Edison Silva

Categoria: Divisão


10:40 · 03.11.2017 / atualizado às 10:40 · 03.11.2017 por

 

Chiquinho Feitosa, atual presidente do DEM no Ceará, acertou com o deputado Danilo Forte a divisão do comando do partido no Estado FOTO: JL ROSA

Notas da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo desta sexta-feira, dá conta de uma reformulação geral nos comandos do DEM, em todo o País, para acomodar os nove deputados federais que saem do PSB para ingressarem no partido.

No Ceará, o acordo já está firmado entre o deputado Danilo Forte, que deixa o PSB e ingressa no DEM, com os atuais dirigentes do partido neste Estado.

Segundo a conversa entre eles, Chiquinho Feitosa, primeiro suplente de senador de Tasso Jereissati, atualmente presidente do DEM, ficará com um terço do diretório do partido. Moroni Torgan, vice-prefeito de Fortaleza, controlador do partido na Capital, ficará com um segundo terço, e Danilo com a terça parte.

Leia as notas que estão na coluna Painel de hoje:

Jogo de xadrez A cúpula do DEM conseguiu equacionar a divisão de poderes no último Estado que ainda oferecia resistências à entrada de nomes do PSB no partido, o Mato Grosso. Agora, espera apenas que os nove dissidentes socialistas formalizem a intenção de migrar para os seus quadros para iniciar a dissolução do diretório nacional, dos estaduais e dos municipais a fim de alojar os novos parlamentares em postos estratégicos. O Democratas, que tem 29 deputados, vai ampliar a bancada em um terço.

Minha vez O fim dos debates sobre as denúncias contra o presidente Michel Temer fez o DEM retomar as articulações para atrair parlamentares de outras siglas. O partido tem pronto o esboço do manifesto que vai nortear sua refundação. O texto será submetido à Executiva Nacional, assim como a intervenção nos diretórios.

Roupa nova A legenda quer se apresentar como uma alternativa aos extremos. Na economia, defenderá as reformas e estimulará o empreendedorismo. A agenda social será guiada pela defesa da educação e terá como vitrine a reforma do ensino médio, conduzida pelo ministro Mendonça Filho (PE).

Tiro e queda Com a preocupação crescente sobre segurança pública, o DEM defenderá o “cumprimento das leis com a proteção da vida e da sociedade, e não do bandido”. A sigla discute a defesa da redução da maioridade penal para crimes hediondos.

Carapuça Efraim Filho (PB), líder do DEM na Câmara, mostra o cartão visitas da nova cara da legenda: “Não tomamos tiro no peito da Lava Jato e, em vez de nos ocuparmos com dramas internos, conseguimos pensar o partido”.

Dono da bola Do DEM, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), foi o escolhido pelos partidos da base aliada para apresentar, na próxima semana, o ultimato das siglas que dão apoio a Michel Temer no Congresso. Elas querem que o presidente antecipe a reforma ministerial e dizem que, sem isso, não vai passar nada no Legislativo.

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Edison Silva

Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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