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Categoria: Chuvas


10:11 · 18.02.2013 / atualizado às 10:11 · 18.02.2013 por

Por Georgea Veras

De acordo com o proprietário da empresa Consducto Engenharia, responsável pelas obras de reforma na Câmara Municipal de Fortaleza, o engenheiro civil Abelardo Guilherme, o que ocasionou a inundação do plenário da Casa, devido a chuva que caiu na cidade na última sexta-feira, dia 15, foram buracos deixados pela empresa que instalou os ar-condicionados no local. Abelardo Guilherme informou que na terça-feira, dia 19, vai apresentar um laudo técnico apontando o que ocorreu.
A chuva inundou a galeria e a sala dos assessores, que ficam atrás das bancadas dos vereadores, como também a sala da taquigrafia e a cantina. A água, que escorria pelas paredes chegou até o centro do plenário. A sessão de terça-feira terá de ser realizada no auditório.
O engenheiro afirma que a sua obra não teve nada a ver com o incidente ocorrido no plenário da Câmara Municipal. Ele disse que esteve ontem, pela manhã, inspecionando o telhado do plenário e as obras feitas na Casa, juntamente com o presidente e o vice-presidente do Legislativo Municipal, os vereadores Walter Cavalcante (PMDB) e José do Carmo (PSL), respectivamente.
Abelardo Guilherme explica que foram deixados buracos na laje do prédio por onde a água da chuva entrou. “Minha obra não pode ser responsabilizada por serviços de terceiros”, defendeu. Segundo o engenheiro, ele já finalizou os serviços pelos quais sua empresa foi contratada mas, que a pedido da nova gestão da Casa, está fazendo alguns serviços extras como o assentamento de cerâmicas.
Abelardo Guilherme informou ainda que protocolou na Casa, em janeiro, um comunicado de que necessitaria fazer uma impermeabilização na laje do prédio da Câmara Municipal, serviço que, de acordo com ele, não estava previsto no contrato assinado com a sua empresa. O empresário disse também que chegou a apresentar um orçamento desse serviço.
De acordo com ele, todo o telhado da Câmara precisa ser reformado, deixando claro que o problema de vazamentos e goteiras estão presentes em praticamente todo o prédio. O custo total da reforma foi de R$ 682 mil e compreendeu a construção de uma praça de convivência e a reforma do plenário, através da sala da galeria, dos assessores, da imprensa e de uma cantina.