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Categoria: Participativo


09:39 · 08.12.2014 / atualizado às 09:39 · 08.12.2014 por

Não rendeu, o que esperavam os aliados do governador eleito Camilo Santana, o encontro deste com os presidentes de partidos envolvidos na sua eleição, porquanto não avançou na parte referente à participação de cada um deles na futura gestão.

Foi menos genérico do que a reunião coletiva, anteriormente feita com esses mesmos personagens. Camilo insiste na promessa de governar com os partidos, com os deputados e com a sociedade civil, a ser representada por um conselho posteriormente definido. Seria um Governo participativo.

Um sonho que a realidade política brasileira ainda não permitiu que viesse a ser concretizado. Muitos discursos já proferidos, ao longo dos últimos anos, sempre em inícios de administrações municipais, estaduais e até a nacional, estabelecendo esse diálogo como uma prioridade dos governantes, mesmo sabendo que os aliados, quase sem exceção, só estejam interessados mesmo é na divisão dos cargos e outros benefícios que lhes permitam mostrar importância perante o eleitorado, pouco importando, no fundo, com o sucesso da gestão em termos de resultados, o inverso do que almeja o chefe daquele Executivo.