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Categoria: Estádios


09:35 · 09.10.2017 / atualizado às 09:35 · 09.10.2017 por
Por Letícia Lima
Após o assunto ter sido levantado durante discussão na Assembleia Legislativa, no início da última semana, o autor do Projeto de Lei que libera a venda de bebida alcoólica nos estádios e arenas desportivas do Estado, deputado Gony Arruda (PSD), voltou a defender, na sexta-feira, da tribuna da Casa, a aprovação de sua proposta. Ele sustenta que 13 estados brasileiros já aprovaram uma lei que autoriza a venda de cerveja nos jogos de futebol e que o Ceará deveria fazer o mesmo, uma vez que vende, ilegalmente, bebida alcoólica.
No início da semana, o deputado Fernando Hugo (PP) trouxe à tona no Plenário 13 de Maio, o debate em torno da regulamentação do consumo de bebida alcoólica nos estádios cearenses. Contrário à medida, ele alertou para os efeitos que o álcool causa no comportamento e na psique das pessoas, não sendo uma garantia que a sua ingestão causará “responsabilidade” em todos. O parlamentar chamou a atenção ainda para a violência entre torcidas organizadas registrada nas partidas de futebol cearense e o quanto a liberação da bebida alcoólica poderia agravá-la.
Gony Arruda, por sua vez, disse ter consciência dos efeitos do consumo do álcool, mas que a venda de cerveja e outros tipos de bebida já ocorre nos arredores dos estádios e dentro também, de forma ilegal.
“Hoje as pessoas estão deixando pra entrar no estádio na últimíssima hora, porque, imediatamente, na porta do Castelão e do estádio Presidente Vargas há farta venda de bebida alcoólica liberada. As pessoas estão deixando pra entrar na última hora, gerando um tremendo engarrafamento, gerando confusão, as pessoas pulando as roletas, as catracas. As pessoas estão deixando para entrar somente na hora da partida, porque lá dentro não tem oferecimento de bebida”, justifica.
O deputado alega também que, sem a regulamentação da venda de bebida alcoólica, o Estado estaria deixando de arrecadar impostos. Gony também sustenta que durante a realização da Copa do Mundo em 2014, em Fortaleza recebeu alguns jogos, não houve nenhum problema.
“Lá dentro do Castelão já estão vendendo bebida alcoólica sem nenhuma fiscalização, e não só cerveja, é cachaça também e o meu projeto limita apenas à cervejinha, limitada a 10 graus de teor alcoólico. O que custa o torcedor cearense que queira levar o seu neto e queria tomar uma cervejinha na partida, isso já é permitido nos grandes eventos do mundo. Nas lutas de UFC tem bebida alcoólica e no futebol não vai ter? Me parece um tremendo preconceito com o esporte que é o mais popular do Estado e do País”.
14:40 · 06.10.2017 / atualizado às 14:40 · 06.10.2017 por

Autor do Projeto de Lei que quer liberar a venda de bebida alcoólica nos estádios do Ceará, em tramitação na Assembleia Legislativa, o deputado Gony Arruda (PSD) voltou a defender na tribuna hoje (06) que 13 estados brasileiros já aprovaram leis nesse sentido, enquanto o Ceará vende “ilegalmente” dentro dos estádios.

“O Estado está deixando de arrecadar impostos com isso, os clubes cearenses estão deixando de arrecadar. Hoje as pessoas estão deixando pra entrar no estádio na última hora, porque, imediatamente, na porta do Castelão, do Presidente Vargas, há farta venda de bebida alcoólica liberada. As pessoas estão deixando pra entrar na última hora, gerando um tremendo engarrafamento, confusão. O meu projeto limita apenas a cervejinha, limitando a 10 graus de teor alcoólico”.

17:54 · 14.01.2013 / atualizado às 17:54 · 14.01.2013 por

A Fifa – Federation Internacionale de Football Association, pela Lei Municipal nº 9986, sancionada pela ex-prefeita Luizianne Lins, terá o controle absoluto sobre “distribuição, venda, publicidade, propaganda ou comércio de alimentos e bebidas no interior dos locais oficiais de competição, nas suas imediações e principais vias de acesso, inclusive  as que restrinjam o consumo de bebidas alcoólicas, salvo as proibições destinadas a pessoas menores de 18 anos”. Segundo ainda a mesma norma, os preços dos ingressos para as competições não observarão nomas municipais referentes à concessão de gratuidades, redução de preço, meia-entrada, ou qualquer outra forma de subvenção a consumidores. Diz o mesmo dipositivo municipal, que não se aplicarão, em tais certames, na Copa das Confederações e  na Copa do Mundo, leis municipai que disponham sobre a reserva de quantidade absoluta ou percentual de ingresso para qualquer categoria de pessoasx, seja para distribuição gratuita,  venda preferencial ou a preço reduzido.

09:57 · 30.11.2012 / atualizado às 09:57 · 30.11.2012 por

O deputado Fernando Hugo (PSDB) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa para identificar os torcedores nos estádios de futebol do Ceará. O intuito do tucano é diminuir a violência nas praças de esporte, prevenindo prejuízos materiais e agressões físicas. De acordo com o parlamentar, a ideia partiu de uma solicitação enviada pelo procurador de Justiça, José Wilson Sales, que atua na procuradoria dos esportes.
O projeto do parlamentar sugere que clubes, entidades mantenedoras e entidades gestoras dos estádios de futebol, com capacidade para mais de 10 mil pessoas, promovam a identificação dos torcedores. Fernando Hugo defende que os ingressos devem ser numerados, de acordo com a sequencia alfanumérica utilizada no estádio, devendo o torcedor ocupar o local correspondente ao bilhete adquirido.
O artigo 2º do projeto apresentado pelo tucano diz que os torcedores e frequentadores dos estádios serão cadastrados no ato da compra dos ingressos, mediante a apresentação de um documento oficial de identidade e a informação do seu endereço. Desse modo, quem não portar documento de identificação não poderá adquirir o ingresso.
O projeto prevê ainda que os estádios possuam monitoramento das catracas e equipamentos de gravação fotográfica do rosto para identificar os torcedores, além de uma central técnica de informações, com infraestrutura suficiente para viabilizar o monitoramento por imagem do público presente. Na justificativa do projeto, Fernando Hugo alega que a partir do cadastramento será possível impedir a entrada de torcedores que estão impedidos de assistir partidas de futebol por determinação judicial.
A proposta facilitaria também, conforme defende, cruzar os dados das pessoas presentes aos estádios com as informações dos órgãos de segurança pública, ajudando na organização e manutenção da ordem dos estádios. O novo sistema, pontua, facilitará o controle do acesso de torcedores aos estádios, bem como a aplicação de penalidades aos que cometerem qualquer delito nas praças esportivas.