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Categoria: Peemedebista


09:15 · 04.09.2017 / atualizado às 09:15 · 04.09.2017 por

 

Deputado Daniel Oliveira está sozinho hoje na bancada do PMDB, embora ainda não tenha se concretizado a saída de Leonardo, nem a expulsão de Agenor, Silvana e Audic Foto: Bruno Gomes

O deputado estadual Daniel Oliveira vai acabar ficando sozinho na Assembleia Legislativa cearense, representando o PMDB. O partido elegeu em 2014 seis deputados estaduais e três federais, na sombra da campanha do senador Eunício Oliveira, presidente estadual do partido e candidato a governador do Ceará naquele pleito.

Foram eleitos para a Assembleia em 2014, pela ordem de votação,os peemedebistas Agenor Neto, Daniel Oliveira, Silvana Oliveira, Carlomano Marques, Walter Cavalcante e Audic Mota. Walter Cavalcante foi o primeiro a deixar a agremiação. Ele não externou publicamente as razões da saída, mas, pouco antes de decidir que sairia perdeu o comando do diretório municipal do partido em Fortaleza.

Depois, renunciou ao mandato  para assumir a Prefeitura do Município de Pacatuba, Carlomano Marques, entrando no seu lugar o deputado Leonardo Araújo.

Na eleição da Mesa Diretora da Assembleia, em dezembro passado, os deputados Agenor Neto e Audic Mota decidiram apoiar o candidato do Governo à presidência do Legislativo estadual e, pouco tempo depois, foi a vez da deputada Silvana Oliveira apoiar, com os dois outros, a extinção do Tribunal de Contas dos Município, desatendendo orientação da agremiação.  Agenor, Audic e Silvana foram ameaçadas de expulsão por infidelidade. Na última semana o processo de expulsão foi tornado nulo, depois de ter causado um grande trauma.

Finalmente, o deputado Leonardo Araújo, por uma decisão do Supremo Tribunal Federal perdeu o mandato. É que a decisão judicial reconhece como válida uma candidatura (do Rochinha) que havia sido indeferida pelo TRE e os seus votos, sendo contados, faz o PMDB perder um vaga para a coligação que apoiou a candidatura de Camilo Santana.

Assim, Daniel Oliveira vai ser o líder dele próprio na Assembleia pois aqueles deputados ameaçados de expulsão já atendem orientação da liderança do Governo Camilo Santana, e ao menos por enquanto o PMDB ainda não é Governo no Ceará.

Quanto à bancada federal: o partido elegeu três deputados: Danilo Forte, Aníbal Gomes e Vitor Valim. Danilo saiu da agremiação há algum tempo.  Aníbal e Vitor Valim não escondem suas insatisfações com a agremiação.

12:33 · 08.06.2016 / atualizado às 12:33 · 08.06.2016 por

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Vereador Guilherme Sampaio associa o movimento contra a Lava Jato ao impeachment da presidente Dilma
Vereador Guilherme Sampaio associa o movimento contra a Lava Jato ao impeachment da presidente Dilma

A informação dos pedidos de prisão de integrantes da cúpula do PMDB por tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato repercutiu, ontem, na Câmara Municipal de Fortaleza. Os vereadores criticaram o posicionamento dos caciques do PMDB, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Romero Jucá (PMDB-RR), do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP), e do presidente da Câmara afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Magaly Marques (PMDB) afirmou se sentir humilhada e decepcionada com os expoentes maiores do partido. Segundo ela, mesmo sendo correligionária dos políticos não seria possível aceitar as atitudes denunciadas pelo Ministério Público.
“Mesmo eu sendo do PMDB me sinto humilhada, decepcionada com os expoentes maiores do meu partido. Não podemos aceitar essa situação, nós enquanto peemedebistas temos que se dizer a verdade e a nível nacional tem nos envergonhado muito”, declarou.
Marques ainda destacou que os peemedebistas autênticos não compartilham destes pensamentos de corrupção protagonizados ultimamente em nível nacional. A vereadora estima que até agosto novas denúncias de casos de corrupção envolvendo políticos não só do PMDB sejam divulgadas.
Ela chamou atenção para que a sociedade brasileira fique atenta ao votar na eleição municipal em outubro próximo. “A sociedade brasileira tem que estar atenta de como votar nessas eleições, fazendo uma depuração de pessoas que não merecem ser votadas”, defendeu.
Apontando a gravidade do momento político vivido no país, Guilherme Sampaio (PT) ressaltou que dois senadores e um ex-presidente da República estão envolvidos em casos de corrupção e com pedido de prisão decretados.
“Bastidores da negociações que uniram a intenção de barrar as investigações com receio de atingir essas lideranças políticas e ao mesmo tempo a trama que deu origem ao processo de impeachment da presidenta Dilma”, disse.
De acordo com o parlamentar, há uma gravidade elevada no pedido de prisão de um ex-presidente da República de adiantada idade.
Sampaio apontou que os fatos divulgados evidenciam as razões pelas quais o processo de impeachment foi iniciado e esta tramitando no Senado são parte de uma operação política articulada por diversos poderes da República.
“A denúncia do Ministério Público mostram que há evidência que o processo de impeachment não se fundamentou no que a Constituição determina, ou seja, crime de responsabilidade fiscal”, disse.
O vereador defendeu que os novos fatos são elementos suficientes para a mudança de votos de senadores e trazer a ordem os instrumentos democráticos da Constituição restabelecendo o governo eleito em 2014.
Robert Burns (PTC) criticou a política brasileira que, segundo ele, está tomada pela corrupção. “Mostra que esse país precisa de uma nova eleição, os bandidos tomaram de conta do nosso país e o povo tem que ir para ruas agir”, destacou.
Segundo o vereador, a situação precisa ter um basta e apenas novas eleições cessariam a questão. De acordo com Robert, os brasileiros estão sendo roubados descaradamente por duas quadrilhas.

10:46 · 10.01.2015 / atualizado às 10:46 · 10.01.2015 por

Primeiro, logo depois da derrota na disputa pelo Governo do Estado, o nome do senador Eunício Oliveira surgiu como candidato à presidência do Senado, em lugar de Renan Calheiros. Depois foi apontado como futuro ministro do Governo da presidente Dilma e, diziam alguns, não teria aceito. Agora, como está na coluna do jornalista Cláudio Humberto, de hoje, o senador cearense é apontado como candidato à presidência nacional do PMDB, no próximo ano.

Leia a íntegra da nota dada por Cláudio Humberto:

“Tesoureiro do PMDB há 12 anos, o senador Eunício Oliveira (CE) é cotado entre colegas para a Presidência Nacional do PMDB em 2016. O posto está nas mãos do vice-presidente da República, Michel Temer.”