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Categoria: Emprego


14:13 · 08.03.2013 / atualizado às 14:15 · 08.03.2013 por

Na Câmara Municipal de Fortaleza existem algumas comissões que foram criadas para garantir empregos a afilhados de vereadores. Uma delas, por exemplo, é a Comissão de Concessão de Títulos Honoríficos. O ex-presidente da Autarquia Municipal de Trânsito, Fernando Faria Bezerra acaba de ser nomeado pelo presidente da Câmara, vereador Walter Cavalcante, para trabalhar naquela comissão. Leia a íntegra do ato do presidente da Câmara, que embora seja datado de 1º de fevereiro somente ontem saiu no Diário Oficial do Município, de 28 de fevereiro:

ATO Nº 0260/2013 –

 

O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE FORTALEZA, no uso de suas atribuições legais e de acordo com o art. 36-II da Lei Orgânica do Município de Fortaleza. RESOLVE: Nomear para compor a Comissão de Concessão de Títulos Honoríficos, constituída pelo Ato Normativo nº 009/99 de 10 de fevereiro de 1999, publicado no DOM de 12.02.1999, FERNANDO FARIA BEZERRA, como Membro, símbolo DAL.1.

PAÇO MUNICIPAL JOSÉ BARROS DE ALENCAR, em 01 de fevereiro de 2013. 

Walter Lima Frota Cavalcante – PRESIDENTE.

 

16:44 · 06.06.2012 / atualizado às 16:44 · 06.06.2012 por
Com o convênio, Prefeitura espera abrir três mil postos de trabalho FOTO: Alex Costa

A prefeita Luizianne Lins assinou na manhã desta quarta-feira o convênio com a empresa JCPM, para a construção do RioMar Shopping Fortaleza, que deverá atrair 3 mil empregos diretos e 8 mil indiretos. O empreendimento será construído no espaço onde antes funcionava a fábrica Brahma, nas proximidades das comunidades do Titanzinho, no Serviluz, localidades que foram motivos de quebra-de-braço entre Prefeitura e Governo do Estado, por conta da construção do Estaleiro Promar Ceará.

Com isso, a petista tenta colocar um ponto final na novela estaleiro que durou dois anos, uma vez que a prefeita prometeu gerar os mil empregos que foram perdidos com a ida do equipamento para Pernambuco.

“A novela do estaleiro se encerrou quando as pessoas perceberam que não existe a menor possibilidade de se construir 100 milhões de metros quadrados de aterro naquela localidade. Os empregos que seriam gerados pelo empreendimento eram muito duvidosos, porque depois da construção dos navios as pessoas iriam ficar desempregadas novamente”,