefeita, consequentemente, com menos força para defender o seu propósito, inadmissível pela maioria dos seus companheiros de sigla, fora do espaço municipal.
Na agenda de discussões da cúpula nacional petista, em Brasília, nesta semana, não consta o problema do Ceará, nem de qualquer outro Estado. A pauta é eminentemente nacional. É possível até que a própria Luizianne venha a suscitá-lo, mas o sentimento dos cearenses outros, participantes daquele agrupamento, é de deixar o debate restrito à instância local, onde a prefeita será vencida pela união de deputados estaduais e federais.
No plano municipal, mesmo fazendo restrições, os petistas defensores da manutenção da aliança com o Governo cearense, não questionam a posição adotada pelo partido em relação à administração de Roberto Cláudio, a partir do próximo mês. Além do fato de o controle do diretório municipal ser da prefeita e a derrotada nas urnas ter encaminhado o partido para a oposição, acrescente-se ser quadro um trunfo dos que a isolam na esfera estadual, para dizerem que não estão espezinhando-a.
Denúncia
Trinta e cinco dias depois de conhecido o resultado da eleição que garantiu a vitória de Roberto Cláudio, o PT, como prometeu o seu candidato derrotado Elmano de Freitas, não apresentou a comprovação de vício na eleição, por compra de votos e outros delitos.
A denúncia sobre motos da Polícia Militar encontradas entre os dias 5 e 30 de outubro em um depósito, supostamente para retirar o policiamento das ruas e deixar livres os pretensos fraudadores do pleito, não tem consistência, no entender do procurador eleitoral, Márcio Torres que, mesmo assim, recomendou a abertura de investigação pela promotora da 114ª zona eleitoral, Janimeire Benevides.
Pela contundência da denúncia, a expectativa que criou junto aos incautos e no seio da própria agremiação, o PT, na pessoa do então candidato Elmano de Freitas, bem como o PR, do ex-governador Lúcio Alcântara e do Professor Mourão, que era o vice, avalista da denúncia, precisam vir a público, com ou sem os elementos probatórios, dar satisfações para que não fiquem com suas honras tingidas.

10:13 · 22.10.2012 / atualizado às 10:13 · 22.10.2012 por

Duas notas na Coluna Painel da Folha de S.Paulo de hoje, tratam das divergências entre o PT e o PSB. Na primeira, relacionada à campanha eleitoral no Município de Campinas, em São Paulo, está dito que “Integrantes do PSB se queixaram do discurso de Lula no final de semana atacando Jonas Donizete (PSB) em Campinas. Afirmam que o ex-presidente ”pegou pesado” ao dizer que não há radialista que distribui cadeiras de rodas que tenha dado certo como prefeito. Donizete é ex-radialista”.

Na segunda faz referência à disputa pela Prefeitura de Fortaleza e está assim redigida: “Para socialistas, vencer o PT em Campinas virou a prioridade de Eduardo Campos neste segundo turno já que, caso o PSB derrote a legenda em Fortaleza, será uma vitória do governador do Ceará, Cid Gomes”.

 

12:24 · 07.07.2012 / atualizado às 12:24 · 07.07.2012 por

Na noite desta sexta-feira, a 114ª zona eleitoral de Fortaleza, responsável pelos registros de candidaturas na Capital, divulgou dados preliminares sobre os partidos e coligações que participarão do peito deste ano.

Nas candidaturas majoritárias, PSB e PT incluíram simultaneamente em suas respectivas coligações dois partidos com dissidência interna: o PT do B e o PTC. A decisão sobre a composição dessas coligações caberá  à Justiça Eleitoral.

A maior coligação para prefeito de Fortaleza é a do presidente da Assembleia Legislativa, Roberto Cláudio (PSB), com 13 partidos: PSB, PRB, PP, PTB, PMDB, PSL, PSDC, PHS, PMN, PRP, PSD, PTC e PT do B. A segunda maior coligação é a do candidato petista Elmano de Freitas, com sete legendas, que também inclui as duas legendas: PT, PTN, PSC, PR, PV, PTC e PT do B.

22:16 · 27.06.2012 / atualizado às 22:16 · 27.06.2012 por

Na reunião na qual o PP anunciou o apoio à candidatura de Roberto Cláudio (PSB) à Prefeitura de Fortaleza, na tarde desta quarta-feira, o ex-ministro Ciro Gomes, disse que até o próximo sábado, 30, data limite para a realização das convenções partidárias, o PSB irá trabalhar para atrair mais partidos para a sua coligação. Contando com o PP, já são 13 siglas em favor da candidatura pessebista.

Segundo Ciro, conselheiro do PSB, esta orientação é do governador Cid Gomes, presidente estadual da legenda. “Para mudar Fortaleza é preciso construir um arco de sustentação ampla”, disse Ciro minutos antes do anúncio do presidente municipal do PP, Jaime Cavalcante. É o que ele chamou de “esforço de agregação”. “Ele (Cid) tem tentado agregar os partidos aliados. (…) Esse é um processo de convencimento”.

Um dos partidos que o PSB ainda tenta atrair para a sua chapa é o PRB. No entanto, Ciro Gomes disse que esse apoio tem sido bastante disputado também pelo PT. “Tem um (PT) agarrando num braço e o outro (PSB) agarrado no outro”, disse o ex-ministro que, mesmo sem confirmar esse apoio, mostrou-se otimista em recebê-lo.

Ao final da reunião, o candidato a vice prefeito na chapa de Roberto Cláudio, Gaudêncio Lucena (PMDB), disse em tom de brincadeira ser preciso aumentar o número de aliados. Para não ficar com 13 partidos. 13 é o número do PT.

23:31 · 26.06.2012 / atualizado às 23:31 · 26.06.2012 por

A executiva estadual do PT se reuniu na noite desta quarta-feira, na sede do partido, para discutir a composição de alianças nas eleições municipais no Interior do Estado. O PT lançará candidatura em 66 municípios cearenses, contando com Fortaleza. A meta da executiva estadual é dobrar o número de prefeituras no Estado. Hoje, o PT administra 16 municípios cearenses. A reunião foi presidida pelo ex-líder do Governo Cid Gomes, na Assembleia, o suplente de depuado,  Antônio Carlos, e contou com a participação do deputado estadual Dedé Teixeira e do presidente do PT de Fortaleza, Raimundo Ângelo.