Edison Silva

Categoria: Mudança de partido


10:08 · 30.09.2013 / atualizado às 10:08 · 30.09.2013 por
Segundo o presidente nacional do PROS, Leonelzinho poderá mudar para o novo partido (Foto: Agência Diário)
Segundo o presidente nacional do PROS, Leonelzinho poderá mudar para o novo partido (Foto: Agência Diário)

O vereador de Fortaleza Leonelzinho Alencar poderá deixar o PTdoB e se filiar ao recém criado Partido Republicano da Ordem Social (PROS) – provável destino do grupo do governador Cid Gomes após deixar o PSB. A informação é do presidente nacional do PROS, Eurípedes Júnior. Segundo o dirigente, o parlamentar e o pai dele são importantes apoiadores da legenda no Ceará e poderão se filiar à sigla nos próximos dias.

Além de Leonelzinho e do pai dele, Eurípedes Júnior comentou que, no Ceará, o PROS também tem recebido a “ajuda” do ex-vereador de Fortaleza João Batista. No último sábado, Batista esteve na Residência Oficial do Governo onde aconteceu a reunião do PROS com o grupo do governador Cid Gomes. Batista, contudo, chegou atrasado e não conseguiu cumprimentar o presidente nacional do partido. Ele foi embora antes de a reunião terminar.

Nas últimas semanas, o nome de Leonelzinho foi cotado como um dos que devem disputar vaga na Câmara Federal, nas eleições de 2014. Conforme o blog publicou, o PTdoB estaria em conversação com PMN, PSC, PRTB e PPL na tentativa de angariar votos, visando à eleição de pelo menos dois deputados federais. Será que, se o governador Cid Gomes assumir o comando do PROS, Leonelzinho vai ter a mesma “chance”?

09:13 · 17.12.2012 / atualizado às 09:13 · 17.12.2012 por

A opção de um parlamentar ao trocar de partido político ainda gera certa polêmica entre as legendas. Isso porque a sigla que é “abandonada” pode perder um mandato e as vantagens que ele lhe propicia. É com o intuito de alterar esta situação e fortalecer os partidos, em detrimentos do “personalismo”, que o deputado federal Márcio Bittar (PSDB-AC) apresentou projeto de lei na Câmara Federal para modificar a lei dos partidos políticos.
De acordo com a justificativa do tucano no projeto, “a nova agremiação política não fará jus ao fundo partidário e ao tempo de propaganda partidária gratuita referente aos mandatários de cargos eletivos que para ele se transfiram”. Para o deputado Márcio Bittar, esses direitos seriam reservados ao partido que elegeu o parlamentar.
Na avaliação do correligionário Marcos Cals, presidente do PSDB no Ceará, a proposta pode ser um caminho para fortalecer as legendas, já que, para ele, muitas das adesões de parlamentares a novos partidos seriam por “conveniência”, e não convicção. “Não vejo muita gente migrando se o partido não estiver na base do governo. É raro ver parlamentares indo para partidos de oposição”, opina.
Para Cals, o parlamentar não deveria sofrer represálias, no caso de troca de partido, apenas em duas situações: quando é perseguido internamente ou se a legenda ao qual é filiado optar por uma fusão partidária. “Se não respeitaram os espaços democráticos naquele partido, ele tem o direito de sair”, justifica.

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Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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