Edison Silva

Categoria: Candidaturas


11:16 · 11.08.2018 / atualizado às 11:16 · 11.08.2018 por
Ciro Gomes e Kátia Abreu, do PDT, fizeram os mais recentes pedidos de registro de candidatura à Presidência e à Vice-Presidência da República, respectivamente, protocolados na sexta-feira (10) Foto: AFP

O fim do prazo para as convenções partidárias que definiram candidaturas à Presidência da República, entre outros cargos, acabou no domingo passado (5), mas até o momento apenas 5 dos 13 candidatos anunciados formalizaram o pedido de registro de candidatura, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os pedidos devem ser feitos até a quarta-feira (15).

Entre os que já protocolaram na Justiça Eleitoral a intenção de concorrer ao Palácio do Planalto estão os presidenciáveis Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Cabo Daciolo (Patriota) e Vera Lúcia (PSTU). Seus respectivos vices, caso as chapas sejam aprovadas pelo TSE, serão Kátia Abreu (PDT), Ana Amélia (PP), Sônia Guajajara (PSOL), Suelene Nascimento (Patriota) e Hertz Dias (PSTU).

Além dos 10 pedidos de registro de candidaturas a presidente e vice-presidente, foram feitos 36 pedidos para  governador (e igual número a vice-governador), 64 para senador (além de 64 para 1º suplente e 65 para 2º suplente), 1.374 para deputado federal, 2.498 para deputado estadual e 239 para deputado distrital, totalizando 4.386 pedidos de registros de candidatura.

Embora, ainda tenham pouco mais de quatro dias para entrar com esse tipo de protocolo junto à Justiça Eleitoral, os 35 partidos brasileiros só pediram o registro de um número equivalente a 19,5% do total de candidaturas observado em 2014. Naquele ano, foram 22.384 pedidos feitos, dos quais 21.162 foram validados.

Entre os candidatos que já protocolaram seus pedidos de registro, apenas três já tiveram suas candidaturas analisadas, todos do Acre. Janaína Furtado e Júlio César, ambos da Rede Sustentabilidade, concorrerão aos cargos de governador e vice-governador, respectivamente. O candidato a segundo suplente de senador Max da Silva Teodoro, também da Rede, renunciou e teve o pedido de desistência acolhido pela Justiça Eleitoral.

Outras estatísticas

O partido que mais fez pedido de registro de candidaturas até a publicação desse post foi o PSOL, que protocolou 655 pedidos. Por outro lado, o PRTB foi o que menos pedidos fez à Justiça Eleitoral: apenas 11.

Entre os 4.386 pedidos de registro, 69,1% são de candidatos homens e 30,9% de candidatas mulheres. O perfil médio dos candidatos que já protocolaram seus pedidos é de casados (52,3%), com idade entre 45 e 49 anos (15,91%), de cor branca (57,3%), com nível de escolaridade superior (53%). Entre os que declararam profissão, o maior número é de empresários, que representam 10, 3% do total de candidatos que fizeram o pedido de registro eleitoral.

No Ceará, foram feitos 133 pedidos de registro de candidatura, sendo 98 para deputado estadual e 35 para deputado federal. Apenas 4 partidos, Novo, PCdoB, PROS e PTB já fizeram pedidos de registro de candidatura no Estado. Nenhum dos cinco nomes anunciados nas convenções para governador do Ceará fez o pedido de registro de candidatura junto à Justiça Eleitoral até a publicação desta postagem.

11:15 · 17.06.2018 / atualizado às 11:15 · 17.06.2018 por

Por Letícia Lima

Alexandre Pereira, presidente estadual do PPS, fala no encontro realizado na manhã de ontem em dependências da Assembleia Legislativa FOTO: JOSÉ LEOMAR

A menos de 40 dias para o início das convenções partidárias, quando serão escolhidos os candidatos que disputarão as eleições deste ano, o primeiro bloco de legendas do grupo governista – PPS/PRTB/PPL – já está definido para a disputa proporcional por cadeiras de deputado estadual e deputado federal. O anúncio ocorreu, sexta-feira, na Assembleia Legislativa, em reunião com os dirigentes desses partidos, que enfatizaram a prioridade deles em eleger representantes para a Câmara Federal, de olho na cláusula de desempenho. Este ano será o último em que as coligações serão permitidas nas eleições proporcionais.

Na última eleição geral de 2014, no entanto, essas três legendas concorreram por vagas no Legislativo Estadual, em blocos diferentes. De um lado, o PPS fez coligação com o PSDC e com o PTN, em que cada um elegeu um deputado estadual. No caso, do PPS, o deputado estadual, Tomaz Holanda. Por outro lado, o PRTB e o PPL montaram um bloco com o PEN (atual Patriota), em que apenas este último conseguiu eleger o seu candidato, o deputado estadual, Bruno Gonçalves.

Na eleição para a Câmara Federal, o PPS, PRTB e PPL também estiveram em grupos distintos. Enquanto o PPS se coligou com o DEM, PSDC e PTN, o PRTB e o PPL se uniram ao PTC, ao PT do B, ao PMN e ao PV e ao PEN (atual Patriota). Somente o PPS conseguiu emplacar um candidato, o deputado federal, Moses Rodrigues, que acabou migrando para o MDB, em 2016. Desta vez, porém, as três siglas citadas acima marcharam juntas na disputa por assentos nas duas Casas Legislativas. O presidente estadual do PPS, Alexandre Pereira, explica que esse bloco foi formado por existir uma “relação próxima” entre os partidos.

“Esse bloco nós conversamos com o ex-governador Cid Gomes, com o prefeito de Fortaleza e tambem com o Nelson Martins (secretário chefe da Casa Civil). Muitas pessoas vieram se filiar a esses partidos, porque entenderam que eram três partidos que, juntos, fariam uma quantidade de deputados expressiva. E a gente espera fazer três deputados estaduais e um federal. É um time, se você não fizer um número expressivo de votos, você não elege um deputado, dois ou três”.

Alexandre disse, ainda, que há “negociações” do bloco com o Patriota, mas que uma eventual ampliação dessa coligação é algo que precisa ser avaliado pelas lideranças políticas do grupo governista. Segundo o dirigente, o PSS, conta, hoje, com uma lista de 48 pré-candidatos a deputado estadual, entre eles, o deputado, Julinho, o deputado que está no exercício da suplência, Anderson Palácio, e o promotor de Justiça, Francisco Leitão Moura, inclusive, sogro do ex-governador, Cid Gomes. Para a Câmara Federal, o partido tem cinco prováveis candidatos, mas aposta numa chapa com o deputado estadual, Tomaz Holanda.

“Nós estamos com essa missão, os presidentes estaduais, de eleger um deputado federal ou, na pior das hipóteses, pelo menos, você ter a votação percentual necessária, mas nós estamos convictos que vamos fazer um deputado federal, que poderá ser o deputado, Tomaz Holanda, que é hoje quem tá talvez tem a maior perspectiva, mas temos outros candidatos fortes no PRTB e no PPL. Nós temos 10 deputados federais (do PSS) e a nossa missão é fazermos 15 e eles contam, nacionalmente, com o Ceará, com um desses deputados”, contou.

Assim como o PPS, também o PRTB, segundo o presidente da legenda no Estado, Pedro Rocha, tem como uma de suas prioridades eleger representantes na bancada federal, em razão da cláusula de desempenho. Pela nova regra aprovada como parte da Reforma Política, em 2017, e que valerá no pleito de outubro próximo, cada legenda deverá eleger, ao menos, nove deputados federais, cada um de estados diferentes, se quiserem ter acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na TV.

“Hoje, a nossa prioridade, dentro da orientação partidária é fortalecer as candidaturas a deputado federal. Temos no PRTB, hoje, uma das nossas maiores apostas, que é a vereadora, Priscila Costa, ela representa o eleitorado evangélico, mais conservador. Mas tanto o PPL, PRTB e PPS estão avaliando os candidatos com a maior possibilidade de angariar mais votos pra chapa, estamos passando um pente fino, pra começar o período das convenções e definirmos os candidatos”.

No entanto, na avaliação do presidente estadual do PPL, André Ramos, a escolha definitiva dos candidatos de cada partido só acontecerá no prazo final das convenções, previsto para 5 de agosto, de acordo com o calendário eleitoral. “No PPL, (pré-candidato) para deputado federal, temos a vereadora, Larissa Gaspar, temos o ex-prefeito de Aurora, da região do Cariri, Carlos Macedo, a ex-vereadora, Toinha Rocha. A gente tá num momento avançado de integração, com algumas candidaturas que estão querendo se juntar pra fortalecer uma mesma, mas eu acho que (a definição) vai ser até a data limite das convenções”, opinou.

08:50 · 23.09.2016 / atualizado às 08:50 · 23.09.2016 por

Por Antonio Cardoso
Os candidatos à Prefeitura de Fortaleza podem gastar, segundo determina a Justiça Eleitoral, até o limite de R$ 12.408.490,10 na campanha de primeiro turno. Até lá falta pouco mais de uma semana e, de acordo com o que mostra a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral, nenhum dos postulantes sequer se aproximou dessa linha.

As regras para os limites de gastos estão previstas na Lei das Eleições. Na tabela divulgada no mês de julho, estão os valores autorizados, que levam em conta a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desta forma, o limite de gastos dos candidatos nestas eleições está definido com base nos gastos declarados para os mesmos cargos, na eleição anterior à promulgação da Lei, observado que, para o primeiro turno das eleições, o limite ficou em 70% do maior gasto declarado para o cargo, na circunscrição eleitoral em que houve apenas um turno, e 50% do maior gasto onde houve dois turnos.

Quem mais gastou até o momento foi o candidato à reeleição, Roberto Cláudio (PDT). Ele também foi quem mais recebeu de recursos. Com receita declarada em R$ 6.184.284,00, o pedetista já soma R$ 3.694.366,33 de despesas contratadas, sendo que R$ 3.694.366,33 já foram pagos. Os custos, até o momento não atingiram 30% do que poderia investir.

Segundo colocado nas pesquisas de opinião divulgadas até o momento, Capitão Wagner (PR) também está atrás de Roberto Cláudio nas contas prestadas. Chama atenção o candidato já ter contratado R$ 3.035.457,98 em despesas, sendo que R$ 1.296.46366 já pagos, enquanto consta a entrada de apenas R$ 2.060.003,00.

Juntos, os outros seis concorrentes somam R$ 2.377.305,31, valor que mesmo agregado aos custos dos dois primeiros dá R$ 9.107.129,62, e ainda assim, não se aproxima do limite imposto. A campanha deve se intensificar nos próximos dias e certamente os números sofrerão mudanças consideráveis. Para o segundo turno, cada um dos postulantes podem usar até a cifra de R$ 3.722.547,03.

Na eleição de 2012, quando o prefeito Roberto Cláudio foi eleito em disputa no segundo turno com o petista Elmano Freitas, os gastos, já no primeiro turno eram maiores, assim como o tempo de campanha, realizada em 90 dias. O pleito daquele ano foi realizado em dois turnos, tendo sido o primeiro no dia 07 de outubro e o segundo, somente na Capital, na data de 28 de outubro.

Na segunda prestação de contas apresentada no mês de setembro pelos nove candidatos daquele ano, os custos com combustíveis, atividades de militância, aluguel de veículos e publicidade impressa somavam R$ 1.473.556,86. Somente o último item custou o total de R$ 1.130.565,74. A segunda parcial da prestação de contas não foi apresentada por todos os postulantes.

Neste ano, quando oito concorrem à Prefeitura, os mesmos destinos já renderam despesas de R$ 2.379.002,11. Agora os custos com militância supera o de material impresso ao custar R$ 1.257.081,42, o maior gasto até então. Para publicidade impressa, os candidatos juntos já desembolsaram R$ 774.467,82.

A Reforma Eleitoral 2015 também estipulou limites quantitativos para a contratação direta ou terceirizada de pessoal para prestação de serviços referentes a atividades de militância e mobilização de rua nas campanhas eleitorais. Segundo a Lei das Eleições (Lei n° 9.504/1997), em seu art. 100-A, parágrafo 6º, para fins de verificação dos limites quantitativos de contratação de pessoal não são incluídos: a militância não remunerada; pessoal contratado para apoio administrativo e operacional; fiscais e delegados credenciados para trabalhar nas eleições; e advogados dos candidatos ou dos partidos e das coligações.

10:20 · 30.01.2013 / atualizado às 10:20 · 30.01.2013 por

Mal assumiu como vereador reeleito, Acrísio Sena anunciou que será candidato a deputado federal, pelo PT, nas eleições de 2014. Em entrevista ao Diário do Nordeste, na manhã de ontem, o petista disse que fez uma “dobradinha” com o atual deputado federal Artur Bruno (PT), que deverá concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa do Ceará, no próximo pleito.

Acrísio afirmou que a “dobradinha” foi acertada durante um café da manhã, na semana passada. Segundo o vereador, a decisão foi tomada com base numa avaliação nacional da corrente “Militância Socialista”, da qual ele e Artur Bruno fazem parte. O vereador disse também que tudo foi conversado com outros membros da corrente no Ceará, como o senador José Pimentel.

Além dele, o ex-presidente da Câmara Municipal da Capital cearense afirmou ainda que também já está confirmada a candidatura do ex-secretário de Saúde de Fortaleza, Odorico Monteiro, para deputado federal, pelo PT. “O martelo já está batido dentro do nosso grupo”, afirmou, acrescentando que o Partido dos Trabalhadores terá grandes chapas nas próximas eleições.

11:01 · 21.10.2012 / atualizado às 11:01 · 21.10.2012 por

Confira a programação dos candidatos à Prefeitura de Fortaleza neste domingo:

ELMANO DE FREITAS (PT)
7:30: Carreata. Concentração: Avenida Juscelino Kubitschek com Avenida Perimentral (entre a Chesf e a Avenida Dedé Brasil). Previsão de chegada do candidato: 9h30min.

ROBERTO CLÁUDIO (PSB)
7:00 – Feira de Messejana
13:00 – Gravação de programa eleitoral
19:00 – Comício Bom Jardim

 

09:35 · 21.09.2012 / atualizado às 09:35 · 21.09.2012 por

A Coligação Cedro de todos nós e o candidato João Viana de Araújo tiveram a sua honra atingida por matéria veiculada no jornal Diário do Nordeste sob o título “TRE indefere candidatura de prefeitos”.

No conteúdo da matéria, foi noticiado que caso confirmado em última instância decisão daquela Corte, apenas um candidato concorrerá à Prefeitura do Cedro: Nilson Alves Diniz, candidato pelo PSB.

A informação, contudo, não procede em sua inteireza, em vista de que, caso confirmada em última instância a referida decisão, restará à Coligação “Cedro de todos nós” proceder à substituição da disputa inerente ao pleito democrático.

Por sua vez, o candidato Nilson Diniz, do PSB, teve o registro da sua candidatura igualmente indeferido pelo juiz da 34ª Zona Eleitoral em Cedro, em razão da desaprovação das suas contas pelo TCM. A decisão foi objeto de recurso eleitoral junto ao TRE-CE, estando pendente de apreciação até o presente momento.

09:34 · 06.08.2012 / atualizado às 09:34 · 06.08.2012 por

Até ontem, candidatos a prefeito de 57 municípios do Estado do Ceará ainda aguardavam julgamento de seus pedidos de registro na Justiça Eleitoral, segundo o site do  Tribunal Superior Eleitoral. De acordo com o calendário eleitoral, ontem foi o último dia para que todos os pedidos originários de registro, inclusive os impugnados, fossem julgados e publicadas as respectivas decisões do juiz eleitoral.
Após um mês de campanha e com o prazo já vencido, alguns municípios do Estado ainda apresentam quadro eleitoral em que todos os candidatos esperam julgamento ou estão com candidaturas indeferidas, como é o caso do Município do Cedro.

Pesquisar

Edison Silva

Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
Posts Recentes

09h09mBardawil recorre ao TSE por candidatura ao Senado

09h09mVereador diz que acidentes de trânsito retiram recursos de outras áreas

09h09mEunício e Girão são os candidatos ao Senado que mais gastaram em campanha

09h09mNomes de profissões, apelidos e animais no apelo de candidatos por votos

09h09mParlamentares criticam o general Mourão

Ver mais

Tags

Categorias
Blogs