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Categoria: Ausente


09:50 · 04.08.2017 / atualizado às 09:50 · 04.08.2017 por

Uma matéria de hoje no jornal Folha de S.Paulo, trata das alegações dos deputados federais que deixaram de participar da sessão da última quarta-feira, da Câmara dos Deputados, para decidir se a Casa autorizaria ou não o Supremo Tribunal Federal a iniciar uma Ação Penal contra o presidente Michel Temer, acusado de corrupção passiva, começa com o deputado cearense Raimundo Gomes de Matos, do PSDB.

O parlamentar cearense era um dos que tinham anunciado que votariam a favor da autorização para Temer ser processado. Sua ausência da sessão, porém, motivou uma série de especulações, inclusive a de que tinha se comprometido com o Governo em ajudá-lo, não comparecendo para votar.

Leia parte da notícia da Folha de S.Paulo:

“O deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) não deu as caras no plenário durante a votação da denúncia de Temer nesta quarta (2), mas estava sorridente na Câmara no dia seguinte.

“Não consegui chegar a tempo porque só tinha um voo de Fortaleza para cá pela manhã, às 5h10, e perdi”, justificou. Apesar de a votação ter começado apenas às 18h20, o parlamentar afirmou que não conseguiu outro voo para a capital. “Era volta de férias. Fica tudo lotado.”

A data da votação da denúncia foi marcada em 13 de julho, e o recesso parlamentar terminou na terça (1º). Apesar disso, 20 parlamentares não compareceram quando foram chamados. Destes, cinco haviam declarado voto favorável à denúncia anteriormente. Os demais não quiseram se pronunciar e um, Giovani Cherini (PR-RS), havia informado que não votaria por estar tratando um câncer.

Ausentes, os parlamentares ajudaram na vitória do governo, já que era a oposição que precisava conseguir 342 votos pela continuidade da denúncia. Foram 263 votos a favor de Temer e 227 contra”.

A matéria completa cita todos os demais faltosos à histórica sessão de quarta-feira da Câmara Federal.

O outro deputado federal cearense que não participou daquela sessão da Câmara foi Adail Carneiro. Está de licença médica. Não foi convocado o suplente pelo fato de a licença ser inferior a 120 dias. Só após de quatro meses de licença é que o suplente é convocado, exceção para os casos em que os deputados são convocados para secretariados estaduais ou ministério.