Edison Silva

Categoria: Apoiadores


09:28 · 23.08.2018 / atualizado às 09:28 · 23.08.2018 por

Por Miguel Martins

 

Poucos apoiadores dos candidatos foram para as proximidades da TV Jangadeiro, ontem, no horário do debate dos candidatos a governador Foto: José Leomar

Em debate que contou apenas com a presença de metade dos candidatos ao Governo do Estado, foi pequena a movimentação de militantes nos arredores da TV Jangadeiro, na Av. Antônio Sales, ontem, no período da tarde. Somente os apoiadores do General Theophilo (PSDB) ficaram durante todo o programa com suas bandeiras, entoando palavras de ordem.
O candidato do PSOL, Ailton Lopes, logo na entrada da TV, apareceu com cerca de dez militantes de seu partido que aguardaram a chegada do postulante tucano. Quando a comitiva de Theophilo chegou os apoiadores de Lopes entoaram palavras de ordem contra o General, que tem defendido a ditadura militar como um “contragolpe democrático”.
“Não acabou, tem que acabar. Eu quero o fim da ditadura militar”, diziam os socialistas, enquanto que os defensores da candidatura de Theophilo cantavam “Bota moral, General”, que foi o slogan cunhado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB), ainda do lançamento da pré-candidatura tucana, no mês de maio.
Tanto General Theophilo quanto Ailton Lopes compareceram ao debate com suas candidatas a vice-governadora, respectivamente, Emília Pessoa (PSDB) e Raquel Lima (PCB). O candidato do PSL, o advogado Hélio Gois, porém, foi o primeiro a chegar na sede do Sistema Jangadeiro de Cominação, ao lado de assessores e do presidente do partido, o empresário Heitor Freire.
O postulante, diferente de Ailton Lopes (PSOL) e General Theophilo (PSDB), que levaram militantes para a frente da TV, na Av. Antônio Sales, não levou aliados para o encontro. Logo que chegou, o candidato comentou sobre a expectativa do debate, destacando que essas ocasiões são as arenas adequadas para a troca de ideias.
Assim como fizeram os outros candidatos, Góis não poupou críticas à ausência de Camilo Santana ao debate. “Como pode um candidato não aparecer ao debate para apresentar ideias de como combater a criminalidade?”
Dentre os temas tidos por ele como mais necessários para a população estão a questão da falta de água no Ceará, além do saneamento básico. “Não podemos deixar de falar sobre o estado caótico da Segurança, mas esses temas dizem respeito também à questão da sobrevivência da população”, disse ele.
“Esses são temas do primeiro eixo do meu programa de Governo. A atual administração não cumpre essa missão”, disse. No entanto, os temas passaram despercebidos de sua participação durante o confronto com os outros candidatos. Após deixar o debate, o candidato se dirigiu até o comitê Central de campanha, quando se reuniu com correligionários. À noite, conforme afirmou ao Diário, tinha agenda no Município de Horizonte.
O socialista Ailton Lopes chegou 10 minutos após Hélio, ao lado da candidata a vice. Em seguida, chegaram o ex-vereador João Alfredo e o deputado estadual Renato Roseno, ambos do PSOL. Roseno assessorou o candidato durante o embate com os outros postulantes.
Lopes também lamentou a ausência de Camilo, afirmando ainda que o governador perdeu a oportunidade de participar de um “debate aberto, franco, sem aparato de televisão, para que ele fosse questionado”.
Último a chegar e primeiro a sair do debate, General Theophilo disse que é preciso ter muita tranquilidade para trabalhar para o povo do Estado. Ele defende que educação, saúde, segurança pública e geração de emprego sejam os temas principais discutidos durante os confrontos com seus adversários. Sobre a ausência de Camilo Santana, o postulante disparou. “É típico dele. Frouxidão, falta de coragem, medo. É isso aí”.
Hostilizado por militantes do PSOL logo na entrada, o General, ao sair, não encontrou simpatizantes do socialista na rua e aproveitou para tirar fotos com seus eleitores. Logo que o veículo levando o tucano dobrou a esquina, os ativistas de sua candidatura correram pela Av. Antônio Sales, entraram em um micro-ônibus que estava estacionado na esquina e se deslocaram para outra atividade de campanha.

10:46 · 02.11.2012 / atualizado às 10:46 · 02.11.2012 por

Ainda repercute nos meios políticos a troca de insultos e palavrões entre o deputado estadual Osmar Baquit e o vereador eleito Deodato Ramalho, em um dos bairros de Fortaleza, no domingo passado. A discussão foi até para as redes sociais. O interessante é que por conta da discussão deles, Baquit, defensor da candidatura de Roberto Cláudio, e Ramalho, apoiador do candidato Elmano de Freitas, chamaram até o Capitão Vagner, vereador eleito, que segundo aliados de Roberto Cláudio,  estava fazendo policiamento no domingo da eleição.

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Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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