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Categoria: Genero


09:27 · 08.03.2018 / atualizado às 09:27 · 08.03.2018 por

Por Renato Sousa

A vereadora Priscila Costa (PRTB) foi à tribuna da Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor) na manhã de ontem 7, para criticar a adoção pela rede estadual de ensino do livro “Filosofia – Experiência do Pensamento”, do autor Silvio Gallo. De acordo com a parlamentar, o livro defenderia a chamada “ideologia de gênero”, que apregoraria que a identidade sexual de uma pessoa não teria determinantes biológicos, sendo, na verdade, uma construção social. “Trata um tema já rejeitado amplamente, por quase 100% dos parlamentos do Brasil”, diz a vereadora. Segundo ela, apesar do livro ter sido adotado pela rede estadual, e não municipal, é importante que o tema seja repercutido na Casa, já que os cidadãos da Capital também tem filhos matriculados na rede e a financiam através de seus impostos.

Para Costa, ao adotar o livro, está-se violando o texto constitucional, que determina que compete aos pais educar os filhos menores. “A escola ensina. Quem educa é a família”, declara a vereadora. Ela afirma que o ensino da ideologia de gênero estaria ocorrendo sem qualquer comunicado aos pais. “O conteúdo chega a ser perturbador”, diz a parlamentar.

A fala foi defendia pelo vereador Jorge Pinheiro (PSDC). “A maioria da população brasileira, cearense e fortalezense é contra (a ideologia de gênero). Mas parece que eles decidiram que não vão abdicar disso”, diz. De acordo com ele, o próprio Plano Estadual de Educação já teria deixado claro que o tema não poderia ser trabalhado dentro da sala da aula. “Esse livro que está sendo utilizado está indo contra o Plano Estadual de Educação”, diz.

De acordo com ele, os pais deveriam procurar as escolas para deixar claro a direção que não querem que esse livro não seja utilizado na educação de seus filhos. Caso isso não seja o bastante, ele recomenda que se procure a Secretaria Estadual de Educação.

Michel Lins (PPS), também usou a tribuna para tratar do assunto. Ele parabenizou os colegas que o antecederam. “Se for para votar alguma coisa que envolva ideologia de gênero, meu voto é não”, declarou.

14:38 · 06.10.2017 / atualizado às 14:38 · 06.10.2017 por

Presidente da Comissão de educação, a deputada Silvana Oliveira (PMDB) anunciou na tribuna da Casa na manhã de hoje (06) que solicitou, através de requerimento, a criação de uma Frente Parlamentar para fiscalizar a ideologia de gênero nas escolas da rede pública cearense.

Ela cobrou à Secretaria de Educação do Estado que cumpra o plano estadual aprovado pela Assembleia, no ano passado, do qual foi retirado pontos que tratavam da inclusão de disciplinas sobre sexualidade nas escolas. Silvana fez a cobrança, após caso no município do Cedro, que circulou nas redes sociais, em que professores orientavam os alunos sobre a ideologia de gênero.

“Você tem o direito de gostar de quem você quiser, mas dentro da escola que é pra ensinar contra o plano estadual estadual e nacional? Nós somos fiscais do povo, somos empregados do povo. Nossa função é fiscalizar, eu sou presidente da Comissão de Educação, mas digo que aqui eu quero fiscalizar essas escolas e denunciar pro País”.

09:41 · 03.06.2017 / atualizado às 09:41 · 03.06.2017 por

A presidente da Comissão de  Direitos Humanos da Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor), Larissa Gaspar (PPL), foi à tribuna da Casa na quinta-feira, para destacar a importância do debate de gênero dentro das escolas. “É preciso que o ensino público e privado contribuam ao combate à discriminação de gênero também”, afirma.

A vereadora afirma ter apresentado um projeto de emenda ao Plano Municipal de Educação para que o tema também seja tratado nas escolas de Fortaleza. Para ela, o problema da violência contra crianças LGBT nas escolas é real. “Segundo a Universidade Federal de São Carlos. Gaspar parabenizou Ivan Siqueira,  vice-presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, que tem defendido a inclusão do assunto na Base Nacional Curricular Comum.

16:13 · 27.11.2012 / atualizado às 16:13 · 27.11.2012 por

Cinco das sete deputadas estaduais que compõem a bancada feminina da Assembleia Legislativa se reuniram, na manhã de hoje, com o candidato do PSB à presidência da Casa, deputado José Albuquerque, para pedir que pelo menos uma mulher seja eleita para uma das sete vagas da Mesa Diretora, nas eleições marcadas para a próxima terça-feira, 4 de dezembro. No encontro, que ocorreu no gabinete da presidência, as deputadas também pediram apoio na eleição para a presidência das comissões permanentes e nos trabalhos da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Mulheres e da Procuradoria Especial da Mulher.
Estiveram presentes na reunião, que durou cerca de 30 minutos, as deputadas Eliane Novais (PSB), Bethrose (PRP), Mirian Sobreira (PSB), Rachel Marques (PT) e Fernanda Pessoa (PR). As deputadas Patrícia Saboya (PDT) e Inês Arruda (PMDB), que não registraram presença no painel eletrônico na manhã de ontem, não compareceram ao encontro, nem enviaram representantes. As cinco deputadas presentes convidaram José Albuquerque no plenário, logo após chegarem da reunião da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Mulheres, realizada antes do início da sessão, no novo prédio anexo à Assembleia Legislativa.
No encontro com José Albuquerque, as deputadas pediram celeridade na votação do Projeto de Resolução, por meio do qual solicitam que, nas próximas eleições para a Mesa, uma das vagas seja obrigatoriamente reservada para uma mulher. O projeto – apresentado pela Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Mulheres e assinado por todas as sete deputadas da Assembleia – é semelhante à PEC proposta pela deputada Luisa Erundina (PSB-SP), em tramitação no Congresso Nacional, que determina que na Mesa Diretora e nas comissões permanentes e temporárias tenham, em sua composição, a presença de pelo menos uma deputada.