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Categoria: Comunitária


09:32 · 02.08.2018 / atualizado às 09:32 · 02.08.2018 por

Por Renato Sousa

 

Vice-prefeito Moroni Torgan foi ontem à Câmara, representando o prefeito Roberto Cláudio, para a abertura dos trabalhos legislativos do semestre Foto: Saulo Roberto

De acordo com o vice-prefeito Moroni Torgan (DEM), os resultados preliminares das duas primeiras unidades das Células de Proteção Comunitária, nas Goiabeiras e no Jangurussu, são animadores, já tendo sido registrado redução em homicídios. “Estou falando do programa piloto, que ainda nem está completo, ainda há coisas que ainda precisam ser feitas, mas que já demonstra uma baixa muito grande”, explica o democrata, que coordena a iniciativa.

No caso do Jangurussu, os homicídios teriam caído de 15 para três, enquanto nas Goiabeiras a redução teria sido de sete para uma morte. “Por essa razão, estamos expandindo (o projeto)”, declara. Moroni foi ontem à Câmara Municipal, para a abertura do semestre legislativo, representando  o prefeito Roberto Cláudio (PDT), que estava em São Paulo para evento da Associação Brasileira de Transportes Urbanos.

A Célula de Proteção Comunitária é parte da estratégia do Paço Municipal para combater a criminalidade na Capital. O projeto – que integra o Plano Municipal de Proteção Urbana – prevê a instalação de torres de vigilância com dois guardas municipais, que contarão com imagens de uma série de câmeras. Essas torres servirão como uma base de apoio para equipes compostas por 30 guardas municipais e dez policiais militares, que atuarão durante 24 horas.

Com essas imagens, espera-se reduzir o tempo de resposta das equipes aos crimes. O projeto prevê, além de políticas públicas para a prevenção do crime e a requalificação urbana, uma integração entre a Polícia Militar e a Guarda Municipal. Enquanto essa realizará rondas em bicicletas e motos, aquela contará com viaturas.

De acordo com Moroni, uma evidência sobre a eficiência do programa ocorreu durante a recente onda de ataques a ônibus e prédios públicos na Capital. Os locais nos quais os equipamentos localizam-se, de acordo com o vice-prefeito, não foram afetados pelos atentados. “Nas duas áreas do programa piloto, a cidade estava tranquila”, explica.