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Categoria: Inimigo


12:00 · 07.05.2018 / atualizado às 12:02 · 07.05.2018 por

As divergências internas no PT, a partir de declarações sobre uma possível aliança com Ciro Gomes, para o partido indicar um candidato a vice-presidente, segundo registro na coluna Painel da Folha de S. Paulo desta segunda-feira, motivaram reações de alguns dirigentes.

Leia as notas da coluna Painel:

Coro dos desafinados  Dirigentes do PT começam a manifestar preocupação com o tom de integrantes do partido que, para interditar debate sobre um plano B na eleição presidencial, constrangem Ciro Gomes (PDT). A cúpula da sigla vetou projeção de cenário que não se restrinja a Lula, mas uma ala entende que o pedetista não deve ser tratado como desafeto nem exposto de maneira desnecessária, inclusive para não prejudicar alianças nos estados ou em um segundo turno da disputa pelo Planalto.

Haja saliva A posição do PT em relação a Ciro Gomes mobilizou debates na última semana. A diretriz da sigla é dar o assunto como encerrado.

Pingos nos is Não se cogita outro candidato. Nossa prioridade é libertar o Lula e finalizar o plano de governo. Agora, Ciro não é inimigo e não deve ser tratado como tal, diz Emidio de Souza, tesoureiro do PT.

Também hoje, na coluna política do Estadão tem os seguintes tópicos sobre o PT nacional:

» Rastro… O estilo trator da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, tem causado problemas para a sigla. Na Bahia, ela anunciou apoio à reeleição da senadora Lídice da Mata (PSB) sem ouvir o governador Rui Costa, que articula apoiar Ângelo Coronel (PSD) para a vaga.

» … de destruição. Em Pernambuco, Gleisi não impediu o lançamento de candidatura própria ao governo em meio às negociações locais para uma aliança com o PSB. Agora ninguém consegue demover Marília Arraes (PT) da disputa.

» Na mira. No cenário nacional, o presidenciável Ciro Gomes (PDT) não poupou Gleisi e disse ter “pena” dela após ela dizer que o PT não faria aliança com ele nem com “reza brava”.

» Frente. Por causa dos conflitos, petistas avaliam montar uma comissão paralela para negociar apoio na disputa presidencial.