Edison Silva

Categoria: Nacionais


11:58 · 09.07.2018 / atualizado às 11:58 · 09.07.2018 por

O episódio lamentável, do último domingo, com magistrados da esfera do Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidindo sobre a soltura e a permanência  do ex-presidente Lula na prisão, só prejudicou a imagem do Poder Judiciário, sugere de  alguém, do próprio Judiciário, “chamar o feito à ordem” para advertir aos colegas, com certa veemência, sobre a importância de, ao distribuir o direito reclamado por qualquer dos brasileiros, desconhecer a qualificação das partes e agir, realmente, com a isenção que se espera de um juiz.

No Judiciário, hoje, alguém precisa estar atento às manifestações da sociedade. Não para julgar de acordo com os anseios desse ou daquele segmento, ou dessa ou daquela parte, mas para evitar as bizarras decisões, sobretudo as monocráticas, como foi a de ontem, quando um desembargador aponta para uma razão para libertar preso condenado, o fato de ele ser um pretenso candidato, abrindo precedente para libertar outros presos, como Eduardo Cunho e outros, como Lula, condenados e cumprindo pena por corrupção.

Os integrantes do Judiciário brasileiro precisam evitar que a imagem do Poder fique igual a do Legislativo ou a do Executivo. Aliás, chegando ao ponto para onde caminha, a Democracia almejada corre um sério risco.

É tempo, também, de representantes da sociedade civil, a partir dos representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), advertirem os magistrados da indignação de muitos nacionais.

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Edison Silva

Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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