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Categoria: Isolado


10:18 · 08.07.2018 / atualizado às 10:18 · 08.07.2018 por
A pré-candidata a presidente, Vera Lúcia, participou do evento. FOTO: FABIANE DE PAULA

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) lançou, no último sábado, a pré-candidatura do operário Francisco Gonzaga ao Governo do Estado. Com isso, o Ceará passa a ter, até o momento, cinco postulantes ao Palácio da Abolição. O socialista, que vai para a segunda disputa majoritária, defende uma revolução na sociedade cearense com o apoio da classe operária e o fim da estrutura política atual.

A legenda ainda não sabe quando realizará a convenção partidária que homologará as chapas majoritárias e proporcionais, o que só deve acontecer no prazo final, no início de agosto. A pré-candidatura de Francisco Gonzaga soma-se a outras quatro já apresentadas: do atual governador do Estado, Camilo Santana (PT), do general Guilherme Theophilo (PSDB), do bancário Ailton Lopes (PSOL) e do advogado Hélio Gois (PSL).

A pré-candidata à Presidência da República pelo PSTU, Vera Lúcia, prestigiou o evento de lançamento da pré-candidatura de Gonzaga. Já candidato em outros pleitos, o operário segue para a segunda disputa majoritária no Estado. Segundo ele, as eleições são apenas parte do movimento de rebeldia do partido que também é apresentado no dia a dia “das lutas dos trabalhadores”.

“A conjuntura política atual é mais desfavorável para a classe trabalhadora. Nesse sentido, o PSTU apresenta, com suas pré-candidaturas, um programa chamando os trabalhadores para a rebelião em que os de baixo derrubem os de cima”, defendeu.

Ele destacou que suas principais bandeiras na campanha serão a luta contra o desemprego e os altos índices de violência no Estado. “O Governo atual apresenta como solução para a violência mais policial. Nosso programa vai contra isso. O Gonzaga de hoje vê a necessidade de uma rebelião para fazermos uma transformação em nosso Estado e nesse País, para que o desempregado tenha mais emprego. É preciso reduzir a jornada de trabalho, e queremos também mudar a política de segurança”.

Em pleitos passados, o PSTU sempre esteve ao lado de PSOL e PCB, mas na disputa deste ano os dois estarão em palanques opostos, visto o fim da aliança entre as legendas durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, do PT.

De acordo com Gonzaga, “o outro lado, que vai do PT até o PSOL, apresenta um projeto que se diz de esquerda, mas eles querem fazer uma reforma por dentro do capital. O Governo do Camilo, a gente vê no que deu. E o Lula saiu como operário, mas se juntou com a burguesia”.

Para ele, o caminho é a luta com a participação da juventude, dos trabalhadores e da população mais pobre. “As eleições são um momento, mas não existe outra saída que não a revolução”, defendeu. Ele criticou uma parte da esquerda, que em sua avaliação, defende programas da burguesia. “O nosso programa é revolucionário. É isso que vai resolver o problema da insegurança, da falta de moradia, do desemprego”.

O partido não tem como meta fundamental o fortalecimento de candidaturas a deputado estadual e federal, que são postos fundamentais para uma administração sólida. Questionado sobre como governará, visto que o PSTU nunca teve um representante nas casas legislativas pelo Estado, o pré-candidato disse que é preciso mudar a estrutura política do País, e para isso vai focar nos chamados “conselhos populares”.

“Queremos que os mandatos desses representantes sejam revogados. Os conselhos populares seriam uma alternativa para essa estrutura atual”, concluiu.

09:16 · 01.03.2013 / atualizado às 09:16 · 01.03.2013 por

Dois requerimentos do deputado Antônio Carlos foram rejeitados pela maioria dos parlamentares presentes, inclusive, seus correligionários petistas. Um solicitava a ida do secretário de Saúde do Estado, Arruda Bastos, para explicar o cronograma de funcionamento do Hospital Regional Norte e outro pedia a presença do superintendente do Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE), Francisco Quintino Vieira Neto, para informar os motivos da queda de marquise do equipamento de saúde.
O líder do Governo, deputado José Sarto, chegou a pedir que ele retirasse sua proposta de pauta, pois o Tribunal de Contas do Estado (TCE) já havia apresentado relatório sobre a inspetoria ocorrida no prédio. No entanto, o petista afirmou que os requerimentos eram de solicitações simples, mas importantes pois serviriam para esclarecimentos da queda da marquise.

Antônio Carlos quando foi líder do Governo, até o ano passado, impediu que secretários fossem prestar esclarecimentos aos deputados, pois comandava a derrubada de requerimentos dos colegas. Ele chegou até a comandar a derrubada de requerimento pedindo informações ao Tribunal de Contas dos Municípios e também do Tribunal de Contas do Estado, cerceando o direito de os deputados conseguirem informações oficiais