Edison Silva

Categoria: Nova agremiação


09:11 · 21.02.2013 / atualizado às 09:11 · 21.02.2013 por

Por Josafá Venâncio

Mais um partido político está sendo criado no Estado do Ceará. Trata-se do Partido da Democracia Direta (PDD) que foi lançado ontem, às 11 horas, no auditório Murilo Aguiar da Assembleia Legislativa. Atualmente existem 30 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e nos círculos políticos a informação é de que mais de 30 agremiações estão sendo criadas, algumas já apresentaram, inclusive, listas de apoiadores à Justiça Eleitoral.
O Partido da Democracia Direta no Ceará foi anunciado pelo presidente nacional da legenda, Jaimes Souza, um empresário aposentado, segundo ele, sem nenhuma vinculação política anterior. A nova agremiação foi lançada há quatro meses, no Rio de Janeiro, e não conta com o apoio de nenhum parlamentar. A legenda ainda está na fase de coleta de assinaturas de apoio para dar entrada no pedido de registro na Justiça Eleitoral, mas Jaimes Souza assegura que o PDD vai obter o registro no TSE até outubro próximo e nas eleições de 2014 terá candidato próprio à presidência da República.
Das 500.000 assinaturas de apoio que precisa apresentar 150.000 já foram colhidas. O partido está sendo estruturado em 14 Estados, entre outros Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, São Paulo, Espírito Santo e Bahia. No Ceará o Partido está sendo conduzido por Juarez Rodrigues Albuquerque, ex-conselheiro tutelar em Caucaia, que está organizando a legenda em 20 municípios.
Ao lançamento do partido, além dos presidentes nacional e estadual, compareceram apenas seis pessoas, entre elas dois convidados pertencentes a outras legendas no município de Caucaia. O presidente Jaimes Souza apresentou um vídeo sobre a história política universal e explicou a proposta da legenda que está criando.
Para ele a ciência criou melhores condições de vida, mas somente uma parte da sociedade se beneficia dessas melhorias. Por isso escreveu o livro “Democracia Direta e o Plano Sociedade do Futuro”, que serviu de base para a criação do partido. O livro é dividido em duas partes, a primeira é um projeto político e a segunda um projeto social denominado “a sociedade do futuro”.
Pela proposta do Partido Democracia Direta a escolha dos representantes do povo não seria alterada, mas as atribuições dos parlamentares seriam modificadas porque as leis seriam aprovadas pelo povo. Apresentando Fortaleza como exemplo, disse que para a cidade poderiam ser escolhidos 5.000 julgadores. Destes seriam tirados 210, por sorteio, para apreciar um projeto de lei e a Câmara Municipal escolheria os 21 julgadores que iriam votar a matéria. Para a votação de outra matéria o corpo de julgadores seria trocado. Aos parlamentares caberia o papel de fiscalizar melhor o executivo e o cumprimento das leis.

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Blog da editoria Política, do Diário do Nordeste.
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