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Categoria: Casamento


08:59 · 22.06.2015 / atualizado às 08:59 · 22.06.2015 por

Ontem, domingo, o registro do casamento de uma filha do senador Eunício Oliveira, no sábado, em Brasília, foi registrado pelo Estadão. Hoje, a notícia do mesmo casamento está nas páginas da Folha de S.Paulo, também com o registro de uma nova invasão de uma das propriedades do senador.

Leia o que está na Folha de S. Paulo desta segunda-feira:

Dilma vai a casamento de filha de senador do PMDB, mas sai antes da festa

Presidente chegou acompanhada pelo ministro da Justiça; para justificar saída, disse: ‘Amanhã tenho que andar de bicicleta’

GABRIEL MASCARENHAS VALDO CRUZ DE BRASÍLIA

Com a popularidade baixa e precisando do apoio do PMDB para aprovar projetos no Congresso, a presidente Dilma Rousseff foi na noite de sábado (20) à celebração do casamento da filha do senador Eunício Oliveira (CE), líder da bancada da sigla.

Acompanhada do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), Dilma chegou às 20h30, assistiu à cerimônia e saiu às 22h, antes de a festa começar. Indagada sobre o motivo de estar indo embora tão cedo, respondeu: “Amanhã eu tenho que andar de bicicleta”.

De vestido preto rendado e colar de pérolas, a presidente aguardou o início da cerimônia numa sala reservada a autoridades, padrinhos e parentes dos noivos.

O evento, com mais de mil convidados, foi realizado na residência do senador, uma mansão no Lago Sul.

Estavam presentes o vice-presidente Michel Temer, os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os ministros Joaquim Levy (Fazenda), Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia), o ex-presidente José Sarney, além de diversos deputados e senadores, como José Serra (PSDB-SP).

Os políticos comentavam a desenvoltura de Joaquim Levy, que circulou pelas mesas de convidados –segundo comentários, aparentemente em busca de votos para aprovar a desoneração da folha, última medida do ajuste fiscal.

Parte das autoridades usou carro oficial para ir à festa. Foi o caso do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e da senadora Marta Suplicy (sem partido-SP).

INVASÃO

Na manhã deste domingo (21), integrantes do MST (Movimento Sem Terra) invadiram uma fazenda de Eunício no interior de Goiás. O peemedebista havia sido informado horas antes de que a propriedade seria ocupada.

Na noite anterior, enquanto o casamento ocorria, o senador chegou a avisar Mercadante do que iria ocorrer, segundo a Folha apurou. O ministro sinalizou que o governo tomaria providênc

08:50 · 24.05.2013 / atualizado às 08:50 · 24.05.2013 por

Por Igor Gadelha

O vereador Marcos Aurélio (PSC) afirmou, ontem, durante pronunciamento na Câmara Municipal de Fortaleza, ser totalmente contra o casamento homoafetivo, o aborto e a legalização das drogas. De acordo com ele, essas bandeiras estão sendo defendidas por minorias do País, que estão querendo naturalizar esses temas, e refletem a tentativa de destruir a família.
O discurso dele acontece uma semana após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovar resolução que obriga os cartórios de todo o país a registrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. A medida provocou reação do partido do parlamentar (PSC), que entrou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a resolução.
Na avaliação de Marcos Aurélio, é inaceitável que pessoas do mesmo sexo se casem, pois, segundo ele, Deus criou a família para ser formada por um homem e uma mulher. “Acreditamos em família entre homem e mulher, não machos e fêmeas que não têm norte. Precisamos resgatar esses irmãos perdidos, defender a vida pelo que é correto, e não o que o mundo está criando”, comentou.
Durante seu pronunciamento, ele atribuiu ainda a defesa desses posicionamentos a favor do casamento homoafetivo, do aborto e da legalização das drogas à falta da família. “A indústria do sexo está tentando acabar com as famílias e não podemos deixar”, alertou, justificando: “Temos que ter posições e ter coragem de mostrar nossa cara e nossas razões”.
Sobre a legalização da maconha, defendida pelos vereadores João Alfredo (PSOL) e Ronivaldo Maia (PT), ele avaliou que legalizar o uso dela não vai resolver o problema da droga. “Liberar a maconha não vai resolver coisa alguma, não resolve, não minimiza. O que resolve é educar nossos jovens e crianças. Temos que defender é a família”, declarou.