Edison Silva

Categoria: Minimizar


11:54 · 31.07.2018 / atualizado às 11:54 · 31.07.2018 por

Por Miguel Martins

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, o pedetista Evandro Leitão afirmou que a deliberação do PT  que obriga o candidato petista ao Governo, Camilo Santana, apoiar uma candidatura nacional do partido, Lula ou outro nome por ele apontada, não deixará marcas na relação PT e PDT. “Óbvio que se o PT nacional tiver candidato, sendo Lula ou qualquer outro, o Camilo irá ter que dar apoio para ele. Se assim não for, a tendência natural é que o governador apoie o Ciro, que é do nosso partido. Mas eu não vejo nenhum problema nessa deliberação”, disse.

De acordo com Sérgio Aguiar (PDT), a decisão individual da legenda petista não terá nenhuma influência na eleição cearense. “Se os caminhos não forem os mesmos agora, no segundo turno eles se convergirão”, defendeu. “Nós fazemos parte de um projeto muito bem definido e delineado que hoje se consolida através do Governo de Camilo Santana e traz avanços para o Estado. A chapa encabeçada por Camilo, com a participação do PDT com a posição de vice e Senado, fortalece essa parceria”, destacou Aguiar.

Para Tin Gomes (PDT), as decisões partidárias individuais nunca prevalecem no momento de formação das coligações. Segundo ele, a resolução do PT não foi “acertada”, pois a sigla, em sua avaliação, não teria como eleger o governador sozinha, sem apoio de PDT, PP e outros partidos aliados. “A decisão acertada é achar o caminho mais sólido e vitorioso, que seria uma aliança ampla e geral com todos os partidos. Vejo essa decisão apenas como forma de pressionar para uma conversa em nível de outros cargos”.

No sábado passado, o PT aprovou resolução impondo apoio do governador Camilo Santana a uma candidatura presidencial do partido, seja ela a de Lula ou de outro membro do partido. O texto aprovado, segundo matéria veiculada no Diário do Nordeste de ontem, recebeu emenda estabelecendo que o candidato a governador do partido apoiará quem a sigla escolher para disputar a Presidência da República, seja Lula ou não. Este último ponto era reivindicado por nomes do partido como o da deputada federal Luizianne Lins.

09:23 · 29.09.2017 / atualizado às 09:23 · 29.09.2017 por

Por Renato Sousa

O vereador Frota Cavalcante (PTN),  usou a tribuna da Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor) na manhã de ontem, 28, para criticar a situação da segurança pública na Capital. “Precisamos demais minimizar essa situação, não dá mais para suportar”, declara. Ele questiona se a sequência de escândalos que o País enfrenta não seria um fator que contribui para o problema. “Será que a desordem administrativa pela qual o nosso País está passando não está  contribuindo com isso? As nossas autoridades, de Brasília para cá, na desorganização e no desrespeito que têm, não facilitam a entrada de drogas, o desrespeito à família e ao cidadão?”, pergunta.

Segundo o vereador, solucionar os problemas que se enfrenta em nível federal é crucial para que se possa enfrentar os problemas na área de segurança pública. “Espero que a gente consiga logo resolver o problema lá de cima, de Brasília, punindo quem merece, para que a gente possa voltar com moral e para poder cobrar. Acho que apenas assim a gente vai ter mais facilidade com toda a segurança”, diz. De acordo com o parlamentar, a resolução da crise da União é importante para medidas como um melhor patrulhamento das fronteiras para que se evite a entrada de drogas no País, que ele reputa como “a mãe de todas as desgraças”.

O parlamentar afirma que tanto o governo estadual quanto o do município estão realizando grandes esforços para tentar minimizar o problemas, mas ele declara que não consegue ver resultados perceptíveis nesses investimentos. Segundo o vereador, “o Estado está perdendo muito para o crime”. Ele cita o caso de seu bairro, o Vila Velha. De acordo com Cavalcante, a Prefeitura inaugurou uma creche na área recentemente, mas nem todos os moradores podem utilizar. “O Vila Velha é subdividido e um lado não passa para o outro, porque é morte na certa”, aponta.

Cavalcante fez um apelo para que os especialistas da área apresentem soluções. “Queria pedir a todos os inteligentes da segurança que apresentassem alguns projetos, que vai ser através destes projetos com o Poder Executivo que iremos minimizar um pouco (a violência)”, declara. O próprio parlamentar, entretanto, mostra-se desconfiado em relação à eficiências das políticas públicas. “Um dia de trabalho está cento e poucos reais, enquanto um dia de venda de drogas vai para mais de R$3 mil. Fica muito difícil tirar esse povo da droga”, diz.

Em aparte, o vereador Ésio Feitosa (PPL) parabenizou a fala do colega. Segundo ele, o tema não pode ser tratado como uma disputa entre base e oposição. Para o pepelista, a questão deve ser discutida para além dos interesse partidários. “Não podemos e nem devemos ocupar essa tribuna parlamentar apenas para criticar sem apresentar soluções”, declara.

De acordo com Feitosa, o País precisa realizar “um grande pacto”, envolvendo os poderes públicos, as instituições religiosas e os cidadãos, com destaque para as famílias. “Se não envolvermos todas as pessoas, essa situação não será resolvida”, declara. Ele também diz serem necessárias mudanças nas leis. “Com a legislação que temos hoje, essa questão não será resolvida”, diz.

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Edison Silva

Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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