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Categoria: Cortes


06:43 · 03.10.2015 / atualizado às 06:43 · 03.10.2015 por

O corte de recursos no “Aqui tem Farmácia Popular”, do Governo Federal, que deve ocorrer a partir de janeiro do próximo ano, já preocupa estabelecimentos comerciais e mais ainda aqueles que se valem dos descontos de até 90% no preço dos medicamentos.
O assunto foi tratado ontem na Assembleia pela deputada Aderlânia Noronha (SD). Ela criticou a forma como Dilma Rousseff tem tratado os brasileiros. “Os desatinos estão na condução política, econômica e social do País. O Governo da presidente Dilma Rousseff não consegue tomar uma só medida, dizer uma só palavra que a população possa confiar”, disse.
A parlamentar lamentou que no orçamento do próximo ano, não sejam destinados recursos para o programa. “Sem os descontos de até 90%, os remédios oferecidos podem ter um aumento absurdo”, avaliou. O Ministério da Saúde afirma que a proposta de orçamento para o próximo ano prevê um corte de R$ 578 milhões no programa, que vai ter impacto direto na oferta de remédios com desconto, que deixará de existir. No entanto, o ministério disse que está trabalhando para tentar reverter a situação e encontrar novas fontes de financiamento. A pasta reiterou que será mantida a gratuidade para vários remédios que tratam hipertensão, diabetes e asma.

09:02 · 01.10.2015 / atualizado às 09:02 · 01.10.2015 por

Nas próximas horas o prefeito Roberto Cláudio definirá o tamanho do corte que imporá nas contas da Prefeitura de Fortaleza, em razão da redução das cotas do Fundo de Partipação dos Municípios (FPM) e de outras liberações do Governo Federal.

O prefeito tranquiliza os servidores públicos, embora os contratos com prestadoras de serviços possam sofrer alguma redução. Os setores de Saúde e Educação também não sofreram com os cortes. As obras em execução também não serão afetadas.

09:59 · 25.01.2015 / atualizado às 09:59 · 25.01.2015 por

As medidas adotadas pelo governador Camilo Santana (PT) para reduzir os gastos do Estado já em fevereiro estarão superadas em razão dos aumentos obrigatórios com pessoal, quando o governo começa a pagar a folha de pessoal referente ao primeiro mês da nova gestão. Só a reposição das perdas salariais aprovada pela Assembleia Legislativa, em dezembro passado, de pouco mais de 6%, equivale ao consumo de quase toda economia prevista com a redução das despesas. Já em novembro de 2014, o Diário do Nordeste destacou a necessidade do pacote.
Além disso, a folha de pagamento do Estado será deveras elevada com a majoração dos subsídios concedido aos magistrados, membros do Ministério Público, dos Tribunais de Contas e afins, com vigência a partir deste mês, em face do aumento concedido pelo governo federal a essas categorias, cuja repercussão se dá em todas as unidades da Federação. Acrescente-se, mais, ao aumento das contas públicas estaduais o novo piso salarial dos professores, já em vigor nacionalmente.