Edison Silva

Categoria: Federais


09:15 · 15.06.2018 / atualizado às 09:15 · 15.06.2018 por

A distribuição dos Fundos Partidário e Eleitoral no pleito de 2018 foi alvo de discussão, hoje, na Assembleia Legislativa. O deputado Roberto Mesquita (PROS), que deverá disputar a reeleição, em outubro próximo, questionou a prioridade que os partidos têm dado à eleição de deputados federais, em razão da cláusula de desempenho.

Pela nova regra, aprovada como parte da Reforma Política, em 2017, e que já vale a partir deste ano, as legendas deverão eleger, no mínimo, nove deputados federais, cada um de estados diferentes, para ter acesso ao Fundo Partidário e à propaganda no rádio e na TV.

Mesquita expôs que boa parte da verba do Fundo Partidário, repartido entre os partidos com maior número de representante na Câmara Federal, fica retido com a própria direção nacional, sem dar a devida “transparência” sobre como é gasto.

“100 mil votos dados ao deputado federal são R$ 100 mil por mês e esse dinheiro não é para fazer escola, não é para comprar remédio, é para o partido gastar, fica lá em Brasília. Nós nunca vimos uma prestação de contas de um partido, seja PSDB, PT e ainda sabemos que alguns se perpetuam como donos daquela bodega, no decorrer dos anos. Nenhum deputado estadual, nenhum prefeito, nenhum vereador, que é o que está mais próximo das pessoas, esses não são vistos pela reforma eleitoral”, reclamou.

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Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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