Edison Silva

Categoria: Ausentes


16:03 · 27.03.2018 / atualizado às 16:03 · 27.03.2018 por

Durante discursos de deputados da oposição sobre a violência no Estado, na manhã de hoje, na Assembleia Legislativa, poucos deputados da base governista compareceram e permaneceram na sessão, seja para dar atenção aos pronunciamentos com críticas ao Governo do Estado, seja, inclusive, para debater o problema e defender as ações implementadas.

Mais cedo, o deputado Heitor Ferrer (PSB) repercutiu os ataques a ônibus e prédios públicos na Capital. Apenas o líder do governo na Casa, deputado Evandro Leitão (PDT), e o deputado Julinho (PDT) prestaram atenção às palavras do opositor. Durante discurso do deputado Ely Aguiar (PSDC), apenas Evandro Leitão estava presente, presidindo a sessão.

Também durante pronunciamento do deputado Capitão Wagner (PROS), restou apenas Evandro Leitão para ouvi-lo, embora, na metade do seu discurso o deputado Mario Hélio (PDT) tenha aparecido e a deputada Silvana Oliveira (MDB) estivesse pelo Plenário.

A ausência da bancada governista foi apontada pelos oposicionistas. Evandro Leitão, por sua vez, justificou que os aliados não estavam em Plenário, naquele momento, mas que “sempre” marcam presença na sessão legislativa.

10:49 · 09.02.2018 / atualizado às 10:49 · 09.02.2018 por

O Carnaval dos deputados estaduais cearenses começou mais cedo, neste ano. Isso porque, hoje, na primeira sexta-feira de atividades legislativas, após o fim do recesso parlamentar, a sessão foi cancelada por falta de deputados. Dos 46 parlamentares do Estado, apenas 10 marcaram presença no plenário, mas, só cinco estavam presentes para a abertura: Evandro Leitão (PDT), Sarto (PDT), Ely Aguiar (PSDC), Fernanda Pessoa (PR) e Tin Gomes (PHS).

Os deputados só voltam, agora, na próxima quinta (16), depois do feriadão, se não decidirem continuar na folia.

09:43 · 11.12.2017 / atualizado às 09:43 · 11.12.2017 por

Por Miguel Martins

Designados no início do atual período legislativo para auxiliar o líder do Governo na Assembleia, os deputados Leonardo Pinheiro, José Sarto e Rachel Marques, têm tido pouca participação quando das manifestações de seus colegas da oposição. A base governista, cada vez mais robusta, tem se ausentado da maioria dos debates na Casa, o que não tem sido diferente com alguns parlamentares da bancada de oposição.
O resultado desse cenário são sessões ordinárias cada vez mais esvaziadas, discursos sem ressonância, que não são rebatidos. Das 20 sessões que seriam realizadas ao longo do último mês de novembro, somente 16 foram concretizadas, sendo que em pelo menos três sextas-feiras os trabalhos não foram realizados.
Rachel Marques (PT), Leonardo Pinheiro (PP) e José Sarto (PDT) escolhidos no início do mês de março como membros da liderança na Assembleia, com o objetivo auxiliarem o líder Evandro Leitão (PDT), nem sempre estão presentes ao Plenário 13 de Maio, e quando das críticas feitas pela oposição cabe a Leitão fazer a defesa da gestão.
A base governista também poderia apresentar tal apoio, mas em sua maioria, se cala diante das considerações feitas. Vale lembrar, porém, que a oposição também tem atuado de forma aquém do esperado dela. Cada vez mais escassa, a bancada tem apresentado discursos pontuais, ora por Roberto Mesquita (PSD), ora por Odilon Aguiar (PMB), assim como Heitor Férrer (PSB), Renato Roseno (PSOL) e Fernanda Pessoa (PR), vez por outra também apresentam algumas demandas contra a gestão, mas não há ressonância entre os demais.
<MC>Missão especial
<MC>Ely Aguiar (PSDC) é outro que sempre vem realizando críticas, focando especificamente na área da Segurança Pública. Ainda na bancada de oposição, a deputada Aderlânia Noronha (SD), além de ter pouca participação nas discussões da Casa, deixou de comparecer a oito sessões legislativas no último mês.
Capitão Wagner (PR), apresentar discursos contundentes como opositor, mas faltou a sete plenárias no período, pois, de acordo com o que consta nas atas das sessões, estava em missão especial. Carlos Matos (PSDB), por sua vez, se ausentou a quatro dias de trabalho.
No entanto, os casos de Leonardo Pinheiro, Rachel Marques e José Sarto são mais emblemáticos, uma vez que foram designados para fazer a defesa do Governo de Camilo Santana e auxiliarem Evandro Leitão, que algumas vezes, acaba ficando sobrecarregado, visto que tem que atender as demandas dos corredores e em gabinetes, nas comissões técnicas permanentes e no Plenário 13 de Maio.
De acordo com o levantamento, com base nas atas das sessões que foram realizadas, conforme está relatado no portal da Assembleia Legislativa, o deputado Leonardo Pinheiro, vice-líder da base governista, deixou de comparecer a sete sessões ordinárias no último mês. José Sarto, por sua vez, se ausentou durante oito plenárias.
<MC>Médico
<MC>Já Rachel Marques faltou a três sessões. Os parlamentares, assim como os demais, justificam suas ausências, afirmando que estavam em missão especial, que pode ser alguma ação relacionada a seu mandato parlamentar.
De acordo com Evandro Leitão, seus colegas de bancada têm outras funções que acabam por “sufocar” suas agendas, e com isso inviabiliza a presença dos mesmos em todas as sessões ordinárias.
“O Leonardo, por exemplo, é médico e termina tendo que atuar no Interior do Estado. O Sarto também é médico e tem outras atribuições, mas quando a gente pede um apoio maior nas comissões, eles aparecem”, justificou o pedetista. Leonardo, no início da presente legislatura, como todos os novatos, estava presente em quase todas as sessões ordinárias.
</MC></MC>Na ausência dos demais, o deputado Manoel Santana, líder do PT na Casa, tem atuado como uma espécie de quarto vice-líder. Ele disse que é sua obrigação apresentar os pontos de vista do Governo, visto que o governador é do seu mesmo partido. “Essa é minha obrigação como líder do PT”, afirmou.

11:32 · 29.09.2017 / atualizado às 11:32 · 29.09.2017 por

Por falta de quórum, não houve sessão plenária na Assembleia Legislativa na manhã de hoje (29). Dos 46 deputados, 11 marcaram presença, nesta sexta-feira. Foram eles: Ferreira Aragão (PDT), Aderlania Noronha (SD), Agenor Neto (PMDB), David Durand (PRB), Silvana Oliveira (PMDB), Ely Aguiar (PSDC), Heitor Ferrer (PSB), Jeová Mota (PDT), Leonardo Araújo (PMDB), Rachel Marques (PT) e Renato Roseno (PSOL).

Quase sempre, às sextas-feiras, o plenário da Assembleia fica vazio. Nem deputados para dar presença para garantir a abertura dos trabalhos aparecem, em número suficiente, 16. Pelo menos, às terças, quartas e quintas-feiras, eles dão presença e as sessões são iniciadas, embora muitos deles não fiquem no plenário.

 

11:04 · 03.03.2017 / atualizado às 11:04 · 03.03.2017 por

Por Miguel Martins

 

Plenário parcialmente vazio, embora o Painel Eletrônico registrasse as presenças de mais da metade da Casa, não permitiu as votações programadas para ontem FOTO: José Leomar

Os deputados da Assembleia Legislativa do Ceará não votaram, ontem, os requerimentos que estavam na pauta de votação, muitos ainda datados do ano passado. Apesar de o quórum necessário para votação ter sido alcançado, muitos parlamentares se ausentaram do Plenário 13 de Maio, o que fez com que a deliberação das solicitações não fosse realizada.
Alguns deputados chegaram a questionar ao Departamento Legislativo se a sessão deliberativa não iria acontecer, visto que foram convocados pela base governista para comparecem a fim de votarem os mais de 700 requerimentos em pauta. De acordo com o líder do Governo, Evandro Leitão (PDT), convocações foram feitas e alguns dos seus pares disseram que não poderiam comparecer ao Plenário 13 de Maio visto que ainda estariam viajando.
Ao término da sessão ordinária de ontem, as 11h48, o painel eletrônico da Casa registrava a presença de 28 deputados presentes, número superior aos necessários para deliberação, que é de 24 presenças.
O presidente do Legislativo Estadual, Zezinho Albuquerque (PDT), inclusive, se preparou para anunciar os nomes dos deputados que seriam escolhidos para Ouvidoria e Corregedoria, mas preferiu não o fazer devido a pouca presença em plenário. Naquele momento só quatro parlamentares acompanhavam a sessão.
“Na realidade, o trabalho do parlamentar não se restringe ao plenário. É óbvio que a quinta-feira é dia de votação e os deputados deveriam priorizar, mas no caso específico de hoje é atípico porque é posterior ao Carnaval e muitos ainda estão voltando de viagem. Espero que nas próximas quintas-feiras os deputados possam priorizar as votações em plenário”, disse Evandro Leitão.
Ainda na sessão ordinária de ontem, Evandro Leitão anunciou que Rachel Marques (PT), José Sarto (PDT) e Leonardo Pinheiro (PP) farão parte da liderança do Governo na Casa. O objetivo é trabalhar em conjunto e que cada parlamentar tenha espaço, em pelo menos um dia, para fazer a defesa da gestão dos ataques da oposição. Com isso, o parlamentar pretende se dedicar mais ao seu mandato, visto as demandas particulares que tem tido.
Ao comentar a falta de parlamentares em plenário para deliberação dos requerimentos em pauta, o vice-presidente da Assembleia Legislativa, Tin Gomes (PHS), defendeu que as sextas-feiras fossem destinadas para se discutir assuntos menos demandados dos deputados, como realização de sessões solenes ou entregas de títulos de cidadania. Há expectativa, inclusive, que a sessão ordinária de hoje seja prejudicada pela falta de parlamentares.
Bruno Pedrosa (PP) também lamentou que alguns de seus pares “não estejam cumprindo suas obrigações”, ressaltando ainda que é importante que os deputados estejam presentes a todos os dias das sessões, bem como nas sextas-feiras. “Temos poucos deputados nas sextas-feiras, mas cada um tem que cumprir sua função. Ele foi eleito para isso e é muito bem pago”, disparou.
Renato Roseno (PSOL) afirmou que estaria presente à sessão de hoje, visto que está cumprindo suas obrigações. Ele destacou ainda que reconhece que há uma agenda intensa no Interior para os deputados, mas disse que o Governo do Estado está confortável na Casa e este seria o principal problema da gestão.
“Não é bom para o Governo, ele tem que administrar o tamanho da base e acaba se fiscalizando pouco. Ele tem que melhorar sua vigilância. Tem Governo muito melhor sendo minoria no parlamento”, apontou. O socialista reclamou que na pauta de ontem requerimentos ainda de 2016 deixaram de ser votados, sendo que já estamos no mês de março. “As sessões estão bastante esvaziadas num momento crítico em que se precisa de mais debate e educação política”, disparou.
Heitor Férrer (PSB) ironizou dizendo que muitos de seus colegas ainda estão no “day after”, por isso faltaram ao trabalho ontem. “Lamento profundamente, assumindo aqui meu papel de estar presente, que é meu compromisso com o plenário”. Já Carlos Felipe (PCdoB) ressalto9u que o número de deputados presentes seria necessário para a votação dos requerimentos em questão, o que não aconteceu pois o Plenário 13 de Maio, mais uma vez, foi esvaziado.

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Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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