Edison Silva

Categoria: Militares


11:17 · 01.04.2018 / atualizado às 11:25 · 01.04.2018 por

Mesmo sem estar oficial e explicitamente ligado ao esquema governista no Ceará, o deputado federal Cabo Sabino, até recentemente aliado ao deputado estadual Cabo Sabino, ambos eleitos pelo PR, recebe tratamento especial no Palácio da Abolição. Sabino hoje tem o seu próprio grupo político dentro da Polícia Militar, onde disputa o mesmo espaço que até bem pouco tempo dividia com o Capitão Wagner.

Na última semana, um Capitão da PM procurou a redação do Diário do Nordeste pedindo espaço para falar sobre sua candidatura a deputado estadual, se dizendo aliado de Sabino, e defensor da reeleição do governador Camilo Santana. Ele não disse, mas já está confirmado que outros policiais estão dispostos a postularem vagas no Legislativo estadual fazendo dobradinha com Sabino.

11:23 · 18.03.2018 / atualizado às 11:23 · 18.03.2018 por

Um oficial da Polícia Militar, sexta-feira passada, liga para a redação do Diário do Nordeste, pedindo espaço para anunciar sua candidatura a deputado estadual. Logo no início da conversa, ficou constatado que ele ainda não tinha filiação partidária, pois estava aguardando a decisão do deputado federal Cabo Sabino, ainda no PR, de filiação a um novo partido, agora não mais o PHS, como ele havia anunciado anteriormente.

O oficial em questão, fala da divergência entre Wagner e Sabino e a divisão no meio militar mais ligado à política partidária, antes integrado a um só grupo ligado aos dois militares da reserva com mandatos na Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados. Divisão provável de acontecer mesmo que Wagner venha a disputar o cargo de governador do Estado.

O rompimento da relação política entre Wagner e Sabino nasceu a partir do momento que Wagner decidiu ser candidato a deputado federal. Naquela oportunidade, ainda no ano passado, com os dois filiados ao PR, um dos líderes deste partido, falando sobre as divergências dos dois militares, disse ser um ato de “insubordinação” do cabo.

O certo mesmo é que os dois disputarão mandatos em partidos diferentes e, consequentemente, sem a dobradinha da última eleição estadual.

A propósito, Wagner pode mesmo ir para o PROS, nesta semana, mas não será acompanhado por nenhum dos integrantes do PR, que também estão deixando o partido por serem opositores do esquema governista estadual. Wagner tinha um encontro na última sexta-feira com o senador Tasso Jereissati, onde, segundo alguns amigos seus, falaria da nova filiação partidária.

O PSDB, até agora, não tem nenhum compromisso com uma provável candidatura de Wagner ao Governo do Estado. Os tucanos só terão uma posição sobre a sucessão estadual após decifrarem a pesquisa que encomendaram, no Ceará, o que vai demorar mais alguns dias, após ter sido feita a coleta do material em vários pontos do Estado.

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Edison Silva

Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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